{"id":213876,"date":"2025-11-03T20:02:29","date_gmt":"2025-11-03T23:02:29","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/como-os-dados-abertos-podem-revolucionar-as-cidades\/"},"modified":"2025-11-03T20:02:29","modified_gmt":"2025-11-03T23:02:29","slug":"como-os-dados-abertos-podem-revolucionar-as-cidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/como-os-dados-abertos-podem-revolucionar-as-cidades\/","title":{"rendered":"Como os dados abertos podem revolucionar as cidades"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_329157\" style=\"width: 1017px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-329157 size-large\" src=\"https:\/\/forbes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Insider_open-data_10012020_donng-wenjie_getty-images-1017x683.jpg\" alt=\" Dong Wenjie\/Getty Images\" width=\"1017\" height=\"683\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">O uso de dados abertos \u00e9 essencial em projetos que buscam criar as cidades inteligentes<\/figcaption><\/figure>\n<p>Cidades como <strong>Londres <\/strong>querem sofisticar seu compartilhamento de dados p\u00fablicos, mas s\u00f3 a tecnologia n\u00e3o determina o sucesso destes planos.<\/p>\n<p>O uso de dados abertos \u00e9 um fator essencial de projetos que buscam criar as chamadas cidades inteligentes, ou <strong>smart cities<\/strong>. Nesta semana, uma das cidades pioneiras na ado\u00e7\u00e3o da abordagem tra\u00e7ou os pr\u00f3ximos passos de evolu\u00e7\u00e3o da sua jornada.<\/p>\n<p>Uma parte cada vez maior da popula\u00e7\u00e3o viver\u00e1 concentrada nas cidades &#8211; metade da humanidade at\u00e9 2030, segundo dados da <strong>Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong>. Isso aumenta a import\u00e2ncia do desenvolvimento sustent\u00e1vel e eficiente destes centros urbanos, mas a tarefa \u00e9 complexa.<\/p>\n<p>A lista de desafios que podem ser enfrentados com dados e tecnologia \u00e9 extensa e inclui \u00e1reas como transporte, habita\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os p\u00fablicos at\u00e9 gera\u00e7\u00e3o de empregos, seguran\u00e7a p\u00fablica e gest\u00e3o ambiental. Tais abordagens tamb\u00e9m permitem que cidad\u00e3os fiscalizem e contribuam com a melhoria da gest\u00e3o dos recursos p\u00fablicos. Grandes empresas de tecnologia transformaram a revolu\u00e7\u00e3o do sistema nervoso de cidades com dados em neg\u00f3cio e a abordagem est\u00e1 cada vez mais presente no discurso de l\u00edderes pol\u00edticos.<\/p>\n<p>Londres celebrou nesta quarta-feira (8) o d\u00e9cimo anivers\u00e1rio da <strong>London Datastore<\/strong>, o primeiro dep\u00f3sito de dados abertos no mundo, que disponibiliza enormes quantidades de informa\u00e7\u00e3o sobre a cidade, com mais de 6 mil datasets. Na \u00faltima d\u00e9cada, a iniciativa evoluiu e se tornou um hub de colabora\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o, com 60.000 usu\u00e1rios mensais.<\/p>\n<p>O prefeito da capital londrina, <strong>Sadiq Khan<\/strong>, \u00e9 um entusiasta do conceito de smart cities. Evid\u00eancia disso \u00e9 a contrata\u00e7\u00e3o do primeiro chief digital officer da cidade em 2017 e o lan\u00e7amento de um plano de a\u00e7\u00e3o em 2018 para aprimorar o uso de tecnologia para resolver os problemas da cidade, em \u00e1reas como tr\u00e2nsito e gest\u00e3o ambiental. Nesta semana, Khan anunciou planos de sofisticar a estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>&#8220;O compartilhamento de dados do setor p\u00fablico de forma respons\u00e1vel nos ajuda a resolver alguns dos desafios mais urgentes da cidade \u00e0 medida em que ela cresce&#8221;, aponta o prefeito. &#8220;O pr\u00f3ximo passo \u00e9 criar uma abordagem compartilhada para que todos possam se beneficiar da inova\u00e7\u00e3o que isso pode trazer.