{"id":226035,"date":"2025-12-30T13:56:00","date_gmt":"2025-12-30T16:56:00","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/ampliacao-do-numero-de-carteiras-assinadas-e-sustentada-diz-ibge\/"},"modified":"2025-12-30T13:56:00","modified_gmt":"2025-12-30T16:56:00","slug":"ampliacao-do-numero-de-carteiras-assinadas-e-sustentada-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/ampliacao-do-numero-de-carteiras-assinadas-e-sustentada-diz-ibge\/","title":{"rendered":"Amplia\u00e7\u00e3o do n\u00famero de carteiras assinadas \u00e9 sustentada, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-12\/aumento-de-carteira-assinada-no-brasil-e-sustentado-diz-ibge\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\" \/><br \/>\n\t\t\t\t<\/a><\/p>\n<p><strong>O n\u00famero de trabalhadores com carteira assinada no setor privado do Brasil cresceu 2,6%, com a inclus\u00e3o de 1 milh\u00e3o de trabalhadores, no trimestre encerrado em novembro, n\u00famero recorde, conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), divulgada nesta ter\u00e7a-feira (30) pelo IBGE<\/strong>.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1673699&amp;o=rss\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1673699&amp;o=rss\" \/><\/p>\n<p>Com o resultado, que n\u00e3o inclui trabalhadores dom\u00e9sticos, s\u00e3o 39,4 milh\u00f5es de empregados nesta condi\u00e7\u00e3o. Desse total, 13,1 milh\u00f5es s\u00e3o do setor p\u00fablico, tamb\u00e9m um n\u00famero recorde, com avan\u00e7o de 1,9% ou mais 250 mil pessoas no trimestre e de 3,8% no ano com mais 484 mil pessoas.<\/p>\n\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-12\/taxa-de-desemprego-chega-52-menor-desde-2012\">Taxa de desemprego chega a 5,2%, a menor desde 2012.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Para a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domic\u00edlios do IBGE, Adriana Beringuy, apesar de especificamente n\u00e3o ter sido uma varia\u00e7\u00e3o estatisticamente significativa, a trajet\u00f3ria por si s\u00f3, garantiu chegar ao fim deste trimestre com o contingente de 39,4 milh\u00f5es de pessoas, o que representa um n\u00famero recorde para a s\u00e9rie carteira assinada no setor privado.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEmbora n\u00e3o significativa, sempre vem acrescentando carteira no c\u00f4mputo geral, ou seja, \u00e9 um movimento que foi sustentado ao longo de 2024 e agora para 2025\u201d, comentou entrevista virtual \u00e0 imprensa para apresenta\u00e7\u00e3o dos dados da Pnad Cont\u00ednua.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>No mesmo trimestre, o n\u00famero de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado tamb\u00e9m mostrou estabilidade no trimestre e atingiu 13,6 milh\u00f5es. O total representa recuo de 3,4% ou menos 486 mil pessoas no ano.<\/p>\n<p>J\u00e1 os trabalhadores por conta pr\u00f3pria alcan\u00e7aram 26 milh\u00f5es, o que \u00e9 novo recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Se comparado ao trimestre anterior, embora tenha ficado est\u00e1vel, o contingente aumentou 2,9% ou mais 734 mil pessoas no ano.<\/p>\n<p>\u201cO trabalho por conta pr\u00f3pria chega \u00e0 marca in\u00e9dita de 26 milh\u00f5es, a maior estimativa da s\u00e9rie hist\u00f3rica da pesquisa. A despeito da varia\u00e7\u00e3o trimestral n\u00e3o ter ocorrido e ter ficado no campo da estabilidade, a expans\u00e3o continuada assegurou o atingimento desse volume de trabalhadores por conta pr\u00f3pria\u201d, disse.<\/p>\n<h2>Informalidade<\/h2>\n<p>O recorde no n\u00famero de trabalhadores com carteira assinada no trimestre encerrado em novembro foi motivo para a varia\u00e7\u00e3o negativa da taxa de propor\u00e7\u00e3o de trabalhadores informais na popula\u00e7\u00e3o ocupada.<\/p>\n<p>O n\u00famero de pessoas nesta situa\u00e7\u00e3o ficou em 37,7% da popula\u00e7\u00e3o ocupada ou 38,8 milh\u00f5es de trabalhadores informais. No per\u00edodo anterior terminado em agosto tinha ficado em 38,0 % ou 38,9 milh\u00f5es. \u00c9 tamb\u00e9m menor que os 38,8 % ou 39,5 milh\u00f5es, registrados no trimestre encerrado em novembro de 2024.