Era uma manhã chuvosa de setembro. David Hockney estava sentado na sala de sua casa em Londres, iluminada por uma claraboia, baforando um cigarro. Sua arte decorava as paredes: autorretratos emoldurados, desenhos ternos mostrando seus cachorros e uma grande fotografia em cores brilhantes.
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Fonte: Em cima da Hora – Uol