{"id":221049,"date":"2025-11-03T20:10:55","date_gmt":"2025-11-03T23:10:55","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/com-pandemia-fluminenses-fazem-mais-compras-online\/"},"modified":"2025-11-03T20:10:55","modified_gmt":"2025-11-03T23:10:55","slug":"com-pandemia-fluminenses-fazem-mais-compras-online","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/com-pandemia-fluminenses-fazem-mais-compras-online\/","title":{"rendered":"Com pandemia, fluminenses fazem mais compras online"},"content":{"rendered":"<p>A quarentena obrigat\u00f3ria, determinada pelas autoridades para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o do novo coronav\u00edrus, alterou os h\u00e1bitos dos consumidores fluminenses. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Fecom\u00e9rcio de Pesquisas e An\u00e1lises (IFec RJ) nos dias 25 e 26 deste m\u00eas, junto a 1.099 moradores do estado do Rio de Janeiro, houve um crescimento do n\u00famero de consumidores que est\u00e3o fazendo compras <em>online<\/em>. Hoje eles somam 77,1%, contra 72,2% registrados no per\u00edodo anterior \u00e0 crise.<\/p>\n<p>O estudo revela que 67,7% dos entrevistados suspenderam decis\u00f5es de compra no per\u00edodo de isolamento social, enquanto 68,2% afirmaram que o consumo online estar\u00e1 mais presente em suas vidas ap\u00f3s o fim da crise provocada pelo novo coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>O economista do Instituto Fecom\u00e9rcio RJ, Rafael Zanderer, destacou, em entrevista \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>, que o aumento do contingente de pessoas que est\u00e3o fazendo compras pela internet n\u00e3o pode ser confundido com valor de gastos. \u201cMais pessoas agora procuram canais <em>online<\/em> para fazer suas compras, entre os quais Instagram, o pr\u00f3prio site do estabelecimento, aplicativos, Facebook. As pessoas est\u00e3o procurando mais, o que n\u00e3o significa que est\u00e3o gastando mais\u201d advertiu Zanderer.<\/p>\n<h2>Comportamento<\/h2>\n<p>Para o economista, a pesquisa confirma um comportamento j\u00e1 esperado dos consumidores que n\u00e3o podem sair de casa para fazer compras presenciais, ao mesmo tempo que sinaliza uma mudan\u00e7a de prefer\u00eancia de adotar como h\u00e1bito a compra em canais alternativos pela internet. \u201cNo final das contas, tem uma coisa conjuntural, que \u00e9 a infec\u00e7\u00e3o, o v\u00edrus, que te impede de sair de casa e, por isso, voc\u00ea tem que fazer compras <em>online<\/em>. Mas isso acaba propiciando uma mudan\u00e7a que \u00e9 estrutural. Ou seja, as pessoas v\u00e3o passar a fazer mais compras <em>online<\/em> mesmo depois que a covid-19 passar. \u00c9 uma mudan\u00e7a de h\u00e1bito que n\u00e3o \u00e9 trivial. \u00c9 uma coisa estrutural\u201d, analisou o economista.<\/p>\n<p>Rafael Zanderer destacou que, \u201cmuito provavelmente\u201d, o faturamento do canal <em>online<\/em> tamb\u00e9m diminuiu nesse per\u00edodo de pandemia do coronav\u00edrus, embora menos do que o canal de compras presencial. Do total de consultados, 30,4% afirmaram estar mantendo o n\u00famero de compras <em>online<\/em>, enquanto 28,2% disseram estar comprando menos e 18,5% est\u00e3o realizando mais compras pela internet. Outros 22,9% dos entrevistados n\u00e3o fazem compras por esse canal alternativo.<\/p>\n<h2>Demanda<\/h2>\n<p>A maioria dos entrevistados (66,1%) pesquisa em sites do pr\u00f3prio estabelecimento para efetuar suas compras, contra 68,6% no per\u00edodo anterior \u00e0 crise do novo coronav\u00edrus. Rafael Zanderer observou que dois canais despontam como aplicativos mais demandados. Um deles \u00e9 o Whatsapp. \u201cMostra que os empres\u00e1rios est\u00e3o se virando diante da crise e estabelecendo uma esp\u00e9cie de canal de liga\u00e7\u00e3o com o consumidor\u201d. Antes da crise, 19,7% dos fluminenses acessavam o Whatsapp para fazer compras online e, agora, s\u00e3o 29,5%.<\/p>\n<p>Outros aplicativos, <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2020-03\/coronavirus-trabalho-expoe-motociclistas-risco-de-contagio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">como iFood e Uber Eats<\/a>, viram dobrar a procura. Eles foram citados por 8,5% dos moradores do estado do Rio de Janeiro, contra 4,5% no per\u00edodo anterior. \u201c\u00c9 um aumento expressivo\u201d. Rafael Zanderer afirmou que embora o percentual de pessoas que usam esses aplicativos ainda seja relativamente baixo, a tend\u00eancia mostrada pela pesquisa \u00e9 de elevar mais esse n\u00famero. \u201cAs pessoas v\u00e3o ficar cada vez mais <em>online<\/em> e procurar esses aplicativos. Acho que tem um espa\u00e7o enorme para eles crescerem, concluiu o economista do Ifec RJ.<\/p>\n<p>Source: EBC ECONOMIA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A quarentena obrigat\u00f3ria, determinada pelas autoridades para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o do novo coronav\u00edrus, alterou os h\u00e1bitos dos consumidores fluminenses. 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