<\/p>\n<p>A coordenadora ressaltou, o que classificou de quadro interessante, ao verificar o quanto a popula\u00e7\u00e3o ocupada total cresceu e quanto dessa parcela da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 na informalidade. \u201cO ramo informal n\u00e3o apenas n\u00e3o cresceu como retraiu. Isso faz um movimento de perda de for\u00e7a do ramo informal, pontuou.<\/p>\n<p>Adriana Beringuy destacou que parte expressiva dos 601 mil trabalhadores que entraram para a popula\u00e7\u00e3o ocupada no trimestre foi justamente no segmento da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, seguridade social, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais, que cresceu 2,6%, ou 492 mil pessoas ocupadas a mais. Neste segmento, ainda que tenha contratos tempor\u00e1rios, o da educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 considerado informal e tem legalidade constitu\u00edda e assegurada, explicou a coordenadora.<\/p>\n<p>Ela disse tamb\u00e9m que os segmentos informais s\u00e3o compostos por emprego sem carteira no setor privado, trabalho dom\u00e9stico sem carteira assinada, conta pr\u00f3pria e empregador sem CNPJ e o trabalhador familiar auxiliar. \u201cQuando a gente soma todas essas parcelas populacionais, chega ao valor de 38 milh\u00f5es 817 mil pessoas consideradas ocupadas e formais, antes eram 38.878, ficou praticamente est\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p>No trimestre encerrado em agosto, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o ficou em 5,2% da for\u00e7a de trabalho do pa\u00eds, ou 5,6 milh\u00f5es de pessoas em busca de trabalho, sendo a menor desde 2012, quando come\u00e7ou a s\u00e9rie hist\u00f3rica da Pnad Cont\u00ednua. Desde o trimestre encerrado em junho de 2025, que o indicador vem mostrando, sucessivamente, menores taxas da s\u00e9rie.<\/p>\n<h2>Rendimentos<\/h2>\n<p>Outro recorde no trimestre terminado em novembro, foi no rendimento m\u00e9dio real habitual da popula\u00e7\u00e3o ocupada do Brasil que atingiu R$ 3.574, com alta de 1,8% no trimestre e de 4,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre m\u00f3vel de 2024, j\u00e1 descontados os efeitos da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O avan\u00e7o de 5,4% no rendimento m\u00e9dio dos trabalhadores em Informa\u00e7\u00e3o, Comunica\u00e7\u00e3o e Atividades Financeiras, Imobili\u00e1rias, Profissionais e Administrativas puxou este recorde. Conforme a Pnad Cont\u00ednua, se comparado anualmente, houve ganhos em cinco atividades: Agricultura e pecu\u00e1ria (7,3%), Constru\u00e7\u00e3o (6,7%), Informa\u00e7\u00e3o, Comunica\u00e7\u00e3o e Atividades Financeiras (6,3%), Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica (4,2%) e Servi\u00e7os dom\u00e9sticos (5,5%).<\/p>\n<p>Com o desempenho do rendimento m\u00e9dio e do n\u00famero de trabalhadores, a massa de rendimento real habitual tamb\u00e9m atingiu novo recorde. \u201cR$ 363,7 bilh\u00f5es, com altas de 2,5% (mais R$ 9,0 bilh\u00f5es) no trimestre e de 5,8% (mais R$ 19,9 bilh\u00f5es) no ano\u201d, informou o IBGE.<\/p>\n<h2>Pesquisa<\/h2>\n<p>De acordo com o IBGE, a Pnad Cont\u00ednua \u00e9 a principal pesquisa sobre a for\u00e7a de trabalho do Brasil e abrange 211 mil domic\u00edlios, espalhados por 3.500 munic\u00edpios e visitados a cada trimestre. \u201cCerca de dois mil entrevistadores trabalham nesta pesquisa, integrados \u00e0s mais de 500 ag\u00eancias do IBGE em todo o pa\u00eds\u201d.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de trabalhadores com carteira assinada no setor privado do Brasil cresceu 2,6%, com a inclus\u00e3o de 1 milh\u00e3o de trabalhadores, no trimestre encerrado em novembro, n\u00famero recorde, conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), divulgada nesta ter\u00e7a-feira (30) pelo IBGE. 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