{"id":216464,"date":"2025-11-03T20:03:45","date_gmt":"2025-11-03T23:03:45","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-trimestral-desocupacao-recua-em-nove-das-27-ufs-no-4o-trimestre-de-2019\/"},"modified":"2025-11-03T20:03:45","modified_gmt":"2025-11-03T23:03:45","slug":"pnad-continua-trimestral-desocupacao-recua-em-nove-das-27-ufs-no-4o-trimestre-de-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-trimestral-desocupacao-recua-em-nove-das-27-ufs-no-4o-trimestre-de-2019\/","title":{"rendered":"PNAD Cont\u00ednua trimestral: desocupa\u00e7\u00e3o recua em nove das 27 UFs no 4\u00ba trimestre de 2019"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/novos_releases\/PNAD_Tri_Release.png\" \/><\/p>\n<p><big>A <strong>taxa de desocupa\u00e7\u00e3o<\/strong> do pa\u00eds no 4\u00ba trimestre de 2019 foi de 11,0%, caindo 0,8 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de julho-setembro (11,8%). Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre de 2018 (11,6%), houve queda de 0,6 p.p. J\u00e1 a <strong>taxa m\u00e9dia anual <\/strong>recuou de 12,3% em 2018 para 11,9% em 2019.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>As maiores taxas foram observadas na Bahia (16,4%), Amap\u00e1 (15,6%), Sergipe e Roraima (14,8%) e as menores em Santa Catarina (5,3%), Mato Grosso (6,4%) e Mato Grosso do Sul (6,5%). Entre as <strong>m\u00e9dias anuais<\/strong>, as maiores taxas ficaram com Amap\u00e1 (17,4%) e Bahia (17,2%) e a menor com Santa Catarina (6,1%), seguida por Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, todos com 8,0%.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>No 4\u00ba trimestre de 2019, a <strong>taxa composta de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho <\/strong>(percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insufici\u00eancia de horas trabalhadas e na for\u00e7a de trabalho potencial em rela\u00e7\u00e3o a for\u00e7a de trabalho ampliada) foi de 23,0%. O Piau\u00ed (42,0%) apresentou a estimativa mais alta, seguido pela Bahia (39,0%) e Maranh\u00e3o (38,2%). Por outro lado, os estados onde foram observadas as menores taxas foram: Santa Catarina (10,2%), Mato Grosso (12,9%) e Rio Grande do Sul (14,6%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A taxa <strong>m\u00e9dia anual<\/strong>\u00a0de subutiliza\u00e7\u00e3o de 2019 ficou em 24,2%, pouco menor que a de 2018 (24,3%). Entre as unidades da Federa\u00e7\u00e3o, as maiores taxas m\u00e9dias anuais foram registradas no Piau\u00ed (42,0%) e Maranh\u00e3o (40,5%) e as menores em Santa Catarina (10,9%), Mato Grosso (15,0%) e Rio Grande do Sul (15,6%). \u00a0<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O <strong>n\u00famero de<\/strong> <strong>desalentados<\/strong> no 4\u00ba trimestre de 2019 foi de 4,6 milh\u00f5es de pessoas de 14 anos ou mais. O maior contingente estava na Bahia (774 mil), que respondia por 16,8% do contingente nacional.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O <strong>percentual de pessoas desalentadas<\/strong> (em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o na for\u00e7a de trabalho ou desalentada) no 4\u00ba trimestre de 2019 foi de 4,2% e ficou est\u00e1vel em ambas as compara\u00e7\u00f5es. Maranh\u00e3o e Alagoas (ambos com 17,3%) tinham os maiores percentuais e Santa Catarina (0,8%) e Rio de Janeiro (1,2%), os menores.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O percentual de empregados <strong>com carteira de trabalho assinada<\/strong> era de 74,0% do total de empregados no setor privado do pa\u00eds. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (87,7%), Paran\u00e1 (81,2%) e Rio Grande do Sul (80,7%) e os menores, no Maranh\u00e3o (47,2%), Piau\u00ed (52,5%) e Par\u00e1 (52,6%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O percentual da popula\u00e7\u00e3o ocupada do pa\u00eds trabalhando por <strong>conta pr\u00f3pria<\/strong> era de 26,0%. As unidades da federa\u00e7\u00e3o com os maiores percentuais foram Amap\u00e1 (37,3%), Par\u00e1 (35,9%) e Amazonas (32,6%) e os menores estavam no Distrito Federal (19,4%), Santa Catarina (22,5%) e S\u00e3o Paulo (21,4%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em rela\u00e7\u00e3o ao <strong>tempo de procura<\/strong>, no Brasil, 44,8% dos desocupados estavam de um m\u00eas a menos de um ano em busca de trabalho; 25,0%, h\u00e1 dois anos ou mais, 14,2%, de um ano a menos de dois anos e 16,0%, h\u00e1 menos de um m\u00eas. No Brasil, 2,9 milh\u00f5es de pessoas procuram trabalho h\u00e1 2 anos ou mais.