&#8221; A ideia \u00e9 aumentar o escopo da London Datastore e melhorar a ingest\u00e3o, tratamento e usabilidade dos dados para que organiza\u00e7\u00f5es ditas tradicionais (e n\u00e3o s\u00f3 startups de tecnologia, desenvolvedores independentes e a pr\u00f3pria prefeitura) utilizem mais este recurso.<\/p>\n<p>Exemplos de como Londres t\u00eam usado dados abertos para tornar a gest\u00e3o p\u00fablica mais eficiente e beneficiar os habitantes da cidade incluem o <strong>Cultural Infrastructure Map<\/strong>, que detalha os diversos recursos culturais em bairros da cidade, como casas de espet\u00e1culo, est\u00fadios e centros comunit\u00e1rios. Tamb\u00e9m foi criado o <strong>London Rents Map<\/strong>, um mapa de alugu\u00e9is da cidade (que est\u00e1 entre os centros urbanos de custo de vida mais alto no mundo) que a prefeitura diz ter sido acessado por 85.000 pessoas procurando um lar mais acess\u00edvel em 2019.<\/p>\n<p>Outras ferramentas criadas com base nos dados abertos de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos londrinos e consolidados na Datastore incluem diversas ferramentas de monitoramento da <strong>qualidade do ar<\/strong>. Os dados v\u00eam de diversas fontes, como <strong>drones <\/strong>que fornecem informa\u00e7\u00f5es em tempo real, e sensores que indicam n\u00edveis de polui\u00e7\u00e3o. Estes dados ajudam a cidade a definir, por exemplo, se mais \u00f4nibus el\u00e9tricos precisam ser direcionados para regi\u00f5es com qualidade de ar mais baixa.<\/p>\n<p><strong>Gerando neg\u00f3cios com dados abertos<\/strong><\/p>\n<p>A capital da Finl\u00e2ndia, <strong>Helsinque<\/strong>, tamb\u00e9m atua sistematicamente para facilitar o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o p\u00fablica para uso no setor privado e gerar neg\u00f3cios em torno do conceito de smart cities.<\/p>\n<p>A cidade, que h\u00e1 mais de 100 anos financia bureaus e ag\u00eancias estat\u00edsticas para registrar informa\u00e7\u00f5es sobre todos os aspectos da cidade, evoluiu sua abordagem na \u00faltima d\u00e9cada para se tornar um modelo em dados abertos. Os datasets s\u00e3o utilizados tanto para permitir transpar\u00eancia na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica quanto para criar novas pr\u00e1ticas digitais e apresentar oportunidades aos desenvolvedores de software encarregados de projetar novos produtos de consumo.<\/p>\n<p>Batizado de <strong>Helsinki Region Infoshare (HRI)<\/strong>, o servi\u00e7o de open data oferece informa\u00e7\u00f5es gratuitas relacionados \u00e0 cidade e aos munic\u00edpios vizinhos. Os dados podem ser utilizados por cidad\u00e3os, desenvolvedores, rep\u00f3rteres, empresas, universidades, escolas e institutos de pesquisa, bem como por tomadores de decis\u00e3o e funcion\u00e1rios municipais.<!