{"id":214400,"date":"2025-11-03T20:02:43","date_gmt":"2025-11-03T23:02:43","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/caged-pais-criou-644-mil-novas-vagas-de-trabalho-em-2019\/"},"modified":"2025-11-03T20:02:43","modified_gmt":"2025-11-03T23:02:43","slug":"caged-pais-criou-644-mil-novas-vagas-de-trabalho-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/caged-pais-criou-644-mil-novas-vagas-de-trabalho-em-2019\/","title":{"rendered":"Caged: pa\u00eds criou 644 mil novas vagas de trabalho em 2019"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil registrou a cria\u00e7\u00e3o de 644 mil\u00a0vagas de emprego formal no ano passado, 21,63% a mais que o registrado em 2018. De acordo com o Minist\u00e9rio da Economia, \u00e9 o maior saldo de emprego com carteira assinada em n\u00fameros absolutos desde 2013.<\/p>\n<p>Dados do <a href=\"http:\/\/pdet.mte.gov.br\/caged\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Cadastro Geral de Empregados e Desempregados<\/a> (Caged), divulgados hoje (24), mostram que o estoque de empregos formais chegou a 39 milh\u00f5es de v\u00ednculos. Em 2018, esse n\u00famero tinha ficado em 38,4 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Todos os oitos setores da economia registraram saldo positivo no \u00faltimo ano. O destaque ficou com o setor de servi\u00e7os, respons\u00e1vel pela gera\u00e7\u00e3o de 382,5 mil postos. No com\u00e9rcio, foram 145,4 mil novas vagas e na constru\u00e7\u00e3o civil, 71,1 mil. O menor desempenho foi o da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, com 822 novas vagas.<\/p>\n<p>No recorte geogr\u00e1fico, as cinco regi\u00f5es fecharam o ano com saldo positivo. O melhor resultado absoluto foi o da Regi\u00e3o Sudeste, com a cria\u00e7\u00e3o de 318,2 mil\u00a0vagas. Na Regi\u00e3o Sul, houve abertura de 143,2 mil postos; no Nordeste, 76,5 mil; no Centro-Oeste, 73,4 mil; e no Norte, 32,5 mil. Considerando a varia\u00e7\u00e3o relativa do estoque de empregos, as regi\u00f5es com melhores desempenhos foram Centro-Oeste, que cresceu 2,30%; Sul (2,01%); Norte (1,82%); Sudeste (1,59%) e Nordeste (1,21%).<\/p>\n<p>Em 2019, o saldo foi positivo para todas as unidades da federa\u00e7\u00e3o, com destaque para S\u00e3o Paulo, com a gera\u00e7\u00e3o de 184,1 mil novos postos, Minas Gerais, com 97,7 mil, e Santa Catarina, com 71,4 mil.<\/p>\n<p>De acordo com o Caged, tamb\u00e9m houve aumento real nos sal\u00e1rios. No ano, o sal\u00e1rio m\u00e9dio de admiss\u00e3o foi de R$ 1.626,06 e o sal\u00e1rio m\u00e9dio de desligamento,\u00a0de R$ 1.791,97. Em termos reais (considerado o deflacionamento pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor, o INPC), registrou-se crescimento de 0,63% para o sal\u00e1rio m\u00e9dio de admiss\u00e3o e de 0,7% para o sal\u00e1rio de desligamento, na compara\u00e7\u00e3o com novembro do ano passado.<\/p>\n<h2>Novas regras<\/h2>\n<p>Segundo os dados divulgados hoje, em 2019 houve 220,5 mil desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado. Os desligamentos ocorreram principalmente em servi\u00e7os (108,8 mil), com\u00e9rcio (53,3 mil) e ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o (35 mil).<\/p>\n<p>Na modalidade de trabalho intermitente, o saldo ficou positivo em 85,7 mil empregos. O melhor desempenho foi do setor de servi\u00e7os, que fechou 2019 com 39,7 mil novas vagas. No com\u00e9rcio, o saldo ficou em 24,3 mil postos; na ind\u00fastria da transforma\u00e7\u00e3o, 10,4 mil; e na constru\u00e7\u00e3o civil 10 mil. As principais ocupa\u00e7\u00f5es nessa modalidade foram assistente de vendas, repositor de mercadorias e vigilante.<\/p>\n<p>J\u00e1 no regime de tempo parcial, o saldo de 2019 chegou a 20,3 mil empregos. Os setores que mais contrataram nessa modalidade foram servi\u00e7os, 10,6 mil; com\u00e9rcio, 7,7 mil; e ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, 1,2 mil. As principais ocupa\u00e7\u00f5es foram repositor de mercadorias, operador de caixa e faxineiro.<\/p>\n<h2>Dados de dezembro<\/h2>\n<p>J\u00e1 no m\u00eas de dezembro, o saldo de novos empregos foi negativo. Segundo o Minist\u00e9rio da Economia, o resultado ocorre todos os anos. \u201cTrata-se de uma caracter\u00edstica do m\u00eas, devido aos desligamentos dos trabalhadores tempor\u00e1rios contratados durante o fim de ano, al\u00e9m da sazonalidade naturalmente observada nos setores de servi\u00e7os, ind\u00fastria e constru\u00e7\u00e3o civil\u201d, informou a pasta.<\/p>\n<p>No \u00faltimo m\u00eas de 2019, o saldo ficou negativo em 307,3 mil vagas. Em 2018, o saldo de dezembro havia sido de 334,4 mil vagas fechadas. Os maiores desligamentos foram no setor de servi\u00e7os, com menos 113,8 mil vagas, e na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, com redu\u00e7\u00e3o de 104,6 mil postos de trabalho. O com\u00e9rcio foi o \u00fanico a apresentar saldo positivo, com 19,1 mil vagas criadas.<\/p>\n<p>Na modalidade de trabalho intermitente, o saldo tamb\u00e9m foi positivo: 8,8 mil novas vagas em dezembro. Com\u00e9rcio e servi\u00e7os dominaram as contrata\u00e7\u00f5es com saldos de 3,7 mil e 3,1 mil novos postos, respectivamente. J\u00e1 o trabalho parcial teve d\u00e9ficit de 2,2 mil vagas no m\u00eas passado.<br \/>\nFonte: EBC ECONOMIA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil registrou a cria\u00e7\u00e3o de 644 mil\u00a0vagas de emprego formal no ano passado, 21,63% a mais que o registrado em 2018. De acordo com o Minist\u00e9rio da Economia, \u00e9 o maior saldo de emprego com carteira assinada em n\u00fameros absolutos desde 2013. 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