Por outro lado, Paraná (4,8%) e Pará (2,9%) apontaram os avanços mais elevados nesse mês, com o primeiro eliminando parte da perda de 8,2% acumulada nos meses de outubro e novembro últimos; e o segundo interrompendo três meses consecutivos de queda na produção, período em que acumulou recuo de 12,1%. A Região Nordeste (0,3%) também mostrou taxa positiva nesse mês.

O índice de média móvel trimestral para o total da indústria recuou 0,5% no trimestre encerrado em dezembro de 2019 frente ao nível do mês anterior, intensificando, dessa forma, o resultado negativo registrado em novembro de 2019 (-0,2%), quando interrompeu a trajetória ascendente iniciada em julho de 2019.

Doze dos 15 locais pesquisados apontaram taxas negativas nesse mês, com destaque para os recuos mais acentuados assinalados por Espírito Santo (-4,7%), Minas Gerais (-3,0%), Pernambuco (-1,8%), Bahia (-1,7%), Paraná (-1,3%), Rio Grande do Sul (-1,0%) e São Paulo (-0,8%). Por outro lado, Amazonas (0,2%) e Região Nordeste (0,2%) mostraram os avanços em dezembro de 2019.

Na comparação com igual mês de 2018, o setor industrial mostrou redução de 1,2% em dezembro de 2019, com sete dos 15 locais pesquisados apontando resultados negativos. Espírito Santo (-24,8%) e Minas Gerais (-13,6%) assinalaram os recuos mais intensos. Bahia (-4,7%), Goiás (-2,6%) e São Paulo (-1,6%) também registraram taxas negativas acima da média da indústria (-1,2%), enquanto Rio Grande do Sul (-0,6%) e Pernambuco (-0,4%) completaram o conjunto de locais com recuo na produção nesse mês.

Por outro lado, Amazonas (12,2%) apontou o maior avanço em dezembro de 2019. Rio de Janeiro (4,5%), Ceará (4,5%), Região Nordeste (3,8%), Paraná (2,5%), Pará (1,4%), Santa Catarina (1,1%) e Mato Grosso (0,9%) também mostraram taxas positivas nesse mês.

No acumulado do ano para o período janeiro a dezembro de 2019, frente a igual período do ano anterior, a redução observada na produção nacional alcançou sete dos 15 locais pesquisados, com destaque para Espírito Santo (-15,7%) e Minas Gerais (-5,6%). Região Nordeste (-3,1%), Bahia (-2,9%), Mato Grosso (-2,6%), Pernambuco (-2,2%) e Pará (-1,3%) registraram as demais taxas negativas e todas mais acentuadas do que a média da indústria (-1,1%).

Por outro lado, Paraná (5,7%), Amazonas (4,0%) e Goiás (2,9%) apontaram os avanços mais elevados no índice acumulado no ano. Rio Grande do Sul (2,6%), Rio de Janeiro (2,3%), Santa Catarina (2,2%), Ceará (1,6%) e São Paulo (0,2%) também mostraram taxas positivas no indicador acumulado do período janeiro-dezembro de 2019.

A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, ao registrar recuo de 1,1% em dezembro de 2019, mostrou redução na intensidade de perda frente aos resultados dos meses anteriores. Em termos regionais, sete dos 15 locais pesquisados registraram taxas negativas em dezembro de 2019, mas nove apontaram maior dinamismo frente aos índices de novembro último.

Amazonas (de 2,1% para 4,0%), Região Nordeste (de -3,9% para -3,1%), Ceará (de 0,9% para 1,6%) e Pernambuco (de -2,8% para -2,2%) mostraram os principais ganhos entre novembro e dezembro de 2019, enquanto Espírito Santo (de -13,4% para -15,7%) e Minas Gerais (de -4,5% para -5,6%) assinalaram as maiores perdas entre os dois períodos.
Fonte: IBGE

 

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