--nextpage--><\/p>\n<p>Uma das formas mais populares de dados oferecidas pelo HRI \u00e9 um verdadeiro monstro do Excel: uma planilha de todas as <strong>compras <\/strong>da cidade atualizada mensalmente desde 2012. Mas o cat\u00e1logo cont\u00e9m mais de 600 conjuntos de dados que podem ser acessados por qualquer pessoa e combinados para encontrar novas solu\u00e7\u00f5es criativas. O site tamb\u00e9m \u00e9 usado para compartilhar ideias sobre aplicativos que seus inventores n\u00e3o tiveram tempo de implementar. E, caso algu\u00e9m procure por algo que n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel, pode fazer a sugest\u00e3o para que seja inclu\u00eddo na plataforma.<\/p>\n<p>Os resultados pr\u00e1ticos desse movimento j\u00e1 existem. Um deles \u00e9 o <strong>Whim<\/strong>, aplicativo de mobilidade criado por uma startup local que utiliza os dados abertos da cidade e pode ser usado para solicitar e pagar por transporte p\u00fablico, t\u00e1xi e aluguel de carro com uma taxa mensal ou pagamento \u00fanico. Por tr\u00e1s da ideia do app, que vem sendo chamado pela FORBES norte-americana de \u201cNetflix dos transportes\u201d, est\u00e1 a <strong>Maas Global<\/strong>, companhia finlandesa de tecnologia que acabou de receber \u20ac 10 milh\u00f5es da <strong>BP Ventures<\/strong>, bra\u00e7o de investimentos da <strong>BP<\/strong>. Nos \u00faltimos dois anos, a dona do aplicativo \u2013 que integra todos os modais da cidade em uma plataforma \u00fanica, incluindo bicicletas e ve\u00edculos compartilhados e contabilizada mais de 6 milh\u00f5es de viagens realizadas \u2013 j\u00e1 recebeu investimentos de \u20ac 53,7 milh\u00f5es e expandiu sua atua\u00e7\u00e3o para Birmingham, no Reino Unido, Viena, na \u00c1ustria, e Antu\u00e9rpia, na B\u00e9lgica.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 outros exemplos de iniciativas viabilizadas pela pol\u00edtica de open data de Helsinque. Um deles \u00e9 o <strong>BlindSquare<\/strong>, considerado atualmente um dos melhores aplicativos de smartphone para GPS do mundo para <strong>deficientes visuais<\/strong>. Com mais de 10.000 usu\u00e1rios em 130 pa\u00edses, a ferramenta s\u00f3 pode ser desenvolvida gra\u00e7as aos dados dispon\u00edveis e \u00e0s tecnologias de s\u00edntese de fala e do leitor de tela VoiceOver, dos dispositivos <strong>Apple<\/strong>. Outro \u00e9 o <strong>Parkman<\/strong>, aplicativo m\u00f3vel que permite aos motoristas encontrar e pagar pelo estacionamento facilmente em apenas alguns segundos. Em 2011, a ideia foi premiada como a melhor utiliza\u00e7\u00e3o de dados abertos na competi\u00e7\u00e3o <strong>Apps4Finland<\/strong>. Fora da Finl\u00e2ndia, o Parkman est\u00e1 atualmente dispon\u00edvel em outras 20 cidades e vem sendo ampliado o tempo todo.<\/p>\n<p><strong>Inova\u00e7\u00e3o em cidades far\u00e1 o Brasil crescer<\/strong><\/p>\n<p>Por mais que smart cities seja um termo frequentemente citado nos ambientes de inova\u00e7\u00e3o e tecnologia, a grande verdade \u00e9 que cidades verdadeiramente &#8220;inteligentes&#8221; ainda n\u00e3o existem, por uma s\u00e9rie de motivos incluindo a necessidade de infra-estrutura necess\u00e1ria para materializar esta vis\u00e3o. Segundo o <strong>Open Data Institute (ODI)<\/strong>, organiza\u00e7\u00e3o internacional que promove o uso de dados abertos, garantir cidades mais abertas e transparentes \u00e9 um objetivo fact\u00edvel e precisa ser o foco de administra\u00e7\u00f5es mundo afora.