{"id":228215,"date":"2026-06-25T17:34:00","date_gmt":"2026-06-25T20:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/jovens-ocupados-sao-a-maioria-mas-62-milhoes-seguem-como-nem-nem\/"},"modified":"2026-06-25T17:34:00","modified_gmt":"2026-06-25T20:34:00","slug":"jovens-ocupados-sao-a-maioria-mas-62-milhoes-seguem-como-nem-nem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/jovens-ocupados-sao-a-maioria-mas-62-milhoes-seguem-como-nem-nem\/","title":{"rendered":"Jovens ocupados s\u00e3o a maioria, mas 6,2 milh\u00f5es seguem como \u201cnem-nem\u201d"},"content":{"rendered":"<p><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2026-06\/jovens-ocupados-sao-maioria-mas-62-milhoes-seguem-como-nem-nem\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\" \/><br \/>\n\t\t\t\t<\/a><\/p>\n<p><strong>Um levantamento feito pelo Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE) revelou que no primeiro trimestre de 2026, entre os 32,9 milh\u00f5es de jovens entre 14 e 24 anos, a maioria (13,9 milh\u00f5es) estava ocupada e outros 6,2 milh\u00f5es estavam fora da escola e do trabalho, pertencendo ao grupo chamado de \u201cnem-nem\u201d.\u00a0<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1694741&amp;o=rss\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1694741&amp;o=rss\" \/><\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o do Diagn\u00f3stico da Juventude Brasileira, realizado pelo MTE, com o cruzamento de dados das bases do IBGE\/PNAD Cont\u00ednua, MTE\/RAIS e eSocial.<\/p>\n\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2026-06\/mercado-de-trabalho-formal-cresce-36-servico-publico-puxa-alta\">Mercado de trabalho formal cresce 3,6%; servi\u00e7o p\u00fablico puxa alta.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/direitos-humanos\/noticia\/2026-06\/mais-de-43-mil-criancas-foram-tiradas-do-trabalho-infantil-em-2025\">Mais de 4,3 mil crian\u00e7as foram tiradas do trabalho infantil em 2025.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Os n\u00fameros mostram que, apesar de existirem 13,9 milh\u00f5es de jovens ocupados, mais da metade (52%) dos adolescentes que trabalham permanece menos de um ano no mesmo emprego. <\/strong>Aqueles que s\u00f3 estudam totalizam 12,8 milh\u00f5es, os que s\u00f3 trabalham s\u00e3o 9,6 milh\u00f5es e 4,3 milh\u00f5es estudam e trabalham.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA conclus\u00e3o \u00e9 a de que temos muita gente na escola, menos gente fora do mundo do trabalho ou da escola. Nosso primeiro esfor\u00e7o \u00e9 trazer essas pessoas de volta para a escola. Eventualmente trabalhando, se precisar, para poder remunerar\u201d, disse a subsecret\u00e1ria de Estat\u00edsticas e Estudos do Trabalho do MT, Paula Montagner.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><a href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M\" target=\"_blank\">&gt;&gt; Siga o canal da Ag\u00eancia Brasil no WhatsApp<\/a><\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o dos jovens de 14 a 17 anos na for\u00e7a de trabalho \u00e9 de 15,6% e \u00e9 avaliada como uma boa not\u00edcia por significar que mais pessoas nessa faixa et\u00e1ria est\u00e3o estudando. J\u00e1 a dos jovens entre 18 e 24 anos ficou em 68,7% e ainda n\u00e3o recuperou o patamar pr\u00e9-pandemia, havendo margem para reinserir quem saiu da for\u00e7a de trabalho.<\/p>\n<p><strong>Segundo a pesquisa, o jovem est\u00e1 mais escolarizado do que nunca e usa o diploma como porta de entrada.<\/strong> O desafio \u00e9 transformar a credencial de escolaridade aliada \u00e0 experi\u00eancia em trabalho decente, qualificado e bem remunerado.\u00a0<\/p>\n<p>Pelo menos 73% t\u00eam ao menos o ensino m\u00e9dio, 2,3 milh\u00f5es frequentam o ensino superior e 944 mil j\u00e1 conclu\u00edram essa etapa do ensino.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cN\u00f3s temos um desafio grande porque a credencial m\u00ednima para o mercado de trabalho \u00e9 o ensino m\u00e9dio. Cada vez mais isso \u00e9 vis\u00edvel em todos os lugares do Brasil. N\u00e3o s\u00f3 nas atividades urbanas, mas tamb\u00e9m nas rurais\u201d, avalia a subsecret\u00e1ria.