{"id":207221,"date":"2025-03-12T15:01:08","date_gmt":"2025-03-12T18:01:08","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/em-fevereiro-ibge-preve-safra-de-3238-milhoes-de-toneladas-para-2025\/"},"modified":"2025-03-12T15:01:08","modified_gmt":"2025-03-12T18:01:08","slug":"em-fevereiro-ibge-preve-safra-de-3238-milhoes-de-toneladas-para-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/em-fevereiro-ibge-preve-safra-de-3238-milhoes-de-toneladas-para-2025\/","title":{"rendered":"Em fevereiro, IBGE prev\u00ea safra de 323,8 milh\u00f5es de toneladas para 2025"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"\/portal\/\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em fevereiro, a produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2025 deve totalizar 323,8 milh\u00f5es de toneladas, 10,6% maior que a obtida em 2024 (292,7 milh\u00f5es de toneladas) com aumento de 31,1 milh\u00f5es de toneladas; e 0,5% abaixo da informada em janeiro, com queda de 1,6 milh\u00e3o de toneladas.\u00a0<\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<table style=\"width: 549px\">&#013;<\/p>\n<tbody>&#013;<\/p>\n<tr>&#013;<\/p>\n<td style=\"width: 286.163px\">Estimativa de Fevereiro para 2025<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"width: 258.837px;text-align: right\">323,8 milh\u00f5es de toneladas<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<p>&#013;<\/p>\n<tr>&#013;<\/p>\n<td style=\"width: 286.163px\">Varia\u00e7\u00e3o Fevereiro 2025\/Janeiro 2025<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"width: 258.837px;text-align: right\">(-0,5%) 1,6 milh\u00e3o de toneladas<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<p>&#013;<\/p>\n<tr>&#013;<\/p>\n<td style=\"width: 286.163px\">Varia\u00e7\u00e3o safra 2025\/safra 2024<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"width: 258.837px;text-align: right\">(10,6%) 31,1 milh\u00f5es de toneladas<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tbody>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/table>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A \u00e1rea a ser colhida foi de 81,0 milh\u00f5es de hectares, acr\u00e9scimo de 2,4% frente \u00e0 \u00e1rea colhida em 2024, com aumento de 1,9 milh\u00e3o de hectares, e acr\u00e9scimo de 28.921 hectares (0,0%) em rela\u00e7\u00e3o a janeiro.<\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O arroz, o milho e a soja s\u00e3o os tr\u00eas principais produtos deste grupo, que, somados, representam 92,9% da estimativa da produ\u00e7\u00e3o e respondem por 87,5% da \u00e1rea a ser colhida. Em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, houve acr\u00e9scimos de 3,2% na \u00e1rea a ser colhida do algod\u00e3o herb\u00e1ceo (em caro\u00e7o); de 7,1% na do arroz em casca; de 0,3% na do feij\u00e3o; de 2,8% na da soja; de 2,2% na do milho (decl\u00ednio de 1,4% no milho 1\u00aa safra e crescimento de 3,2% no milho 2\u00aa safra); e de 1,3% na do sorgo, ocorrendo decl\u00ednio de 2,5% na do trigo. <\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, houve acr\u00e9scimos de 1,8% para o algod\u00e3o herb\u00e1ceo (em caro\u00e7o); de 9,0% para o arroz; de 9,6% para o feij\u00e3o; de 13,4% para a soja; de 8,8% para o milho (crescimento de 10,3% para o milho 1\u00aa safra e de 8,4% para o milho 2\u00aa safra); de 3,7% para o sorgo, bem como decr\u00e9scimo de 3,8% para o trigo.