{"id":211713,"date":"2025-07-23T09:32:46","date_gmt":"2025-07-23T12:32:46","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/aprovadas-no-senado-novas-leis-oferecem-mais-protecao-e-saude-para-mulheres\/"},"modified":"2025-07-23T09:32:46","modified_gmt":"2025-07-23T12:32:46","slug":"aprovadas-no-senado-novas-leis-oferecem-mais-protecao-e-saude-para-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/aprovadas-no-senado-novas-leis-oferecem-mais-protecao-e-saude-para-mulheres\/","title":{"rendered":"Aprovadas no Senado, novas leis oferecem mais prote\u00e7\u00e3o e sa\u00fade para mulheres"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil est\u00e1 entre os l\u00edderes de um triste ranking: segundo dados da ONU, o pa\u00eds ainda \u00e9 um dos pa\u00edses que mais agridem e matam mulheres em todo o mundo, figurando em quinto lugar em casos de feminic\u00eddio. De acordo com o Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica mais recente, 21,4 milh\u00f5es de brasileiras sofreram algum tipo de viol\u00eancia enre 2022 e 2023, sendo 1,2 milh\u00e3o s\u00f3 de viol\u00eancia dom\u00e9stica.<br \/>\nO persistente aumento de agress\u00f5es, de feminic\u00eddio e a desigualdade de g\u00eanero no pa\u00eds fizeram com que o Senado avan\u00e7asse, no primeiro semestre de 2025, em pautas com foco na prote\u00e7\u00e3o, inclus\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o das mulheres. Propostas legislativas viraram leis com potencial para transformar essa realidade, como a que agrava pena em crime de viol\u00eancia contra a mulher com uso de intelig\u00eancia artificial (IA) e a que permite monitoramento eletr\u00f4nico de agressores de mulheres.\u00a0<br \/>\nMonitoramento\u00a0<br \/>\nNo pa\u00eds ainda s\u00e3o frequentes os casos de mulheres assassinadas ou que sofrem viol\u00eancia recorrente mesmo ap\u00f3s conseguirem medidas protetivas contra ex-companheiros. S\u00f3 em 2024, a Delegacia Especial de Atendimento \u00e0 Mulher da Pol\u00edcia Civil do Rio de Janeiro\u00a0realizou 96 pris\u00f5es por descumprimento de medidas protetivas.<br \/>\nNesse sentido, um dos avan\u00e7os mais significativos no primeiro semestre de 2025 foi relacionado ao aprimoramento de medidas protetivas de combate mais amplo \u00e0 viol\u00eancia dom\u00e9stica.\u00a0<br \/>\nA Lei 15.125, que permite o monitoramento de agressores de mulheres por meio de tornozeleiras eletr\u00f4nicas, por exemplo, veio como mais uma medida para refor\u00e7ar a prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres que est\u00e3o nessa situa\u00e7\u00e3o. Ela teve origem no projeto de lei (PL 5.427\/2023) do deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ) e, no Senado, foi relatado pelos senadores Paulo Paim (PT-RS) e pela senadora Leila Barros (PDT-DF), que liderou a Bancada Feminina at\u00e9 o in\u00edcio de julho deste ano.\u00a0<br \/>\nA Lei Maria da Penha j\u00e1 previa medidas como o afastamento do agressor do lar e a proibi\u00e7\u00e3o de contato com a v\u00edtima, al\u00e9m da participa\u00e7\u00e3o em programas de reeduca\u00e7\u00e3o. Agora, com a nova lei, passa a incluir tamb\u00e9m o monitoramento eletr\u00f4nico entre as possibilidades de prote\u00e7\u00e3o imediata.