{"id":39521,"date":"2018-01-05T16:19:44","date_gmt":"2018-01-05T18:19:44","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/5-truques-sujos-para-manipular-likes-e-views-das-redes-sociais\/"},"modified":"2018-01-05T16:19:44","modified_gmt":"2018-01-05T18:19:44","slug":"5-truques-sujos-para-manipular-likes-e-views-das-redes-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/5-truques-sujos-para-manipular-likes-e-views-das-redes-sociais\/","title":{"rendered":"5 truques sujos para manipular likes e views das redes sociais"},"content":{"rendered":"<p><strong>SEU AMIGO VIRTUAL \u00c9 UM ROB\u00d4<br \/> <\/strong>Para que esperar seu total de seguidores crescer naturalmente se voc\u00ea pode contratar um software para cri\u00e1-los artificialmente? &#8220;Esses programas s\u00e3o chamados de <strong>bots,<\/strong> e executam tarefas online mais r\u00e1pido que os humanos&#8221;, explica Andr\u00e9 de Carvalho, do Instituto de Ci\u00eancias Matem\u00e1ticas e da Computa\u00e7\u00e3o da USP. Basta dar o comando uma vez (como criar contas para te seguir no Twitter) e deix\u00e1-lo trabalhando sozinho.<\/p>\n<p><strong>LIKE EM CATIVEIRO<br \/> <\/strong>Bots n\u00e3o s\u00e3o novidade &#8211; e as principais redes sociais t\u00eam sistemas para tentar detect\u00e1-los e elimin\u00e1-los. Mas os trambiqueiros deram um jeito de criar algo mais &#8220;artesanal&#8221;. O jornal ingl\u00eas <em>Daily Mirror<\/em> localizou, na China, uma <strong>&#8220;fazenda de cliques&#8221;<\/strong> com mais de 10 mil smartphones operados remotamente para curtir p\u00e1ginas e seguir contas de quem pagasse por isso. Em Bangladesh, havia outra ainda mais cruel: pessoas de verdade passavam o dia curtindo posts e seguindo contas por m\u00edseros US$ 120 ao ano. <\/p>\n<div class=\"widget-news widget-box no-margin no-border\"><span class=\"widget-news-title content-box-title\">Veja tamb\u00e9m<\/span><\/p>\n<ul class=\"widget-news-list\">\n<li class=\"widget-news-item without-thumb with-border\">\n<div class=\"widget-news-info\"><a href=\"\/\"><\/a><span class=\"widget-news-item-title\"><a href=\"https:\/\/super.abril.com.br\/?p=68916\">Nada se decomp\u00f5e em Chernobil<\/a><\/span><span class=\"widget-news-item-date\">13 out 2016 &#8211; 17h10<\/span><\/div>\n<\/li>\n<li class=\"widget-news-item without-thumb with-border\">\n<div class=\"widget-news-info\"><a href=\"\/\"><\/a><span class=\"widget-news-item-title\"><a href=\"https:\/\/super.abril.com.br\/?p=68956\">Entenda o fant\u00e1stico sexo dos drag\u00f5es de Game of Thrones<\/a><\/span><span class=\"widget-news-item-date\">13 out 2016 &#8211; 17h10<\/span><\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p><strong>QUER PAGAR QUANTO?<br \/> <\/strong>Usando um e-mail falso, a <strong>ME<\/strong> conversou com algumas empresas especializadas em <strong>vender\u00a0<span class=\"textoDestaque\">likes<\/span>.