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A <strong>taxa m\u00e9dia anual de informalidade em 2019<\/strong> para o Brasil ficou em 41,1% da popula\u00e7\u00e3o ocupada. Entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o, as maiores taxas m\u00e9dias anuais foram registradas no Par\u00e1 (62,4%) e Maranh\u00e3o (60,5%) e as menores em Santa Catarina (27,3%) e Distrito Federal (29,6%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2019, <strong>a taxa m\u00e9dia anual de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria<\/strong> de todos os trabalhos das pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas no Brasil foi de 62,9%. A maior taxa m\u00e9dia anual foi registrada em Santa Catarina (81,2%) e a menor no Par\u00e1 (38,2%). O material de apoio desta divulga\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u00e0 direita.<\/big><\/p>\n<p><strong>Bahia (16,4%) teve a maior taxa de desocupa\u00e7\u00e3o do 4\u00ba trimestre de 2019<\/strong><\/p>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds no 4\u00ba trimestre de 2019 foi de 11,0%, caindo 0,8 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de julho-setembro (11,8%). Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre de 2018 (11,6%), houve queda de 0,6 p.p. As maiores taxas foram observadas na Bahia (16,4%), Amap\u00e1 (15,6%), Sergipe e Roraima (14,8%) e as menores em Santa Catarina (5,3%), Mato Grosso (6,4%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).<\/p>\n<p>Considerando-se as varia\u00e7\u00f5es estaticamente significativas <strong>em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior<\/strong>, a taxa caiu em nove das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o, permanecendo est\u00e1vel nas demais. As quedas foram registradas nos estados do Maranh\u00e3o (-2,0 p.p.), Par\u00e1 (-2,0 p.p.), Alagoas (-1.8 p.p.), Pernambuco (-1,8 p.p.), Rio Grande do Sul (-1,7 p.p.), Paran\u00e1 (-1,7 p.p.), Mato Grosso (-1,6 p.p.), Cear\u00e1 (-1,2 p.p.) e Rio de Janeiro (-0,8 p.p.).<\/p>\n<p>J\u00e1 <strong>em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre de 2018<\/strong>, houve quedas em sete UFs: Amap\u00e1 (-4,1 p.p.), Alagoas (-2,3 p.p.), Maranh\u00e3o (-1,9 p.p.), Pernambuco (-1,4 p.p.), Rio de Janeiro (-1,1 p.p.), S\u00e3o Paulo (-0,9 p.p.) e Santa Catarina (-1,0 p.p.) e aumento apenas em Goi\u00e1s (2.2 p.p.), com estabilidade nas demais.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Taxas de desocupa\u00e7\u00e3o por UF, no 4\u00b0 trimestre de 2019,\u00a0<\/strong><strong><br \/> <\/strong><strong>em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00b0 trimestre de 2019 e ao 4\u00b0 trimestre de 2018<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2020_02\/TxDesocupaCompara_987463215468.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><strong>Piau\u00ed (42,0%) tem a maior taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o do 4\u00ba trimestre<\/strong><\/p>\n<p>No 4\u00ba trimestre de 2019, a taxa composta de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho foi de 23,0%. O Piau\u00ed (42,0%) apresentou a estimativa mais alta, seguido pela Bahia (39,0%) e Maranh\u00e3o (38,2%). Por outro lado, os estados onde foram observadas as menores taxas foram: Santa Catarina (10,2%), Mato Grosso (12,9%) e Rio Grande do Sul (14,6%).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Taxa Composta de Subutiliza\u00e7\u00e3o da For\u00e7a de Trabalho \u2013 4\u00b0 trimestre 2019<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2020_02\/Graf_Subutilza_987463215468.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><strong>Amap\u00e1 (37,3%) tem a maior propor\u00e7\u00e3o de trabalhadores por conta pr\u00f3pria<\/strong><\/p>\n<p>O percentual da popula\u00e7\u00e3o ocupada do pa\u00eds trabalhando por conta pr\u00f3pria era de 26,0%. As unidades da federa\u00e7\u00e3o com os maiores percentuais foram Amap\u00e1 (37,3%), Par\u00e1 (35,9%) e Maranh\u00e3o (32,7%) e os menores estavam no Distrito Federal (19,4%), Santa Catarina (22,5%) e S\u00e3o Paulo (21,4%).<\/p>\n<table style=\"height: 854px\" width=\"324\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 322.727px;text-align: center;vertical-align: middle\" colspan=\"2\">Percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana de refer\u00eancia como conta pr\u00f3pria, por Unidade da federa\u00e7\u00e3o &#8211; 4\u00ba trimestre 2019<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Amap\u00e1<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">37,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Par\u00e1<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">35,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Maranh\u00e3o<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">32,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Amazonas<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">32,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Acre<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">32,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Piau\u00ed<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">32,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Para\u00edba<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">31,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Bahia<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">30,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Rond\u00f4nia<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">29,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Cear\u00e1<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">29,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Pernambuco<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">29,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Rio