A taxa combinada de subocupação por insuficiências de horas trabalhadas e desocupação (pessoas ocupadas com uma jornada de menos de 40 horas semanais, mas que gostariam de trabalhar em um período maior, somada às pessoas desocupadas) foi de 18,2% no Brasil, no quarto trimestre de 2018, o que representa 6,9 milhões de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas e 12,2 milhões de desocupados. Por UF, as maiores taxas ocorreram em Piauí (30,5%), Bahia (30,4%) e Sergipe (29,0%) e as menores, em Santa Catarina (8,6%), Mato Grosso (11,0%) e Mato Grosso do Sul (11,3%).
A taxa combinada da desocupação e da força de trabalho potencial, que abrange os desocupados e as pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho, ou que procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar (força de trabalho potencial), foi de 17,7% no quarto trimestre de 2018, o que representa 20,0 milhões de pessoas. Alagoas (30,7%), Maranhão (30,6%) e Bahia (28,4%) tiveram as maiores taxas; as menores foram em Santa Catarina (8,4%), Mato Grosso do Sul (9,9%) e Mato Grosso (10,2%).
Fonte: IBGE