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>O desemprego entre os jovens caiu, mas h\u00e1 indicativos de que essa popula\u00e7\u00e3o ainda precisa de mais oportunidades. <\/strong>Segundo os dados, 25,1% dos adolescentes de 14 a 17 anos estavam desempregados no primeiro trimestre, enquanto entre os jovens de 18 a 24, a taxa era de 13,8% sem emprego, percentual maior do que o dobro da m\u00e9dia nacional, que \u00e9 de 5,8%.<\/p>\n<p>\u201cA taxa de desemprego jovem caiu pela metade desde o pico de 2021. Os n\u00fameros absolutos est\u00e3o entre os menores da s\u00e9rie: 2,7 milh\u00f5es de jovens (18-24) e 586 mil adolescentes desempregados. Entrar no mercado segue mais dif\u00edcil para quem come\u00e7a, mas temos elementos importantes: muita gente ficando na escola ou trabalhando e estudando\u201d, disse Paula.<\/p>\n<p>A pesquisa mostra que a formaliza\u00e7\u00e3o dos empregos entre os jovens foi de 57,8%, com 8 milh\u00f5es de v\u00ednculos formais entre jovens de 14 a 24 anos (RAIS 2025), dentro de quase 60 milh\u00f5es de empregos formais no pa\u00eds. Mais da metade j\u00e1 tem carteira de trabalho: 57,8% dos jovens ocupados t\u00eam v\u00ednculo formal.<\/p>\n<p>\u201cExiste um mito sendo formado de que jovem n\u00e3o quer ser celetista. Jovem n\u00e3o quer chefe resmung\u00e3o, quer ter possibilidade de di\u00e1logo e alguma flexibilidade, principalmente quando ele tem prova, precisa resolver algum problema\u201d, analisou.<\/p>\n<p><strong>As ocupa\u00e7\u00f5es que mais empregam jovens de 14 a 24 anos s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Balconistas e vendedores (1,24 milh\u00f5es);<\/li>\n<li>Escritur\u00e1rios gerais (1,07 milh\u00f5es);<\/li>\n<li>Auxiliar de constru\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios\u00a0(394 mil);<\/li>\n<li>Recepcionistas\u00a0(391 mil);<\/li>\n<li>Caixas e bilhetes (367 mil).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Segundo os dados, 59% dos jovens est\u00e3o nas 20 maiores ocupa\u00e7\u00f5es. Um em cada cinco atua em escritura\u00e7\u00e3o ou vendas em lojas.<\/p>\n<p>\u201cO emprego jovem se concentra em poucas fun\u00e7\u00f5es de com\u00e9rcio e servi\u00e7os, de baixa especializa\u00e7\u00e3o e sal\u00e1rio pr\u00f3ximo ao m\u00ednimo. \u00c9 a raiz da baixa perman\u00eancia e da dificuldade de ascens\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>Um dos alertas \u00e9 que o jovem tem acesso ao emprego, mas n\u00e3o permanece na ocupa\u00e7\u00e3o.<\/strong> Entre os adolescentes de 14 a 17 anos, 52% ficam menos de um ano. Segundo Paula, isso ocorre porque eles est\u00e3o experimentando, n\u00e3o entendem as ordens e, dependendo do lugar, ningu\u00e9m explica o que ele quer saber, mas cobra como se ele soubesse.<\/p>\n<p>Entre os jovens de 18 a 24 anos, 38,2% permanecem menos de um ano no emprego.<\/p>\n<p>\u201cQuando eu trago um jovem adolescente, eu deveria trabalhar com ele para sua forma\u00e7\u00e3o. Precisa gastar tempo para explicar, supervisionar e ajud\u00e1-lo a compreender porque tem que ser feito de tal maneira\u201d, avalia Paula.\u00a0<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um levantamento feito pelo Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE) revelou que no primeiro trimestre de 2026, entre os 32,9 milh\u00f5es de jovens entre 14 e 24 anos, a maioria (13,9 milh\u00f5es) estava ocupada e outros 6,2 milh\u00f5es estavam fora da escola e do trabalho, pertencendo ao grupo chamado de \u201cnem-nem\u201d.\u00a0 Os dados s\u00e3o do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-228215","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/228215","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=228215"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/228215\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=228215"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=228215"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=228215"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}