{"id":206149,"date":"2025-02-12T13:41:37","date_gmt":"2025-02-12T16:41:37","guid":{"rendered":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/em-janeiro-ibge-preve-safra-de-3253-milhoes-de-toneladas-para-2025\/"},"modified":"2025-02-12T13:41:37","modified_gmt":"2025-02-12T16:41:37","slug":"em-janeiro-ibge-preve-safra-de-3253-milhoes-de-toneladas-para-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/em-janeiro-ibge-preve-safra-de-3253-milhoes-de-toneladas-para-2025\/","title":{"rendered":"Em janeiro, IBGE prev\u00ea safra de\u00a0325,3 milh\u00f5es de toneladas para 2025"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"\/portal\/\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em janeiro, a produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2025 deve totalizar 325,3 milh\u00f5es de toneladas, 11,1% maior que a obtida em 2024 (292,7 milh\u00f5es de toneladas com aumento de 32,6 milh\u00f5es de toneladas; e 0,8% acima da informada em dezembro, com acr\u00e9scimo de 2,7 milh\u00f5es de toneladas. A \u00e1rea a ser colhida foi de 80,9 milh\u00f5es de hectares, acr\u00e9scimo de 2,4% frente \u00e0 \u00e1rea colhida em 2024, com aumento de 1,8 milh\u00e3o de hectares, e acr\u00e9scimo de 0,6% (472.102 hectares) em rela\u00e7\u00e3o a dezembro.<\/big><\/p>\n<p>&#013;<br \/>\n&#013;<\/p>\n<table width=\"506\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"1\">&#013;<\/p>\n<tbody>&#013;<\/p>\n<tr valign=\"bottom\">&#013;<\/p>\n<td width=\"267\" height=\"17\">Estimativa de Janeiro para 2025<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td width=\"233\">325,3 milh\u00f5es de toneladas<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<p>&#013;<\/p>\n<tr valign=\"bottom\">&#013;<\/p>\n<td width=\"267\" height=\"17\">Varia\u00e7\u00e3o Janeiro 2025\/dezembro 2024<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td width=\"233\">(0,8%) 2,7 milh\u00f5es de toneladas<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<p>&#013;<\/p>\n<tr valign=\"bottom\">&#013;<\/p>\n<td width=\"267\" height=\"16\">Varia\u00e7\u00e3o safra 2025\/safra 2024<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td width=\"233\">(11,1%) 32,6 milh\u00f5es de toneladas<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tbody>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/table>\n<p>&#013;<br \/>\n&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O arroz, o milho e a soja s\u00e3o os tr\u00eas principais produtos deste grupo, que, somados, representam 92,9% da estimativa da produ\u00e7\u00e3o e respondem por 87,5% da \u00e1rea a ser colhida. Em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, houve acr\u00e9scimos de 2,9% na \u00e1rea a ser colhida do algod\u00e3o herb\u00e1ceo (em caro\u00e7o); de 6,7% na do arroz em casca; de 0,6% na do feij\u00e3o; de 2,8% na da soja, de 2,1% na do milho (decl\u00ednio de 1,4% no milho 1\u00aa safra e crescimento de 3,0% no milho 2\u00aa safra) e de 2,7% na do sorgo, ocorrendo decl\u00ednio de 2,6% na do trigo. <\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, houve acr\u00e9scimos de 1,6% para o algod\u00e3o herb\u00e1ceo (em caro\u00e7o); de 8,3% para o arroz; de 10,9% para o feij\u00e3o, de 14,9% para a soja, de 8,2% para o milho (crescimento de 10,0% para o milho 1\u00aa safra e de 7,8% para o milho 2\u00aa safra), de 5,4% para o sorgo, bem como decr\u00e9scimo de 3,3% para o trigo. <\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"\/portal\/\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A estimativa de janeiro para a soja foi de 166,5 milh\u00f5es de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa foi de 124,1 milh\u00f5es de toneladas (25,2 milh\u00f5es de toneladas de milho na 1\u00aa safra e 98,9 milh\u00f5es