<\/p>\n<p>Em uma cr\u00edtica a prefeitos que se gabam de suas iniciativas de cidades inteligentes, o ODI diz que por mais que pilotos sejam cada vez mais frequentes, cidades s\u00e3o complexas e nenhuma conseguiu conectar as iniciativas at\u00e9 agora. Comentaristas como <strong>Ben Green<\/strong>, autor do livro <strong>&#8220;The Smart Enough City&#8221;<\/strong>, argumentam que as agendas das empresas de tecnologia e autoridades nem sempre est\u00e3o alinhadas. Outro problema advindo desta falta de alinhamento \u00e9 a aus\u00eancia de relev\u00e2ncia, inclus\u00e3o e at\u00e9 \u00e9tica em muitos projetos, bem como a percep\u00e7\u00e3o que algumas destas ofertas nunca seriam poss\u00edveis de fato.<\/p>\n<p>Mas a cultura de dados abertos \u00e9 essencial para a inova\u00e7\u00e3o, e o que acontece nesse sentido em cidades \u00e9 crucial para que o <strong>Brasil <\/strong>aumente sua competitividade, segundo os autores do <strong>\u00cdndice Global de Inova\u00e7\u00e3o (IGI)<\/strong>, produzido pela <strong>Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Propriedade Intelectual<\/strong>, em parceria com a escola de neg\u00f3cios <strong>Insead <\/strong>e a <strong>Cornell University<\/strong>. O Brasil tem despencado nesse ranking na \u00faltima d\u00e9cada, ficando entre a 60\u00aa e 70\u00aa posi\u00e7\u00e3o entre 129 pa\u00edses.<\/p>\n<p>O professor da Insead e co-autor do relat\u00f3rio, <strong>Bruno Lanvin<\/strong>, acredita no potencial de iniciativas acontecendo em cidades brasileiras, particularmente fora do eixo <strong>Rio-S\u00e3o Paulo<\/strong>, uma das maiores tend\u00eancias em inova\u00e7\u00e3o para os pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>&#8220;Tenho uma forte cren\u00e7a no poder de munic\u00edpios globais para mudar o mundo, muito mais do que governos federais ou estaduais&#8221;, Lanvin disse \u00e0 FORBES no ano passado. &#8220;Esta \u00e9 uma \u00e1rea onde cidades brasileiras, junto com os diversos atores do ecossistema de inova\u00e7\u00e3o, t\u00eam um papel importante a desempenhar.&#8221;<\/p>\n<p>Existem iniciativas lideradas pelo governo federal na dire\u00e7\u00e3o da abertura de dados governamentais, como o <strong>Portal Brasileiro de Dados Abertos<\/strong>, bem como diversas iniciativas lideradas por cidades no territ\u00f3rio nacional. No entanto, tamb\u00e9m existem muitas limita\u00e7\u00f5es e desafios a serem enfrentados para estabelecer uma cultura de abertura de dados no pa\u00eds.<!--nextpage--><\/p>\n<p>Em 2020, a FORBES investigar\u00e1 o atual estado da utiliza\u00e7\u00e3o de dados no Brasil com cases e entrevistas, e debater\u00e1 o que \u00e9 necess\u00e1rio fazer para garantir tais pr\u00e1ticas e gerar impacto positivo social e econ\u00f4mico para cidades e seus habitantes.<\/p>\n<p>****<br \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-large wp-image-329149\" src=\"https:\/\/forbes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Insider_mcdonalds_fca_parceria_10012020_kaus-vedfelt_getty-images-1024x683.jpg\" alt=\"Kaus Vedfelt\/Getty Images\" width=\"1024\" height=\"683\" \/><\/p>\n<p><strong>Fiat e McDonald\u2019s se juntam em atendimento super express <\/strong><\/p>\n<p>A <a class=\"link-audima\" href=\"https:\/\/forbes.com.br\/?s=Fiat+Chrysler\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fiat Chrysler Autom\u00f3veis (FCA)<\/a> e o <a class=\"link-audima\" href=\"https:\/\/forbes.com.br\/?s=McDonald%E2%80%99s\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">McDonald\u2019s<\/a> no Brasil acabaram de anunciar uma parceria para agilizar as refei\u00e7\u00f5es feitas na rede de fast food. Diretamente pelo carro, ser\u00e1 poss\u00edvel acessar o card\u00e1pio, escolher o que deseja pedir, pagar e decidir qual restaurante melhor se encaixa no trajeto.