{"id":224365,"date":"2025-11-03T20:13:48","date_gmt":"2025-11-03T23:13:48","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-tic-2018-internet-chega-a-791-dos-domicilios-do-pais\/"},"modified":"2025-11-03T20:13:48","modified_gmt":"2025-11-03T23:13:48","slug":"pnad-continua-tic-2018-internet-chega-a-791-dos-domicilios-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-tic-2018-internet-chega-a-791-dos-domicilios-do-pais\/","title":{"rendered":"PNAD Cont\u00ednua TIC 2018: Internet chega a 79,1% dos domic\u00edlios do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/novos_releases\/PNAD_TIC_Release.png\" \/><\/p>\n<p><big>O percentual de domic\u00edlios que utilizavam a Internet subiu de 74,9% para 79,1%, de 2017 para 2018. O rendimento m\u00e9dio per capita daqueles em que havia utiliza\u00e7\u00e3o da Internet era quase o dobro do rendimento dos que n\u00e3o utilizavam a rede. <\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O equipamento mais usado para acessar a Internet foi o celular, encontrado em 99,2% dos domic\u00edlios com servi\u00e7o. O segundo foi o microcomputador, que, no entanto, s\u00f3 era usado em 48,1% desses lares. J\u00e1 o acesso pela televis\u00e3o subiu de 16,1% para 23,3% dos domic\u00edlios com internet, de 2017 para 2018. <\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Essas s\u00e3o algumas informa\u00e7\u00f5es da PNAD Cont\u00ednua do IBGE que, no quarto trimestre de 2018, pesquisou o acesso dos domic\u00edlios brasileiros \u00e0 Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (TIC). <\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O rendimento m\u00e9dio per capita dos que utilizavam tablet para navegar na internet era o dobro do recebido por aqueles que acessavam a rede pelo celular e 37,7% superior ao dos que usavam computador. <\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A conex\u00e3o por banda larga m\u00f3vel (3G ou 4G) mant\u00e9m lideran\u00e7a (80,2%), mas o percentual de usu\u00e1rios da fixa (75,9%) vem se aproximando. No per\u00edodo de 2016 a 2018, constatou-se tend\u00eancia de crescimento dos domic\u00edlios em que eram utilizados os dois tipos de banda larga e leve retra\u00e7\u00e3o do uso de somente um tipo de conex\u00e3o. <\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Entre 2017 e 2018, o percentual de pessoas que tinham celular pr\u00f3prio subiu de 78,2% para 79,3%, chegando a 82,9% nas \u00e1reas urbanas e a 57,3% nas rurais. J\u00e1 a propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios com telefone fixo caiu de 31,6% para 28,4%, no per\u00edodo. <\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O percentual de pessoas que fizeram chamadas de voz via Internet subiu de 83,8% em 2017 para 88,1% em 2018. A propor\u00e7\u00e3o de pessoas que acessaram \u00e0 rede para assistir v\u00eddeos tamb\u00e9m subiu, no mesmo per\u00edodo, de 81,8% para 86,1%. <\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>De 2017 para 2018, o percentual de domic\u00edlios com TV por assinatura variou de 32,9% para 31,8%. Nesse per\u00edodo, na \u00e1rea urbana, esse percentual caiu de 35,6% para 34,3% e, na rural, subiu de 14,1% para 14,9%. Cerca de 51,8% dos que n\u00e3o tinham esse servi\u00e7o o consideravam caro. <\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Entre 2017 e 2018, a propor\u00e7\u00e3o dos domic\u00edlios que