{"id":18139,"date":"2019-02-21T19:23:35","date_gmt":"2019-02-21T22:23:35","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-trimestral-desocupacao-cai-em-6-das-27-ufs-no-4o-trimestre-de-2018\/"},"modified":"2019-02-21T19:23:35","modified_gmt":"2019-02-21T22:23:35","slug":"pnad-continua-trimestral-desocupacao-cai-em-6-das-27-ufs-no-4o-trimestre-de-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-trimestral-desocupacao-cai-em-6-das-27-ufs-no-4o-trimestre-de-2018\/","title":{"rendered":"PNAD Cont\u00ednua trimestral: desocupa\u00e7\u00e3o cai em 6 das 27 UFs  no 4\u00ba trimestre de 2018"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/releases_2017\/PNADC_Release.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big> No Brasil, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o foi de 11,6%, 0,3 ponto percentual abaixo do trimestre anterior (11,9%). Considerando-se as varia\u00e7\u00f5es estaticamente significativas, em 6 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o, a taxa caiu em rela\u00e7\u00e3o ao terceiro trimestre de 2018. Por outro lado, a taxa subiu apenas na Bahia (1,2 p.p.), indo de 16,2% para 17,4%. As quedas ocorreram em Sergipe (-2,5 p.p.), Pernambuco (1,2 p.p.), Esp\u00edrito Santo (-1,0 p.p.), Rio Grande do Sul (-0,8 p.p.), Paran\u00e1 (-0,8 p.p.) e S\u00e3o Paulo (-0,7 p.p). No quarto trimestre de 2018, as maiores taxas de desocupa\u00e7\u00e3o entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o foram Amap\u00e1 (19,6%), Bahia (17,4%), e Alagoas (15,9%). As menores taxas de desocupa\u00e7\u00e3o foram observadas em Santa Catarina (6,4%), Mato Grosso (6,9%) e Mato Grosso do Sul (7,0%). Entre as regi\u00f5es, apenas a Sul n\u00e3o permaneceu est\u00e1vel nessa compara\u00e7\u00e3o (queda de 7,9% para 7,3%).<br \/><\/big><big><br \/>J\u00e1 a <strong>taxa de desocupa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia anual<\/strong> caiu em 18 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2017. As quedas ocorreram em Mato Grosso (-1,1 p.p.), Tocantins (-1,1 p.p.), Minas Gerais (-0,5 p.p.), Cear\u00e1 (-1,3 p.p.), Goi\u00e1s (-1,4 p.p.), Mato Grosso do Sul (-0,9 p.p.), Rio Grande do Sul (-0,3 p.p.), Santa Catarina (-0,7 p.p.), Paran\u00e1 (-0,2 p.p.), S\u00e3o Paulo (-0,1 p.p.), Esp\u00edrito Santo (-1,6 p.p.), Pernambuco (-1,0 p.p.), Para\u00edba (-0,3 p.p.), Rio Grande do Norte (-0,9 p.p.), Piau\u00ed (-0,1 p.p.), Par\u00e1 (-0,7 p.p.), Amazonas (-1,8 p.p.) e Acre (-0,6 p.p.). <br \/>As maiores <strong>taxas m\u00e9dias anuais<\/strong> entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o foram: Amap\u00e1 (20,2%), Alagoas (17,0%) Pernambuco (16,7%) e Sergipe (16,6%). As menores taxas foram observadas em Santa Catarina (6,4%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Mato Grosso (7,9%).<\/p>\n<p>No quarto trimestre de 2018, a <strong>taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho<\/strong> (que agrega os desocupados, os subocupados por insufici\u00eancia de horas e a for\u00e7a de trabalho potencial) foi de 23,9%, o que representa 26,96 milh\u00f5es de pessoas. Piau\u00ed (41,4%), Bahia (39,6%) e Maranh\u00e3o (38,4%) apresentaram as maiores taxas de subutiliza\u00e7\u00e3o e as menores taxas foram em Santa Catarina (11,2%), Mato Grosso (14,3%), Rio Grande do Sul (15,5%). <\/p>\n<p>Enquanto isso, a m\u00e9dia anual foi de 24,4%, o que representa 27,4 milh\u00f5es de pessoas. Piau\u00ed (40,4%), Bahia (39,6%) e Maranh\u00e3o (38,6%) apresentaram as maiores taxas m\u00e9dias anuais de subutiliza\u00e7\u00e3o e as menores foram em Santa Catarina (10,9%), Mato Grosso (15,1%) e Rio Grande do Sul (15,1%).<\/p>\n<p> O <strong>contingente de desalentados<\/strong> no quarto trimestre de 2018 foi de 4,70 milh\u00f5es de pessoas de 14 anos ou mais de idade, valor est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba trimestre de 2018 (4,78 milh\u00f5es). Houve aumento de 8,1% frente ao 4\u00ba trimestre de 2018, quando eram 4,35 milh\u00f5es de pessoas desalentadas. Os maiores contingentes estavam na Bahia (804 mil pessoas) e no Maranh\u00e3o (512 mil) e os menores em Roraima e no Amap\u00e1, com 10 e 11 mil pessoas, respectivamente.<\/p>\n<p>Por sua vez, a m\u00e9dia anual em 2018 foi de 4,73 milh\u00f5es de pessoas de 14 anos ou mais de idade, valor 13,4% maior que o de 2017 (4,17 milh\u00f5es). Os maiores contingentes estavam na Bahia (820 mil pessoas) e no Maranh\u00e3o (492 mil) e os menores em Roraima e no Amap\u00e1, com 12 e 13 mil pessoas, respectivamente.<\/p>\n<p>O <strong>percentual de pessoas desalentadas<\/strong> (em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o na for\u00e7a de trabalho ou desalentada), no 4\u00ba trimestre de 2018, foi de 4,3%, est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior (4,3%). Entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o, Maranh\u00e3o (16,2%) e Alagoas (15,7%) tinham as maiores taxas de desalento e Rio de Janeiro (1,0%) e Santa Catarina (0,8%), as menores.<\/p>\n<p>A m\u00e9dia anual, enquanto isso, ficou em de 4,3%, taxa 12,3% maior que a de 2017 (3,9%). Entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o, Alagoas (16,4%) e Maranh\u00e3o (15,7%) tinham as maiores taxas de desalento e Rio de Janeiro (1,1%) e Santa Catarina (0,8%), as menores.<\/p>\n<p>No setor privado do pa\u00eds, 74,1% dos empregados tinham <strong>carteira de trabalho assinada<\/strong>. Os menores percentuais de empregados com carteira no setor privado estavam nas Regi\u00f5es Nordeste (59,9%) e Norte (61,9%); o maior estava no Sul (82,9%). As UFs com os maiores percentuais foram Santa Catarina (86,8%), Rio Grande do Sul (82,0%) e S\u00e3o Paulo (80,3%), e as menores ficaram com Maranh\u00e3o (50,6%), Piau\u00ed (52,2%) e Par\u00e1 (53,6%).