A taxa de desocupação (11,9%) no trimestre móvel de julho a setembro de 2018 variou -0,6 ponto percentual em relação ao trimestre abril / junho de 2018 (12,4%). Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (12,4%), houve queda (-0,5 ponto percentual).

A população desocupada (12,5 milhões) recuou -3,7% (menos 474 mil pessoas) frente ao trimestre anterior (13,0 milhões de pessoas). No confronto com igual trimestre de 2017, quando havia 13,0 milhões de pessoas desocupadas, houve redução de -3,6% (menos 469 mil pessoas desocupadas na força de trabalho).
A população ocupada (92,6 milhões) no trimestre de julho a setembro de 2018 aumentou 1,5% (mais 1.384 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando havia 91,3 milhões de pessoas ocupadas, o indicador também apresentou variação positiva de 1,5%(mais 1.325 mil pessoas).
A taxa de subutilização da força de trabalho (24,2%) no trimestre de julho a setembro de 2018 variou -0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (24,6%). Em relação com o mesmo trimestre de 2017 (23,9%), o indicador ficou estável.
A população subutilizada (27,3 milhões) ficou estável frente ao trimestre anterior (27,6 milhões de pessoas). Em relação a igual trimestre de 2017 (26,8 milhões), este grupo cresceu 2,1%, um adicional de 559 mil pessoas subutilizadas.
O número de pessoas desalentadas (4,8 milhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior e subiu 12,6% em relação ao mesmo trimestre de 2017 (4,2 milhões).
O percentual de pessoas desalentadas foi de 4,3% no trimestre julho / setembro de 2018. A taxa ficou estável em relação ao trimestre anterior (4,4%) e variou 0,4 ponto percentual na comparação com o mesmo trimestre de 2017 (3,9%).
O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 33,0 milhões de pessoas, ficando estável frente ao trimestre anterior e também no confronto com o mesmo trimestre de 2017.
O número de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (11,5 milhões de pessoas) subiu em relação ao trimestre anterior (4,7%), representando um incremento de 522 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, subiu 5,5%, um adicional de 601 mil pessoas.
A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,5 milhões de pessoas) cresceu 1,9% em relação ao trimestre anterior (mais 432 mil pessoas) e subiu 2,6% (mais 586 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2017.
O rendimento médio real habitual no trimestre de julho a setembro de 2018 (R$ 2.222), ficou estável em ambas as comparações.
A massa de rendimento real habitual (R$ 200,7 bilhões de reais) também ficou estável em ambas as comparações. A publicação completa, o quadro sintético e a apresentação da PNAD Contínua mensal estão à direita desta página.
Quadro 1 – Taxa de Desocupação – Brasil – 2012/2018

A taxa de desocupação foi de 11,9% no trimestre móvel de julho a setembro de 2018, registrando variação de -0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (12,4%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2017, quando a taxa foi estimada em 12,4%, o quadro foi de queda (-0,5 ponto percentual).
No trimestre de julho a setembro de 2018, havia aproximadamente 12,5 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Este contingente recuou -3,7% (menos 474 mil) frente ao trimestre anterior (13,0 milhões de pessoas). Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (13,0 milhões), o indicador caiu -3,6%, ou menos 469 mil pessoas desocupadas na força de trabalho.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial) foi de 24,2%, registrando variação de -0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (24,6%) e estabilidade em relação ao mesmo trimestre de 2017 (23,9%).
Taxa Composta de subutilização da força de trabalho – trimestres de julho a setembro – 2012/2018
Brasil (%)
No trimestre de julho a setembro de 2018, havia aproximadamente 27,3 milhões de pessoas subutilizadas no Brasil. Este contingente apresentou estabilidade, ou seja, sem variação significativa, frente ao trimestre de abril a junho de 2018, ocasião em que a subutilização foi estimada em 27,6 milhões de pessoas. No confronto com igual trimestre do ano anterior, quando havia 26,8 milhões de pessoas subutilizadas, esta estimativa apresentou variação de 2,1%, significando um adicional de 559 mil pessoas subutilizadas.