de toneladas de milho na 2\u00aa safra). A produ\u00e7\u00e3o do arroz foi estimada em 11,5 milh\u00f5es de toneladas; a do trigo em 7,3 milh\u00f5es de toneladas; a do algod\u00e3o herb\u00e1ceo (em caro\u00e7o) em 9,0 milh\u00f5es de toneladas; e a do sorgo, em 4,2 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A estimativa da produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou varia\u00e7\u00e3o anual positiva para as Regi\u00f5es Centro-Oeste (10,1%), Sul (15,4%), Sudeste (10,8%), Nordeste (9,8%) e Norte (3,6%). Quanto \u00e0 varia\u00e7\u00e3o mensal, apresentaram aumentos na produ\u00e7\u00e3o a Regi\u00e3o Norte (0,1%), a Nordeste (0,1%) e a Centro-Oeste (2,7%). A Regi\u00e3o Sudeste apresentou estabilidade, enquanto a Sul apresentou decl\u00ednio (-1,6%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de gr\u00e3os, com participa\u00e7\u00e3o de 29,7%, seguido pelo Paran\u00e1 (13,4%), Rio Grande do Sul (12,4%), Goi\u00e1s (11,1%), Mato Grosso do Sul (7,8%) e Minas Gerais (5,4%), que, somados, representaram 79,8% do total. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s participa\u00e7\u00f5es regionais, tem-se a seguinte distribui\u00e7\u00e3o: Centro-Oeste (48.9%), Sul (27,8%), Sudeste (8,8%), Nordeste (8,7%) e Norte (5,8%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>Destaques na estimativa de janeiro de 2025 em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro, houve aumentos nas estimativas da produ\u00e7\u00e3o do sorgo (8,9% ou 341 793 t), da batata 3\u00aa safra (5,0% ou 42 246 t), do feij\u00e3o 1\u00aa safra (4,7% ou 54 579 t), do milho 2\u00aa safra (3,6% ou 3 395 514 t), do feij\u00e3o 3\u00aa safra (3,4% ou 26 722 t), do tomate (2,1% ou 91 134 t), da cevada (2,0% ou 8 300 t), do algod\u00e3o herb\u00e1ceo \u2013 em caro\u00e7o (1,6% ou 137 530 t), da batata 1\u00aa safra (1,5% ou 30 400 t), do milho 1\u00aa safra (0,7% ou 173 667 t), da batata 2\u00aa safra (0,2% ou 2 520 t), do caf\u00e9 canephora (0,0% ou 329 t), e decl\u00ednios nas estimativas da produ\u00e7\u00e3o do trigo (-7,7% ou -609 361 t), do feij\u00e3o 2\u00aa safra (-2,2% ou -31 335 t), da mandioca (-2,0% ou -417 807 t), do caf\u00e9 ar\u00e1bica (-1,7% ou -36 855 t), da cana-de-a\u00e7\u00facar (-1,3% ou -9 347 810 t) e da soja (-0,4% ou -750 197 t).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>As principais varia\u00e7\u00f5es absolutas positivas nas estimativas da produ\u00e7\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, ocorreram no Mato Grosso (3 000 592 t), em Goi\u00e1s (1 138 400 t), no Distrito Federal (25 062 t), no Piau\u00ed (12 764 t), no Par\u00e1 (7 503 t), no Tocantins (3 802 t), em Rond\u00f4nia (2 719 t), no Maranh\u00e3o (1 137 t) e no Cear\u00e1 (660 t), enquanto a varia\u00e7\u00e3o negativa ocorreu no Paran\u00e1 (-1 469 300 t).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>ALGOD\u00c3O HERB\u00c1CEO (em caro\u00e7o) \u2013 <\/b>A estimativa para a produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o \u00e9 de 9,0 milh\u00f5es de toneladas. Em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba progn\u00f3stico, ocorreu um crescimento de 1,6% na estimativa da produ\u00e7\u00e3o, devido \u00e0 maior \u00e1rea cultivada (1,3%). O Mato Grosso, maior produtor brasileiro, devendo participar com 70,2% do total nacional, deve apresentar uma produ\u00e7\u00e3o de 6,3 milh\u00f5es de toneladas, uma safra praticamente igual a de 2024 e, que apresentou um crescimento de 1,4% em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo levantamento, com destaque para o aumento da \u00e1rea plantada, de 1,2%.