<\/p>\n<p>No 4\u00ba trimestre de 2018, o n\u00famero de empregados no setor privado <strong>sem carteira assinada<\/strong> ficou em 11,5 milh\u00f5es, est\u00e1vel (varia\u00e7\u00e3o de 0,3%) em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior, com uma alta de 31 mil pessoas. Frente ao 4\u00ba trimestre de 2017, esse aumento foi de 3,8% (427 mil pessoas). Entre as UFs, as maiores propor\u00e7\u00f5es foram no Maranh\u00e3o (49,4%), Piau\u00ed (47,8%) e Par\u00e1 (46,4%), e as menores foram em Santa Catarina (13,2%), Rio Grande do Sul (18,0%) e S\u00e3o Paulo (19,7%). A taxa m\u00e9dia anual dessa popula\u00e7\u00e3o ficou em 11,2 milh\u00f5es de pessoas. Frente a 2017, houve aumento de 4,5% (482 mil pessoas). Entre as UFs, as maiores propor\u00e7\u00f5es na m\u00e9dia anual foram no Mato Grosso (54,0%), Goi\u00e1s (52,8%) e Maranh\u00e3o (49,2%), e as menores foram em Santa Catarina (12,0%), Rio Grande do Sul (17,6%) e S\u00e3o Paulo (18,6%).<\/p>\n<p>No quarto trimestre de 2018, 93,0 milh\u00f5es de pessoas estavam ocupadas, 67,1% de empregados (incluindo empregados dom\u00e9sticos), 4,9% de empregadores, 25,6% de pessoas que trabalharam por conta pr\u00f3pria e 2,3% de trabalhadores familiares auxiliares. As regi\u00f5es Norte (33,2%) e Nordeste (29,0%) apresentaram os maiores percentuais de trabalhadores por conta pr\u00f3pria. Entre as UFs, os maiores percentuais foram do Par\u00e1 (35,1%), Amazonas (34%) e Maranh\u00e3o (33,2%), enquanto os menores ficaram com Distrito Federal (20,4%), S\u00e3o Paulo (21,5%) e Santa Catarina (21,8%).<\/p>\n<p>A m\u00e9dia anual foi de 91,8 milh\u00f5es de pessoas ocupadas. Entre eles, 25,4% de <strong>pessoas que trabalharam por conta pr\u00f3pria<\/strong>. Entre as UFs, os maiores percentuais foram do Par\u00e1 (34,8%), Maranh\u00e3o (33,4%) e Amazonas (33,0%), enquanto os menores ficaram com o Distrito Federal (18,9%), S\u00e3o Paulo (21,4%) e Santa Catarina (22,2%).<br \/>O material de apoio desta divulga\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u00e0 direita. <\/big><!--nextpage--><\/p>\n<p><strong>Amap\u00e1 teve a maior taxa de desocupa\u00e7\u00e3o do quarto trimestre de 2018<\/strong><\/p>\n<p>No Brasil, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, no 4\u00ba trimestre de 2018, foi de 11,6%. Este indicador apresentou redu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00b0 trimestre de 2018 (11,9%) e ao 4\u00b0 trimestre de 2017 (11,8%). Em geral, as maiores taxas de desocupa\u00e7\u00e3o foram observadas nos estados da Regi\u00e3o Nordeste, e as menores nos da Regi\u00e3o Sul.<\/p>\n<p>No 4\u00ba trimestre de 2018, as Unidades da Federa\u00e7\u00e3o que apresentaram as maiores taxas de desocupa\u00e7\u00e3o foram Amap\u00e1 (19,6%), Bahia (17,4%), e Alagoas (15,9%). As menores taxas de desocupa\u00e7\u00e3o foram observadas em Santa Catarina (6,4%), Mato Grosso (6,9%) e Mato Grosso do Sul (7,0%). <\/p>\n<table style=\"width: 314px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 311px;text-align: center\" colspan=\"2\">Taxa de desocupa\u00e7\u00e3o (%) das pessoas de 14 anos ou mais de idade na semana de refer\u00eancia, por Unidades da Federa\u00e7\u00e3o &#8211; 4\u00ba trimestre de 2018<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Santa Catarina<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">6,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Mato Grosso<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">6,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Mato Grosso do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">7,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Rio Grande do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">7,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Paran\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">7,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Goi\u00e1s<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">8,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Rond\u00f4nia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">8,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Minas Gerais<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">9,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Cear\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">10,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Par\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">10,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Espirito Santo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">10,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Tocantins<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">10,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Para\u00edba<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">11,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Brasil<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">11,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Distrito Federal<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">12,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Piau\u00ed<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">12,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">12,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Acre<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">13,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Rio