{"id":21135,"date":"2019-04-01T16:20:41","date_gmt":"2019-04-01T19:20:41","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/producao-industrial-cresce-07-em-fevereiro\/"},"modified":"2019-04-01T16:20:41","modified_gmt":"2019-04-01T19:20:41","slug":"producao-industrial-cresce-07-em-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/producao-industrial-cresce-07-em-fevereiro\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial cresce 0,7% em fevereiro"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/releases_2017\/PIM_PF_brasil_relea.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em fevereiro de 2019, a produ\u00e7\u00e3o industrial nacional cresceu 0,7% frente a janeiro (s\u00e9rie com ajuste sazonal), eliminando a queda de 0,7% do m\u00eas anterior.<\/big> <\/p>\n<table style=\"width: 452.5px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 272px;text-align: center\"><strong>Per\u00edodo<\/strong><\/th>\n<th style=\"width: 178.5px;text-align: center\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o industrial<\/strong><\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 272px\">Fevereiro \/ Janeiro 2019<\/td>\n<td style=\"width: 178.5px;text-align: right\">0,7%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 272px\">Fevereiro 2019 \/ Fevereiro 2018<\/td>\n<td style=\"width: 178.5px;text-align: right\">2,0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 272px\">Acumulado em 2019<\/td>\n<td style=\"width: 178.5px;text-align: right\">-0,2%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 272px\">Acumulado em 12 meses<\/td>\n<td style=\"width: 178.5px;text-align: right\">0,5%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 272px\">M\u00e9dia m\u00f3vel trimestral<\/td>\n<td style=\"width: 178.5px;text-align: right\">0,1%<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>No confronto com fevereiro de 2018 (s\u00e9rie sem ajuste sazonal), a ind\u00fastria cresceu 2,0%, interrompendo tr\u00eas meses consecutivos de taxas negativas e acumulando redu\u00e7\u00e3o de 0,2% em 2019. O acumulado nos \u00faltimos 12 meses (0,5%) repetiu o resultado anterior, mas permanece em desacelera\u00e7\u00e3o desde julho de 2018 (3,3%).<\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A publica\u00e7\u00e3o completa da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) pode ser acessada \u00e0 direita.<\/big> <\/p>\n<table style=\"width: 832px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 831px;text-align: center;vertical-align: middle\" colspan=\"5\">Indicadores da Produ\u00e7\u00e3o Industrial por Grandes Categorias Econ\u00f4micas &#8211; Brasil &#8211; Fevereiro de 2019\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 256px\" rowspan=\"2\">Grandes Categorias Econ\u00f4micas<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 575px\" colspan=\"4\">Varia\u00e7\u00e3o (%)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 134px\">Fevereiro 2019\/ Janeiro 2019*<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 143px\">Fevereiro 2019\/ Fevereiro 2018<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 143px\">Acumulado Janeiro-Fevereiro<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 155px\">Acumulado nos \u00daltimos 12 Meses<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 256px\">\u00a0Bens de Capital<\/td>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">\u00a04,6<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">\u00a07,0<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">\u00a00,1<\/td>\n<td style=\"width: 155px;text-align: right\">\u00a05,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 256px\">Bens Intermedi\u00e1rios<\/td>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">-0,8<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">-0,4<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">-0,9<\/td>\n<td style=\"width: 155px;text-align: right\">-0,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 256px\">Bens de Consumo<\/td>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">1,6<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">5,3<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">1,2<\/td>\n<td