O WhatsApp informou nesta quarta (2) ter ultrapassado a marca de dois bilhões de usuários em todo o mundo. O app de mensagens é o segundo do Facebook Inc. a atingir essa marca – o primeiro foi a própria rede social, que chegou a esse número em 2017. 

“Com o WhatsApp, mães e pais podem falar com seus filhos onde quer que eles estejam, irmãos compartilham momentos importantes, colegas de trabalho colaboram com mais eficiência e empresas estão crescendo ao conectarem-se com mais facilidade a seus clientes”, afirma um trecho do post publicado no blog da empresa. 

Apesar do número bastante significativo de usuários (quase 1 terço da população da terra) a empresa ainda enfrenta o desafio de fazer dinheiro de uma forma que não desagrade seu público. 

Criado em 2009 por Jan Koun e Brian Acton e vendido ao Facebook em 2014, o app passou por muitos problemas para definir seu modelo de negócio pois o produto foi criado para ter outras fontes de renda além de anúncios (um modelo de negócio bem diferente do instituído por Mark Zuckerberg). 

Enquanto atuavam dentro da companhia, Koun e Acton tomaram todas as medidas possíveis para garantir que o produto não invadisse a privacidade do seu público. Porém, esse esforço foi deixado de lado com a saída da dupla em 2017. 

Atualmente comandada por Will Cathcart, a equipe do WhatsApp passou anos pensando na maneira menos invasiva possível para incluir anúncios na tela central da plataforma. Porém, após planos iniciais, a própria direção resolveu abandonar a ideia inicial e seguir por outro caminho. 

A Facebook Inc. mudou o futuro modelo de negócio no WhatsApp por conta de um comportamento identificado em países emergentes: o uso da ferramenta para intermediar negócios entre empreendedores e clientes. 

Pensando nesse mercado, a companhia lançou o WhatsApp Business, plataforma de gestão de contatos, que possui funções pensadas para os negócios, como um catálogo de produtos e respostas programadas.  

O uso dessa ferramenta deve aumentar a partir do segundo semestre de 2020, quando o Facebook implementar o serviço de pagamentos do WhatsApp no país.  

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Fonte: Computer Word

 

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