Grande do Norte<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">13,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Roraima<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">14,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Maranh\u00e3o<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">14,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Amazonas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">14,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Rio de Janeiro<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">14,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Sergipe<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">15,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Pernambuco<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">15,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Alagoas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">15,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Bahia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">17,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Amap\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96px\">19,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 311px\" colspan=\"2\">Fonte: PNAD Cont\u00ednua<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Par\u00e1, Maranh\u00e3o e Amazonas t\u00eam mais trabalhadores por conta pr\u00f3pria<\/strong><\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o ocupada, no 4\u00ba trimestre de 2018, estimada em 93,0 milh\u00f5es de pessoas, era composta por 67,1% de empregados (incluindo empregados dom\u00e9sticos),4,9% de empregadores, 25,6% de pessoas que trabalharam por conta pr\u00f3pria e 2,3% de trabalhadores familiares auxiliares.<\/p>\n<p>Nas Regi\u00f5es Norte (33,2%) e Nordeste (29,0%), o percentual de trabalhadores por conta pr\u00f3pria era superior ao verificado nas demais regi\u00f5es. Por Unidades da Federa\u00e7\u00e3o, os maiores percentuais de trabalhadores por conta pr\u00f3pria foram do Par\u00e1 (35,1%), Maranh\u00e3o (33,2%) e Amazonas (34,0%), enquanto os menores ficaram com o Distrito Federal (20,4%), S\u00e3o Paulo (21,5%) e Santa Catarina (21,8%). <\/p>\n<table style=\"width: 313px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 310px;text-align: center\" colspan=\"2\">Percentual de pessoas\u00a0 de 14 anos ou mais de idade ocupadas na semana de refer\u00eancia como conta pr\u00f3pria &#8211; <br \/>4\u00ba trimestre 2018 (%)<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Distrito Federal<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">20,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">21,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Santa Catarina<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">21,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Mato Grosso do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">22,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Minas Gerais<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">24,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Esp\u00edrito Santo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">24,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Paran\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">24,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Rio Grande do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">25,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Alagoas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">25,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Goi\u00e1s<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">25,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Rio Grande do Norte<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">25,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Mato Grosso<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">26,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Pernambuco<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">26,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Rio de Janeiro<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">27,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Roraima<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">27,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Amap\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">28,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Para\u00edba<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">28,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Tocantins<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">29,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Cear\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">29,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Sergipe<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">29,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Bahia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">29,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Acre<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">30,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Rond\u00f4nia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">30,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Piau\u00ed<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">31,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Maranh\u00e3o<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">33,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Amazonas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">34,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 