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>BATATA-INGLESA \u2013 <\/b>A produ\u00e7\u00e3o, considerando-se as tr\u00eas safras do produto, deve alcan\u00e7ar <b>4,4 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, aumento de 1,7% em rela\u00e7\u00e3o ao terceiro progn\u00f3stico. Destaque para Goi\u00e1s, que teve sua estimativa de produ\u00e7\u00e3o aumentada em 25,2% frente ao 3\u00ba progn\u00f3stico, devendo alcan\u00e7ar produ\u00e7\u00e3o de 264,2 mil toneladas. A <b>1\u00aa safra<\/b> deve contribuir com 47,5% do total de batata a ser produzido no ano. A produ\u00e7\u00e3o estimada foi de <b>2,1 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, aumento de 1,5% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba progn\u00f3stico, resultado influenciado pelos n\u00fameros do Paran\u00e1, aumento de 4,2%, visto que as outras Unidades da Federa\u00e7\u00e3o produtoras mantiveram os n\u00fameros do 3\u00ba progn\u00f3stico.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A <b>2\u00aa safra<\/b>, que representa 32,5% da produ\u00e7\u00e3o total, foi estimada em <b>1,4 milh\u00e3o de toneladas<\/b>, crescimento de 0,2% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba progn\u00f3stico, com a estimativa do rendimento m\u00e9dio permanecendo est\u00e1vel e a \u00e1rea a ser colhida aumentando em 0,2%. Comparada ao ano anterior, a estimativa dessa safra \u00e9 5,6% inferior, com a \u00e1rea plantada sendo reduzida em 7,1% e o rendimento m\u00e9dio crescendo 1,5%.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Para a <b>3\u00aa safra<\/b>, a primeira estimativa de produ\u00e7\u00e3o para 2025 foi 5,0% maior que a do 3\u00ba progn\u00f3stico, alcan\u00e7ando <b>884,2 mil toneladas<\/b>. Apenas Goi\u00e1s atualizou os n\u00fameros desse primeiro levantamento de 2025, com sua estimativa de produ\u00e7\u00e3o crescendo 20,0% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. A produ\u00e7\u00e3o da 3\u00aa safra da batata deve participar com 20,0% do total nacional.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>CAF\u00c9 (em gr\u00e3o) &#8211; <\/b>A produ\u00e7\u00e3o brasileira, considerando-se as duas esp\u00e9cies, <i>ar\u00e1bica<\/i> e <i>canephora<\/i>, foi estimada em <b>3,2 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, ou <b>52,6 milh\u00f5es de sacas de 60 kg<\/b>, decr\u00e9scimo de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, tendo o rendimento m\u00e9dio declinado 2,8% e a \u00e1rea colhida crescido 1,7%. No comparativo com 2024, a estimativa da produ\u00e7\u00e3o declina 7,9%, em decorr\u00eancia das redu\u00e7\u00f5es de 2,6% na \u00e1rea a ser colhida e de 5,4% no rendimento m\u00e9dio.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Para o <b>caf\u00e9 ar\u00e1bica<\/b>, a produ\u00e7\u00e3o estimada foi de <b>2,1 milh\u00f5es de to<\/b><b>neladas<\/b> ou <b>34,9<\/b><b> milh\u00f5es de sacas de 60 kg<\/b>, decl\u00ednios de 1,7% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 12,7% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024. Para a safra de 2025, aguarda-se bienalidade negativa, ou seja, um decl\u00ednio natural da produ\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas fisiol\u00f3gicas da esp\u00e9cie, em que nos anos pares tende-se a produzir mais, sacrificando a produ\u00e7\u00e3o do ano seguinte, em decorr\u00eancia de um maior exaurimento das plantas.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Para o<b> caf\u00e9 <\/b><i><b>canephora<\/b><\/i><b>, <\/b>a estimativa da produ\u00e7\u00e3o foi de <b>1,1 milh\u00e3o de <\/b><b>toneladas<\/b> ou <b>17,7 milh\u00f5es de sacas de 60 kg<\/b>, acr\u00e9scimo de 3,4% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024, com aumentos de 0,5% na \u00e1rea a ser colhida e de 2,9% no rendimento m\u00e9dio.