<\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5;text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"\/portal\/\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A estimativa de fevereiro para a soja foi de 164,4 milh\u00f5es de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa foi de 124,8 milh\u00f5es de toneladas (25,3 milh\u00f5es de toneladas de milho na 1\u00aa safra e 99,5 milh\u00f5es de toneladas de milho na 2\u00aa safra). A produ\u00e7\u00e3o do arroz foi estimada em 11,5 milh\u00f5es de toneladas; a do trigo em 7,2 milh\u00f5es de toneladas; a do algod\u00e3o herb\u00e1ceo (em caro\u00e7o) em 9,0 milh\u00f5es de toneladas; e a do sorgo em 4,1 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A estimativa da produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou varia\u00e7\u00e3o anual positiva para as Regi\u00f5es Centro-Oeste (10,7%), Sul (11,7%), Sudeste (12,1%), Nordeste (10,2%) e Norte (3,5%). Quanto \u00e0 varia\u00e7\u00e3o mensal, apresentaram aumentos na produ\u00e7\u00e3o a Nordeste (0,3%), a Sudeste (1,2%) e a Centro-Oeste (0,6%), enquanto a Regi\u00e3o Norte (-0,1%) e a Sul (-3,2%) apresentaram decl\u00ednios.\u00a0<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de gr\u00e3os, com participa\u00e7\u00e3o de 29,8%, seguido pelo Paran\u00e1 (13,6%), Goi\u00e1s (11,5%), Rio Grande do Sul (11,4%), Mato Grosso do Sul (7,9%) e Minas Gerais (5,6%), que, somados, representaram 79,8% do total. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s participa\u00e7\u00f5es regionais, tem-se a seguinte distribui\u00e7\u00e3o: Centro-Oeste (49,4%), Sul (27,0%), Sudeste (9,0%), Nordeste (8,8%) e Norte (5,8%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Destaques na estimativa de fevereiro de 2025 em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a janeiro, houve aumentos nas estimativas da produ\u00e7\u00e3o do caf\u00e9 canephora (1,5% ou 15 482 t), da aveia (1,2% ou 12 300 t), do arroz (0,7% ou 81 765 t), do milho 2\u00aa safra (0,6% ou 579 011 t), da batata 2\u00aa safra (0,3% ou 4 069 t) e do milho 1\u00aa safra (0,2% ou 60 279 t), por\u00e9m, decl\u00ednios nas estimativas da produ\u00e7\u00e3o da batata 1\u00aa safra (-4,8% ou -100 154 t), do feij\u00e3o 1\u00aa safra (-1,9% ou 23 577 t), da uva (-1,7% ou -34 385 t), do sorgo (-1,6% ou -67 695 t), da soja (-1,3% ou -2 174 276 t), do feij\u00e3o 2\u00aa safra (-1,1% ou -15 292 t), do trigo (-0,6% ou -40 255 t), do feij\u00e3o 3\u00aa safra (-0,3% ou -2 090 t), da batata 3\u00aa safra (-0,1% ou -735 t), do caf\u00e9 ar\u00e1bica (-0,1% ou -1 426 t) e da cevada (-0,0% ou -100 t).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>As principais varia\u00e7\u00f5es absolutas positivas nas estimativas da produ\u00e7\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, ocorreram em Goi\u00e1s (940 856 t), em Minas Gerais (341 149 t), no Paran\u00e1 (284 300 t), na Bahia (76 400 t), no Maranh\u00e3o (15 655 t), no Tocantins (4 521 t), em Pernambuco (4 018 t), no Amap\u00e1 (835 t) e no Piau\u00ed (253 t), enquanto as varia\u00e7\u00f5es negativas ocorreram no Rio Grande do Sul (-3 214 922 t), em Rond\u00f4nia (-26 497 t), em Alagoas (-771 t) e no Rio de Janeiro (-265 t).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>ARROZ (em casca) \u2013 <\/strong>A estimativa para a produ\u00e7\u00e3o de arroz foi de <strong>11,5<\/strong><strong> milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, crescimento de 0,7% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estimativa do m\u00eas anterior e de 9,0% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra 2024, com aumento de 7,1% na \u00e1rea a ser colhida e de 1,8% na produtividade. Os pre\u00e7os e a rentabilidade da cultura encontravam-se atrativos para o produtor, incentivando o aumento da \u00e1rea na \u00e9poca do plantio. O aumento das \u00e1reas de arroz, \u00e9 um fator importante para o Pa\u00eds, pois h\u00e1 alguns anos, a cultura vem perdendo espa\u00e7o para lavouras mais rent\u00e1veis como a soja e o milho.