O contingente de pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas (6,9 milhões) aumentou 5,4% em relação ao trimestre anterior, um adicional de 351 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o indicador apresentou variação positiva (9,3%), quando havia no Brasil 6,3 milhões de pessoas subocupadas.

O contingente fora da força de trabalho (65,2 milhões) apresentou uma redução de -445 mil pessoas (-0,7%) quando comparada com o trimestre anterior. Frente ao mesmo trimestre de 2017 houve expansão de 1,1% (acréscimo de 734 mil pessoas).

O contingente de pessoas desalentadas (4,8 milhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, o indicador apresentou variação positiva (12,6%), quando havia no Brasil 4,2 milhões de pessoas desalentadas.

O percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho ou desalentada (4,3%) ficou estável em relação ao trimestre anterior (4,4%). Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (3,9%), o quadro foi de elevação (0,4 ponto percentual).

O contingente na força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de julho a setembro de 2018, foi de 105,1 milhões de pessoas. Em relação ao trimestre anterior, houve um aumento de 910 mil pessoas (0,9%). Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve expansão de 0,8% (acréscimo de 856 mil pessoas).

O contingente fora da força de trabalho (65,2 milhões de pessoas) apresentou uma redução de -445 mil pessoas (-0,7%) quando comparada com o trimestre anterior. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior houve expansão de 1,1% (acréscimo de 734 mil pessoas).

O contingente de pessoas ocupadas (92,6 milhões) aumentou em relação ao trimestre anterior (1,5%), um adicional de 1.384 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o indicador também apresentou variação positiva (1,5%), mais 1.325 mil pessoas, quando havia no Brasil 91,3 milhões de pessoas ocupadas.

O nível da ocupação (indicador que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 54,4% no trimestre de julho a setembro de 2018, um aumento de de 0,7 ponto percentual frente ao trimestre anterior (53,7%). Em relação a igual trimestre de 2017, o indicador não apresentou variação estatisticamente significativa.

O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 33,0 milhões de pessoas, apresentando estabilidade frente ao trimestre anterior e também em relação ao mesmo trimestre de 2017.

O número de empregados no setor privado sem carteira assinada (11,5 milhões de pessoas) cresceu em relação ao trimestre anterior (4,7% ou mais 522 mil pessoas) e também em relação ao mesmo trimestre de 2017 (5,5%, ou mais 601 mil pessoas).

Os trabalhadores por conta própria (23,5 milhões) cresceram 1,9% em relação ao trimestre anterior (mais 432 mil pessoas) e subiu 2,6% em relação ao mesmo período de 2017 (mais 586 mil pessoas).

A categoria dos empregadores (4,4 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior. Já na comparação com o mesmo trimestre de 2017 registrou elevação de 4,3%, representando um adicional de 184 mil pessoas.

O grupo dos trabalhadores domésticos (6,3 milhões) ficou estável no confronto com o trimestre anterior e também frente ao mesmo trimestre de 2017.

O grupo dos empregados no setor público (inclusive servidores estatutários e militares), estimado em 11,7 milhões de pessoas, apresentou estabilidade em ambas as comparações.

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas (R$ 2.222), no trimestre de julho a setembro de 2018, ficou estável frente ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre de 2017.

Rendimento médio mensal real habitualmente recebido de todos os trabalhos das pessoas ocupadas – Brasil – 2012/2018 – (R$)





Fonte: IBGE