n\u00e3o tinham TV por assinatura e o substitu\u00edram pela programa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel na Internet cresceu de 2,4% para 3,5%. O material de apoio da PNAD Cont\u00ednua TIC est\u00e1 \u00e0 direita. <\/big><\/p>\n<p>De 2017 para 2018, o percentual de utiliza\u00e7\u00e3o da Internet nos domic\u00edlios subiu de 74,9% para 79,1%. O crescimento mais acelerado da utiliza\u00e7\u00e3o da Internet nos domic\u00edlios rurais, em todas as regi\u00f5es &#8211; de 41,0% em 2017 para 49,2% em 2018 \u2013 ajudou a reduzir a diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea urbana, onde a utiliza\u00e7\u00e3o da internet subiu de 80,2% para 83,8%.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, foi observado que o rendimento real m\u00e9dio per capita dos domic\u00edlios em que havia utiliza\u00e7\u00e3o da Internet (R$\u00a01.769) foi quase o dobro do rendimento dos que n\u00e3o utilizavam a rede (R$\u00a0940). A grande diferen\u00e7a entre esses dois rendimentos foi observada em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Nos 14.991 mil domic\u00edlios do Pa\u00eds em que n\u00e3o havia utiliza\u00e7\u00e3o da Internet, os tr\u00eas motivos que mais se destacaram (84,4%) foram: falta de interesse em acessar a Internet (34,7%), servi\u00e7o de acesso \u00e0 Internet era caro (25,4%) e nenhum morador sabia usar a Internet (24,3%). Em outros 7,5% das resid\u00eancias os moradores disseram que n\u00e3o havia disponibilidade de rede na \u00e1rea do domic\u00edlio e 4,7% deram como justificativa o alto custo do equipamento eletr\u00f4nico para conex\u00e3o. <\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2020_04\/pnad-tic-01-jojojo.gif\" alt=\"\" width=\"649\" height=\"392\" \/><\/p>\n<p>Em <strong>\u00e1rea urbana<\/strong>, o percentual de domic\u00edlios sem utiliza\u00e7\u00e3o da Internet que alegaram os tr\u00eas principais motivos destacados acima chegou a 91,5%. J\u00e1 nas <strong>\u00e1reas rurais<\/strong>, a n\u00e3o disponibilidade do servi\u00e7o de acesso \u00e0 Internet na \u00e1rea do domic\u00edlio representou 20,8%, contra apenas 1,0% em \u00e1rea urbana.<\/p>\n<p><strong>Quase todos os domic\u00edlios que usam Internet, acessam pelo celular<\/strong><\/p>\n<p>Dentre os equipamentos utilizados para navegar na rede, o celular se manteve na vanguarda em 2018, j\u00e1 pr\u00f3ximo de alcan\u00e7ar a totalidade (99,2%) dos domic\u00edlios com acesso \u00e0 internet. Em 2017, este percentual estava em 98,7%. Verificou-se ainda tend\u00eancia de crescimento no percentual daqueles que utilizaram somente telefone m\u00f3vel: em 2016 era 38,6%, passou para 43,3% em 2017 e para 45,5% em 2018.<!--nextpage--><\/p>\n<p>O <strong>microcomputador<\/strong> foi o segundo equipamento mais usado, e estava em 48,1% dos domic\u00edlios com Internet, tendo, inclusive, reduzido esse percentual em compara\u00e7\u00e3o a 2017 (52,4%). E o uso dos <strong>tablets<\/strong> diminuiu de 15,5% em 2017 para 13,4% em 2018.<\/p>\n<p>J\u00e1 o acesso pela <strong>televis\u00e3o<\/strong> aumentou bastante, de 16,1% em 2017 para 23,3% em 2018, embora ainda seja um percentual baixo de domic\u00edlios brasileiros investindo nesse recurso. Esse acelerado movimento de crescimento ocorreu em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A renda interfere no tipo de equipamento utilizado. Nos domic\u00edlios com uso de Internet no tablet e televis\u00e3o o <strong>rendimento m\u00e9dio<em> per capita<\/em><\/strong> era, em geral, bem mais elevado: R$ 3.538 e R$ 3.111, respectivamente. J\u00e1 nos domic\u00edlios que usavam o celular para acessar a internet, o valor era quase a metade (R$ 1.765).