A Helbor informou que vendeu três imóveis, no valor de R$ 175,1 milhões, para investidores profissionais. A operação foi feita, segundo a empresa, para a redução de estoques e do endividamento da empresa.
Com a soma, a Helbor pretende quitar as debêntures do CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliário) constituído em julho do ano passado. Os três imóveis são o Neolink Office, Mall & Stail, no Rio de Janeiro; o One Eleven, em São Paulo; e o The Cityplex, em Osasco (SP). Segundo a Helbor, “a expectativa é que ocorra uma nova tranche da operação dentro do primeiro semestre de 2020, envolvendo mais três imóveis”.
RNI (RDNI3)
A RNI Negócios Imobiliários informou que contratou a corretora BTG Pactual para atuar como formadora de mercado das suas ações ordinárias na B3. Segundo a RNI, a corretora do BTG Pactual inicia hoje seu trabalho, com validade por um ano. O objetivo do contrato é “aumentar a liquidez das ações no mercado”, informou a RNI. A empresa tem 42,2 milhões de ações ordinárias em circulação no mercado.
Cemig (CMIG4)
A Cemig enviou um comunicado de resposta à CVM, no qual afirmou que ainda não tomou nenhuma decisão para vender a sua fatia de 45% na geradora de energia Aliança para a mineradora Vale. Segundo uma reportagem publicada pelo jornal Valor no dia 14, a participação da estatal mineira de energia elétrica na Aliança é avaliada em R$ 2 bilhões. A Cemig estaria considerando a venda como parte do seu plano de desinvestimentos em curso.
Eletrobras (ELET3;ELET6)
O secretário-especial de Desestatização e Desinvestimento, Salim Mattar, anunciou nesta terça-feira (14) que a meta do governo para este ano é arrecadar R$ 150 bilhões com a venda de cerca de 300 ativos públicos.
O objetivo inclui empresas controladas pelo governo, como a Eletrobras, além de subsidiárias, coligadas e participações societárias. Ele ainda deixou claro que Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobras não serão privatizadas.
Além disso, o secretário explicou que os Correios estão na lista de privatizações, mas que a venda da companhia está prevista apenas para o fim de 2021.
Já a coluna Painel de hoje do jornal Folha de S. Paulo informa que o governo federal estuda o que fará com 40 mil dos 100 mil funcionários dos Correios, que possivelmente serão demitidos antes da privatização da estatal, agora prevista para 2021. O governo não pretende absorver os demitidos, segundo a matéria, porque isso criaria um precedente para outras privatizações. Segundo a matéria, o fundo de pensão Postalis tem um passivo de R$ 11 bilhões e o plano de saúde dos funcionários tem outra dívida de R$ 3 bilhões. Todas essas questões serão discutidas no desenho de privatização.
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Fonte: Infomoney Mercados rss
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