<br \/>\nEssas medidas s\u00e3o fundamentais para proteger a mulher em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia que est\u00e1 sob amea\u00e7a ou que foi agredida, ou sofreu viol\u00eancia psicol\u00f3gica ou moral. E nova lei veio para aprimorar esses instrumentos.\u00a0<br \/>\nViol\u00eancia com IA<br \/>\nEm outra frente, o Congresso aprovou e o presidente da Rep\u00fablica sancionou a lei que agrava a pena para o crime de viol\u00eancia psicol\u00f3gica contra a mulher praticado com o uso de intelig\u00eancia artificial (IA) ou de qualquer outra tecnologia que altere imagem ou voz da v\u00edtima.\u00a0<br \/>\nUma das formas mais atuais desse tipo de crime utiliza\u00a0deepfakes:\u00a0v\u00eddeos ou imagens falsificadas por IA envolvendo mulheres reais. Essas produ\u00e7\u00f5es geralmente incluem a divulga\u00e7\u00e3o de conte\u00fados pornogr\u00e1ficos falsos simulando nudez e, muitas vezes, s\u00e3o usadas como forma de amea\u00e7a, constrangimento, humilha\u00e7\u00e3o e chantagem.<br \/>\nA Lei 15.123, de 2025, oriunda do PL 370\/2024, aumenta pela metade a pena por dano emocional \u00e0 mulher nos crimes com altera\u00e7\u00e3o da imagem ou som da mulher com uso de tecnologia. Assim, o criminoso pode ser condenado a at\u00e9 tr\u00eas anos de reclus\u00e3o, al\u00e9m de multa.\u00a0A iniciativa foi da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e, no Senado, relatada pela senadora Daniella Ribeiro (PP-PB),\u00a0<br \/>\nBolsas de estudo<br \/>\nTamb\u00e9m virou lei em 2025 a proposta que pro\u00edbe pr\u00e1ticas discriminat\u00f3rias em processos seletivos para concess\u00e3o ou renova\u00e7\u00e3o de bolsas de estudo e pesquisa. A Lei 15.124\u00a0impede que estudantes ou pesquisadores sejam prejudicados por motivos como gesta\u00e7\u00e3o, parto, ado\u00e7\u00e3o ou guarda judicial. O texto foi originado no\u00a0PL 475\/2024, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP).<br \/>\nA nova norma determina ainda que perguntas sobre planejamento familiar sejam vedadas durante entrevistas, salvo por iniciativa do candidato. Em caso de licen\u00e7a-maternidade, o tempo de avalia\u00e7\u00e3o da produtividade cient\u00edfica ser\u00e1 estendido em dois anos. No Senado, o projeto contou com parecer da senadora Leila Barros.\u00a0<br \/>\nReconstru\u00e7\u00e3o de mama<br \/>\nJ\u00e1 no \u00e2mbito da assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade e resgate da autoestima feminina, foi sancionada a lei que amplia o direito das mulheres de recorrer ao Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) para realizar a cirurgia pl\u00e1stica reparadora de mama. Agora isso tamb\u00e9m ser\u00e1 poss\u00edvel em caso de mutila\u00e7\u00e3o total ou parcial do \u00f3rg\u00e3o, independentemente da causa. A lei tamb\u00e9m assegura,\u00a0no \u00e2mbito do SUS,\u00a0o direito ao\u00a0acompanhamento psicol\u00f3gico e multidisciplinar especializado\u00a0para as mulheres\u00a0com mutila\u00e7\u00e3o de mama por causa de t\u00e9cnica cir\u00fargica.<br \/>\nAt\u00e9 ent\u00e3o, a legisla\u00e7\u00e3o s\u00f3 previa essas opera\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito do SUS em casos relacionados a tratamento de c\u00e2ncer.<br \/>\nA nova norma, teve origem no PL 2.291\/2023, da senadora\u00a0senadora Margareth Buzetti (PSD-MT). Como o texto foi sancionado no \u00faltimo dia 17 de julho, seus efeitos entrar\u00e3o em vigor em novembro, quatro meses a partir dessa data.