<\/p>\n<p>A iniciativa faz parte da plataforma de inova\u00e7\u00e3o aberta da FCA que tem como objetivo entender o comportamento do consumidor e seu relacionamento com outras marcas e, assim, identificar oportunidades de desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es colaborativas. A novidade, que come\u00e7ar\u00e1 a ser testada no primeiro semestre do ano, tamb\u00e9m faz parte da estrat\u00e9gia do McDonald\u2019s de oferecer mais comodidade e agilidade aos clientes na hora de realizar um pedido.<\/p>\n<p>\u201cAo longo de sua jornada com o carro, o consumidor demanda relacionamento com outras marcas, al\u00e9m da FCA. O desafio \u00e9, junto com elas, desenvolvermos solu\u00e7\u00f5es nas quais a complexidade deixa de ser vis\u00edvel ao usu\u00e1rio, dando destaque aos benef\u00edcios\u201d, diz <strong>Breno Kamei<\/strong>, diretor de portf\u00f3lio, pesquisa e intelig\u00eancia competitiva para a Am\u00e9rica Latina da montadora.<\/p>\n<p>Para <strong>Paulo Camargo<\/strong>, presidente da divis\u00e3o Brasil da <strong>Arcos Dorados<\/strong>, respons\u00e1vel por operar a marca McDonald\u2019s na AL, a iniciativa refor\u00e7a os investimentos da rede para gerar mais conveni\u00eancia. \u201cEstamos, a cada dia, empoderando mais e mais o nosso cliente ao disponibilizar novas op\u00e7\u00f5es para que ele escolha o que comer, onde comer e como pagar.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m do McDonald\u2019s, tamb\u00e9m faz parte dessa rede de inova\u00e7\u00e3o a <strong>Visa do Brasil<\/strong>, que tem como meta buscar uma nova op\u00e7\u00e3o de pagamento durante a jornada de mobilidade com o carro.<\/p>\n<p>****<br \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-large wp-image-329154\" src=\"https:\/\/forbes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Insider_banco-modalmais_parceria_10012020_getty-images-1024x683.jpg\" alt=\"Getty Images\" width=\"1024\" height=\"683\" \/><\/p>\n<p><strong>Banco modalmais se une \u00e0 HUB Capital<\/strong><\/p>\n<p>O banco digital <strong>modalmais <\/strong>anunciou que vai se unir \u00e0 <strong>HUB Capital<\/strong>, plataforma de investimentos voltada a consultores financeiros e clientes de alta renda. No novo formato de opera\u00e7\u00e3o, o modalmais passar\u00e1 a construir e desenvolver relacionamentos com agentes aut\u00f4nomos, consultores e gestores de carteiras de clientes com fortunas estimadas entre R$ 500 mil e R$ 10 milh\u00f5es. O acordo agregar\u00e1 em torno de R$ 8,2 bilh\u00f5es \u00e0 base de cust\u00f3dia de investimentos da institui\u00e7\u00e3o. Desse total, o HUB j\u00e1 tem R$ 2,2 bilh\u00f5es sob seu guarda-chuva e outros R$ 6 bilh\u00f5es que est\u00e3o em processo de transfer\u00eancia. Hoje, o modalmais det\u00e9m mais de R$ 7 bilh\u00f5es sob cust\u00f3dia.<\/p>\n<p>****<br \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-large wp-image-329155\" src=\"https:\/\/forbes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Insider_uffa_10022020_divulga\u00e7\u00e3o-1024x632.jpg\" alt=\"Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"1024\" height=\"632\" \/><\/p>\n<p><strong>Uffa pretende chegar perto de 5 milh\u00f5es de inscritos em 2020<\/strong><\/p>\n<p>Em opera\u00e7\u00e3o desde o fim de novembro, o portal de renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas <strong>Uffa <\/strong>\u2013 que estreou com 256 mil pessoas e empresas j\u00e1 cadastradas \u2013 registrou um aumento de 53% no