Grande do Norte<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">28,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Rio de Janeiro<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">28,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Sergipe<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">27,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Roraima<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">27,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Alagoas<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">27,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Mato Grosso<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">26,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Brasil<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">26,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Tocantins<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">25,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Goi\u00e1s<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">25,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Esp\u00edrito Santo<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">25,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Rio Grande do Sul<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">25,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Minas Gerais<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">24,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Paran\u00e1<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">24,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Mato Grosso do Sul<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">22,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Santa Catarina<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">22,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">21,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 229.091px\">Distrito Federal<\/td>\n<td style=\"width: 93.6364px;text-align: right\">19,4<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Santa Catarina (87,7%) tem o maior percentual de trabalhadores com carteira <\/strong><\/p>\n<p>O percentual de trabalhadores com carteira de trabalho assinada era de 74,0% do total de empregados no setor privado do pa\u00eds. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (87,7%), Paran\u00e1 (81,2%) e Rio Grande do Sul (80,7%) e os menores, no Maranh\u00e3o (47,6%), Piau\u00ed (52,5%) e Par\u00e1 (52,6%).<\/p>\n<p>No sentido oposto, o maior percentual de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado estava no Maranh\u00e3o (52,4%), \u00fanica unidade da Federa\u00e7\u00e3o em que esse percentual foi superior \u00e0 metade do total dos empregados no setor privado.<\/p>\n<table style=\"height: 876px\" width=\"335\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 333.636px;text-align: center;vertical-align: middle\" colspan=\"2\">Percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana de refer\u00eancia como empregado COM carteira entre os empregados do setor privado, por Unidades da federa\u00e7\u00e3o &#8211; 4\u00ba trimestre 2019<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Santa Catarina<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">87,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Paran\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">81,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Rio Grande do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">80,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">80,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Rio de Janeiro<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">79,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Distrito Federal<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">79,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Mato Grosso<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">76,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Minas Gerais<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">74,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Mato Grosso do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">74,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Brasil<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">74,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Esp\u00edrito