Considerando a tendência cada vez maior da oferta de dispositivos integrados e conectados ao seu usuário (como a Alexa, mencionada neste artigo) e, também, da constante busca por inovação e tecnologia (utilizando dados de marca-passos para atualização do histórico do paciente, por exemplo), é preciso estar preparado para alinhar tecnologia às normas trazidas pela legislação para uma gestão correta e eficiente de dados coletados por aparelhos e websites. Acredita-se, desta forma, que o maior desafio da atualidade seja entregar inovação em consonância com a coleta e tratamento responsável de dados.
Portanto, neste período de adaptação, antes da entrada em vigor da LGPD, é preciso que as empresas se conscientizem sobre a importância da elaboração de plano de gestão de dados eficiente de forma a dirimir os riscos advindos da regulamentação trazida pela nova lei, adaptando, com isso, contratos – incluindo os de adesão – e a comunicação com o consumidor. Desse modo, deve ser priorizada a transparência no relacionamento com o usuário de produtos e serviços e, também, a disponibilização da inovação em produtos e serviços que correspondam a expectativa de uma sociedade conectada.
*Fernanda Quental – Advogada da Daniel Advogados; Isabella Buck Shores – Advogada da Daniel Advogados; Gabriel Sacramento – Advogado da Daniel Advogados
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Fonte: Internet das Coisas