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>BATATA-INGLESA \u2013 <\/strong>A produ\u00e7\u00e3o, considerando-se as <strong>tr\u00eas safras do produto<\/strong>, deve alcan\u00e7ar <strong>4,3 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, redu\u00e7\u00e3o de 2,2% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas de janeiro. Destaque negativo para S\u00e3o Paulo, que teve sua estimativa de produ\u00e7\u00e3o reduzida em 16,8%, frente \u00e0 estimativa de janeiro, devendo alcan\u00e7ar uma produ\u00e7\u00e3o de 704,8 mil toneladas. A <strong>1\u00aa safra<\/strong> deve contribuir com 46,3% do total de batata a ser produzido no ano. A produ\u00e7\u00e3o foi estimada em <strong>2,0 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, redu\u00e7\u00e3o de 4,8% em rela\u00e7\u00e3o ao levantamento de janeiro, resultado influenciado, principalmente, pelos n\u00fameros de S\u00e3o Paulo (-33,2%). O Paran\u00e1 e o Rio Grande do Sul aumentaram a estimativa de produ\u00e7\u00e3o em 6,2% e 1,7%, respectivamente.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A <strong>2\u00aa safra<\/strong>, que representa 33,4% da produ\u00e7\u00e3o total, foi estimada em <strong>1,4 milh\u00e3o de toneladas<\/strong>, crescimento de 0,3% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro, com a estimativa do rendimento m\u00e9dio aumentando em 0,5% e a \u00e1rea a ser colhida sendo reduzida em 0,2%. O Rio Grande do Sul com aumento de 11,0% e Goi\u00e1s com 157,1% foram os destaques positivos no aumento da estimativa de produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Para a <strong>3\u00aa safra<\/strong>, a estimativa de produ\u00e7\u00e3o foi 0,1% menor que a de janeiro, atingindo <strong>883,5 mil toneladas<\/strong>. Apenas Goi\u00e1s atualizou os n\u00fameros desse segundo levantamento, com sua estimativa de produ\u00e7\u00e3o sendo reduzida em 0,3% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>CAF\u00c9 (em gr\u00e3o) &#8211; <\/strong>A produ\u00e7\u00e3o brasileira, considerando-se as duas esp\u00e9cies, <strong><em>ar\u00e1bica<\/em><\/strong> e <strong><em>canephora<\/em><\/strong>, foi estimada em <strong>3,2 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, ou <strong>52,8<\/strong><strong> milh\u00f5es de sacas de 60 kg<\/strong>, acr\u00e9scimo de 0,4% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, tendo o rendimento m\u00e9dio aumentado nesse mesmo valor.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Para o <strong>caf\u00e9 ar\u00e1bica<\/strong>, a produ\u00e7\u00e3o estimada foi de <strong>2,1 milh\u00f5es de to<\/strong><strong>neladas<\/strong> ou <strong>34,9<\/strong><strong> milh\u00f5es de sacas de 60 kg<\/strong>, decl\u00ednios de 0,1% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 12,8% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024. Para a safra de 2025, aguarda-se uma bienalidade negativa, ou seja, um decl\u00ednio natural da produ\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas fisiol\u00f3gicas da esp\u00e9cie, em que nos anos pares tende-se a produzir mais, sacrificando a produ\u00e7\u00e3o do ano seguinte, em decorr\u00eancia de um maior exaurimento das plantas.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Para o<strong> caf\u00e9 <em>canephora<\/em>, <\/strong>a estimativa da produ\u00e7\u00e3o foi de <strong>1,1 milh\u00e3o de <\/strong><strong>toneladas<\/strong> ou <strong>17,9 milh\u00f5es de sacas de 60 kg<\/strong>, acr\u00e9scimo de 1,5% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 4,9% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024, com aumentos de 1,0% na \u00e1rea a ser colhida e de 3,9% no rendimento m\u00e9dio.