<\/p>\n<p><strong>Uso de conex\u00e3o discada \u00e9 quase zero, banda larga m\u00f3vel atinge 80,2%<\/strong><\/p>\n<p>Quanto ao tipo de conex\u00e3o utilizada, tanto a banda larga m\u00f3vel (3G\/4G) quanto a fixa mostraram crescimento gradual. Nos domic\u00edlios em que havia utiliza\u00e7\u00e3o da Internet, o percentual dos que usavam a <strong>m\u00f3vel<\/strong> passou de 77,3% em 2016 para 78,6% em 2017 e atingiu 80,2% em 2018. J\u00e1 o percentual dos que usavam banda larga <strong>fixa<\/strong> evoluiu de 71,4% em 2016 para 73,5% em 2017 e chegou a 75,9% em 2018.<\/p>\n<p>Por outro lado, a conex\u00e3o <strong>discada<\/strong> torna-se cada vez mais irrelevante, tendo passado de 0,6% em 2016 para 0,4% em 2017, e ca\u00eddo para 0,2% em 2018.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o <strong>Norte<\/strong>, o percentual de domic\u00edlios com banda larga fixa era de apenas 53,4%, enquanto nas demais regi\u00f5es, essa propor\u00e7\u00e3o variava entre 74,7% e 78,5%. Na regi\u00e3o, a rede m\u00f3vel tem percentual de uso de 89,7%.<\/p>\n<p>Outro comportamento at\u00edpico foi o do <strong>Nordeste<\/strong>, onde, ao contr\u00e1rio das outras regi\u00f5es do pa\u00eds, a banda larga fixa tem mais adeptos do que a m\u00f3vel: em 2018, 64,1% dos domic\u00edlios nordestinos com Internet usavam a conex\u00e3o m\u00f3vel, contra 77,9% de uso da fixa. Nas outras regi\u00f5es, esses percentuais variaram entre de 82,3% a 89,7%.<\/p>\n<p>O percentual de domic\u00edlios em que havia conex\u00e3o por banda larga <strong>fixa e m\u00f3vel<\/strong> subiu de 52,3% em 2017 para 56,3% em 2018. J\u00e1 a propor\u00e7\u00e3o dos domic\u00edlios onde somente era usada a conex\u00e3o por banda larga m\u00f3vel caiu de 25,2% para 23,3%, enquanto o percentual dos que usavam somente a fixa recuou de 20,2% para 19,0%.<\/p>\n<p><strong>Acesso \u00e0 Internet \u00e9 mais alto entre mulheres e jovens<\/strong><\/p>\n<p>Aproximadamente tr\u00eas quartos (74,7%) da popula\u00e7\u00e3o brasileira com 10 anos ou mais de idade (181,9 milh\u00f5es de pessoas) acessaram a internet no per\u00edodo de refer\u00eancia da PNAD Cont\u00ednua, uma alta de 4,9 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2017 (69,8%). Nesse per\u00edodo, esse percentual de <strong>utiliza\u00e7\u00e3o<\/strong> subiu de 74,8% para 79,4% na \u00e1rea urbana e de 39,0% para 46,5% na \u00e1rea rural, onde continua abaixo da metade.<\/p>\n<p>Cerca de 75,7% das mulheres utilizaram a Internet em 2018, percentual um pouco acima daquele verificado entre os homens: 73,6%.<\/p>\n<p>E a faixa et\u00e1ria que mais utilizou a Internet em 2018 foi a de 20 a 24 anos, alcan\u00e7ando 91,0% do p\u00fablico com esta idade. Mas, de 2017 para 2018, houve crescimento do uso em todos os grupos et\u00e1rios, tendo o de 55 a 59 anos tido o mais expressivo aumento. <\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2020_04\/pnad-tic-02-jojojo.gif\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>O <strong>n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o<\/strong> influencia, mas a dissemina\u00e7\u00e3o do uso da Internet vem impulsionando tamb\u00e9m a sua utiliza\u00e7\u00e3o em segmentos de n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o mais baixos. Em 2018, o percentual de pessoas que utilizaram a Internet foi de 12,1%, no n\u00edvel sem instru\u00e7\u00e3o, de 55,5% no fundamental incompleto e atingiu 98,3% no superior incompleto.