RESULTADOS REGIONAIS

Regionalmente, 16 das 27 unidades da federação assinalaram expansão no volume de serviços em janeiro de 2020, em relação ao mês imediatamente anterior, acompanhando o avanço (0,6%) observado no Brasil na série ajustada sazonalmente. Os destaques positivos foram Distrito Federal (7,4%), Mato Grosso (14,1%), Minas Gerais (2,2%) e Pernambuco (6,7%). Já os principais resultados negativos vieram de São Paulo (-0,3%), do Rio Grande do Sul (-1,6%) e do Rio de Janeiro (-0,4%).

Na comparação com janeiro de 2019, o avanço do volume de serviços no Brasil (1,8%) foi acompanhado por apenas 11 das 27 unidades da federação. A principal contribuição positiva ficou com São Paulo (3,3%), seguido por Rio de Janeiro (3,3%), Distrito Federal (5,0%) e Amazonas (10,5%). Já as influências negativas mais importantes vieram do Rio Grande do Sul (-3,5%), da Bahia (-3,6%) e do Mato Grosso (-5,8%).

AGREGADO ESPECIAL DE ATIVIDADES TURÍSTICAS

O índice de atividades turísticas apontou variação negativa de 0,3% na passagem de dezembro de 2019 para janeiro de 2020, após avançar 1,9% em dezembro de 2019. Regionalmente, sete das doze unidades da federação acompanharam este movimento de retração observado no Brasil, com destaque para o recuo vindo de São Paulo (-2,6%), seguido por Minas Gerais (-2,1%) e Espírito Santo (-3,8%).

Em sentido contrário, os principais resultados positivos vieram do Rio de Janeiro (2,9%), do Paraná (6,8%) e de Pernambuco (3,6%).

Na comparação janeiro de 2020 frente a janeiro de 2019, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 3,4%, quinta taxa positiva seguida, impulsionado, principalmente, pelo aumento de receita das empresas de transporte aéreo de passageiros e de locação de automóveis. Em sentido oposto, o segmento de restaurantes apontou a principal influência negativa sobre a atividade turística.

Em termos regionais, ainda na comparação com janeiro do ano anterior, 10 das 12 unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para o Rio de Janeiro (9,8%), seguido por São Paulo (0,9%) e Paraná (5,5%).

Em contrapartida, os impactos negativos mais importantes vieram do Espírito Santo (-5,3%) e do Distrito Federal (-2,1%).
Source: IBGE

 

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