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>CANA-DE-A\u00c7\u00daCAR \u2013<\/b> A estimativa da produ\u00e7\u00e3o foi de <b>706,9 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, um decl\u00ednio de 1,3% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, influenciado pela menor \u00e1rea plantada (-1,3%), que deve alcan\u00e7ar 9,3 milh\u00f5es de hectares. S\u00e3o Paulo, respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o de 365,6 milh\u00f5es de toneladas, o que representa 51,7% da produ\u00e7\u00e3o nacional, manteve suas estimativas.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>CEREAIS DE INVERNO (em gr\u00e3o) \u2013 <\/b>Os principais cereais de inverno produzidos no Brasil s\u00e3o o trigo, a aveia branca e a cevada. Para o trigo (em gr\u00e3o), a produ\u00e7\u00e3o estimada alcan\u00e7ou <b>7,3 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, decl\u00ednios de 7,7% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 3,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2024. Nos \u00faltimos anos, o clima na Regi\u00e3o Sul n\u00e3o vem beneficiando as lavouras de inverno.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o da <b>aveia (em gr\u00e3o)<\/b> foi estimada em <b>1,1 milh\u00e3o de toneladas<\/b>, decl\u00ednio de 0,2% em rela\u00e7\u00e3o ao volume colhido em 2024. O rendimento m\u00e9dio apresentou crescimento de 4,1%, enquanto a \u00e1rea plantada e a \u00e1rea a ser colhida declinaram 5,1% e 4,2%, respectivamente. Os maiores produtores do cereal s\u00e3o o Rio Grande do Sul, com 852,6 mil toneladas, crescimento de 5,4% em rela\u00e7\u00e3o ao volume colhido em 2024, com aumentos de 2,6% na \u00e1rea a ser colhida e de 2,7% no rendimento m\u00e9dio; e Paran\u00e1, com 167,0 mil toneladas, aumento de 0,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2024.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Para a <b>cevada (em gr\u00e3o)<\/b>, a produ\u00e7\u00e3o estimada foi de 418,8 mil toneladas, aumento de 2,0% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro e crescimento de 0,6% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. A \u00e1rea plantada apresenta um aumento de 1.6%, enquanto o rendimento m\u00e9dio declinou 1,0% nesse \u00faltimo comparativo. Os maiores produtores da cevada s\u00e3o o Paran\u00e1, com 296,2 mil toneladas, aumento de 2,9% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro e crescimento de 3,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2024, devendo participar com 70,7% na safra brasileira de 2025, e o Rio Grande do Sul, com uma produ\u00e7\u00e3o de 102,9 mil toneladas, decr\u00e9scimo de 5,7% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024. A produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha deve representar 24,6% do total da cevada produzida em 2025 pelo Pa\u00eds.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>FEIJ\u00c3O (em gr\u00e3o) \u2013 <\/b>A estimativa para a produ\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o, considerando-se as tr\u00eas safras, deve alcan\u00e7ar <b>3,4 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, aumento de 1,5% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba progn\u00f3stico e de 10,9% sobre a safra 2024. Essa produ\u00e7\u00e3o deve atender ao consumo interno brasileiro, em 2025, n\u00e3o havendo necessidade da importa\u00e7\u00e3o do produto.