<\/strong> O pre\u00e7o m\u00e9dio de 500 curtidas no Facebook \u00e9 de R$ 170. Para YouTube, \u00e9 mais barato: R$ 3 a cada mil visualiza\u00e7\u00f5es. Nenhum dos prestadores do servi\u00e7o admite o uso de bots. Existem pacotes mais baratos, os &#8220;internacionais&#8221; &#8211; com seguidores que n\u00e3o necessariamente falam a sua l\u00edngua. (Ali\u00e1s, recentemente, um shopping russo implantou uma m\u00e1quina de venda de seguidores, aos moldes das m\u00e1quinas de refrigerantes).<\/p>\n<p><strong>MILIT\u00c2NCIA AUTOMATIZADA<br \/> <\/strong>Os bots tamb\u00e9m costumam ser utilizados para tentar vencer, &#8220;no grito&#8221;, o fla-flu que virou a pol\u00edtica brasileira nas redes sociais. Em 2013, VEJA denunciou que figuras como A\u00e9cio Neves, Renan Calheiros e Agnelo Queiroz tinham uma <strong>rede de f\u00e3s que s\u00f3 existiam online.<\/strong> Eram bots que intercalavam posts sobre assuntos variados e mensagens de apoio a eles. Nas elei\u00e7\u00f5es presidenciais de 2014, al\u00e9m de A\u00e9cio, foi a vez de Dilma Rousseff ser flagrada pela <em>BBC Brasil<\/em> realizando o mesmo truque.<\/p>\n<p><strong>VIU UM, VIEW OUTRO<br \/> <\/strong>N\u00e3o acredite em tudo que v\u00ea &#8211; literalmente. O canal do YouTube <em>Caf\u00e9 com Cinema<\/em> colecionava centenas de milhares de views e v\u00e1rias vezes ficava no ranking dos mais assistidos do dia. Mas usu\u00e1rios estranharam que esses v\u00eddeos tinham pouqu\u00edssimos coment\u00e1rios e compartilhamentos, algo esperado de qualquer hit na internet. A fraude foi descoberta: os v\u00eddeos ficavam <strong>escondidos em sites de streaming de anime.<\/strong> Toda vez que algu\u00e9m clicava para assistir a um epis\u00f3dio de\u00a0<em>Naruto<\/em>, por exemplo, dava play nos v\u00eddeos do<em> Caf\u00e9 com Cinema<\/em> e nem desconfiava. <\/p>\n<div class=\"widget-news widget-box no-margin no-border\"><span class=\"widget-news-title content-box-title\">Veja tamb\u00e9m<\/span><\/p>\n<ul class=\"widget-news-list\">\n<li class=\"widget-news-item without-thumb with-border\">\n<div class=\"widget-news-info\"><a href=\"\/\"><\/a><span class=\"widget-news-item-title\"><a href=\"https:\/\/super.abril.com.br\/?p=50002\">Futebol , a Copa futurista<\/a><\/span><span class=\"widget-news-item-date\">11 out 2016 &#8211; 19h10<\/span><\/div>\n<\/li>\n<li class=\"widget-news-item without-thumb with-border\">\n<div class=\"widget-news-info\"><a href=\"\/\"><\/a><span class=\"widget-news-item-title\"><a href=\"https:\/\/super.abril.com.br\/?p=67109\">Guia Einstein de viagens no tempo<\/a><\/span><span class=\"widget-news-item-date\">13 out 2016 &#8211; 16h10<\/span><\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<h3><\/h3>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/abrilsuperinteressante.files.wordpress.com\/2018\/07\/redes-sociais-apps.png\" \/><figcaption>&lt;span&gt;&#8211;&lt;\/span&gt;<span class=\"copyright\">Ot\u00e1vio Silveira\/Mundo Estranho<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<h3>A REGRA N\u00c3O \u00c9 CLARA<\/h3>\n<p><em>Como esperar que usu\u00e1rios se comportem se as pr\u00f3prias redes sociais s\u00e3o \u00f3timas em manipular dados?<\/em><\/p>\n<p><strong>A CARTILHA SECRETA DO FACEBOOK<br \/> <\/strong>Recentemente, o jornal <em>The Guardian<\/em> revelou um documento exclusivo para funcion\u00e1rios do Face com diretrizes sobre <strong>o que \u00e9 ou n\u00e3o permitido nas postagens.