{"id":19596,"date":"2019-03-11T10:50:46","date_gmt":"2019-03-11T13:50:46","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/em-fevereiro-ibge-preve-alta-de-10-na-safra-de-graos-de-2019\/"},"modified":"2019-03-11T10:50:46","modified_gmt":"2019-03-11T13:50:46","slug":"em-fevereiro-ibge-preve-alta-de-10-na-safra-de-graos-de-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/em-fevereiro-ibge-preve-alta-de-10-na-safra-de-graos-de-2019\/","title":{"rendered":"Em fevereiro, IBGE prev\u00ea alta de 1,0% na safra de gr\u00e3os de 2019"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/releases_2017\/LSPA_release.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em fevereiro, a produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2019 foi estimada em 228,8 milh\u00f5es de toneladas, 1,0% superior a 2018 (mais 2,3 milh\u00f5es de toneladas) e 0,8% inferior a janeiro (menos 1,9 milh\u00e3o de toneladas). A estimativa da \u00e1rea a ser colhida foi de 61,9 milh\u00f5es de hectares, aumento de 1,7% frente a 2018 (mais 1,0 milh\u00e3o de hectares) e queda de 0,3% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro (menos 187,7 mil hectares).<\/big><\/p>\n<table width=\"648\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"342\"><strong>Estimativa de fevereiro para 2019<\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"306\">228,8 milh\u00f5es de toneladas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"342\"><strong>Varia\u00e7\u00e3o safra 2019 \/ safra 2018<\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"306\">1,0% (2,3 milh\u00f5es de toneladas)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"342\"><strong>Varia\u00e7\u00e3o safra 2019 \/ 1\u00aa estimativa 2019<\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"306\">-0,8% (-1,9 milh\u00f5es de toneladas)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O arroz, o milho e a soja representaram 93,3% da estimativa da produ\u00e7\u00e3o e responderam por 87,3% da \u00e1rea a ser colhida. Em rela\u00e7\u00e3o a 2018, houve aumento de 3,3% na \u00e1rea do milho, 1,7% na \u00e1rea da soja e queda de 9,4% na \u00e1rea de arroz. J\u00e1 na produ\u00e7\u00e3o, ocorreram quedas de 3,8% para a soja, de 10,9% para o arroz e aumento de 9,8% para o milho. Entre as Unidades da Federa\u00e7\u00e3o, Mato Grosso lidera a produ\u00e7\u00e3o nacional de gr\u00e3os, com uma participa\u00e7\u00e3o de 26,2%, seguido pelo Paran\u00e1 (16,0%), Rio Grande do Sul (14,6%), Goi\u00e1s (9,6%), Mato Grosso do Sul (8,2%) e Minas Gerais (5,9%). Somados, esses seis estados representaram 80,5% do total nacional. O material de apoio do LSPA est\u00e1 nesta p\u00e1gina.<\/big><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"margin-left: auto;margin-right: auto\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_economicas\/2019_03\/lspa-release-grafico-oisuiou.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribui\u00e7\u00e3o: Centro-Oeste (101,6 milh\u00f5es de toneladas); Sul (76,4 milh\u00f5es de toneladas); Sudeste (23,1 milh\u00f5es de toneladas); Nordeste (18,8 milh\u00f5es de toneladas) e Norte (8,9 milh\u00f5es de toneladas). Em rela\u00e7\u00e3o a 2018, houve aumentos na Regi\u00e3o Centro-Oeste (0,6%), na Regi\u00e3o Sul (2,6%) e na Regi\u00e3o Sudeste (0,8%), de estabilidade na Regi\u00e3o Norte (0,0%) e queda na Regi\u00e3o Nordeste (-1,9%).