Com crescimento de 3,9% contra janeiro de 2019, o setor de bens de capital interrompeu três meses de taxas negativas consecutivas nesse tipo de comparação. O segmento foi influenciado, em grande parte, pelo grupamento de bens de capital para fins industriais (7,6%), impulsionado, principalmente, pelos bens industriais não-seriados (51,1%), já que os bens industriais seriados (-0,9%) apontaram queda na produção.

As demais taxas positivas foram registradas por bens de capital para energia elétrica (12,9%) e agrícolas (4,3%). Já os impactos negativos vieram dos grupamentos de bens de capital para equipamentos de transporte (-2,2%), para construção (-11,9%) e de uso misto (-4,4%).

Com crescimento de 1,7% em janeiro de 2020 frente a igual mês de 2019, o segmento de bens de consumo duráveis teve sua quinta taxa positiva consecutiva nesse tipo de comparação. O resultado deve-se à expansão na fabricação dos eletrodomésticos da “linha branca” (9,4%) e da “linha marrom” (4,6%). Vale citar também os avanços assinalados por motocicletas (17,3%) e pelo grupamento de outros eletrodomésticos (12,5%).

Já a redução na fabricação de automóveis (-5,8%) exerceu a maior influência negativa nessa categoria dos bens duráveis. O outro impacto negativo veio do grupamento de móveis (-0,3%).
Fonte: IBGE

 

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