style=\"width: 155px;text-align: right\">1,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 256px\">\u00a0 Dur\u00e1veis<\/td>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">3,7<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">12,2<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">3,7<\/td>\n<td style=\"width: 155px;text-align: right\">5,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 256px\">\u00a0 Semidur\u00e1veis e n\u00e3o Dur\u00e1veis<\/td>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">0,7<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">3,2<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">0,5<\/td>\n<td style=\"width: 155px;text-align: right\">-0,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 256px\">Ind\u00fastria Geral<\/td>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">0,7<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">2,0<\/td>\n<td style=\"width: 143px;text-align: right\">-0,2<\/td>\n<td style=\"width: 155px;text-align: right\">0,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 831px\" colspan=\"5\">Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordena\u00e7\u00e3o de Ind\u00fastria<br \/>*S\u00e9rie com ajuste sazonal<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>16 dos 26 ramos pesquisados apresentam alta em fevereiro<\/strong><\/p>\n<p>O avan\u00e7o de 0,7% da atividade industrial, de janeiro para fevereiro de 2019, reflete o crescimento de tr\u00eas das quatro categorias econ\u00f4micas e 16 dos 26 ramos pesquisados.<\/p>\n<p>Entre as atividades, as principais influ\u00eancias positivas vieram de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (6,7%), produtos aliment\u00edcios (3,2%) e coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (4,3%). Vale citar tamb\u00e9m as contribui\u00e7\u00f5es positivas de m\u00e1quinas e equipamentos (1,7%), bebidas (1,1%), produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos (1,6%), metalurgia (0,6%), celulose, papel e produtos de papel (0,9%) e outros equipamentos de transporte (2,8%).<\/p>\n<p>Por outro lado, entre os dez ramos em queda, o desempenho de maior relev\u00e2ncia veio das ind\u00fastrias extrativas (-14,8%), pressionado pela queda na produ\u00e7\u00e3o de min\u00e9rios de ferro, relacionada ao rompimento de uma barragem na regi\u00e3o de Brumadinho (MG). Outros impactos negativos importantes vieram dos setores de vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (-4,8%), de produtos de metal (-2,0%), de m\u00f3veis (-4,1%), de produtos do fumo (-8,5%) e de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (-1,5%).<\/p>\n<p>Entre as categorias econ\u00f4micas, ainda em rela\u00e7\u00e3o a janeiro, bens de capital (4,6%) e bens de consumo dur\u00e1veis (3,7%) tiveram os avan\u00e7os mais elevados em fevereiro, impulsionados pela maior produ\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es, na primeira; e de autom\u00f3veis, na segunda. O segmento de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (0,7%) tamb\u00e9m cresceu, ap\u00f3s ficar est\u00e1vel por dois meses consecutivos. J\u00e1 o setor produtor de bens intermedi\u00e1rios (-0,8%) teve a \u00fanica taxa negativa e acentuou a queda registrada em janeiro de 2019 (-0,1%).<\/p>\n<p><strong>M\u00e9dia m\u00f3vel trimestral cresce 0,1%<\/strong><\/p>\n<p>Ainda na s\u00e9rie com ajuste sazonal, a m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral da ind\u00fastria mostrou ligeiro acr\u00e9scimo de 0,1% no trimestre encerrado em fevereiro, ap\u00f3s registrar varia\u00e7\u00e3o negativa de 0,2% em janeiro. Vale destacar que o setor industrial apresenta uma trajet\u00f3ria predominantemente descendente desde agosto de 2018.<!--nextpage--><\/p>\n<p>Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, bens de consumo dur\u00e1veis (1,3%) teve o avan\u00e7o mais elevado, interrompendo o comportamento negativo presente desde setembro de 2018. O segmento de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (0,2%) tamb\u00e9m cresceu em fevereiro, interrompendo a trajet\u00f3ria negativa iniciada em agosto do ano passado.