<\/p>\n<p><strong>Cresce n\u00famero de pessoas que usa Internet para chamadas de voz e v\u00eddeo<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>finalidade do uso<\/strong> tamb\u00e9m foi investigada. O percentual de pessoas que acessaram a Internet para enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail n\u00e3o apresentou varia\u00e7\u00e3o significativa de 2017 para 2018, mas ainda permaneceu como o objetivo mais elevado, ficando em 95,7% em 2018.<\/p>\n<p>Em 2016, 73,3% das pessoas usavam a rede para chamadas de voz ou v\u00eddeo, subindo para 83,8% em 2017 e para 88,1% em 2018. Na mesma tend\u00eancia, o percentual dos que acessavam a internet para assistir v\u00eddeos passou de 76,4% em 2016 para 81,8% em 2017, chegando a 86,1% em 2018.<!--nextpage--><\/p>\n<p><strong>79,3% das pessoas com 10 anos ou mais t\u00eam telefone celular<\/strong><\/p>\n<p>O percentual de pessoas que tinham telefone m\u00f3vel para uso pessoal na popula\u00e7\u00e3o de 10 anos ou mais de idade subiu ligeiramente, de 78,2%, em 2017, para 79,3%, em 2018. Em 2018, 80,7% das mulheres e 77,8% dos homens tinham celular para uso pessoal.<\/p>\n<p>Regionalmente, em 2018, os percentuais de pessoas que usavam celular foram mais baixos no Norte (67,4%) e no Nordeste (70,7%). A propor\u00e7\u00e3o mais alta foi do Centro-Oeste (86,2%), com Sul (84,3%) e Sudeste (84,1%) a seguir.<\/p>\n<p>Em 2018, esse indicador chegou a 82,9% nas \u00e1reas urbanas e a 57,3% nas \u00e1reas rurais.<\/p>\n<p>O grupo et\u00e1rio em que a posse de telefone m\u00f3vel \u00e9 mais frequente \u00e9 o de 30 a 34 anos (90,3%) e a menor frequ\u00eancia \u00e9 a do grupo de 10 a 13 anos (43,5%). Entre os idosos de 60 anos ou mais, 64,1% t\u00eam celular, o segundo menor percentual entras as faixas de idade.<\/p>\n<p>O percentual de pessoas com 10 anos ou mais de idade que tinham celular para uso pessoal em 2018 era maior entre aquelas com n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o mais elevado, abrangendo 37,3% daquelas sem instru\u00e7\u00e3o e 97,9% das que tinham superior completo.<\/p>\n<p>Entre os motivos alegados pelos entrevistados para n\u00e3o terem celular de uso pessoal, quatro se destacaram: alto custo do aparelho (28,0%), falta de interesse (24,2%), n\u00e3o sabiam usar (19,8%) e o costume de usar celular de outra pessoa (16,6%).<\/p>\n<p><strong>5,1% dos domic\u00edlios continuam sem nenhum tipo de telefone<\/strong><\/p>\n<p>Em 2018, n\u00e3o havia telefone fixo ou m\u00f3vel em 5,1% dos domic\u00edlios particulares permanentes do pa\u00eds. Esse resultado n\u00e3o apresentou altera\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2017. Em 2018, havia telefone fixo convencional em 28,4% dos domic\u00edlios do Pa\u00eds e este percentual recuou bastante em rela\u00e7\u00e3o a 2017 (31,6%). A parcela dos que tinham telefone m\u00f3vel celular permaneceu inalterada de 2017 para 2018 (93,2%).