{"id":19663,"date":"2019-03-12T15:49:41","date_gmt":"2019-03-12T18:49:41","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/em-janeiro-producao-industrial-cai-08\/"},"modified":"2019-03-12T15:49:41","modified_gmt":"2019-03-12T18:49:41","slug":"em-janeiro-producao-industrial-cai-08","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/em-janeiro-producao-industrial-cai-08\/","title":{"rendered":"Em janeiro, produ\u00e7\u00e3o industrial cai 0,8%"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/releases_2017\/PIM_PF_brasil_relea.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em janeiro de 2019, a produ\u00e7\u00e3o industrial nacional caiu 0,8% frente a dezembro de 2018 (s\u00e9rie com ajuste sazonal),eliminando, assim, a varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,2% observada no m\u00eas anterior. Em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2018 (s\u00e9rie sem ajuste sazonal), a ind\u00fastria caiu 2,6%, ap\u00f3s recuar tamb\u00e9m em novembro (-1,0%) e dezembro de 2018 (-3,6%).<br \/> O acumulado nos \u00faltimos 12 meses ficou em 0,5%, mantendo a perda de ritmo iniciada em julho de 2018 (3,4%). A publica\u00e7\u00e3o completa da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) pode ser acessada \u00e0 direita.<\/big><\/p>\n<table style=\"height: 138px\" width=\"421\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 323.333px\">Janeiro 2019 \/ Dezembro 2018<\/td>\n<td style=\"width: 95.5556px\">-0,80%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 323.333px\">Janeiro 2019 \/ Janeiro 2018<\/td>\n<td style=\"width: 95.5556px\">-2,60%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 323.333px\">Acumulado em 2019<\/td>\n<td style=\"width: 95.5556px\">-2,60%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 323.333px\">Acumulado em 12 meses<\/td>\n<td style=\"width: 95.5556px\">0,50%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 323.333px\">M\u00e9dia M\u00f3vel Trimestral<\/td>\n<td style=\"width: 95.5556px\">-0,20%<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>13 dos 26 ramos industriais ca\u00edram<\/strong><\/p>\n<p>No recuo de 0,8% da ind\u00fastria na passagem de dezembro de 2018 para janeiro de 2019, tr\u00eas das quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 13 dos 26 ramos pesquisados tiveram quedas na produ\u00e7\u00e3o. Entre as atividades, a influ\u00eancia negativa mais significativa foi de produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos (-10,3%), revertendo, dessa forma, o crescimento de 7,8% acumulado em novembro e dezembro de 2018. Vale destacar os resultados negativos de ind\u00fastrias extrativas (-1,0%), m\u00e1quinas e equipamentos (-2,9%), celulose, papel e produtos de papel (-2,6%), coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (-0,8%), outros equipamentos de transporte (-5,1%), couro, artigos para viagem e cal\u00e7ados (-3,2%) e ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-0,5%).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o Industrial por Grandes Categorias Econ\u00f4micas &#8211; Brasil &#8211; Janeiro de 2019<\/strong><\/p>\n<table style=\"width: 842.566px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 168px\" rowspan=\"2\">Grandes Categorias Econ\u00f4micas<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 659.566px\" colspan=\"4\">Varia\u00e7\u00e3o (%)<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 194px\">Janeiro 2019\/Dezembro 2018*<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 160px\">Janeiro 2019\/Janeiro 2018<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 140px\">Acumulado no ano<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 165.566px\">Acumulado nos \u00daltimos 12 Meses<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 168px\">Bens de Capital<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 194px\">-3,0<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 160px\">-7,7<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 140px\">-7,7<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 165.566px\">5,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 168px\">Bens