<\/p>\n<p>Por outro lado, os setores produtores de bens de capital (-0,8%) e de bens intermedi\u00e1rios <br \/> (-0,2%) tiveram queda nesse m\u00eas, com o primeiro registrando o quarto m\u00eas consecutivo de queda; e o segundo voltando a recuar ap\u00f3s dois meses seguidos de taxas positivas.<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o industrial cresce 2,0% em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro de 2018<\/strong><\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com fevereiro de 2018, o setor industrial cresceu 2,0%, com resultados positivos em tr\u00eas das quatro grandes categorias econ\u00f4micas, 17 dos 26 ramos, 48 dos 79 grupos e 53,2% dos 805 produtos pesquisados. Vale citar que fevereiro de 2019 (20 dias) teve dois dias \u00fateis a mais do que igual m\u00eas do ano anterior (18).<\/p>\n<p>Entre as atividades, a de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (16,4%) exerceu a maior influ\u00eancia positiva na m\u00e9dia da ind\u00fastria, impulsionada pelos itens autom\u00f3veis, caminh\u00f5es, reboques e semirreboques e autope\u00e7as. Outras contribui\u00e7\u00f5es positivas relevantes sobre o total nacional vieram de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (6,8%), de produtos aliment\u00edcios (4,2%), de produtos de metal (6,1%), de bebidas (5,0%), de m\u00e1quinas e equipamentos (3,5%), de produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (4,6%), de m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos (3,7%), de manuten\u00e7\u00e3o, repara\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos (6,1%) e de produtos diversos (8,0%).<\/p>\n<p>Por outro lado, entre as nove atividades em queda, a principal influ\u00eancia veio de ind\u00fastrias extrativas (-9,9%), pressionada pelo item min\u00e9rios de ferro, refletindo os efeitos do rompimento de uma barragem na regi\u00e3o de Brumadinho (MG). Vale destacar tamb\u00e9m as contribui\u00e7\u00f5es negativas dos ramos de celulose, papel e produtos de papel (-3,0%), de produtos de madeira (-7,5%), de metalurgia (-1,6%) e de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (-3,1%).<\/p>\n<p>Ainda no confronto com igual m\u00eas de 2018, bens de consumo dur\u00e1veis (12,2%) e bens de capital (7,0%) tiveram os avan\u00e7os mais acentuados entre as grandes categorias econ\u00f4micas. O setor produtor de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (3,2%) tamb\u00e9m teve crescimento mais elevado do que a m\u00e9dia nacional (2,0%), enquanto o segmento de bens intermedi\u00e1rios <br \/> (-0,4%) mostrou a \u00fanica taxa negativa nesse m\u00eas.<\/p>\n<p>O segmento de bens de consumo dur\u00e1veis cresceu 12,2%, ap\u00f3s tr\u00eas meses de queda. Foi a maior alta desde julho de 2018 (17,0%). O setor foi impulsionado pelo aumento na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis (18,2%). Vale citar tamb\u00e9m os crescimentos em eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha branca\u201d (17,6%), motocicletas (21,5%), outros eletrodom\u00e9sticos (11,1%) e m\u00f3veis (0,2%). J\u00e1 o principal impacto negativo veio do grupamento de eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha marrom\u201d (-5,7%), devido \u00e0 menor produ\u00e7\u00e3o de televisores.<\/p>\n<p>O setor de bens de capital cresceu 7,0%, interrompendo dois meses de queda e com a maior alta desde outubro de 2018 (10,5%). O segmento foi influenciado, em grande parte, pelo avan\u00e7o no grupamento de bens de capital para equipamentos de transporte (12,6%), impulsionado, principalmente, pela maior fabrica\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es, reboques e semirreboques e caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques. As demais taxas positivas vieram de bens de capital para fins industriais (3,6%) e para constru\u00e7\u00e3o (13,3%). J\u00e1 os impactos negativos foram de bens de capital de uso misto (-1,4%), para energia el\u00e9trica (-2,6%) e agr\u00edcolas (-0,5%).