O número de empregadores (4,4 milhões de pessoas) ficou estável em ambas as comparações. A média anual (4,4 milhões) teve um pequeno recuo (-0,1%).
O número de trabalhadores domésticos (6,4 milhões) ficou estável em ambas as comparações. A média anual (6,3 milhões) teve ligeira alta (0,4%) em relação a 2018.
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 55,1% no trimestre de outubro a dezembro de 2019, com alta de 0,3 ponto percentual frente ao trimestre de julho a setembro de 2019 (54,8%). Em relação a igual trimestre de 2018, houve alta de 0,6 ponto percentual. Nas médias anuais, o nível da ocupação chegou a 54,6% em 2019, acima de 2018 (54,1%) e de 2017 (53,9%, o menor da série anual). Contudo, ainda está longe da estimativa de 2014 (56,9%).
O contingente na força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de outubro a dezembro de 2019, foi estimado em 106,2 milhões de pessoas e permaneceu estável, comparado ao trimestre julho-setembro de 2019. Frente ao mesmo trimestre de 2018, houve alta de 1,2% (mais 1,3 milhão de pessoas). Na média anual, o contingente chegou a 106 milhões, com alta de 1,5% (mais 1,6 milhão de pessoas) em relação a 2018.
O contingente fora da força de trabalho (65,4 milhões de pessoas) cresceu 0,9% (mais 587 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior. Frente ao mesmo trimestre de 2018, houve estabilidade. Na média anual, esse contingente chegou a 65,1 milhões, com ligeira alta (0,1%) em relação a 2018.
A força de trabalho potencial, no trimestre de outubro a dezembro de 2019, foi estimada em 7,7 milhões de pessoas. Houve estabilidade em ambas as comparações. Na média anual, esse contingente chegou a 8,0 milhões, com alta de 1,7% em relação a 2018.
O contingente de pessoas desalentadas foi estimado em 4,6 milhões no trimestre de outubro a dezembro de 2019. Houve estabilidade em ambas as comparações. Na média anual, esse contingente chegou a 4,8 milhões e cresceu 1,4% em relação a 2018.
O percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho ou desalentada foi de 4,2% no trimestre móvel terminado em dezembro e ficou estável em ambas as comparações. Na média anual, esse percentual foi de 4,3%, o mesmo de 2018.
O rendimento médio real habitual (R$ 2.340) no trimestre outubro-novembro-dezembro ficou estável em ambas as comparações. A média anual ficou em R$ 2.330, com pequena variação (+0,4%) em relação a 2018.
Rendimento médio mensal real, habitualmente recebido no mês de referência,
de todos os trabalhos das pessoas ocupadas – Brasil – 2012/2019 – (R$)
A análise do rendimento médio real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de outubro a dezembro de 2019, em relação ao trimestre de julho a setembro de 2019, mostrou que todos os grupamentos apresentaram estabilidade. A comparação com o trimestre de outubro a dezembro de 2018 mostrou que todos os grupamentos apresentaram estabilidade.
A análise do rendimento médio real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo a posição na ocupação, do trimestre móvel de outubro a dezembro de 2019, em relação ao trimestre de julho a setembro de 2019, mostrou aumento na categoria de Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (1,9%, ou mais R$ 69). As demais categorias não apresentaram variação significativa. Na comparação com o trimestre outubro-dezembro de 2018, todas as posições apresentaram estabilidade.
Grupamentos no trimestre móvel outubro-dezembro de 2019
A análise do contingente de ocupados, segundo os grupamentos de atividade, em relação ao trimestre de julho a setembro de 2019, mostrou aumento nos grupamentos: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (2,1%, ou mais 376 mil pessoas), Alojamento e alimentação (3,3%, ou mais 179 mil pessoas) e Outros serviços (3,0%, ou mais 151 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (2,1%, ou menos 178 mil pessoas).
Na comparação com o mesmo trimestre de 2018, houve aumentos nos grupamentos: Indústria (3,3%, ou mais 388 mil pessoas), Alojamento e alimentação (5,2%, ou mais 282 mil pessoas) e Outros serviços (4,5%, ou mais 221 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.