Intermedi\u00e1rios<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 194px\">-0,1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 160px\">-1,3<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 140px\">-1,3<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 165.566px\">-0,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 168px\">Bens de Consumo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 194px\">-0,3<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 160px\">-3,4<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 140px\">-3,4<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 165.566px\">0,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 168px\">Dur\u00e1veis<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 194px\">0,5<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 160px\">-5,5<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 140px\">-5,5<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 165.566px\">5,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 168px\">Semidur\u00e1veis e n\u00e3o Dur\u00e1veis<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 194px\">-0,4<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 160px\">-2,9<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 140px\">-2,9<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 165.566px\">-0,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 168px\">Ind\u00fastria Geral<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 194px\">-0,8<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 160px\">-2,6<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 140px\">-2,6<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 165.566px\">0,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 827.566px\" colspan=\"5\">Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordena\u00e7\u00e3o de Ind\u00fastria\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 *S\u00e9rie com ajuste sazonal<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Por outro lado, entre os 13 ramos que cresceram, os desempenhos de maior relev\u00e2ncia vieram de: produtos aliment\u00edcios (1,5%), que, com o resultado de janeiro de 2018, acumulou 9,2% em tr\u00eas meses consecutivos de avan\u00e7o na produ\u00e7\u00e3o, devolvendo, assim, parte da perda de 10,4% acumulada no per\u00edodo julho-outubro de 2018; bebidas (6,1%), que intensificou o crescimento verificado no m\u00eas anterior (1,2%); e outros produtos qu\u00edmicos (3,6%), que eliminou parte da queda de 4,5% registrada nos dois \u00faltimos meses de 2018.<\/p>\n<p>Outros impactos positivos importantes foram observados nos setores de produtos do fumo (23,4%), de produtos de metal (3,2%), de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (3,7%) e de produtos t\u00eaxteis (4,0%).<\/p>\n<p>Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, ainda em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2018, bens de capital (-3,0%) teve a queda mais acentuada em janeiro, seu terceiro resultado negativo consecutivo, acumulando redu\u00e7\u00e3o de 10,2% no per\u00edodo. Bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-0,4%) e bens intermedi\u00e1rios (-0,1%) tamb\u00e9m recuaram no m\u00eas, com o primeiro revertendo o avan\u00e7o de 0,4% de dezembro de 2018, quando interrompeu a s\u00e9rie de quedas iniciada em julho de 2018 (-3,9%); e o segundo interrompendo dois meses consecutivos de alta, per\u00edodo em que acumulou ganho de 1,3%. Por outro lado, bens de consumo dur\u00e1veis (0,5%) teve a \u00fanica taxa positiva, eliminando parte da perda de 5,2% acumulada nos dois \u00faltimos meses de 2018.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9dia M\u00f3vel Trimestral varia -0,2%<\/strong><\/p>\n<p>Ainda na s\u00e9rie com ajuste sazonal, a m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral para a ind\u00fastria variou -0,2% no trimestre encerrado em janeiro de 2019 frente ao n\u00edvel do m\u00eas anterior, ap\u00f3s variar 0,1% em dezembro de 2018, quando interrompeu a trajet\u00f3ria descendente iniciada em agosto de 2018.