<br \/>\nReconstru\u00e7\u00e3o dent\u00e1ria pelo SUS<br \/>\nNos casos de agress\u00f5es, as les\u00f5es na regi\u00e3o da cabe\u00e7a e pesco\u00e7o s\u00e3o comuns, afetando a mastiga\u00e7\u00e3o, a fala e a sa\u00fade emocional.\u00a0<br \/>\nPensando na assist\u00eancia a essas mulheres, o Senado aprovou em mar\u00e7o a cria\u00e7\u00e3o do Programa de Reconstru\u00e7\u00e3o Dent\u00e1ria para Mulheres V\u00edtimas de Viol\u00eancia Dom\u00e9stica. A mat\u00e9ria foi convertida na\u00a0Lei 15.116, de 2025 e garante atendimento odontol\u00f3gico especializado pelo SUS, com foco na recupera\u00e7\u00e3o da sa\u00fade bucal de mulheres que sofreram les\u00f5es f\u00edsicas decorrentes de agress\u00f5es.<br \/>\nO programa, que teve origem no PL 4.440\/2024, da deputada Simone Marquetto (MDB-SP), relatado pela senadora Dra. Eud\u00f3cia (PL-AL), prev\u00ea a realiza\u00e7\u00e3o de procedimentos como reconstru\u00e7\u00f5es dent\u00e1rias, pr\u00f3teses, tratamentos est\u00e9ticos e ortod\u00f4nticos.<br \/>\nOutros avan\u00e7os\u00a0<br \/>\nOutras mat\u00e9rias avan\u00e7aram no Senado e aguardam decis\u00e3o final na C\u00e2mara dos Deputados. \u00c9 o caso do PL 2.083\/2022, denominado \u201cLei B\u00e1rbara Penna\u201d, que pro\u00edbe condenados por viol\u00eancia dom\u00e9stica de se aproximarem da resid\u00eancia ou do local de trabalho da v\u00edtima e de seus familiares. O texto, da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), tamb\u00e9m classifica amea\u00e7as e agress\u00f5es no contexto domiciliar como crime de tortura.<br \/>\nInspirada na hist\u00f3ria de B\u00e1rbara Penna, v\u00edtima de tentativa de feminic\u00eddio em Porto Alegre, a proposta inclui mudan\u00e7as na Lei de Execu\u00e7\u00e3o Penal, estabelecendo puni\u00e7\u00f5es mais rigorosas para presos que descumprirem medidas de distanciamento, inclusive com a aplica\u00e7\u00e3o de regime disciplinar diferenciado (RDD) e transfer\u00eancia compuls\u00f3ria para pres\u00eddios em outros estados.<br \/>\nOutra proposta aprovada no Senado \u00e9 o PL 5.881\/2023 que determina a publica\u00e7\u00e3o, a cada dois anos, de um relat\u00f3rio com dados do Registro Unificado de Viol\u00eancia contra as Mulheres. O projeto \u00e9 de autoria da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e busca aprimorar a produ\u00e7\u00e3o de dados para subsidiar pol\u00edticas p\u00fablicas.<br \/>\nJ\u00e1 o PL 435\/2023, do senador Jader Barbalho (MDB-PA), assegura gratuidade autom\u00e1tica e prioridade nas a\u00e7\u00f5es c\u00edveis relativas a mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia, al\u00e9m de estender esses benef\u00edcios a familiares da v\u00edtima em caso de morte. O texto que seguiu para an\u00e1lise dos deputados \u00e9 um substitutivo apresentado pelo senador Hamilton Mour\u00e3o (Republicanos-RS) e busca eliminar barreiras burocr\u00e1ticas que dificultam o acesso \u00e0 Justi\u00e7a.<br \/>\nOs senadores tamb\u00e9m aprovaram o PL 4.842\/2023, que obriga clubes de futebol a exibirem campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre viol\u00eancia contra a mulher durante eventos esportivos com mais de 10 mil pessoas. A medida se aplica a clubes que recebem verbas p\u00fablicas de loterias federais e exige que as campanhas sejam veiculadas nos tel\u00f5es, sonoriza\u00e7\u00e3o e sistemas de m\u00eddia dos est\u00e1dios. O projeto \u00e9 da senadora Augusta Brito (PT-CE).