primeiro m\u00eas de opera\u00e7\u00e3o, chegando a 392 mil inscritos no final de dezembro. O valor de cr\u00e9ditos perdidos a serem recuperados subiu de R$ 1,6 bilh\u00e3o para R$ 1,8 bilh\u00e3o, crescimento de 12,5%. Em 2020, a expectativa \u00e9 alcan\u00e7ar R$ 11 bilh\u00f5es e 4,6 milh\u00f5es de inscritos. \u201cA implanta\u00e7\u00e3o da plataforma est\u00e1 ocorrendo de maneira gradativa\u201d, explica <strong>Ana Paula Pisaneschi<\/strong>, s\u00f3cia-executiva do Uffa (na foto com <strong>Alexandre Rosa<\/strong>, que ocupa o mesmo cargo na fintech). J\u00e1 no que diz respeito \u00e0 recente opera\u00e7\u00e3o do marketplace de cr\u00e9dito, a ideia \u00e9 intermediar 44 mil empr\u00e9stimos ao longo do ano, movimentando R$ 171 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>****<br \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-329156\" src=\"https:\/\/forbes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Insider_hesai_10022020_divulga\u00e7\u00e3o_.png\" alt=\"Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"800\" height=\"534\" \/><\/p>\n<p><strong>Helsai capta US$ 173 milh\u00f5es <\/strong><\/p>\n<p>Durante a <strong>CES 2020<\/strong>, um dos principais eventos do mundo do setor de tecnologia, a <strong>Hesai<\/strong>, empresa japonesa especializada em <strong>LiDAR <\/strong>(solu\u00e7\u00e3o de detec\u00e7\u00e3o e alcance de luz), anunciou ter fechado seu financiamento da s\u00e9rie C e captado US$ 173 milh\u00f5es. Liderada pela <strong>Robert Bosch GmBH<\/strong> e pela <strong>Lightspeed<\/strong>, a rodada \u00e9 o maior investimento j\u00e1 feito em um player dessa tecnologia em todo o mundo. Entre os coinvestidores est\u00e3o a <strong>ON Semiconductor<\/strong>, <strong>Qiming Venture Partners<\/strong>, <strong>DT Capital Partners<\/strong> e <strong>Axiom Asia Private Capital<\/strong>.<!--nextpage--><\/p>\n<p>Siga FORBES Brasil nas redes sociais:<\/p>\n<p><a class=\"link-audima\" href=\"http:\/\/fb.com\/forbesbrasil\">Facebook<\/a><br \/> <a class=\"link-audima\" href=\"http:\/\/twitter.com\/forbesbr\">Twitter<\/a><br \/> <a class=\"link-audima\" href=\"http:\/\/instagram.com\/forbesbr\">Instagram<\/a><br \/> <a class=\"link-audima\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCGU7j8NZfhzJ2njwb2Fzcpw?sub_confirmation=1\">YouTube<\/a><br \/> <a class=\"link-audima\" href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/forbes-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">LinkedIn<\/a><\/p>\n<p>Baixe o <a class=\"link-audima\" href=\"http:\/\/onelink.to\/kc64mh\">app<\/a> da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.<\/p>\n<p>Tenha tamb\u00e9m a Forbes no <a class=\"link-audima\" href=\"https:\/\/news.google.com\/s\/CBIw6IuyhkE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Google Not\u00edcias<\/a>.<\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/forbes.com.br\/colunas\/2020\/01\/como-os-dados-abertos-podem-revolucionar-as-cidades\/\">Como os dados abertos podem revolucionar as cidades<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/forbes.com.br\">Forbes Brasil<\/a>.<br \/>\nFonte: Forbes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O uso de dados abertos \u00e9 essencial em projetos que buscam criar as cidades inteligentes Cidades como Londres querem sofisticar seu compartilhamento de dados p\u00fablicos, mas s\u00f3 a tecnologia n\u00e3o determina o sucesso destes planos. 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