<\/p>\n<p><strong>Destaques na estimativa de fevereiro de 2019 em rela\u00e7\u00e3o a janeiro<\/strong><\/p>\n<p>Em fevereiro, frente a janeiro, destacam-se as varia\u00e7\u00f5es das estimativas de produ\u00e7\u00e3o de: feij\u00e3o 2\u00aa safra (4,5%), algod\u00e3o herb\u00e1ceo (3,7%), uva (3,5%), milho 2\u00aa safra (0,3%), feij\u00e3o 3\u00aa safra (0,2%), milho 1\u00aa safra (-1,0%), soja (-1,2%), feij\u00e3o 1\u00aa safra (-3,3%) e arroz (-6,2%).<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 varia\u00e7\u00e3o absoluta, os destaques positivos foram o milho 2\u00aa safra (202.522 t), o algod\u00e3o herb\u00e1ceo (199.760 t), o feij\u00e3o 2\u00aa safra (50.377 t), a uva (47.861 t) e o feij\u00e3o 3\u00aa safra (1.110 t). Os destaques negativos foram soja (-1.328.038 t), arroz (-696.033 t), milho 1\u00aa safra (-269.465 t) e ao feij\u00e3o 1\u00aa safra (-3.313 t).<\/p>\n<p><strong>ALGOD\u00c3O HERB\u00c1CEO (em caro\u00e7o) \u2013 <\/strong>A estimativa da produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o foi de 5,6 milh\u00f5es de toneladas, aumento de 3,7% em rela\u00e7\u00e3o ao janeiro, recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica do IBGE. A Bahia informou um crescimento de 18,6% na produ\u00e7\u00e3o. As lavouras chegaram a ser prejudicadas pela falta de chuva, contudo, o retorno proporcionou uma recupera\u00e7\u00e3o da produtividade em fevereiro. A produ\u00e7\u00e3o estimada do estado alcan\u00e7ou 1,3 milh\u00e3o toneladas, correspondendo a 22,7% da safra a ser colhida pelo pa\u00eds este ano.<\/p>\n<p>No Mato Grosso, a estimativa da produ\u00e7\u00e3o foi de 3,7 milh\u00f5es de toneladas, representando 67,2% de todo algod\u00e3o a ser colhido pelo pa\u00eds em 2019. Em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, a estimativa da produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o encontra-se 13,0% maior, devido ao crescimento de 22,1% da \u00e1rea a ser plantada. No Maranh\u00e3o e no Piau\u00ed, as estimativas de produ\u00e7\u00e3o encontram-se 25,2% e 106,1% maiores, respectivamente, devendo a produ\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ar 114,8 e 51,4 mil toneladas.<\/p>\n<p><strong>ARROZ (em casca) \u2013 <\/strong>A estimativa da produ\u00e7\u00e3o caiu 6,2% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, correspondendo a uma redu\u00e7\u00e3o de 696,0 mil toneladas. Houve quedas de 2,1% na \u00e1rea plantada, de 3,0% na \u00e1rea a ser colhida e de 3,3% no rendimento m\u00e9dio. A produ\u00e7\u00e3o deve alcan\u00e7ar 10,5 milh\u00f5es de toneladas. No Rio Grande do Sul, maior produtor brasileiro (69,8% do total nacional), a estimativa da produ\u00e7\u00e3o caiu 8,2% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro. Nos \u00faltimos anos, em virtude dos pre\u00e7os pouco compensadores, t\u00eam-se verificado, no Rio Grande do Sul, redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea plantada com arroz irrigado em fun\u00e7\u00e3o do aumento do plantio de soja. A rota\u00e7\u00e3o dessas culturas melhora o solo e favorece o rendimento m\u00e9dio de ambas.<\/p>\n<p><strong>FEIJ\u00c3O (em gr\u00e3o) \u2013<\/strong> A produ\u00e7\u00e3o estimada, considerando-se as tr\u00eas safras do produto, foi de 2,9 milh\u00f5es de toneladas, aumento de 0,3% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra de 2018, a produ\u00e7\u00e3o total dever\u00e1 ser 1,2% menor. A <strong>1\u00aa safra de feij\u00e3o<\/strong> foi estimada em 1,3 milh\u00e3o de toneladas, redu\u00e7\u00e3o de 3,3% frente ao m\u00eas anterior, o que representou 43.313 toneladas a menos. Os destaques negativos ficaram com o Paran\u00e1 e Goi\u00e1s.