{"id":16492,"date":"2019-02-02T14:34:42","date_gmt":"2019-02-02T16:34:42","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/seis-senadores-disputam-a-presidencia-da-casa\/"},"modified":"2019-02-02T14:34:42","modified_gmt":"2019-02-02T16:34:42","slug":"seis-senadores-disputam-a-presidencia-da-casa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/seis-senadores-disputam-a-presidencia-da-casa\/","title":{"rendered":"Seis senadores disputam a Presid\u00eancia da Casa"},"content":{"rendered":"<p>O senador Major Olimpio (PSL-SP) e a senadora Simone Tebet retiraram suas candidaturas \u00e0 Presid\u00eancia do Senado. Como o senador Alvaro Dias (Pode-PR) tamb\u00e9m havia renunciado, agora s\u00e3o seis os candidatos\u00a0 \u00e0 elei\u00e7\u00e3o deste s\u00e1bado (2) para a presid\u00eancia do Senado, uma das mais disputadas nos \u00faltimos anos. Para ser eleito, o candidato precisa receber no m\u00ednimo 41 votos ou ser o mais votado no segundo turno.<\/p>\n<p>S\u00e3o estes os nomes que concorrem neste momento ao cargo para a 56\u00aa legislatura nos pr\u00f3ximos dois anos de mandato:<\/p>\n<p><strong>Fernando Collor (Pros-AL)<\/strong>: nasceu no Rio de Janeiro em 1949 e \u00e9 formado em jornalismo e em economia. Come\u00e7ou a carreira como prefeito de Macei\u00f3 em 1979. Foi eleito deputado federal pelo PDS em 1982. Em 1987, assumiu o governo de Alagoas pelo PMDB. Em 1989, pelo PRN, tornou-se o primeiro civil a ser eleito presidente da Rep\u00fablica de forma direta, ap\u00f3s a ditadura militar (1964-1985). Em 1992, sofreu um processo de impeachment, renunciou e teve os direitos pol\u00edticos cassados por 8 anos. Em 2014, o STF o absolveu ao julgar improcedente a\u00e7\u00e3o que resultou no seu afastamento da Presid\u00eancia. Em 2006, foi eleito senador pelo PTC, tendo sido reeleito em 2014.<\/p>\n<p>O senador ter\u00e1 mais quatro anos de mandato. No Senado, presidiu as Comiss\u00f5es de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e de Servi\u00e7os de Infraestrutura (CI). Entre os projetos que apresentou, est\u00e1 o que autoriza a implanta\u00e7\u00e3o de usinas de energia mar\u00edtimas\u00a0de fontes e\u00f3lica e solar, aprovado no Senado e encaminhado \u00e0 C\u00e2mara. Os suplentes s\u00e3o Renilde Silva Bulh\u00f5es Barros (PTB) e Severino Le\u00e3o (MDB).<\/p>\n<p><strong>Regufffe (sem partido): <\/strong>nascido no Rio de Janeiro em 1972, Jos\u00e9 Antonio Machado Reguffe \u00e9 formado em jornalismo e em economia. Foi l\u00edder estudantil na Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Foi deputado distrital de 2007 a 2011. Elegeu-se deputado federal na elei\u00e7\u00e3o seguinte, com quase 19% dos votos v\u00e1lidos, um recorde nacional. Em 2014, conquistou o cargo de senador pelo PDT. Posteriormente, desligou-se do partido, mantendo-se sem v\u00ednculo com nenhuma legenda.<\/p>\n<p>Na C\u00e2mara Legislativa do DF, foi um dos autores da a\u00e7\u00e3o popular que extinguiu o aux\u00edlio-moradia dos deputados distritais em 1999. Como deputado federal e como senador, defendeu o uso austero dos recursos do gabinete. Entre os projetos que apresentou na C\u00e2mara dos Deputados, est\u00e1 o que isenta os rem\u00e9dios de impostos. Uma de suas bandeiras no Senado \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da carga tribut\u00e1ria, em especial a que incide sobre os medicamentos. Atuou contra a corrup\u00e7\u00e3o e contra a flexibiliza\u00e7\u00e3o da Lei da Ficha Limpa. Tamb\u00e9m se op\u00f4s ao aumento para ministros do Supremo e contra o aumento de taxas de cart\u00f3rios. Os suplentes s\u00e3o Jos\u00e9 Carlos Vasconcellos (PDT) e Fadi Faraj (PRP).<\/p>\n<p><strong>Angelo Coronel (PSD\u2013BA):<\/strong> nasceu em 1958 na cidade de Cora\u00e7\u00e3o de Maria (BA), \u00e9 engenheiro civil e empres\u00e1rio e tem 30 anos de vida p\u00fablica. Entre 1989 e 1992 foi prefeito de sua cidade natal. Ocupou o cargo de deputado estadual pela primeira vez em 1995. Foi reeleito seis vezes, sendo a \u00faltima pelo PSD em 2015. Presidiu a Assembleia Legislativa da Bahia, quando aprovou mudan\u00e7a na Constitui\u00e7\u00e3o estadual para impedir a reelei\u00e7\u00e3o para o cargo. Tamb\u00e9m atuou por mais verbas para hospitais e institui\u00e7\u00f5es filantr\u00f3picas e pela economia de recursos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Na elei\u00e7\u00e3o para o Senado, em 2018, obteve 32,9% dos votos v\u00e1lidos. