{"id":23864,"date":"2019-05-21T19:19:42","date_gmt":"2019-05-21T22:19:42","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-abastecimento-de-agua-aumenta-no-centro-oeste-em-2018-mas-se-mantem-abaixo-do-patamar-de-2016\/"},"modified":"2019-05-21T19:19:42","modified_gmt":"2019-05-21T22:19:42","slug":"pnad-continua-abastecimento-de-agua-aumenta-no-centro-oeste-em-2018-mas-se-mantem-abaixo-do-patamar-de-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-abastecimento-de-agua-aumenta-no-centro-oeste-em-2018-mas-se-mantem-abaixo-do-patamar-de-2016\/","title":{"rendered":"PNAD Cont\u00ednua: abastecimento de \u00e1gua aumenta no Centro-Oeste em 2018, mas se mant\u00e9m abaixo do patamar de 2016"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/releases_2017\/PNADC_Release.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>De 2016 para 2017, o Centro-Oeste havia sofrido uma redu\u00e7\u00e3o de 94,7% para 81,7% dos domic\u00edlios com disponibilidade di\u00e1ria de \u00e1gua em rede geral, devido a um per\u00edodo de racionamento ocorrido no Distrito Federal. Em 2018, a disponibilidade di\u00e1ria de \u00e1gua na regi\u00e3o aumentou para 87,1%, ainda distante do patamar de 2016.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>No Nordeste, 69,1% dos domic\u00edlios tinham acesso di\u00e1rio a \u00e1gua em rede geral, enquanto 14,7% tinham disponibilidade de \u00e1gua entre uma e tr\u00eas vezes por semana e 14,4% de 4 a 6 vezes. Com isso, cerca de 12,0 milh\u00f5es de moradores n\u00e3o tinham disponibilidade di\u00e1ria de \u00e1gua da rede geral de abastecimento em nessa regi\u00e3o em 2018.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em todo o Pa\u00eds, 66,3% do total de domic\u00edlios do pa\u00eds tinham acesso a rede geral ou fossa ligada \u00e0 rede para escoamento de esgotos. O maior percentual estava no Sudeste (88,6%) e os menores estavam no Norte (21,8%) e Nordeste (44,6%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>De 2017 para 2018, o percentual de domic\u00edlios com acesso \u00e0 rede ou de fossa ligada \u00e0 rede da Regi\u00e3o Centro-Oeste aumentou de 52,5% para 55,6%, com maiores varia\u00e7\u00f5es em Mato Grosso (de 29,8% para 34,9%) e Mato Grosso do Sul (de 41,4% para 48,2%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>No Brasil, 91,1% dos domic\u00edlios tinham acesso a algum tipo de coleta de lixo. Os outros 8,9% queimavam o lixo na propriedade ou lhe davam outro destino. Um contingente de 20,1 milh\u00f5es de pessoas n\u00e3o tinham acesso a nenhum tipo de coleta de lixo, sendo 10,5 milh\u00f5es no Nordeste e 3,8 milh\u00f5es no Norte.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O n\u00famero de domic\u00edlios no Brasil cresceu de 69,5 milh\u00f5es para 71,0 milh\u00f5es em 2018, representando um aumento de 2,2%. O maior crescimento relativo foi da Regi\u00e3o Norte, 3,1%, enquanto o Nordeste teve a menor expans\u00e3o, 1,7%. Em rela\u00e7\u00e3o a 2016, o aumento foi de 3,1% (2,1 milh\u00f5es de unidades) no pa\u00eds.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2018, 60,1 milh\u00f5es de domic\u00edlios eram casas, equivalendo a 86,0% do total, um aumento de 910 mil unidades frente a 2017. Os apartamentos, que tinham sofrido retra\u00e7\u00e3o de 2016 para 2017 (-3,1%), cresceram 7,1% em 2018 (mais 651 mil unidades).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds cresceu 5,1% entre 2012 e 2018. Das unidades da federa\u00e7\u00e3o, tr\u00eas apresentaram crescimento populacional acima de 10%: Roraima (20,3%), Amap\u00e1 (13,9%) e Amazonas (10,8%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>As mulheres representavam 51,7% da popula\u00e7\u00e3o em 2018. O padr\u00e3o foi acompanhado pela maioria das unidades da federa\u00e7\u00e3o, com exce\u00e7\u00e3o de Tocantins (49,0%) e Roraima (49,4%). Os estados com maior propor\u00e7\u00e3o de mulheres foram Rio de Janeiro (53,2%), Pernambuco (53,0%) e Sergipe (52,6%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2018, no Brasil, a popula\u00e7\u00e3o de 0 a 13 anos de idade correspondia a 18,6% do total, percentual que correspondia a 20,9% em 2012. Os estados com maiores propor\u00e7\u00f5es de pessoas nessa faixa et\u00e1ria eram Amap\u00e1 (25,0%), Acre e Maranh\u00e3o (ambos com 24,0%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2012, as pessoas de 65 anos ou mais de idade representavam 8,8% da popula\u00e7\u00e3o nacional e, em 2018, passou para 10,5%. Em 13 unidades da federa\u00e7\u00e3o os idosos nesse grupo correspondiam a 10% ou mais da popula\u00e7\u00e3o.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Na divis\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o por cor ou ra\u00e7a, a Bahia tem o maior contingente de pessoas declaradas pretas (22,9%) que ultrapassam as brancas (18,1%). O estado com o segundo maior percentual de pessoas pretas \u00e9 o Rio de Janeiro (13,4%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Essas informa\u00e7\u00f5es fazem parte do m\u00f3dulo\u00a0<strong>Caracter\u00edsticas Gerais dos Domic\u00edlios e dos Moradores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua 2018<\/strong>, que traz dados sobre domic\u00edlios (cobertura e material das paredes, se pr\u00f3prio ou alugado, bens dur\u00e1veis existentes, presen\u00e7a de banheiro, liga\u00e7\u00e3o com rede geral de abastecimento de \u00e1gua, esgoto e energia el\u00e9trica e destina\u00e7\u00e3o do lixo) para 2016 e 2018, e seus moradores (distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica da popula\u00e7\u00e3o, sexo e idade e cor ou ra\u00e7a), de 2012 a 2018. O material de apoio da divulga\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u00e0 direita desta p\u00e1gina.<\/big><\/p>\n<p><strong>Disponibilidade di\u00e1ria de \u00e1gua no DF permanece abaixo do patamar de 2016<\/strong><br \/>De 2016 para 2017, o Centro-Oeste havia apresentado uma redu\u00e7\u00e3o na disponibilidade di\u00e1ria de \u00e1gua em rede geral de 94,7% dos domic\u00edlios para 81,7%, enquanto a distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da rede geral de 4 a 6 vezes na semana aumentou de 3,0% para 14,3%. O principal motivo para esse comportamento foi o racionamento de \u00e1gua que ocorreu entre janeiro de 2017 e junho de 2018 no Distrito Federal, causando uma forte redu\u00e7\u00e3o da disponibilidade di\u00e1ria, de 99,7% (2016) para 43,3% (2017). A partir da segunda metade de junho de 2018, com o fim do rod\u00edzio, a disponibilidade di\u00e1ria voltou a crescer, mas ainda estava abaixo do patamar de cobertura de 2016, ficando em 64,4% (2018). Com isso, a disponibilidade di\u00e1ria da regi\u00e3o aumentou para 87,1%.<\/p>\n<p>No Nordeste, 69,1% dos domic\u00edlios tinham acesso di\u00e1rio a \u00e1gua em rede geral, enquanto 14,7% tinham disponibilidade de \u00e1gua entre uma e tr\u00eas vezes por semana e 14,4% de 4 a 6 vezes. Com isso, cerca de 12,0 milh\u00f5es de moradores n\u00e3o tinham disponibilidade di\u00e1ria de \u00e1gua da rede geral de abastecimento em nessa regi\u00e3o em 2018.<\/p>\n<p>No Acre e em Pernambuco, menos de 50% dos domic\u00edlios tinham \u00e1gua dispon\u00edvel diariamente, tanto em 2017 (42,5% e 38,1%), quanto em 2018 (39,7% e 38,6%), respectivamente.<\/p>\n<p>Dos 69,3 milh\u00f5es de domic\u00edlios do pa\u00eds com \u00e1gua canalizada em 2018, 85,8% tinham como principal fonte a rede geral de distribui\u00e7\u00e3o. Entre as Grandes Regi\u00f5es, o percentual de domic\u00edlios com \u00e1gua canalizada variou de 92,8%, na Regi\u00e3o Nordeste, a 99,8%, nas Regi\u00f5es Sudeste e Sul. A Regi\u00e3o Norte apresentou a menor propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios em que a principal fonte de abastecimento de \u00e1gua era a rede geral de distribui\u00e7\u00e3o (58,9%), enquanto a Regi\u00e3o Sudeste, a maior (92,4%). A Regi\u00e3o Nordeste registrou o menor percentual de domic\u00edlios com disponibilidade di\u00e1ria (69,1%) e a Regi\u00e3o Sul, o maior (97,5%).<\/p>\n<p><strong>72,4 milh\u00f5es de pessoas moram em domic\u00edlios sem acesso a rede geral de esgoto<\/strong><br \/>Em 2018, estima-se que 66,3% do total de domic\u00edlios do pa\u00eds tinham acesso a rede geral ou fossa ligada \u00e0 rede para escoamento de esgotos. No Sudeste 88,6% dos domic\u00edlios tinham liga\u00e7\u00e3o \u00e0 rede geral ou fossas ligadas \u00e0 rede geral de esgotos. Os menores percentuais estavam no Norte (21,8%) e Nordeste (44,6%). No pa\u00eds, 72,4 milh\u00f5es de pessoas residiam em domic\u00edlios sem acesso \u00e0 rede geral coletora de esgotos.<\/p>\n<p>De 2017 para 2018, o percentual de domic\u00edlios com acesso \u00e0 rede ou de fossa ligada \u00e0 rede da Regi\u00e3o Centro-Oeste aumentou de 52,5% para 55,6%, principalmente devido \u00e0 expans\u00e3o das redes de esgoto em Mato Grosso (de 29,8% para 34,9%) e Mato Grosso do Sul (de 41,4% para 48,2%).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\u00a0<span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\"><b>Percentual de domic\u00edlios particulares permanentes com rede geral ou fossa ligada a rede geral, por Grandes Regi\u00f5es, 2016\/2018<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"margin-left: auto;margin-right: auto\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2019_05\/barras1.jpg\" alt=\"\" \/><br \/><strong>20,1 milh\u00f5es de pessoas n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 coleta de lixo, a maioria no Norte e Nordeste<\/strong><br \/>No Brasil, em 2018, 83,0% dos domic\u00edlios tinham acesso a coleta direta de lixo e 8,1% faziam coleta via ca\u00e7amba de servi\u00e7o de limpeza, enquanto 8,9% queimavam ou lixo na propriedade ou lhe davam outro destino, como depositar em val\u00f5es, por exemplo. Isso representa um contingente de 20,1 milh\u00f5es de pessoas sem acesso a algum tipo de coleta de lixo. Entre as Grandes Regi\u00f5es, o Nordeste tinha o maior contingente de moradores nessas condi\u00e7\u00f5es, com 10,5 milh\u00f5es, seguido pelo Norte, com 3,8 milh\u00f5es. Mais de um quarto dos domic\u00edlios queimavam lixo na propriedade no Maranh\u00e3o (27,5%) e Piau\u00ed (26,5%).<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"center\"><span style=\"font-size: small\"><b>Percentual de domic\u00edlios particulares permanentes, por Grandes Regi\u00f5es, segundo o destino do lixo \u2013 2018<\/b><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"center\"><span style=\"font-size: small\"><b><img decoding=\"async\" style=\"margin-left: auto;margin-right: auto\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2019_05\/barras2.jpg\" alt=\"\" \/><\/b><\/span><\/p>\n<p><strong>Brasil ganha mais 1,5 milh\u00e3o de domic\u00edlios entre 2017 e 2018<\/strong><br \/>O n\u00famero de domic\u00edlios no Brasil cresceu de 69,5 milh\u00f5es para 71,0 milh\u00f5es em 2018, representando um aumento de 2,2%. O maior crescimento relativo foi da Regi\u00e3o Norte, 3,1%, enquanto o Nordeste teve a menor expans\u00e3o, 1,7%. Em rela\u00e7\u00e3o a 2016, o aumento foi de 3,1% (2,1 milh\u00f5es de unidades) no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em 2018, 61,1 milh\u00f5es de domic\u00edlios eram casas, equivalendo a 86,0% do total, aumentando 910 mil unidades frente a 2017. Os apartamentos, que tinham sofrido retra\u00e7\u00e3o de 2016 para 2017 (-3,1%), cresceram 7,1% em 2018 (mais 651 mil unidades).<\/p>\n<p><strong>N\u00famero de domic\u00edlios no pa\u00eds com paredes sem revestimento aumenta 13,1%<\/strong><br \/>Em todo o pa\u00eds, predominaram domic\u00edlios com paredes externas de alvenaria\/taipa com revestimento, variando de 64,3%, na Regi\u00e3o Norte, a 94,4% no Sudeste. Na compara\u00e7\u00e3o com 2017, houve crescimento de 13,1% (567 mil domic\u00edlios) de domic\u00edlios com paredes externas de alvenaria\/taipa sem revestimento, com cerca de 15,5 milh\u00f5es de moradores em domic\u00edlios com essa caracter\u00edstica no Brasil em 2018.<\/p>\n<p>Destacam-se os domic\u00edlios com paredes externas de madeira apropriada para constru\u00e7\u00e3o (aparelhada) nas Regi\u00f5es Norte (22,3%) e Sul (15,8%), acima da m\u00e9dia nacional (4,4%).<\/p>\n<p><strong>Popula\u00e7\u00e3o de Roraima aumenta 20,3% entre 2012 e 2018<\/strong><br \/>A popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds cresceu 5,1% entre 2012 e 2018. Das unidades da federa\u00e7\u00e3o, tr\u00eas apresentaram crescimento populacional acima de 10%: Roraima (20,3%), Amap\u00e1 (13,9%) e Amazonas (10,8%). As que menos cresceram foram Piau\u00ed (1,6%), Bahia (2,6%), Alagoas (2,8%) e Rio Grande do Sul (2,9%). A propor\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00e3o entre as Grandes Regi\u00f5es permaneceu no padr\u00e3o dos anos anteriores, com maior concentra\u00e7\u00e3o no Sudeste (42,2%).<\/p>\n<p><strong>Apenas Tocantins e Roraima t\u00eam menos mulheres do que homens<\/strong><br \/>Em 2018, as mulheres representavam 51,7% da popula\u00e7\u00e3o. O padr\u00e3o foi acompanhado pela maioria das unidades da federa\u00e7\u00e3o, com exce\u00e7\u00e3o de Tocantins (49,0%) e Roraima (49,4%). As maiores propor\u00e7\u00f5es de mulheres estavam em Rio de Janeiro (53,2%), Pernambuco (53,0%) e Sergipe (52,6%).<\/p>\n<p><strong>No Amap\u00e1, 25% da popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o crian\u00e7as entre 0 e 13 anos de idade<\/strong><br \/>Em 2018, no Brasil, a popula\u00e7\u00e3o de 0 a 13 anos de idade correspondia a 18,6% do total. Os estados com maiores propor\u00e7\u00f5es de pessoas nessa faixa et\u00e1ria eram Amap\u00e1 (25,0%), Acre e Maranh\u00e3o (ambos com 24,0%). As menores propor\u00e7\u00f5es de crian\u00e7as de 0 a 13 anos estavam no Rio de Janeiro (15,3%) e Rio Grande do Sul (16,5%).<\/p>\n<p><strong>Idosos de 65 anos ou mais de idade s\u00e3o 10,5% da popula\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>Em 2018, as pessoas de 65 anos ou mais de idade representavam 10,5% da popula\u00e7\u00e3o nacional. Em 13 unidades da federa\u00e7\u00e3o os idosos nesse grupo correspondiam a 10% ou mais da popula\u00e7\u00e3o: Rio de Janeiro (13,1%), Rio Grande do Sul (12,9%), S\u00e3o Paulo (11,3%), Minas Gerais (11,2%), Para\u00edba (11,1%), Paran\u00e1 (10,9%), Cear\u00e1 (10,7%), Piau\u00ed (10,6%), Rio Grande do Norte (10,5%), Santa Catarina (10,4%), Tocantins (10,2%), Bahia (10,1%) e Alagoas (10,0%).<\/p>\n<p>O perfil et\u00e1rio da popula\u00e7\u00e3o, as pessoas com menos de 30 anos de idade passaram de 47,6% em 2012 para 42,9% em 2018. A popula\u00e7\u00e3o masculina apresentou perfil mais jovem do que a feminina. Os homens de at\u00e9 24 anos passaram de 20,0% em 2012 para 18,2% em 2018; j\u00e1 as mulheres nesse grupo passaram de 19,5% em 2012 para 17,5% em 2018. Os homens de 60 anos ou mais subiram de 5,7% para 6,8% e as mulheres foram de 7,2% para 8,6%.<\/p>\n<p><strong>Bahia era o \u00fanico estado com mais pessoas declaradas pretas do que brancas em 2018<\/strong><br \/>Na divis\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o por cor ou ra\u00e7a, a Bahia tem o maior contingente de pessoas declaradas pretas (22,9%), que ultrapassam as brancas (18,1%). O estado com o segundo maior percentual de pessoas pretas \u00e9 o Rio de Janeiro (13,4%).<\/p>\n<p>As \u00fanicas unidades da federa\u00e7\u00e3o em que o contingente de pessoas brancas \u00e9 maior do que o conjunto de pessoas pretas e pardas do que s\u00e3o Santa Catarina (79,9%), Rio Grande do Sul (78,6%), Paran\u00e1 (65,5%) e S\u00e3o Paulo (59,1%).<\/p>\n<p>Fonte: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 2016 para 2017, o Centro-Oeste havia sofrido uma redu\u00e7\u00e3o de 94,7% para 81,7% dos domic\u00edlios com disponibilidade di\u00e1ria de \u00e1gua em rede geral, devido a um per\u00edodo de racionamento ocorrido no Distrito Federal. Em 2018, a disponibilidade di\u00e1ria de \u00e1gua na regi\u00e3o aumentou para 87,1%, ainda distante do patamar de 2016. 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