Santo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">73,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Goi\u00e1s<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">71,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Rond\u00f4nia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">69,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Acre<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">69,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Alagoas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">65,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Amazonas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">65,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Pernambuco<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">64,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Amap\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">64,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Roraima<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">62,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Rio Grande do Norte<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">60,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Para\u00edba<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">60,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Tocantins<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">59,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Sergipe<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">58,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Cear\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">58,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Bahia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">57,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Par\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">52,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Piau\u00ed<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">52,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Maranh\u00e3o<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 142.727px\">47,6<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Taxa de desocupa\u00e7\u00e3o foi de <\/strong><strong>9,2% para os<\/strong> <strong>homens <\/strong><strong>e 13,1% para as mulheres<\/strong><\/p>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o no Brasil, no 4\u00b0 trimestre de 2019, foi de 11,0%, mas com diferen\u00e7as significativas entre homens (9,2%) e mulheres (13,1%). Taxas mais elevadas entre as mulheres foram observadas em todas as grandes regi\u00f5es. As mulheres tamb\u00e9m se mantiveram como a maior parte da popula\u00e7\u00e3o fora da for\u00e7a de trabalho, tanto no pa\u00eds (64,7%) tanto em todas as regi\u00f5es.<\/p>\n<p>O percentual de mulheres na popula\u00e7\u00e3o desocupada no 4\u00ba trimestre de 2019 foi de 53,8%.\u00a0 Entre as Grandes Regi\u00f5es, observou-se tamb\u00e9m o predom\u00ednio feminino, com destaque para o Centro-Oeste (55,8%).<\/p>\n<p>No 4\u00ba trimestre de 2019, o n\u00edvel da ocupa\u00e7\u00e3o dos homens, no Brasil, foi estimado em 65,0% e o das mulheres, em 46,2%. O comportamento deste indicador entre homens e mulheres foi verificado nas cinco Grandes Regi\u00f5es, com destaque para a Norte, onde a diferen\u00e7a entre homens e mulheres foi a maior (23,9 p.p), e Sul, com a menor diferen\u00e7a (17,1 p.p).<\/p>\n<p><strong>Taxas de desocupa\u00e7\u00e3o de pretos (<\/strong><strong>13,5%) e pardos (12,6%) superam a m\u00e9dia do pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p>No 4\u00b0 trimestre de 2019, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o dos que se declararam brancos (8,7%) ficou abaixo da m\u00e9dia nacional, enquanto a dos pretos (13,5%) e a dos pardos (12,6%) ficou acima. No 1\u00ba trimestre de 2012, quando a taxa m\u00e9dia foi estimada em 7,9%, a dos pretos correspondia a 9,6%; a dos pardos a 9,1% e a dos brancos era 6,6%.<\/p>\n<p>O contingente dos desocupados no Brasil no 1\u00ba trimestre de 2012 foi estimado em 7,6 milh\u00f5es de pessoas; quando os pardos representavam 48,9% dessa popula\u00e7\u00e3o, seguido dos brancos (40,2%) e dos pretos (10,2%). No 4\u00ba trimestre de 2019, esse contingente subiu para 11,6 milh\u00f5es de pessoas e a participa\u00e7\u00e3o dos pardos passou a ser de 51,8%; a dos brancos reduziu para 34,2% e dos pretos subiu para 13,0%.<\/p>\n<p><strong>Na compara\u00e7\u00e3o trimestral, rendimento m\u00e9dio fica est\u00e1vel em 25 das 27 UFs<\/strong><\/p>\n<p>No 4\u00ba trimestre de 2019, o rendimento m\u00e9dio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por m\u00eas, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de refer\u00eancia, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 2.340, ficando est\u00e1vel em ambas as compara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Por unidades da federa\u00e7\u00e3o, Piau\u00ed (R$ 1.345) e Roraima (R$ 2.205) tiveram redu\u00e7\u00e3o de 5,8% e 7,7%, respectivamente, na compara\u00e7\u00e3o trimestral. Frente ao 4\u00ba trimestre de 2018, Alagoas (R$ 1.501) teve redu\u00e7\u00e3o de 8,8% e Rio de Janeiro (R$ 2.816) teve aumento de 5,1%.