No passado, era comum colegas de trabalho se envolverem em casos amorosos, já que as pessoas passam a maior parte do seu expediente com colegas. Presumivelmente, como se está na mesma empresa e se pode atuar em conjunto em uma divisão, já são compartilhados alguns interesses em comum. O bilionário fundador da Microsoft e ex-CEO Bill Gates, por exemplo, conheceu e se casou com uma executiva da companhia, Melinda Ann French.
Hoje, a maioria das empresas possui regras estritas que proíbem relacionamentos. Porém, embora tentem interrompê-los no ambiente profissional, um estudo mostra que isso ainda acontece. A Harris Interactive, uma agência de pesquisa de mercado personalizada, conduziu uma pesquisa a qual relatou que 41% dos norte-americanos empregados entre 25 e 40 anos admitiram ter se envolvido em um romance no escritório.
Nesse contexto do movimento #metoo, não seria mais racional ter uma conversa aberta e honesta do que escondê-la? Políticas rígidas nem sempre funcionam e as empresas devem tratar seus funcionários como pessoas ao invés de restringir indevidamente seu comportamento.
Uma solução simples seria permitir que os trabalhadores assinassem um acordo ou contrato da empresa que reconhecesse um relacionamento de consentimento mútuo e o arquivassem no departamento de recursos humanos. Essa relação seria tratada similarmente à forma como o código da Best Buy exige a divulgação de investimentos externos e atividades de negócios. Ao esclarecer mais a fundo esse assunto, os indivíduos não seriam forçados a ocultar suas atividades, o que torna o assunto muito mais ameaçador.
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O post Corie Barry, CEO da Best Buy, é acusada de ter “affair” com ex-funcionário apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Fonte: Forbes
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