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o paranaense foi estimada em 248,3 mil toneladas, redu\u00e7\u00e3o de 4,6% (12.053 toneladas), devido ao forte calor e \u00e0 irregularidade das chuvas. A produ\u00e7\u00e3o goiana foi reduzida em 10,1%, devendo alcan\u00e7ar 96,9 mil toneladas, com a \u00e1rea colhida (-2,2%) e o rendimento m\u00e9dio (-8,1%). A compara\u00e7\u00e3o anual, para a 1\u00aa safra, mostra uma redu\u00e7\u00e3o de 16,9% na produ\u00e7\u00e3o. Estados produtores importantes reduziram suas estimativas de produ\u00e7\u00e3o, entre eles: Bahia (-32,2%), Minas Gerais (-8,8%), S\u00e3o Paulo (-33,3%), Paran\u00e1 (-19,4%), Rio Grande do Sul (-9,8%) e Goi\u00e1s (-27,9%).<\/p>\n<p>A <strong>2\u00aa safra de feij\u00e3o<\/strong> foi estimada com alta de 4,5% (50.377 toneladas) frente \u00e0 \u00faltima estimativa. O Paran\u00e1, que foi o maior respons\u00e1vel por esse crescimento, teve um aumento de 17,7% (60.198 toneladas). A estimativa de produ\u00e7\u00e3o para a 2\u00aa safra foi 17,3% superior a 2018. A Regi\u00e3o Nordeste teve influ\u00eancia nesse resultado, com crescimento de 101,0%, em decorr\u00eancia dos aumentos nas estimativas de produ\u00e7\u00e3o de Pernambuco (44,3%), Alagoas (154,2%), Sergipe (339,6%), Para\u00edba (38,5%), Cear\u00e1 (35,2%) e Bahia (248,3%). O Paran\u00e1\u00a0tamb\u00e9m contribuiu, tendo estimado altas de 45,4% na produ\u00e7\u00e3o e de 39,5% no rendimento m\u00e9dio, que, em 2018, ficou muito abaixo da m\u00e9dia, com a falta de chuvas.<\/p>\n<p>Para a <strong>3\u00aa safra de feij\u00e3o<\/strong>, a previs\u00e3o \u00e9 de alta de 0,2% na produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a janeiro. Frente ao ano anterior, a 3\u00aa safra deve crescer 10,1%. Em Minas Gerais e Goi\u00e1s, as maiores influ\u00eancias na estimativa, s\u00e3o esperados, respectivamente, crescimentos de 3,5% e 11,1%.<\/p>\n<p><strong>MILHO (em gr\u00e3o) \u2013<\/strong> Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00faltima informa\u00e7\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o decresceu apenas 66,9 mil toneladas (0,1%), totalizando 89,4 milh\u00f5es de toneladas. Em rela\u00e7\u00e3o a 2018, a estimativa da produ\u00e7\u00e3o encontra-se 9,8% maior. Para a <strong>1\u00aa safra<\/strong>, a estimativa da produ\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou 26,1 milh\u00f5es de toneladas (-1,0% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00faltima informa\u00e7\u00e3o). Houve decl\u00ednios de 17,2% (ou menos 306,0 mil toneladas) na estimativa da produ\u00e7\u00e3o de Goi\u00e1s (1,5 milh\u00e3o de toneladas), e do Maranh\u00e3o, que estimou uma safra 9,3% menor, totalizando 901,4 mil toneladas.<\/p>\n<p>No Rio Grande do Sul, houve crescimento de 2,6% na estimativa da produ\u00e7\u00e3o, totalizando 5,5 milh\u00f5es de toneladas. Em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, a estimativa da produ\u00e7\u00e3o foi 1,4% maior. Os maiores crescimentos da produ\u00e7\u00e3o em 2019 s\u00e3o esperados para Paran\u00e1 (7,2%), Santa Catarina (9,4%), Rio Grande do Sul (20,7%) e Mato Grosso do Sul (11,1%).<\/p>\n<p>Em decorr\u00eancia do plantio antecipado da soja, aguarda-se um maior per\u00edodo para a \u201cjanela de plantio\u201d para o <strong>milho 2\u00aa safra<\/strong>. A estimativa da produ\u00e7\u00e3o (63,3 milh\u00f5es de toneladas) representa aumento de 0,3% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00faltima estimativa e de 13,7% em rela\u00e7\u00e3o a 2018. Os maiores aumentos da produ\u00e7\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o a janeiro, foram estimados para Paran\u00e1 (0,6%) e Goi\u00e1s (1,4%). No Paran\u00e1, segundo maior produtor (20,2% do total nacional), foi estimada um crescimento de 78,7 mil toneladas na produ\u00e7\u00e3o. Para Goi\u00e1s, foi estimado um aumento de 115,7 mil toneladas na produ\u00e7\u00e3o, devendo alcan\u00e7ar 8,4 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p><strong>SOJA (em gr\u00e3o) \u2013 <\/strong>em fevereiro, a estimativa da produ\u00e7\u00e3o (113,4 milh\u00f5es de toneladas) caiu 1,2% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro. As maiores redu\u00e7\u00f5es foram no Maranh\u00e3o (-2,8%), Paran\u00e1 <br \/> (-3,0%), Rio Grande do Sul (-0,9%) e Goi\u00e1s (-2,3%). O decl\u00ednio da produ\u00e7\u00e3o da soja decorreu de problemas clim\u00e1ticos em alguns estados produtores importantes. As lavouras de soja plantada antecipadamente sofreram mais, pois a seca ocorreu durante o florescimento e o preenchimento dos gr\u00e3os. As lavouras plantadas mais tardiamente t\u00eam suportado melhor o per\u00edodo seco. A colheita est\u00e1 em andamento e apenas com o t\u00e9rmino a extens\u00e3o das perdas ser\u00e1 conhecida. Em rela\u00e7\u00e3o a 2018, apesar da alta de 1,7% na \u00e1rea plantada, a estimativa da produ\u00e7\u00e3o da soja encontra-se 3,8% menor, em decorr\u00eancia do decl\u00ednio de 5,4% no rendimento m\u00e9dio. Os problemas clim\u00e1ticos na atual safra est\u00e3o mais intensos que em 2018.<\/p>\n<p><strong>UVA \u2013 <\/strong>A estimativa da produ\u00e7\u00e3o brasileira alcan\u00e7ou 1,4 milh\u00e3o de toneladas, crescimento de 3,5% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro. Em fevereiro, Pernambuco reavaliou suas estimativas, informando aumento de 19,4% na produ\u00e7\u00e3o, devendo alcan\u00e7ar 421,5 mil toneladas (30,1% da produ\u00e7\u00e3o nacional). O rendimento m\u00e9dio (50.974 kg\/ha) \u00e9 o maior do pa\u00eds. A produ\u00e7\u00e3o pernambucana de uvas concentra-se em per\u00edmetros irrigados no Vale do Rio S\u00e3o Francisco. O clima seco e a abund\u00e2ncia de \u00e1gua para irriga\u00e7\u00e3o, aliado \u00e0 elevada tecnologia de produ\u00e7\u00e3o, inclusive ao uso de variedades altamente produtivas e bem aceitas no mercado externo, permitem a colheita at\u00e9 tr\u00eas vezes por ano, o que impacta positivamente na produtividade.<\/p>\n<p>Em fevereiro, a produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha foi reavaliada com queda de 3,2%, devendo alcan\u00e7ar 624,5 mil toneladas. O Rio Grande do Sul \u00e9 o maior produtor nacional da fruta (44,6% da produ\u00e7\u00e3o nacional). Em rela\u00e7\u00e3o a 2018, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de uvas cai 12,1%, sendo influenciada pela redu\u00e7\u00e3o de 10,8% no rendimento m\u00e9dio. No Rio Grande do Sul, a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 24,1% menor, tendo o rendimento m\u00e9dio declinado 21,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2018, quando a produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha alcan\u00e7ou 822,7 mil toneladas, 51,7% de toda a produ\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Fonte: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em fevereiro, a produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2019 foi estimada em 228,8 milh\u00f5es de toneladas, 1,0% superior a 2018 (mais 2,3 milh\u00f5es de toneladas) e 0,8% inferior a janeiro (menos 1,9 milh\u00e3o de toneladas). 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