215px\">Par\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 95px\">35,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 310px\" colspan=\"2\">Fonte: PNAD Cont\u00ednua<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<p><strong>Santa Catarina tem o menor percentual de trabalhadores sem carteira (13,2%)<\/strong><\/p>\n<p>No 4\u00ba trimestre de 2018, o n\u00famero de empregados no setor privado sem carteira assinada cresceu 0,3% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior, um incremento de 31 mil pessoas. Frente ao 4\u00ba trimestre de 2017, esse aumento foi de 3,8% (427 mil pessoas). Entre as UFs, as maiores propor\u00e7\u00f5es foram no Maranh\u00e3o (49,4%), Piau\u00ed (47,8%) e Par\u00e1 (46,4%), e as menores foram em Santa Catarina (13,2%), Rio Grande do Sul (18,0%) e S\u00e3o Paulo (19,7%). A taxa m\u00e9dia anual dessa popula\u00e7\u00e3o ficou em 11,2 milh\u00f5es de pessoas. Frente a 2017, houve aumento de 4,5% (482 mil pessoas). <\/p>\n<table style=\"width: 314px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 312px;text-align: center\" colspan=\"2\">Percentual (%) de pessoas\u00a0 de 14 anos ou mais de idade ocupadas na semana de refer\u00eancia SEM carteira de trabalho no setor privado &#8211; 4\u00ba trimestre 2018<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Maranh\u00e3o<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">49,4%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Piau\u00ed<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">47,8%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Par\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">46,4%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Cear\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">42,9%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Para\u00edba<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">42,9%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Bahia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">42,8%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Amap\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">40,4%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Sergipe<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">39,2%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Rio Grande do Norte<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">37,6%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Tocantins<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">37,1%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Roraima<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">36,9%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Pernambuco<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">34,1%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Acre<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">34,0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Alagoas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">33,2%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Amazonas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">32,5%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Rond\u00f4nia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">30,2%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Goi\u00e1s<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">28,8%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Esp\u00edrito Santo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">27,4%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Minas Gerais<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">25,5%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Mato Grosso<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">22,7%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Mato Grosso do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">22,0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">19,7%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Paran\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">19,0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Distrito Federal<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">18,9%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Rio de Janeiro<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">18,4%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Rio Grande do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">18,0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 214px\">Santa Catarina<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 98px\">13,2%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 312px\" colspan=\"2\">Fonte: PNAD Cont\u00ednua<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Maranh\u00e3o tem o menor percentual de trabalhadores com carteira assinada (50,6%)<\/strong><\/p>\n<p>No 4\u00ba trimestre de 2018, 74,1% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, contra 75,3% no 3\u00ba trimestre de 2017, uma diferen\u00e7a de -327 mil pessoas. As Regi\u00f5es Nordeste (59,9%) e Norte (61,9%) tinham os menores percentuais e a Regi\u00e3o Sul (82,9%), o maior. Entre os trabalhadores dom\u00e9sticos, 28,4% tinham carteira de trabalho assinada. No mesmo trimestre do ano anterior a propor\u00e7\u00e3o era de 29,5%.