<\/p>\n<p><strong>No Brasil, 2,9 milh\u00f5es de pessoas procuram trabalho h\u00e1 2 anos ou mais<\/strong><\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao tempo de procura, no Brasil, 44,8% dos desocupados estavam de um m\u00eas a menos de um ano em busca de trabalho; 25,0%, h\u00e1 dois anos ou mais, 14,2%, de um ano a menos de dois anos e 16,0%, h\u00e1 menos de um m\u00eas. No Brasil, 2,9 milh\u00f5es de pessoas procuram trabalho h\u00e1 2 anos ou mais.<\/p>\n<table style=\"height: 164px\" width=\"832\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 201.818px;text-align: center;vertical-align: middle\" rowspan=\"2\">Tempo de procura de trabalho<\/th>\n<th style=\"width: 629.091px;text-align: center;vertical-align: middle\" colspan=\"8\">4\u00ba Trimestre<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th style=\"width: 78.1818px;text-align: center;vertical-align: middle\">2012<\/th>\n<th style=\"width: 78.1818px;text-align: center;vertical-align: middle\">2013<\/th>\n<th style=\"width: 78.1818px;text-align: center;vertical-align: middle\">2014<\/th>\n<th style=\"width: 78.1818px;text-align: center;vertical-align: middle\">2015<\/th>\n<th style=\"width: 79.0909px;text-align: center;vertical-align: middle\">2016<\/th>\n<th style=\"width: 79.0909px;text-align: center;vertical-align: middle\">2017<\/th>\n<th style=\"width: 79.0909px;text-align: center;vertical-align: middle\">2018<\/th>\n<th style=\"width: 79.0909px;text-align: center;vertical-align: middle\">2019<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 201.818px\">Menos de 1 m\u00eas<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">\u00a0832<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">\u00a0806<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">\u00a0763<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">\u00a0955<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">1 283<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">1 513<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">1 811<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">1 861<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 201.818px\">De 1 m\u00eas a menos de 1 ano<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">3 563<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">3 104<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">3 475<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">4 726<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">6 251<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">5 740<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">5 351<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">5 210<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 201.818px\">De 1 ano a menos de 2 anos<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">\u00a0968<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">\u00a0976<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">1 033<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">1 692<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">2 305<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">2 238<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">1 876<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">1 650<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 201.818px\">2 anos ou mais<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">1 247<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">1 127<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">1 138<\/td>\n<td style=\"width: 78.1818px;text-align: right\">1 646<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">2 439<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">2 776<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">3 113<\/td>\n<td style=\"width: 79.0909px;text-align: right\">2 910<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table style=\"height: 207px;width: 836px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 205.455px;text-align: center;vertical-align: middle\" rowspan=\"2\">Tempo de procura de trabalho<\/th>\n<th style=\"width: 629.091px;text-align: center;vertical-align: middle\" colspan=\"8\">Varia\u00e7\u00e3o percentual<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th style=\"width: 68.1818px;text-align: center;vertical-align: middle\">2013\/<br \/> 2012<\/th>\n<th style=\"width: 75.4545px;text-align: center;vertical-align: middle\">2014\/<br \/> 2013<\/th>\n<th style=\"width: 76.3636px;text-align: center;vertical-align: middle\">2015\/<br \/> 2014<\/th>\n<th style=\"width: 80.9091px;text-align: center;vertical-align: middle\">2016\/<br \/> 2015<\/th>\n<th style=\"width: 81.8182px;text-align: center;vertical-align: middle\">2017\/<br \/> 