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>CEREAIS DE INVERNO (em gr\u00e3o) <\/strong>\u2013 Os principais cereais de inverno produzidos no Brasil s\u00e3o o <strong>trigo<\/strong>, a <strong>aveia branca<\/strong> e a <strong>cevada. <\/strong>Para o <strong>trigo (em gr\u00e3o)<\/strong><strong>, <\/strong>a produ\u00e7\u00e3o estimada alcan\u00e7ou <strong>7,2 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, decl\u00ednios de 0,6% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 3,8% em rela\u00e7\u00e3o a 2024. Nos \u00faltimos anos, o clima na Regi\u00e3o Sul n\u00e3o vem beneficiando as lavouras de inverno. A Regi\u00e3o Sul deve responder por 84,0% da produ\u00e7\u00e3o trit\u00edcola nacional em 2025.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o da <strong>aveia (em gr\u00e3o)<\/strong> foi estimada em <strong>1,1 milh\u00e3o de toneladas<\/strong>, crescimentos de 1,2% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 0,9% em rela\u00e7\u00e3o ao volume colhido em 2024. O rendimento m\u00e9dio apresentou crescimento de 0,5%, enquanto a \u00e1rea plantada e a \u00e1rea a ser colhida aumentaram 0,7%. Os maiores produtores do cereal s\u00e3o o Rio Grande do Sul, com 852,6 mil toneladas, crescimento de 5,4% em rela\u00e7\u00e3o ao volume colhido em 2024, com aumentos de 2,6% na \u00e1rea a ser colhida e de 2,7% no rendimento m\u00e9dio; e Paran\u00e1, com 179,3 mil toneladas, aumento de 7,4% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro e de 7,7% em rela\u00e7\u00e3o a 2024.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Para a <strong>cevada (em gr\u00e3o)<\/strong>, a produ\u00e7\u00e3o estimada foi de <strong>418,7 mil toneladas<\/strong>, aumento de 0,6% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024. A \u00e1rea plantada apresenta um aumento de 1.6%, enquanto o rendimento m\u00e9dio declinou 1,0% nesse \u00faltimo comparativo. Os maiores produtores da cevada s\u00e3o o Paran\u00e1, com 296,1 mil toneladas, crescimento de 3,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2024, devendo participar com 70,7% na safra brasileira de 2025, e o Rio Grande do Sul, com uma produ\u00e7\u00e3o de 102,9 mil toneladas, decr\u00e9scimo de 5,7% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024. A produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha deve representar 24,6% do total da cevada produzida em 2025 pelo Pa\u00eds.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>FEIJ\u00c3O (em gr\u00e3o)<\/strong> \u2013 A estimativa para a produ\u00e7\u00e3o de <strong>feij\u00e3o<\/strong>, considerando-se essas tr\u00eas safras, deve alcan\u00e7ar <strong>3,4 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, decl\u00ednio de 1,2% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro e crescimento de 9,6% sobre a safra 2024. Essa produ\u00e7\u00e3o deve atender ao consumo interno brasileiro, em 2025, n\u00e3o havendo necessidade da importa\u00e7\u00e3o do produto.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A estimativa da produ\u00e7\u00e3o da <strong>1\u00aa safra de feij\u00e3o<\/strong> foi de <strong>1,2 milh\u00e3o de toneladas<\/strong>, representando 35,4% de participa\u00e7\u00e3o nacional dentre as tr\u00eas safras, sendo 1,9% menor frente ao levantamento de janeiro. Neste comparativo, foi verificado redu\u00e7\u00e3o de 0,3% na \u00e1rea plantada e de 2,0% no rendimento m\u00e9dio. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s Regi\u00f5es Geogr\u00e1ficas, houve queda no m\u00eas da produ\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o no Nordeste (-2,0%), Sudeste (-1,3%), Sul (-1,6%) e Centro-Oeste (-3,7%). Na Regi\u00e3o Norte foi estimado aumento de 0,2% em sua de produ\u00e7\u00e3o. No Nordeste, no Sudeste e no Centro-Oeste houve redu\u00e7\u00e3o no rendimento m\u00e9dio de 2,5%, 2,7% e 3,7%, respectivamente.