<\/p>\n<p>As UFs com os maiores percentuais de empregados com carteira assinada foram Santa Catarina (86,8%), Rio Grande do Sul (82,0%) e S\u00e3o Paulo (80,3%), e as menores ficaram com Maranh\u00e3o (50,6%), Piau\u00ed (52,2%) e Par\u00e1 (53,6%). <\/p>\n<table style=\"width: 312px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 309px;text-align: center\" colspan=\"2\">Percentual (%) de pessoas\u00a0 de 14 anos ou mais de idade ocupadas na semana de refer\u00eancia com carteira de trabalho no setor privado &#8211; 4\u00ba trimestre 2018<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Maranh\u00e3o<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">50,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Piau\u00ed<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">52,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Par\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">53,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Para\u00edba<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">57,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Cear\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">57,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Bahia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">57,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Amap\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">59,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Sergipe<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">60,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Rio Grande do Norte<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">62,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Tocantins<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">62,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Roraima<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">63,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Acre<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">65,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Pernambuco<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">65,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Alagoas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">66,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Amazonas<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">67,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Rond\u00f4nia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">69,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Goi\u00e1s<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">71,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Esp\u00edrito Santo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">72,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Minas Gerais<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">74,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Mato Grosso<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">77,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Mato Grosso do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">78,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">80,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Paran\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">81,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Distrito Federal<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">81,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Rio de Janeiro<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">81,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Rio Grande do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">82,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 212.33px\">Santa Catarina<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 96.6701px\">86,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 309px\" colspan=\"2\">Fonte: PNAD Cont\u00ednua<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<p><strong>Mulheres t\u00eam menor n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o que os homens<\/strong><\/p>\n<p>No 4\u00b0 trimestre de 2018, as mulheres eram maioria tanto na popula\u00e7\u00e3o em idade de trabalhar no Brasil (52,4%), quanto em todas as Grandes Regi\u00f5es. Por\u00e9m, entre as pessoas ocupadas, predominavam os homens no Brasil (56,1%) e em todas as regi\u00f5es, sobretudo na Norte, onde os homens representavam (60,2%).<\/p>\n<p>O n\u00edvel da ocupa\u00e7\u00e3o dos homens no Brasil foi de 64,3% e o das mulheres de 45,6%, no 4\u00ba trimestre de 2018. O comportamento diferenciado deste indicador entre homens e mulheres foi verificado nas cinco Grandes Regi\u00f5es, com destaque para a Norte, onde a diferen\u00e7a entre homens e mulheres foi a maior (22,9 pontos percentuais), e para o Sudeste, com a menor diferen\u00e7a (17,7 pontos percentuais).<\/p>\n<p>J\u00e1 na popula\u00e7\u00e3o desocupada, no quarto trimestre de 2018, as mulheres eram maioria (52,1%). Em quase todas as regi\u00f5es, o percentual de mulheres na popula\u00e7\u00e3o desocupada era superior ao de homens. A exce\u00e7\u00e3o foi a regi\u00e3o Nordeste (49,1%). Na Regi\u00e3o Centro-Oeste, o percentual das mulheres foi o maior: elas representavam 55,8% das pessoas desocupadas.