SP e RJ crescem, mas maioria dos locais recua em dezembro

Na passagem de novembro para dezembro de 2019, dezesseis das 27 unidades da federação assinalaram retração no volume de serviços, lideradas por Minas Gerais (-2,1%), Distrito Federal (-2,7%), Mato Grosso (-5,6%), Paraná (-1,3%) e Bahia (-2,3%). E no campo positivo, destaque para São Paulo (0,4%) e Rio de Janeiro (0,7%), que acumularam, entre setembro e dezembro de 2019, um ganho de 2,9% e de 4,5%, respectivamente.

Em relação a dezembro de 2018, apenas 12 das 27 unidades da federação tiveram avanço. As principais contribuições positivas ficaram com São Paulo (3,8%) e Rio de Janeiro (6,5%), que apontaram crescimento na maior parte dos setores investigados. Por outro lado, as influências negativas mais importantes para a formação do índice vieram do Mato Grosso (-14,9%), Distrito Federal (-5,9%), Paraná (-3,7%), Minas Gerais (-2,2%) e Bahia (-5,2%).

No acumulado de janeiro a dezembro de 2019, apenas 13 das 27 unidades da federação também mostraram expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo em termos regionais ocorreu em São Paulo (3,3%), seguido por Amazonas (3,9%), Santa Catarina (1,2%) e Mato Grosso do Sul (3,2%). Por outro lado, Paraná (-2,3%) e Mato Grosso (-7,1%) registraram as influências negativas mais relevantes sobre o índice nacional.

Atividades Turísticas crescem 1,5% no mês e acumulam alta de 2,6% no ano

Em dezembro de 2019, o índice de atividades turísticas apontou expansão de 1,5% frente ao mês imediatamente anterior, após recuar 2,3% em novembro. Regionalmente, a metade (seis) das doze unidades da federação pesquisadas acompanhou este movimento de crescimento observado no Brasil, com destaque para os avanços vindos de São Paulo (0,5%) e Paraná (2,6%), seguidos por Minas Gerais (1,3%) e Pernambuco (2,3%). Em sentido contrário, os principais resultados negativos vieram do Rio Grande do Sul (-2,0%) e da Bahia (-1,4%).

Na comparação com dezembro de 2018, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou expansão de 3,4%, impulsionado, principalmente, pelo aumento de receita das Empresas de locação de automóveis e de Transporte aéreo de passageiros. Em sentido oposto, o segmento de Restaurantes apontou a principal influência negativa sobre a atividade turística. Sete das doze unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (5,9%), seguido por Minas Gerais (6,0%) e Rio de Janeiro (3,1%). Em contrapartida, os impactos negativos mais importantes vieram de Pernambuco (-3,9%) e da Bahia (-2,1%).

No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas mostrou crescimento de 2,6% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos ramos de Locação de automóveis, de hotéis e de Serviços de catering, bufê e Outros serviços de comida preparada. Em sentido oposto, o principal impacto negativo ficou com o segmento de transporte aéreo de passageiros. Regionalmente, nove dos doze locais investigados registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (5,1%), Rio de Janeiro (2,4%), Minas Gerais (2,8%) e Ceará (4,8%). Já o Distrito Federal (-6,2%), o Paraná (-3,1%) e Santa Catarina (-2,3%) assinalaram as principais influências negativas.
Fonte: IBGE

 

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