{"id":19788,"date":"2019-03-13T20:02:31","date_gmt":"2019-03-13T23:02:31","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/plinio-valerio-defende-diminuicao-de-impostos-sobre-os-alimentos\/"},"modified":"2019-03-13T20:02:31","modified_gmt":"2019-03-13T23:02:31","slug":"plinio-valerio-defende-diminuicao-de-impostos-sobre-os-alimentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/plinio-valerio-defende-diminuicao-de-impostos-sobre-os-alimentos\/","title":{"rendered":"Pl\u00ednio Val\u00e9rio defende diminui\u00e7\u00e3o de impostos sobre os alimentos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left\"><span>O senador Pl\u00ednio Val\u00e9rio (PSDB-AM) defendeu nesta quarta-feira (13) em Plen\u00e1rio uma redu\u00e7\u00e3o nos impostos incidentes sobre alimentos. Para ele, o Brasil cobra as maiores taxas e a popula\u00e7\u00e3o mais pobre \u00e9 a mais penalizada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span>O parlamentar mencionou dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Alimentos (Abia), segundo os quais o peso m\u00e9dio dos tributos sobre alimentos no pa\u00eds chega a 22,5%, enquanto o padr\u00e3o internacional fica em torno de 6,5% no pre\u00e7o final ao consumidor. No caso dos enlatados, chega a 37,5%. J\u00e1 no caso do arroz e do feij\u00e3o, os tributos m\u00e9dios ficam em 18%.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span>\u2014\u00a0Constate-se este absurdo: o Brasil, com uma imensa produ\u00e7\u00e3o de alimentos e uma popula\u00e7\u00e3o pobre, cobra da popula\u00e7\u00e3o pobre 22,5%, enquanto a Alemanha fixa imposto m\u00e9dio de 7% sobre a comida, e a Fran\u00e7a, 5%. Trata-se de um equa\u00e7\u00e3o simples: menos impostos, como eu defendo, significa mais dinheiro no bolso, significa mais consumo, mais produ\u00e7\u00e3o e mais emprego.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span>O senador salientou que parte da popula\u00e7\u00e3o vai ganhar menos do que um sal\u00e1rio m\u00ednimo de aposentadoria ap\u00f3s a reforma da Previd\u00eancia. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span>\u2014 \u00c9 o pobre que paga mais. Quem mais sente quando compra alimento \u00e9 o pobre. O rico vai a 10% do seu sal\u00e1rio \u2014 e por rico entenda-se de R$ 6 mil em diante \u2014 e o pobre chega at\u00e9 30% do seu sal\u00e1rio. E o quadro brasileiro se agrava, porque o sistema tribut\u00e1rio \u00e9 injusto, ele \u00e9 muito injusto \u2014 disse o senador.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span>Para ele, \u00e9 preciso diminuir a carga tribut\u00e1ria dos alimentos para que os mais pobres n\u00e3o tenham que gastar 30% do sal\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span>\u2014\u00a0S\u00f3 para comer, o trabalhador brasileiro paga 12% de sua renda ao governo. Eu estou falando do trabalhador daqueles de dois sal\u00e1rios m\u00ednimos ou do sal\u00e1rio m\u00ednimo para baixo. Quando se verifica o imposto incidente sobre cada produto, constata-se verdadeiros absurdos \u2014 afirmou Pl\u00ednio Val\u00e9rio.<\/span><\/p>\n<p>Fonte: Senado Noticias Gerais<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O senador Pl\u00ednio Val\u00e9rio (PSDB-AM) defendeu nesta quarta-feira (13) em Plen\u00e1rio uma redu\u00e7\u00e3o nos impostos incidentes sobre alimentos. 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