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A <strong>2\u00aa safra de feij\u00e3o <\/strong>foi estimada em <strong>1,4 milh\u00e3o de toneladas<\/strong>, correspondendo a 41,1% de participa\u00e7\u00e3o entre as tr\u00eas safras. No comparativo com o m\u00eas de janeiro, houve redu\u00e7\u00e3o de 1,1% na estimativa de produ\u00e7\u00e3o, justificados pela diminui\u00e7\u00e3o da \u00e1rea a ser colhida (-0,7%) e da previs\u00e3o para o rendimento m\u00e9dio (-0,4%). Houve manuten\u00e7\u00e3o da estimativa de produ\u00e7\u00e3o nas Regi\u00f5es Norte, Nordeste e Sudeste.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 <strong>3\u00aa safra de feij\u00e3o<\/strong>, a estimativa de produ\u00e7\u00e3o de fevereiro foi de <strong>799,6 mil toneladas<\/strong>, redu\u00e7\u00e3o de 0,3% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Dos nove estados produtores dessa safra, sete mantiveram os n\u00fameros de janeiro. Houve redu\u00e7\u00f5es na estimativa de produ\u00e7\u00e3o em Goi\u00e1s (-0,8%) e Paran\u00e1 (-22,2%). Salienta-se que Goi\u00e1s e Minas Gerais s\u00e3o aqueles que mais contribuem com essa safra de feij\u00e3o, correspondendo a 30,3% de participa\u00e7\u00e3o (242,0 mil toneladas) e 25,5% (203,8 mil toneladas), respectivamente.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>MILHO (em gr\u00e3o) &#8211;<\/strong> A estimativa da produ\u00e7\u00e3o do <strong>milho<\/strong> foi de <strong>124,8 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, crescimentos de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 8,8% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024. A \u00e1rea a ser colhida apresenta aumento de 2,2%, assim como o rendimento m\u00e9dio, com crescimento de 6,5% nesse comparativo, devendo alcan\u00e7ar 5 720 kg\/ha. Em 2024, a produ\u00e7\u00e3o do cereal foi afetada por problemas clim\u00e1ticos em diversas Unidades da Federa\u00e7\u00e3o produtoras, devendo recuperar-se em 2025.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>O <strong>milho 1\u00aa safra<\/strong> apresentou uma estimativa de produ\u00e7\u00e3o de <strong>25,3 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, aumentos de 0,2% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro e de 10,3% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido nessa mesma \u00e9poca em 2024. A \u00e1rea plantada, na safra corrente, deve cair 2,6%, enquanto o rendimento deve crescer 11,9%, em decorr\u00eancia do clima que tem beneficiado as lavouras na maioria das Unidades da Federa\u00e7\u00e3o produtoras.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o do <strong>milho 2\u00aa safra<\/strong> apresentou crescimentos de 0,6% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 8,4% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido nessa mesma \u00e9poca em 2024. O Mato Grosso, Unidade da Federa\u00e7\u00e3o com maior participa\u00e7\u00e3o nacional na produ\u00e7\u00e3o do milho 2\u00aa safra, com 46,0% do total, estimou uma produ\u00e7\u00e3o de 45,8 milh\u00f5es de toneladas, decl\u00ednio de 3,7% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024. Nesse comparativo, a \u00e1rea plantada cresceu 2,8%, havendo decl\u00ednio de 6,4% no rendimento m\u00e9dio. O Estado vem recebendo bons volumes de chuvas, o que tem possibilitado o aumento do potencial produtivo inicialmente estimado.\u00a0 Em Minas Gerais, a estimativa est\u00e1 crescendo 5,4% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, em decorr\u00eancia do rendimento m\u00e9dio que aumentou 5,8%. \u00a0<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>SOJA (em gr\u00e3o) \u2013<\/strong> Mesmo com a revis\u00e3o mensal de 2,2 milh\u00f5es toneladas a menos, reflexo, principalmente, das perdas registradas no Rio Grande do Sul, a produ\u00e7\u00e3o nacional da oleaginosa deve alcan\u00e7ar novo recorde na s\u00e9rie hist\u00f3rica, com <strong>164,4 milh\u00f5es de toneladas em 2025<\/strong>, um aumento de 13,4% em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 quantidade obtida no ano anterior.