2016<\/th>\n<th style=\"width: 81.8182px;text-align: center;vertical-align: middle\">2018\/<br \/> 2017<\/th>\n<th style=\"width: 81.8182px;text-align: center;vertical-align: middle\">2018\/<br \/> 2019<\/th>\n<th style=\"width: 82.7273px;text-align: center;vertical-align: middle\">2019\/<br \/> 2012<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 205.455px\">Menos de 1 m\u00eas<\/td>\n<td style=\"width: 68.1818px;text-align: right\">-3,1<\/td>\n<td style=\"width: 75.4545px;text-align: right\">-5,3<\/td>\n<td style=\"width: 76.3636px;text-align: right\">25,2<\/td>\n<td style=\"width: 80.9091px;text-align: right\">34,3<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">17,9<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">19,7<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">2,8<\/td>\n<td style=\"width: 82.7273px;text-align: right\">123,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 205.455px\">De 1 m\u00eas a menos de 1 ano<\/td>\n<td style=\"width: 68.1818px;text-align: right\">-12,9<\/td>\n<td style=\"width: 75.4545px;text-align: right\">12,0<\/td>\n<td style=\"width: 76.3636px;text-align: right\">36,0<\/td>\n<td style=\"width: 80.9091px;text-align: right\">32,3<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">-8,2<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">-6,8<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">-2,6<\/td>\n<td style=\"width: 82.7273px;text-align: right\">46,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 205.455px\">De 1 ano a menos de 2 anos<\/td>\n<td style=\"width: 68.1818px;text-align: right\">0,8<\/td>\n<td style=\"width: 75.4545px;text-align: right\">5,8<\/td>\n<td style=\"width: 76.3636px;text-align: right\">63,8<\/td>\n<td style=\"width: 80.9091px;text-align: right\">36,2<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">-2,9<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">-16,2<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">-12,0<\/td>\n<td style=\"width: 82.7273px;text-align: right\">70,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 205.455px\">2 anos ou mais<\/td>\n<td style=\"width: 68.1818px;text-align: right\">-9,6<\/td>\n<td style=\"width: 75.4545px;text-align: right\">1,0<\/td>\n<td style=\"width: 76.3636px;text-align: right\">44,6<\/td>\n<td style=\"width: 80.9091px;text-align: right\">48,2<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">13,8<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">12,1<\/td>\n<td style=\"width: 81.8182px;text-align: right\">-6,5<\/td>\n<td style=\"width: 82.7273px;text-align: right\">133,4<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Par\u00e1 tem a maior taxa m\u00e9dia anual de informalidade em 2019 (62,4%)<\/strong><\/p>\n<p>A taxa m\u00e9dia de informalidade em 2019 para o Brasil ficou em 41,1% (38,4 milh\u00f5es de pessoas) da popula\u00e7\u00e3o ocupada. Entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o, as maiores taxas m\u00e9dias anuais foram registradas no Par\u00e1 (62,4%) e Maranh\u00e3o (60,5%) e as menores em Santa Catarina (27,3%) e Distrito Federal (29,6%).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Taxa m\u00e9dia anual de informalidade &#8211; 2019<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2020_02\/Graf_TaxaMedia_informalidade_987463215468.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>\u00a0<strong>Santa Catarina tem a maior taxa m\u00e9dia anual (81,2%) de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>Em 2019, a taxa m\u00e9dia anual de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria de todos os trabalhos das pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas no Brasil foi de 62,9%. A maior taxa m\u00e9dia anual foi registrada em Santa Catarina (81,2%) e a menor no Par\u00e1 (38,2%).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2020_02\/TxPrevidencia_987463215468.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Fonte: IBGE<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds no 4\u00ba trimestre de 2019 foi de 11,0%, caindo 0,8 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de julho-setembro (11,8%). Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre de 2018 (11,6%), houve queda de 0,6 p.p. J\u00e1 a taxa m\u00e9dia anual recuou de 12,3% em 2018 para 11,9% em 2019. As maiores [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[288,43],"class_list":["post-216464","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-central-noticias","tag-economiabrasil","tag-infoeconomico-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/216464","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=216464"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/216464\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=216464"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=216464"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=216464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}