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<span class="legend_box ">Fuminho foi preso em Moçambique</span>
<span class="credit_box ">Reprodução</span>
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Gilberto Aparecido dos Santos, o "Fuminho", <a href="https://noticias.r7.com/brasil/expulso-de-mocambique-fuminho-vem-para-o-brasil-em-aviao-da-fab-19042020" target="_blank"><strong>chegou ao Brasil no início da tarde deste domingo (19)</strong></a>, no Aeroporto Internacional de São Paulo, rumo a presídio federal de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná.</p>
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Foragido há mais de 20 anos, ele <a href="https://noticias.r7.com/brasil/pf-prende-fuminho-criminoso-mais-procurado-do-brasil-na-africa-14042020" target="_blank"><strong>foi preso em Moçambique no último dia 13</strong></a> e é considerado um dos criminosos mais procurados pelo Brasil, tendo atuado à frente de um cartel de drogas baseado na Bolívia que alimentou por anos a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) com armas e cocaína.</p>
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A PF classificou a ação que prendeu "Fuminho" como uma "megaoperação internacional", que contou com a participação do Itamaraty, do departamento antidrogas dos Estados Unidos, do Departamento de Justiça americano e do Departamento de Polícia de Moçambique. "O preso era considerado o maior fornecedor de cocaína a uma facção com atuação em todo o Brasil, além de ser responsável pelo envio de toneladas da droga para diversos países do mundo", afirmou a corporação.</p>
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A Polícia Federal afirmou que já monitorava "Fuminho" há tempos, sendo que ele estava há cerca de um mês em Moçambique, onde foi encontrado com drogas e com um passaporte brasileiro falso que foi confeccionado na Bolívia.</p>
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A lista do Ministério da Justiça indica que Fuminho fugiu da prisão em 1998 para o Paraguai e Bolívia. Ele é apontado ainda como um dos responsáveis pela logística do plano de fuga de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, maior líder do PCC, da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, em 2014.</p>
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Fonte: R7
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