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<img class="croppable" src="https://img.r7.com/images/compra-online-compra-virtual-e-commerce-cartao-de-credito-12112019200332290?dimensions=660×360&amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=660×360&amp;amp;crop=1501×819+0+41&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=660×360&amp;amp;crop=1501×819+0+41" title="O comércio on-line disparou no isolamento social. Brinquedos lideram compras" alt="O comércio on-line disparou no isolamento social. Brinquedos lideram compras" />
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<span class="legend_box ">O comércio on-line disparou no isolamento social. Brinquedos lideram compras</span>
<span class="credit_box ">Bruce Mars/Pexels</span>
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Quem nunca fez uma compra por impulso e se arrependeu depois? Com o <a href="https://noticias.r7.com/saude/coronavirus" target="_blank"><strong>isolamento social</strong></a>, muitas pessoas estão realizando suas primeiras compras on-line. Mas, e se bater o arrependimento assim que finalizar a compra ou quando o produto chegar em casa?</p>
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O CDC (Código de Defesa do Consumidor) prevê, em seu artigo 49, a devolução de produtos adquiridos fora dos estabelecimentos comerciais, como pela internet, pelo telefone e até em vendas porta a porta, mas é preciso respeitar algumas condições.</p>
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<strong>Leia mais: <a href="https://noticias.r7.com/economia/isolamento-social-gera-vagas-temporarias-na-saude-e-alimentacao-10042020" target="_blank">Isolamento social gera vagas temporárias na saúde e alimentação</a></strong></p>
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O arrependimento, segundo Bruno Boris, professor de direito do consumidor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas, é válido por sete dias, e a loja não pode combrar pela devolução do produto.</p>
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Apesar de a facilidade prevista em lei, há algumas regras para a empresa aceitar a devolução, de acordo com o professor.</p>
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<strong>Leia mais: <a href="https://noticias.r7.com/economia/isolamento-social-gera-vagas-temporarias-na-saude-e-alimentacao-10042020" target="_blank">Pequenos negócios usam internet para vender chocolates na Páscoa</a></strong></p>
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"O produto deve estar intacto! No caso de alimentos, você não pode abrir para ver se gostou e, se não aprovar, devolver. No supermercado não é possível degustar tudo antes de comprar, por que seria diferente na internet? Há exceção apenas para o caso de alimentos estragados", diz o professor de direito.</p>
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Boris destaca que essas ressalvas não estão detalhadas no CDC, mas "espera-se o mínimo de boa-fé do consumidor ao efetuar a devolução".</p>
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<strong>Leia mais: <a href="https://noticias.r7.com/economia/site-de-transportadora-de-compras-online-expoe-dados-de-clientes-22012020" target="_blank">Site de transportadora de compras online expõe dados de clientes</a></strong></p>
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Ele também afirma que a lei do arrependimento não é aceita, por exemplo, nas compras de passagens aéreas. "Nesses casos valem as regras estabelecidas na hora da compra."</p>
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Boris também afirma que há um projeto de lei, aprovado pelo Senado, que prevê a suspensão do direito de arrependimento até 30 de outubro por causa da pandemia do coronavírus.</p>
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<strong>Leia mais: <a href="https://noticias.r7.com/economia/varejo-eletronico-cresce-267-mas-tiquete-medio-cai-45-diz-estudo-09042020" target="_blank">Varejo eletrônico cresce 26,7%, mas tíquete médio cai 4,5%, diz estudo</a></strong></p>
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"É a confissão de que os consumidores brasileiros não sabem a dimensão correta do direito de arrependimento do artigo 49 do CDC". A proposta segue agora para a Câmara dos Deputados. </p>

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<div class="content">Compras na internet disparam no isolamento social

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Estudo realizado pela Konduto , empresa de antifraude para e-commerces e pagamentos digitais, aponta um crescimento significativo no comércio eletrônico nacional entre os dias 15 e 24 de março, na comparação com os dez primeiros dias do mês.</p>
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Seis setores se destacaram no período:</p>
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– Brinquedos (crescimento de 643,05% nas vendas);<br>
– Supermercados (448,09%);<br>
– Artigos esportivos (187,90%);<br>
– Farmácia (74,70%);<br>
– Games on-line (58,46%); e<br>
– Aplicativos de entrega (55,66%).</p>
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"O crescimento de segmentos que vendem produtos básicos on-line, como <a href="https://noticias.r7.com/brasil/coronavirus-faz-disparar-vendas-em-farmacias-e-mercados-pela-internet-21032020" target="_blank"><strong>farmácias e supermercados</strong></a>, já era esperado diante das medidas de quarentena e isolamento. Por outro lado, os consumidores se preocuparam em garantir entretenimento para todas as idades, vide o avanço de brinquedos e games on-line", diz Tom Canabarro, CEO e cofundador da Konduto.</p>
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<strong>Leia mais: <a href="https://noticias.r7.com/economia/empresarios-usam-a-criatividade-para-driblar-crise-e-continuar-ativos-02042020" target="_blank">Empresários usam a criatividade para driblar crise e continuar ativos</a></strong></p>
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Em relação aos artigos esportivos, o resultado mostra que as pessoas foram atrás de meios para manter a forma dentro de casa, já que academias e parques de várias cidades foram fechados.</p>
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<div class="content">Transformação digital que levaria anos será em meses</div>
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Muitas pessoas tiveram de realizar compras on-line pela primeira vez nas últimas semanas, por causa do isolamento social.</p>
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Principalmente as gerações mais antigas, estão se permitindo viver esta experiência, ainda que por necessidade, segundo Gustavo Chap Chap, especialista em comércio eletrônico.</p>
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<strong>Leia mais: <a href="https://noticias.r7.com/economia/empresarios-usam-a-criatividade-para-driblar-crise-e-continuar-ativos-02042020" target="_blank">Aluguel de notebook dispara para uso em home office durante pandemia do coronavírus</a></strong></p>
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"Até o isolamento, elas gostavam de ir ao supermercado e tinham uma certa resistência em pensar que outra pessoa poderiam escolher os produtos adequadamente no seu lugar e enviar para sua casa", diz Chap Chap.</p>
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O especialista acredita que uma parte da população deve estar fazendo compras por impulso  durante o isolamento social por estarmos mais tempo conectados.</p>
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"O consumidor está navegando por mais tempo na internet e sendo abordados com mais frequência por diversas marcas que querem garantir suas vendas."<br>
Para Chap Chap, estamos "vivendo uma transformação digital que demoraria anos, em meses".</p>
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<strong>Leia mais: <a href="https://noticias.r7.com/economia/sete-microempresarias-falam-sobre-o-efeito-coronavirus-nos-negocios-25032020" target="_blank">Sete microempresárias falam sobre o efeito coronavírus nos negócios</a></strong></p>
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"As empresas que tinham estratégia digital estão sofrendo menos neste período do que as que ainda não estavam presentes na internet com a mesma intensidade. O canal digital deixou de ser uma tendência para ser uma pendência neste momento. Quem não tinha, precisou ir atrás."</p>
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O especialista acredita que após o período de isolamento social, as compras on-line devem se manter aquecidas. "Quem aceitou a experiência e gostou vai continuar."</p>

Fonte: R7

 

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