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>SORGO (em gr\u00e3o) \u2013<\/strong> A estimativa de fevereiro para a produ\u00e7\u00e3o do sorgo foi de <strong>4,1 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, representando queda de 1,6% em rela\u00e7\u00e3o ao obtido em janeiro e aumento de 3,7% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra 2024. O rendimento m\u00e9dio nacional \u00e9 estimado em 3 065 kg\/ha, sendo menor 0,3% no comparativo mensal, embora seja 2,3% maior que o obtido em 2024. O sorgo deve ocupar 1,3 milh\u00e3o de hectares, correspondendo a 1,7% das \u00e1reas destinadas a cereais, leguminosas e oleaginosas na safra 2025, participando com 1,3% nessa produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>UVA \u2013<\/strong> A produ\u00e7\u00e3o da uva deve alcan\u00e7ar <strong>2,0 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, decl\u00ednio de 1,7% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e crescimento de 12,7% em rela\u00e7\u00e3o a 2024. Em fevereiro, Pernambuco reavaliou sua estimativa de produ\u00e7\u00e3o, informando uma redu\u00e7\u00e3o de 5,0% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro, havendo aumento de 1,0% no rendimento m\u00e9dio e decl\u00ednio de 6,0% na \u00e1rea a ser colhida. A produ\u00e7\u00e3o pernambucana deve alcan\u00e7ar 717,3 mil toneladas, participando com 36,1% do total nacional em 2025, segundo maior produtor nacional. O Rio Grande do Sul, maior produtor brasileiro, participando com 46,6% do total nacional, informou aumento de 0,4% na estimativa da produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. A produ\u00e7\u00e3o deve alcan\u00e7ar 926,8 mil toneladas, crescimento de 35,0% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n<p>&#013;<br \/>\nInfo Econ\u00f4mico  &#8211; Seu Portal de Not\u00edcias Econ\u00f4micas &#013;<br \/>\nFonte <a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-sala-de-imprensa\/42843-em-fevereiro-ibge-preve-safra-de-323-8-milhoes-de-toneladas-para-2025.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Em fevereiro, IBGE prev\u00ea safra de 323,8 milh\u00f5es de toneladas para 2025<\/a>&#013;<br \/>\n<br \/>&#013;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"padding:0% 2%;0% 2%\"> Procurando um novo nome de dom\u00ednio? <span style=\"color:#ffc107\"><a href=\"https:\/\/itasite.supersite2.myorderbox.com\/\">Experimente a pesquisa por nomes.<\/a><\/span><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em fevereiro, a produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2025 deve totalizar 323,8 milh\u00f5es de toneladas, 10,6% maior que a obtida em 2024 (292,7 milh\u00f5es de toneladas) com aumento de 31,1 milh\u00f5es de toneladas; e 0,5% abaixo da informada em janeiro, com queda de 1,6 milh\u00e3o de toneladas.\u00a0 &#013; &#013; &#013; &#013; Estimativa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"false","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[43],"class_list":["post-207221","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-infoeconomico-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/207221","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=207221"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/207221\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=207221"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=207221"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=207221"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}