<\/p>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o no Brasil, no 4\u00ba trimestre de 2018, foi de 11,6%, mas com diferen\u00e7as significativas entre homens (10,1%) e mulheres (13,5%). Este comportamento foi observado nas cinco Grandes Regi\u00f5es. As mulheres tamb\u00e9m se mantiveram como a maior parte da popula\u00e7\u00e3o fora da for\u00e7a de trabalho, tanto no pa\u00eds (64,7%) tanto em todas as regi\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Taxa de desocupa\u00e7\u00e3o para pretos e pardos \u00e9 maior que a taxa nacional<\/strong><\/p>\n<p>O contingente dos desocupados no Brasil no 1\u00ba trimestre de 2012 era de 7,6 milh\u00f5es de pessoas, quando os pardos representavam 48,9% dessa popula\u00e7\u00e3o, seguidos dos brancos (40,2%) e dos pretos (10,2%). No 4\u00ba trimestre de 2018, esse contingente subiu para 12,2 milh\u00f5es de pessoas e a participa\u00e7\u00e3o dos pardos passou a ser de 51,7%; a dos brancos reduziu para 34,6% e dos pretos subiu para 12,9%.<\/p>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, no quarto trimestre de 2018, dos que se declararam brancos (9,2%) ficou abaixo da m\u00e9dia nacional (11,6%). Por\u00e9m, a dos pretos (14,5%) e a dos pardos (13,3%) ficaram acima. No 1\u00ba trimestre de 2012, quando a taxa m\u00e9dia foi estimada em 7,9%, a dos pretos correspondia a 9,7%, a dos pardos a 9,1% e a dos brancos era 6,6%.<\/p>\n<p>No quarto trimestre de 2018, os pardos representavam 47,4% da popula\u00e7\u00e3o fora da for\u00e7a de trabalho, seguidos pelos brancos (42,5%) e pelos pretos (9,0%).<\/p>\n<p><strong>Rendimento m\u00e9dio permaneceu est\u00e1vel em todas as regi\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>No 4\u00ba trimestre de 2018, o rendimento m\u00e9dio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por m\u00eas, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de refer\u00eancia, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 2.254. Este resultado apresentou estabilidade tanto em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.237) e tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.241). Nas Grandes Regi\u00f5es, tamb\u00e9m houve estabilidade estat\u00edstica nessas duas compara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o entre o 3\u00ba trimestre de 2018 e o 4\u00ba trimestre de 2018, a Regi\u00e3o Sul (R$ 2.475) foi a \u00fanica a presentar expans\u00e3o estatisticamente significante do rendimento, enquanto as demais permaneceram est\u00e1veis. Em rela\u00e7\u00e3o ao 4\u00ba trimestre de 2017, foi observada estabilidade estat\u00edstica do rendimento m\u00e9dio em todas as regi\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Outras medidas de subutiliza\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o desalentada \u00e9 definida como aquela que estava fora da for\u00e7a de trabalho por uma das seguintes raz\u00f5es: n\u00e3o conseguia trabalho adequado, ou n\u00e3o tinha experi\u00eancia ou qualifica\u00e7\u00e3o, ou era considerado muito jovem ou idosa, ou n\u00e3o havia trabalho na localidade em que residia \u2013 e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria dispon\u00edvel para assumir a vaga. Ela faz parte da for\u00e7a de trabalho potencial.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>contingente de desalentados <\/strong>no terceiro trimestre de 2018 foi de 4,70 milh\u00f5es de pessoas de 14 anos ou mais de idade, valor est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba trimestre de 2018 <em>(4,78 milh\u00f5es). <\/em>Houve aumento de 8,1% frente ao 4\u00ba trimestre de 2018, quando eram 4,35 milh\u00f5es de pessoas desalentadas. <em>Os maiores contingentes estavam na Bahia (804 mil pessoas) e no Maranh\u00e3o (512 mil) e os menores em Roraima e no Amap\u00e1, com 10 e 11 mil pessoas, respectivamente.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>O percentual de pessoas desalentadas<\/em><\/strong><em>\u00a0(em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o na for\u00e7a de trabalho ou desalentada), no 4\u00ba trimestre de 2018, foi de 4,3%, est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior (4,3%). <\/em>Entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o, Maranh\u00e3o (16,2%) e Alagoas (15,7%) tinham as maiores taxas de desalento e Rio de Janeiro (1,0%) e Santa Catarina (0,8%), as menores.<!--nextpage--><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>taxa combinada de subocupa\u00e7\u00e3o por insufici\u00eancias de horas trabalhadas e desocupa\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0(pessoas ocupadas com uma jornada de menos de 40 horas semanais, mas que gostariam de trabalhar em um per\u00edodo maior, somada \u00e0s pessoas desocupadas) foi de 18,2% no Brasil, no quarto trimestre de 2018, o que representa 6,9 milh\u00f5es de trabalhadores subocupados por insufici\u00eancia de horas trabalhadas e 12,2 milh\u00f5es de desocupados. Por UF, as maiores taxas ocorreram em Piau\u00ed (30,5%), Bahia (30,4%) e Sergipe (29,0%) e as menores, em Santa Catarina (8,6%), Mato Grosso (11,0%) e Mato Grosso do Sul (11,3%).<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>taxa combinada da desocupa\u00e7\u00e3o e da for\u00e7a de trabalho potencial<\/strong>, que abrange os desocupados e as pessoas que gostariam de trabalhar, mas n\u00e3o procuraram trabalho, ou que procuraram, mas n\u00e3o estavam dispon\u00edveis para trabalhar (for\u00e7a de trabalho potencial), foi de 17,7% no quarto trimestre de 2018, o que representa 20,0 milh\u00f5es de pessoas. <strong>Alagoas (30,7%), Maranh\u00e3o (30,6%) e Bahia (28,4%) <\/strong>tiveram as maiores taxas; as menores foram em <strong>Santa Catarina (8,4%), Mato Grosso do Sul (9,9%) e Mato Grosso (10,2%).<\/strong><br \/>\nFonte: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o foi de 11,6%, 0,3 ponto percentual abaixo do trimestre anterior (11,9%). 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