\u00a0<br \/>\nRepresentatividade\u00a0eleitoral<br \/>\nAl\u00e9m de avan\u00e7ar em propostas de prote\u00e7\u00e3o e de promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade \u00e0s brasileiras, h\u00e1 um tema que deve ganhar aten\u00e7\u00e3o especial da bancada feminina no segundo semestre: a garantia da representatividade da mulher no espa\u00e7o pol\u00edtico, com a defesa de altera\u00e7\u00f5es no novo C\u00f3digo Eleitoral. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 112\/2021 est\u00e1 em tramita\u00e7\u00e3o na Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a (CCJ), chegou a ser debatido em v\u00e1rias reuni\u00f5es do colegiado, mas est\u00e1 longe do consenso entre os senadores.\u00a0Se for aprovado, o texto seguir\u00e1 para a an\u00e1lise do Plen\u00e1rio.<br \/>\nRelatado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), o PLP consolida a legisla\u00e7\u00e3o eleitoral e partid\u00e1ria em uma \u00fanica norma, com 877 artigos, mas h\u00e1 quest\u00f5es que continuam a gerar controv\u00e9rsias entre os parlamentares, como as regras para reserva de candidaturas, financiamento e vagas para mulheres no Legislativo.\u00a0<br \/>\nA proposta, j\u00e1 aprovada na C\u00e2mara, foi classificada pelas senadoras como um \u201cretrocesso\u201d ao retirar as san\u00e7\u00f5es a partidos e federa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o destinarem, no m\u00ednimo, 30% das candidaturas e do financiamento eleitoral para mulheres, como \u00e9 hoje. O relat\u00f3rio do senador Marcelo Castro traz uma alternativa prevendo a reserva de 20% das cadeiras no Legislativo para mulheres durante 20 anos.\u00a0<br \/>\nNa avalia\u00e7\u00e3o da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), a medida mant\u00e9m a desigualdade de g\u00eanero na pol\u00edtica e enfraquece uma conquista obtida por decis\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio.<br \/>\n\u2014 Durante 20 anos, duas d\u00e9cadas, vamos continuar com 80% de homens aqui e 20% de mulheres. Isso a gente n\u00e3o pode negociar [obrigatoriedade de 30%]. A gente conquistou isso aqui no dia a dia, com muita luta, com muito respeito. E eu digo sempre, n\u00e3o estamos pedindo privil\u00e9gios; estamos querendo direitos \u2014 afirmou durante pronunciamento no Plen\u00e1rio.\u00a0<br \/>\nOutra senadora que tamb\u00e9m saiu em defesa da manuten\u00e7\u00e3o dos incentivos para ampliar a representa\u00e7\u00e3o feminina no legislativo foi a senadora Leila Barros. Na opini\u00e3o dela, o texto precisa assegurar justi\u00e7a e equidade no processo pol\u00edtico.<br \/>\n\u2014 Defendemos, com firmeza, a manuten\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o dos mecanismos de incentivo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o feminina na pol\u00edtica: cotas de candidaturas e vagas, distribui\u00e7\u00e3o proporcional de recursos e combate \u00e0 viol\u00eancia pol\u00edtica de g\u00eanero. O novo marco legal precisa refletir o compromisso da democracia com a inclus\u00e3o.<br \/>\nA l\u00edder da Bancada Feminina, senadora Professora Dorinha (Uni\u00e3o-TO), afirmou que o relat\u00f3rio do senador Marcelo Castro \u201ctenta avan\u00e7ar\u201d ao estabelecer a cota m\u00ednima de cadeiras na C\u00e2mara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas e nas C\u00e2maras Municipais para mulheres. No entanto, ela tamb\u00e9m defende que n\u00e3o se deve abrir m\u00e3o da cota de 30% de candidaturas diante da baixa representatividade feminina nesses espa\u00e7os.