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<img class="croppable" src="https://img.r7.com/images/busca-por-noticias-boas-aumenta-na-web-29042020175456869?dimensions=660×360&amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=660×360&amp;amp;crop=1437×784+63+216&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=660×360&amp;amp;crop=1437×784+63+216" title="Busca por notícias boas relacionadas ao coronavírus aumentou 100% entre fevereiro e abril" alt="Busca por notícias boas relacionadas ao coronavírus aumentou 100% entre fevereiro e abril" />
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<span class="legend_box ">Busca por notícias boas relacionadas ao coronavírus aumentou 100% entre fevereiro e abril</span>
<span class="credit_box ">Nappy</span>
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O surgimento de perfis nas redes sociais e <a href="https://recordtv.r7.com/fala-brasil/videos/portal-r7-lanca-virtz-o-canal-de-boas-noticias-sobre-a-pandemia-20042020"><strong>seções em diversos veículos jornalísticos </strong></a>dedicados exclusivamente às boas notícias apontam que está em curso uma nova maneira de se consumir informação. Se, por acaso, <a href="http://http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/ignacio-lopez-goni-o-cientista-que-ousou-dar-10-boas-noticias-sobre-o-coronavirus-e-continua-otimista-11042020" target="_blank"><strong>você já se pegou procurando por notícias boas na internet durante a quarentena, saiba que não é o único</strong></a>.</p>
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Segundo dados do Google Trends, entre os dias 16 de fevereiro e 18 de abril, foi registrado <strong><a href="https://trends.google.com.br/trends/explore?q=not%C3%ADcias%20boas%20%2B%20coronav%C3%ADrus&amp;geo=BR">um aumento de 100% na busca pela a combinação dos termos “notícias boas” e “coronavírus”</a></strong>.</p>
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A pandemia do novo coronavírus tem deixado a web cada vez mais "faminta" por doses diárias de otimismo. É a “dieta midiática”, termo usado pela estrategista digital e doutora em comunicação Issaaf Karhawi para explicar o novo comportamento. “Estamos em um momento sensível e é compreensível que sejam adotadas leituras de escapismo para tentar lidar com tudo isso", diz.</p>
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<strong><a href="https://noticias.r7.com/saude/coronavirus-10-boas-noticias-sobre-a-epidemia-da-covid-19-11032020">Coronavírus: 10 boas notícias sobre a epidemia da covid-19</a></strong></p>
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“O aparecimento dessas buscas e a forma como a gente lida com a pandemia mostram como construímos nossa autonomia. Estamos diante de um sujeito mais ativo midiaticamente, que tem maior capacidade de burlar o noticiário e construir outro discurso sobre o que está acontecendo”, aponta a pesquisadora, que enxerga como positivo o comportamento do usuário de controlar a quantidade e qualidade de informações que chegam até ele.</p>
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De acordo com a psicóloga Triana Portal, a atitude pode ser vista como uma forma de enfrentamento psicológico da quarentena: “Com quase 2 meses de foco na pandemia, percebemos que os tratamentos e manejo da doença vão mudando a todo tempo. A ansiedade e o medo são comuns a todos e desesperar-se só leva ao estresse, que por sua vez debilita o sistema imunológico.”</p>

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<div class="content">Nem tudo são flores </div>
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Embora vejam a nova tendência de comportamento com otimismo, ambas as especialistas alertam que a postura também pode ser alienadora se não for equilibrada com algumas doses de realidade.</p>
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"Essas são distorções cognitivas comuns em momentos de crise”, aponta a psicóloga. Já a pesquisadora em comunicação chama atenção para a formação de bolhas de preferência nas redes.</p>
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“Se eu busco notícias boas, as redes sociais me devolvem mais do mesmo conteúdo, o que também é muito grave e coloca em xeque a nossa relação com a diferença e o pensamento crítico”, ressalta Issaaf. De acordo com ela, a responsabilidade pelo volume de consumo midiático não está somente no usuário comum das redes. "Ainda precisamos da mídia tradicional e até de influenciadores auxiliando nesse processo", explica.</p>
Infoeconomico informou
Fonte: R7

 

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