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A estimativa da produ\u00e7\u00e3o da <b>1\u00aa safra de feij\u00e3o<\/b> foi de <b>1,2 milh\u00e3o de toneladas<\/b>, representando 35,6% de participa\u00e7\u00e3o nacional dentre as tr\u00eas safras, sendo maior 4,7% frente ao 3\u00ba progn\u00f3stico. Neste comparativo, foi verificado aumento de 1,0% na \u00e1rea a ser colhida e de 3,6% no rendimento m\u00e9dio. No Paran\u00e1, maior produtor brasileiro de feij\u00e3o na 1\u00aa safra, com participa\u00e7\u00e3o de 27,9% do total e uma produ\u00e7\u00e3o estimada em 341,7 mil toneladas, houve crescimentos de 3,7% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba progn\u00f3stico e de 113,0% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A <b>2\u00aa safra de feij\u00e3o<\/b> foi estimada em <b>1,4 milh\u00e3o de toneladas<\/b>, correspondendo a 41,0% de participa\u00e7\u00e3o entre as tr\u00eas safras. No comparativo com o 3\u00ba progn\u00f3stico, houve redu\u00e7\u00e3o de 2,2% na estimativa de produ\u00e7\u00e3o, em decorr\u00eancia da diminui\u00e7\u00e3o de 1,4% da \u00e1rea a ser colhida e de 0,8% na estimativa para o rendimento m\u00e9dio.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 <b>3\u00aa safra de feij\u00e3o<\/b>, a estimativa de produ\u00e7\u00e3o de janeiro foi de <b>801,7 mil toneladas<\/b>, aumento de 3,4% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba progn\u00f3stico. Dos nove estados produtores dessa safra, oito mantiveram os n\u00fameros do 3\u00ba progn\u00f3stico. Houve aumento na estimativa de produ\u00e7\u00e3o em Goi\u00e1s (12,6%), em decorr\u00eancia do aumento de 12,4% da \u00e1rea a ser colhida. Ressalta-se que Goi\u00e1s e Minas Gerais s\u00e3o aqueles que mais contribuem com essa safra de feij\u00e3o, correspondendo a 30,4% de participa\u00e7\u00e3o (243,8 mil toneladas) e 25,4% (203,8 mil toneladas), respectivamente.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>MANDIOCA (ra\u00edzes) &#8211;<\/b> A produ\u00e7\u00e3o deve alcan\u00e7ar <b>20,3 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, decl\u00ednio de 2,0% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e crescimento de 6,4% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024, com aumentos de 3,1% na \u00e1rea a ser colhida e de 3,2% no rendimento m\u00e9dio. Os maiores decl\u00ednios na estimativa da produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior foram informados pelo Par\u00e1 (-7,2% ou -328,9 mil toneladas) e Goi\u00e1s<br \/> (-29,1% ou -49,5 mil toneladas), em ambos refletindo retra\u00e7\u00e3o da \u00e1rea a ser colhida com o produto.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>MILHO (em gr\u00e3o) \u2013<\/b> A estimativa da produ\u00e7\u00e3o do <b>milho<\/b> foi de <b>124,1 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, crescimentos de 3,0% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba progn\u00f3stico (dezembro) e de 8,2% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024. A \u00e1rea a ser colhida apresenta aumento de 2,1%, assim como o rendimento m\u00e9dio, com crescimento de 6,0% nesse comparativo, devendo alcan\u00e7ar 5 697 kg\/ha. Em 2024, a produ\u00e7\u00e3o do cereal foi afetada por problemas clim\u00e1ticos em diversas Unidades da Federa\u00e7\u00e3o produtoras, devendo recuperar-se em 2025.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>O <b>milho 1\u00aa safra<\/b> apresentou uma estimativa de produ\u00e7\u00e3o de <b>25,2 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, aumentos de 0,7% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro e de 10,0% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido nessa mesma \u00e9poca em 2024. A \u00e1rea plantada, na safra corrente, deve cair 2,6%, enquanto o rendimento deve crescer 11,6%, em decorr\u00eancia do clima que tem beneficiado as lavouras na maioria das Unidades da Federa\u00e7\u00e3o produtoras.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o do <b>milho 2\u00aa safra<\/b> apresentou crescimentos de 3,6% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba progn\u00f3stico (dezembro) e de 7,8% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido nessa mesma \u00e9poca em 2024. Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro, houve aumentos de 1,8% na \u00e1rea a ser colhida e de 1,7% no rendimento m\u00e9dio. Quanto ao ano anterior, houve crescimentos de 3,0% na \u00e1rea a ser colhida e de 4,6% no rendimento m\u00e9dio.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>SOJA (em gr\u00e3o) \u2013<\/b> A produ\u00e7\u00e3o nacional deve alcan\u00e7ar <b>166,5 milh\u00f5es de toneladas<\/b> em 2025, um aumento de 14,9% em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 quantidade obtida no ano anterior, estabelecendo um novo recorde na produ\u00e7\u00e3o nacional. Neste levantamento, houve uma retra\u00e7\u00e3o mensal de 0,6% no rendimento m\u00e9dio e de 0,4% na estimativa da produ\u00e7\u00e3o, o que representou um decr\u00e9scimo de 750,2 mil toneladas. Ainda assim, estima-se que teremos um incremento de 11,7% no rendimento m\u00e9dio anual, que deve alcan\u00e7ar 3 519 kg\/ha, contribuindo para que o volume colhido da oleaginosa represente mais da metade do total de cereais, leguminosas e oleaginosas produzidos no Pa\u00eds em 2025.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>SORGO (em gr\u00e3o) \u2013<\/b> A estimativa de janeiro para a produ\u00e7\u00e3o do <b>sorgo<\/b> foi de <b>4,2 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, representando aumentos de 8,9% em rela\u00e7\u00e3o ao obtido em dezembro e de 5,4% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra 2024. O rendimento m\u00e9dio nacional, de 3 074 kg\/ha, teve relev\u00e2ncia nesse desempenho positivo, com aumentos de 2,6% no comparativo anual e de 4,9% no mensal, assim como a expans\u00e3o de \u00e1reas, plantada e a ser colhida. O sorgo deve ocupar 1,4 milh\u00e3o de hectares, correspondendo a 1,7% das \u00e1reas destinadas a cereais, leguminosas e oleaginosas na safra 2025, e 1,3% de participa\u00e7\u00e3o nessa produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><b>TOMATE &#8211; <\/b>A estimativa da produ\u00e7\u00e3o foi de <b>4,5 milh\u00f5es de toneladas<\/b>, crescimento de 2,1% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e decr\u00e9scimo de 3,8% em rela\u00e7\u00e3o ao volume produzido em 2024. No comparativo mensal, houve aumento de 3,5% na \u00e1rea a ser colhida e decl\u00ednio de 1,4% no rendimento m\u00e9dio. Os maiores produtores de tomate s\u00e3o Goi\u00e1s, com 1,5 milh\u00e3o de toneladas ou 32,8% do total nacional; S\u00e3o Paulo, com 1,1 milh\u00e3o de toneladas e participa\u00e7\u00e3o de 24,0% e Minas Gerais, com 557,6 mil toneladas e participa\u00e7\u00e3o de 12,4%.<\/p>\n<p>&#013;<br \/>\nInfo Econ\u00f4mico  &#8211; Seu Portal de Not\u00edcias Econ\u00f4micas &#013;<br \/>\nFonte <a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-sala-de-imprensa\/42682-em-janeiro-ibge-preve-safra-de-325-3-milhoes-de-toneladas-para-2025.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Em janeiro, IBGE prev\u00ea safra de\u00a0325,3 milh\u00f5es de toneladas para 2025<\/a>&#013;<br \/>\n<br \/>&#013;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"padding:0% 2%;0% 2%\"> Procurando um novo nome de dom\u00ednio? <span style=\"color:#ffc107\"><a href=\"https:\/\/itasite.supersite2.myorderbox.com\/\">Experimente a pesquisa por nomes.<\/a><\/span><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em janeiro, a produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2025 deve totalizar 325,3 milh\u00f5es de toneladas, 11,1% maior que a obtida em 2024 (292,7 milh\u00f5es de toneladas com aumento de 32,6 milh\u00f5es de toneladas; e 0,8% acima da informada em dezembro, com acr\u00e9scimo de 2,7 milh\u00f5es de toneladas. 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