<\/strong> Muitas das regras (desconhecidas do grande p\u00fablico) causaram pol\u00eamicas. Por exemplo: em certos casos, podem at\u00e9 ser permitidas fotos de bullying, de abuso de crian\u00e7as ou de animais, e v\u00eddeos de morte violenta ou mesmo automutila\u00e7\u00e3o. V\u00eddeos de aborto s\u00e3o aceit\u00e1veis &#8211; desde que n\u00e3o haja nudez. Ali\u00e1s, projetos art\u00edsticos de nudez s\u00f3 s\u00e3o aceitos se foram feitos \u00e0 m\u00e3o, e n\u00e3o digitais.\u00a0Em 2016, o Facebook tamb\u00e9m foi acusado de &#8220;inflar&#8221; em at\u00e9 80% suas estat\u00edsticas sobre v\u00eddeos. A empresa declarou que era um &#8220;erro&#8221; do sistema, j\u00e1 consertado.<\/p>\n<p><strong>A MA\u00c7ONARIA DO TINDER<br \/> <\/strong>Na vida real, quem est\u00e1 fora de uma balada milion\u00e1ria n\u00e3o consegue conhecer ou paquerar algu\u00e9m l\u00e1 dentro. Uma das promessas do Tinder era nivelar esse jogo &#8211; afinal, no app, todo mundo tem acesso a todo mundo, correto? Errado. Uma parcela dos usu\u00e1rios est\u00e1 restrita. Eles foram selecionados pela curadoria do pr\u00f3prio aplicativo para participar do <strong>Tinder Select<\/strong> (tamb\u00e9m conhecido como Tinder Black). S\u00f3 os mais ricos, famosos ou bonitos recebem o convite.<!--nextpage--><\/p>\n<p><strong>O ANABOLIZANTE DO SNAP<br \/> <\/strong>O Snapchat <strong>inflava seu n\u00famero de usu\u00e1rios artificialmente<\/strong> para impulsionar ainda mais o seu valor de mercado. A acusa\u00e7\u00e3o foi feita por Anthony Pompliano, ex-funcion\u00e1rio respons\u00e1vel pelo time de crescimento do aplicativo. Ele move um processo judicial contra a empresa, alegando que foi demitido por ter se recusado a dar continuidade ao plano. A Snap emitiu um comunicado dizendo que o conte\u00fado do processo \u00e9 apenas obra de um ex-funcion\u00e1rio insatisfeito.<\/p>\n<p><strong>FONTES<\/strong> Sites <em>Folha de S.Paulo<\/em>, <em>O Estado de S. Paulo<\/em>, VEJA, <em>The Guardian<\/em>, <em>El Pa\u00eds<\/em>, <em>The New York Times<\/em>, <em>The Daily Mirror<\/em>, <em>The Telegraph<\/em>, <em>Track Mavens<\/em>, <em>O Globo<\/em>, EXAME, <em>Brainstorm 9<\/em>, <em>Meio e Mensagem<\/em>, <em>Olhar Digital<\/em>, <em>Bloomerang<\/em> e <em>Buzzfeed News Brasil<\/em><\/p>\n<p><strong>CONSULTORIA<\/strong> Andr\u00e9 Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho, professor do Instituto de Ci\u00eancias Matem\u00e1ticas e de Computa\u00e7\u00e3o da USP<br \/>\nFonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SEU AMIGO VIRTUAL \u00c9 UM ROB\u00d4 Para que esperar seu total de seguidores crescer naturalmente se voc\u00ea pode contratar um software para cri\u00e1-los artificialmente? &#8220;Esses programas s\u00e3o chamados de bots, e executam tarefas online mais r\u00e1pido que os humanos&#8221;, explica Andr\u00e9 de Carvalho, do Instituto de Ci\u00eancias Matem\u00e1ticas e da Computa\u00e7\u00e3o da USP. 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