<\/p>\n<p>O rendimento real m\u00e9dio per capita da parcela de domic\u00edlios em que n\u00e3o havia telefone fixo (R$\u00a0728) ficou muito abaixo daquele dos domic\u00edlios que tinham (R$\u00a01.643).<\/p>\n<p><strong>Microcomputadores e tablets em baixa nos domic\u00edlios<\/strong><\/p>\n<p>Os resultados de 2016 a 2018 mostraram um lento decl\u00ednio na propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios em que havia microcomputador: eles representavam 43,4% do total, em 2017, e 41,7%, em 2018. Nesse per\u00edodo, o percentual caiu de 47,9% para 46,0%, na \u00e1rea urbana, enquanto na \u00e1rea rural, a diminui\u00e7\u00e3o foi insignificante (de 14,7% para 14,3%).<\/p>\n<p>O tablet \u00e9 muito menos comum nos domic\u00edlios que o computador. De 2017 para 2018, o percentual de domic\u00edlios em que havia tablet reduziu ainda mais, de 13,8% para 12,5%. Em \u00e1rea urbana, o indicador passou de 15,1% para 13,8% e, em \u00e1rea rural, de 4,7% para 3,8%.<\/p>\n<p>O rendimento m\u00e9dio per capita \u00e9 um importante indicador para a presen\u00e7a desses aparelhos. Em 2018, era de R$\u00a0957 para os domic\u00edlios que n\u00e3o tinham nem microcomputador nem tablet e de R$\u00a02.404 para os que tinham pelo menos um deles.<\/p>\n<p>O rendimento m\u00e9dio dos domic\u00edlios somente com tablet era de R$\u00a01.305, enquanto que o dos que tinham somente microcomputador, de R$\u00a02.046, alcan\u00e7ando R$\u00a03.798 nos que tinham ambos.<\/p>\n<p><strong>Rendimento de quem tem TV de tela fina \u00e9 bem mais alto<\/strong><\/p>\n<p>O percentual de domic\u00edlios em que havia televis\u00e3o permaneceu praticamente est\u00e1vel: 96,4% (em 2017, eram 96,7%). A diferen\u00e7a entre os valores do rendimento real m\u00e9dio per capita dos domic\u00edlios com (R$ 1.620) e sem televis\u00e3o (R$ 954) era significativa.<\/p>\n<p>Houve aumento acentuado na propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios com <strong>TV de tela fina<\/strong> (de 69,8% para 74,3%) e retra\u00e7\u00e3o na taxa de domic\u00edlios com <strong>TV de tubo<\/strong> (de 38,8% para 31,9%). O rendimento real m\u00e9dio per capita dos domic\u00edlios com televis\u00e3o de tela fina (R$ 1.875) foi muito mais elevado que o daqueles que tinham televis\u00e3o de tubo (R$ 1.008). A diferen\u00e7a foi ainda mais acentuada entre os domic\u00edlios que tinham somente um desses dois tipos de televis\u00e3o: R$ 761 (apenas tubo) contra R$ 1.922 (apenas tela fina).<\/p>\n<p>Aumentou tamb\u00e9m o n\u00famero de domic\u00edlios com <strong>televis\u00e3o com conversor<\/strong> (integrado ou adaptado) para receber o sinal digital de televis\u00e3o aberta. Em 2018, 86,6% dos domic\u00edlios com televis\u00e3o tinham conversor; em 2017, 79,8%. Os maiores crescimentos ocorreram nas regi\u00f5es Norte (70,6% para 81,5%) e Nordeste (67,9% para 76,2%).<\/p>\n<p>A <strong>antena parab\u00f3lica<\/strong>, que \u00e9 um recurso para captar sinal de televis\u00e3o em \u00e1reas que n\u00e3o s\u00e3o plenamente atendidas por meio de antenas terrestres, teve presen\u00e7a reduzida nos lares brasileiros, de 32,4% em 2017 para 30,0% em 2018. Esse indicador caiu de 26,8% para 24,6% em \u00e1rea urbana e de 70,5% para 66,7% em \u00e1rea rural.<!--nextpage--><\/p>\n<p>O rendimento m\u00e9dio per capita dos domic\u00edlios com antena parab\u00f3lica (R$ 1. 