<\/p>\n<p>Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, ainda nessa compara\u00e7\u00e3o, bens de capital (-3,5%) teve a queda mais intensa em janeiro de 2019, que se junta \u00e0s perdas observadas em novembro (-1,9%) e dezembro de 2018 (-2,4%). Bens de consumo dur\u00e1veis (-1,6%) e bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-0,3%) tamb\u00e9m recuaram, ambos no seu quinto m\u00eas seguido de queda e acumulando no per\u00edodo redu\u00e7\u00e3o de 8,1% e 3,0%, respectivamente. Por outro lado, bens intermedi\u00e1rios (0,4%) registrou a \u00fanica expans\u00e3o em janeiro de 2019, o segundo avan\u00e7o consecutivo nessa compara\u00e7\u00e3o, acumulando 0,6% nesse per\u00edodo.<\/p>\n<p><strong>Ind\u00fastria cai 2,6% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2018<\/strong><\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com janeiro de 2018, a ind\u00fastria recuou 2,6% em janeiro de 2019, com quedas nas quatro grandes categorias econ\u00f4micas, 18 dos 26 ramos, 50 dos 79 grupos e 58,5% dos 805 produtos pesquisados. Vale citar que janeiro de 2019 (22 dias) teve o mesmo n\u00famero de dias \u00fateis que igual m\u00eas do ano anterior (22).<\/p>\n<p>Entre as atividades, produtos aliment\u00edcios (-4,0%), produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos (-22,5%) e m\u00e1quinas e equipamentos (-10,3%) exerceram as maiores influ\u00eancias negativas, pressionadas, em grande medida, pela menor fabrica\u00e7\u00e3o dos itens tortas, baga\u00e7os, farelos e outros res\u00edduos da extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo de soja, a\u00e7\u00facar cristal, VHP e refinado de cana-de-a\u00e7\u00facar, sucos concentrados de laranja, \u00f3leo de soja em bruto, balas e pastilhas, ra\u00e7\u00f5es e carnes e miudezas de aves frescas ou refrigeradas, na primeira; medicamentos, na segunda; e m\u00e1quinas para o setor de celulose, rolamentos de esferas, agulhas, cilindros ou roletes para equipamentos industriais, m\u00e1quinas para colheita e suas partes e pe\u00e7as, aparelhos de ar-condicionado de paredes e de janelas (inclusive os do tipo split system), tratores agr\u00edcolas, motoniveladores, m\u00e1quinas para extra\u00e7\u00e3o ou prepara\u00e7\u00e3o de \u00f3leo, turbinas e rodas hidr\u00e1ulicas, m\u00e1quinas para o setor de material pl\u00e1stico, m\u00e1quinas port\u00e1teis para furar, serrar, cortar ou aparafusar, partes e pe\u00e7as de motores para m\u00e1quinas industriais e refrigeradores, vitrinas, c\u00e2maras frigor\u00edficas e semelhantes para uso industrial ou comercial, na \u00faltima.<\/p>\n<p>Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas relevantes vieram de: ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-3,7%), equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (-10,2%), manuten\u00e7\u00e3o, repara\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos (-14,2%), metalurgia <br \/> (-2,7%), celulose, papel e produtos de papel (-3,9%), produtos de madeira (-8,2%), outros equipamentos de transporte (-8,7%) e produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-2,6%).<\/p>\n<p>Ainda no confronto com igual m\u00eas de 2018, bens de capital (-7,7%) e bens de consumo dur\u00e1veis (-5,5%) apresentaram, em janeiro de 2019, as redu\u00e7\u00f5es mais acentuadas entre as grandes categorias econ\u00f4micas. Bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-2,9%) tamb\u00e9m registrou queda mais elevada do que a m\u00e9dia nacional (-2,6%), enquanto o segmento de bens intermedi\u00e1rios (-1,3%) teve a taxa negativa menos intensa.<\/p>\n<p>Bens de capital (-7,7%) registrou em janeiro de 2019 a segunda queda seguida, a mais intensa desde outubro de 2016 (-8,2%). Na forma\u00e7\u00e3o do \u00edndice desse m\u00eas, o segmento foi influenciado, em grande medida, pela queda no grupamento de bens de capital para equipamentos de transporte (-6,9%), pressionado, principalmente, pela menor fabrica\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos para transporte de mercadorias, caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques, avi\u00f5es e vag\u00f5es de passageiros e para transporte de mercadorias. As demais quedas foram registradas por bens de capital para fins industriais (-9,5%), agr\u00edcolas (-6,9%), para constru\u00e7\u00e3o (-3,9%), para energia el\u00e9trica (-0,9%) e de uso misto (-2,3%).<\/p>\n<p>O segmento de bens de consumo dur\u00e1veis recuou 5,5% em janeiro de 2019 frente a igual per\u00edodo do ano anterior, marcando, dessa forma, a terceira taxa negativa consecutiva nessa compara\u00e7\u00e3o, mas com queda menos acentuada do que a do m\u00eas anterior (-13,6%). Nesse m\u00eas, o setor foi particularmente pressionado pela redu\u00e7\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis <br \/> (-3,8%) e de eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha marrom\u201d (-13,6%). Vale citar tamb\u00e9m os recuos assinalados por m\u00f3veis (-5,1%) e outros eletrodom\u00e9sticos (-9,6%). J\u00e1 os principais impactos positivos foram em eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha branca\u201d (1,1%) e motocicletas (3,6%).<\/p>\n<p>Ainda nessa compara\u00e7\u00e3o, bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis recuou 2,9% em janeiro de 2019, terceira taxa negativa consecutiva e a mais intensa dessa sequ\u00eancia. O desempenho nesse m\u00eas deve-se principalmente \u00e0 queda verificada em n\u00e3o-dur\u00e1veis (-9,2%), pressionado, em grande parte, pela menor fabrica\u00e7\u00e3o de medicamentos. Vale citar tamb\u00e9m os resultados negativos nos subsetores de carburantes (-8,1%) e de semidur\u00e1veis\u00a0 (-2,8%), influenciados, sobretudo, pelos recuos registrados nos itens gasolina automotiva e \u00e1lcool et\u00edlico, no primeiro; e cal\u00e7ados de pl\u00e1stico moldado, cal\u00e7ados de material sint\u00e9tico feminino, cds, cal\u00e7as, bermudas, jardineiras, shorts e semelhantes de malha de uso feminino, tapetes e outros revestimentos para pavimentos, dvds, vestu\u00e1rio e seus acess\u00f3rios de malha para beb\u00eas, roupas de banho de tecidos de algod\u00e3o, cal\u00e7as compridas e garrafas t\u00e9rmicas, no segundo.<\/p>\n<p>Por outro lado, o grupamento de alimentos e bebidas elaborados para consumo dom\u00e9stico (1,0%) apresentou a \u00fanica taxa positiva nessa categoria, impulsionado, principalmente, pela expans\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de cervejas, chope, sorvetes e picol\u00e9s, refrigerantes, carnes de bovinos congeladas e bombons e chocolates em barras.<\/p>\n<p>J\u00e1 bens intermedi\u00e1rios caiu 1,3% em janeiro de 2019 frente a janeiro de 2018, mantendo o comportamento negativo dos \u00faltimos quatro meses de 2018: setembro (-2,8%), outubro <br \/> (-0,6%), novembro (-1,4%) e dezembro (-2,7%). O resultado desse m\u00eas foi explicado, principalmente, pelos recuos nos produtos associados \u00e0s atividades de produtos aliment\u00edcios (-10,5%), de m\u00e1quinas e equipamentos (-12,7%), de metalurgia (-2,7%), de celulose, papel e produtos de papel (-4,5%), de produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-1,8%), de produtos t\u00eaxteis (-3,6%) e de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-0,2%), enquanto as press\u00f5es positivas foram registradas por coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (4,0%), produtos de metal (5,5%), ind\u00fastrias extrativas (1,0%), outros produtos qu\u00edmicos (0,4%) e produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (0,2%).<\/p>\n<p>Ainda nessa categoria econ\u00f4mica, vale citar tamb\u00e9m os resultados assinalados pelos grupamentos de insumos t\u00edpicos para constru\u00e7\u00e3o civil (-0,3%), que registrou a terceira queda seguida, mas a menos intensa dessa sequ\u00eancia; e de embalagens (2,3%), que voltou a crescer ap\u00f3s recuar 2,6% no m\u00eas anterior, quando interrompeu seis meses de taxas positivas consecutivas nesse tipo de compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em janeiro de 2019, a produ\u00e7\u00e3o industrial nacional caiu 0,8% frente a dezembro de 2018 (s\u00e9rie com ajuste sazonal),eliminando, assim, a varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,2% observada no m\u00eas anterior. 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