\u00a0<br \/>\n\u2014 Eu s\u00f3 n\u00e3o concordo que, nesse processo de aprendizagem e de fortalecimento da cota, enquanto ainda temos uma desigualdade t\u00e3o grande, em que o Brasil tem uma sub-representa\u00e7\u00e3o de mulheres, porque n\u00f3s perdemos at\u00e9 para pa\u00edses em que as mulheres usam burca, eu n\u00e3o entendo que a gente possa abrir m\u00e3o dos 30% de candidaturas (&#8230;). Tanto \u00e9 que os n\u00fameros mostram que, mesmo continuando as atuais regras, a partir de 2032 a gente j\u00e1 teria alcan\u00e7ado os 20% das cadeiras. Isso n\u00e3o sou eu que estou falando. Tem pesquisas e dados estat\u00edsticos que mostram isso \u2014 disse a senadora durante a discuss\u00e3o da mat\u00e9ria na CCJ, em 9 de julho.\u00a0<br \/>\nGabinete da lideran\u00e7a<br \/>\nFoi tamb\u00e9m no primeiro semestre de 2025 que o Senado registrou um marco hist\u00f3rico: inaugurou o gabinete da lideran\u00e7a da Bancada Feminina. O espa\u00e7o fica na Ala Senador Dinarte Mariz e agora garante \u00e0s senadoras uma estrutura semelhante \u00e0s das lideran\u00e7as partid\u00e1rias, facilitando a realiza\u00e7\u00e3o de reuni\u00f5es e atividades necess\u00e1rias ao funcionamento da bancada.<br \/>\nO gabinete foi proposto pelo ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco e concretizado pelo atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre.\u00a0A inaugura\u00e7\u00e3o ocorreu no per\u00edodo em que a senadora Leila Barros (PDT-DF) ainda estava \u00e0 frente da bancada. O cargo foi assumido pela senadora Professora Dorinha no in\u00edcio de julho.\u00a0<br \/>\nAs senadoras avaliaram que o gabinete, mais que um espa\u00e7o f\u00edsico, representa um espa\u00e7o pol\u00edtico e institucional e o marco de uma grande luta.\u00a0<br \/>\n\u2014 Este gabinete \u00e9 um instrumento de trabalho, de luta e de constru\u00e7\u00e3o coletiva. Temos agora o nosso cantinho. Mas n\u00e3o podemos parar; o caminho \u00e9 longo e o desafio \u00e9 constante. Precisamos seguir lutando \u2014 afirmou Leila durante a inaugura\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o.\u00a0&#013;<br \/>\nInfo Econ\u00f4mico  &#8211; Seu Portal de Not\u00edcias Econ\u00f4micas &#013;<br \/>\nFonte <a href=\"https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2025\/07\/23\/aprovadas-no-senado-novas-leis-oferecem-mais-protecao-e-saude-para-mulheres\" target=\"_blank\">Aprovadas no Senado, novas leis oferecem mais prote\u00e7\u00e3o e sa\u00fade para mulheres<\/a>&#013;<br \/>\n<br \/>&#013;\n<\/p>\n<hr \/>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"padding:0% 2%;0% 2%\"> Procurando um novo nome de dom\u00ednio? <span style=\"color:#ffc107\"><a href=\"https:\/\/itasite.supersite2.myorderbox.com\/\">Experimente a pesquisa por nomes.<\/a><\/span><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil est\u00e1 entre os l\u00edderes de um triste ranking: segundo dados da ONU, o pa\u00eds ainda \u00e9 um dos pa\u00edses que mais agridem e matam mulheres em todo o mundo, figurando em quinto lugar em casos de feminic\u00eddio. 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