160) era menor que o dos domic\u00edlios com televis\u00e3o sem este tipo de antena (R$ 1.817). Isso ocorreu tanto na \u00e1rea urbana (R$ 1.318 frente a R$ 1.879) quanto na rural (R$ 763 contra R$ 863).<\/p>\n<p><strong>Brasil ainda tem 2,1 milh\u00f5es de domic\u00edlios onde h\u00e1 somente sinal anal\u00f3gico de TV<\/strong><\/p>\n<p>Em 2018, o pa\u00eds ainda tinha 2,142 milh\u00f5es de domic\u00edlios que n\u00e3o contavam com conversor, n\u00e3o recebiam sinal de televis\u00e3o por antena parab\u00f3lica e nem tinham servi\u00e7o de televis\u00e3o por assinatura.<\/p>\n<p>De 2017 para 2018, a PNAD Cont\u00ednua TIC constatou uma r\u00e1pida redu\u00e7\u00e3o na propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios sem qualquer meio de acesso \u00e0 televis\u00e3o que n\u00e3o fosse o sinal anal\u00f3gico: de 6,2% para 3,1% dos domic\u00edlios do pa\u00eds. Em \u00e1rea urbana, a queda foi de 6,1% para 3,0%, e em \u00e1rea rural, de 6,8% para 4,1%.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o de TV por assinatura tem queda na \u00e1rea urbana e alta na rural<\/strong><\/p>\n<p>De 2017 para 2018, o percentual de domic\u00edlios com TV por assinatura variou de 32,9% para 31,8%. Na \u00e1rea urbana, houve queda de 35,6% para 34,3% e, na rural, alta de 14,1% para 14,9%. O Sudeste continuou com o maior percentual de domic\u00edlios com televis\u00e3o por assinatura (41,4%). E Nordeste permaneceu com o menor (17,6%).<\/p>\n<p>O rendimento m\u00e9dio per capita dos domic\u00edlios com TV por assinatura (R$ 2.721) superou em muito o daqueles sem este servi\u00e7o (R$ 1.106). Em \u00e1rea rural, a diferen\u00e7a foi de 60,7% (R$\u00a0726 frente a R$\u00a01.197) e, em \u00e1rea urbana, de 41,8% (R$ 1.178 frente a R$ 2.818). A diferen\u00e7a do rendimento per capita entre os domic\u00edlios com TV por assinatura e os com antena parab\u00f3lica foi de 42,6% (R$ 2.721 contra R$\u00a01.160).<\/p>\n<p>Entre os motivos informados para n\u00e3o adquirir o servi\u00e7o de TV por assinatura, 51,8% consideravam-no caro e 42,5% n\u00e3o tinham interesse. Cresceu a propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios que n\u00e3o tinham TV por assinatura porque os entrevistados substitu\u00edam este servi\u00e7o pela programa\u00e7\u00e3o via Internet: eles representavam 3,5% do total de domic\u00edlios com televis\u00e3o em 2018, contra 2,4% em 2017 e 1,5% em 2016.<br \/>\nInfoeconomico informou<br \/>\nFonte: IBGE<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O percentual de domic\u00edlios que utilizavam a Internet subiu de 74,9% para 79,1%, de 2017 para 2018. O rendimento m\u00e9dio per capita daqueles em que havia utiliza\u00e7\u00e3o da Internet era quase o dobro do rendimento dos que n\u00e3o utilizavam a rede. O equipamento mais usado para acessar a Internet foi o celular, encontrado em 99,2% [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[288,43],"class_list":["post-224365","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-central-noticias","tag-economiabrasil","tag-infoeconomico-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/224365","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=224365"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/224365\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=224365"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=224365"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=224365"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}