<\/p>\n<p>O segmento de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis cresceu 3,2% em fevereiro e interrompeu tr\u00eas meses de taxas negativas, com a taxa mais elevada desde abril de 2018 (9,8%). O desempenho nesse m\u00eas foi explicado pela expans\u00e3o em alimentos e bebidas elaborados para consumo dom\u00e9stico (5,5%). Vale citar tamb\u00e9m os resultados positivos dos subsetores de semidur\u00e1veis (1,3%), de n\u00e3o-dur\u00e1veis (0,9%) e de carburantes (0,8%).<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de bens intermedi\u00e1rios caiu 0,4% em fevereiro de 2019, sexta taxa negativa consecutiva, mas a menos intensa dessa sequ\u00eancia. Esse resultado foi explicado pelos recuos de ind\u00fastrias extrativas (-9,9%), celulose, papel e produtos de papel (-4,2%), metalurgia (-1,6%), produtos aliment\u00edcios (-0,8%) e outros produtos qu\u00edmicos (-0,7%), enquanto as press\u00f5es positivas vieram de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (8,6%), ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (11,3%), produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (4,7%), produtos de metal (3,6%), produtos t\u00eaxteis (2,0%), m\u00e1quinas e equipamentos (1,1%) e produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (0,5%). Vale citar, ainda, as altas em insumos t\u00edpicos para constru\u00e7\u00e3o civil (3,9%) e embalagens (4,5%).<!--nextpage--><\/p>\n<p><strong>Em 2019, ind\u00fastria acumula -0,2%<\/strong><\/p>\n<p>No \u00edndice acumulado para janeiro-fevereiro de 2019, frente a igual per\u00edodo do ano anterior, a ind\u00fastria caiu 0,2%, com resultados negativos em uma das quatro grandes categorias econ\u00f4micas, 14 dos 26 ramos, 39 dos 79 grupos e 52,4% dos 805 produtos pesquisados.<\/p>\n<p>Entre as atividades, ind\u00fastrias extrativas (-4,4%) e produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos (-12,3%) exerceram as maiores influ\u00eancias negativas. Vale destacar tamb\u00e9m as contribui\u00e7\u00f5es negativas de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos <br \/> (-6,5%), de m\u00e1quinas e equipamentos (-3,0%), de celulose, papel e produtos de papel <br \/> (-3,4%), de metalurgia (-2,1%), de produtos de madeira (-7,9%) e de manuten\u00e7\u00e3o, repara\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos (-4,2%),<\/p>\n<p>Por outro lado, entre as 12 atividades que cresceram, as principais influ\u00eancias vieram de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (6,7%) e coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (3,8%). Outras contribui\u00e7\u00f5es positivas vieram de produtos de metal (6,6%), de bebidas (2,9%), de produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (2,7%), de produtos diversos (8,3%) e de produtos aliment\u00edcios (0,4%).<\/p>\n<p>Entre as categorias econ\u00f4micas, a dos bens intermedi\u00e1rios (-0,9%) recuou, pressionada pelas quedas em ind\u00fastrias extrativas (-4,4%) e produtos aliment\u00edcios (-6,1%). Por outro lado, o segmento de bens de consumo dur\u00e1veis (3,7%) teve resultado positivo mais elevado, impulsionado pelo aumento na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis (7,6%). Os setores produtores de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (0,5%) e de bens de capital (0,1%) tamb\u00e9m tiveram expans\u00e3o no acumulado do ano.<br \/>\nFonte: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em fevereiro de 2019, a produ\u00e7\u00e3o industrial nacional cresceu 0,7% frente a janeiro (s\u00e9rie com ajuste sazonal), eliminando a queda de 0,7% do m\u00eas anterior. Per\u00edodo Produ\u00e7\u00e3o industrial Fevereiro \/ Janeiro 2019 0,7% Fevereiro 2019 \/ Fevereiro 2018 2,0% Acumulado em 2019 -0,2% Acumulado em 12 meses 0,5% M\u00e9dia m\u00f3vel trimestral 0,1% No confronto com [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":21136,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[43],"class_list":["post-21135","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-central-noticias","tag-infoeconomico-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21135","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21135"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21135\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21135"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21135"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}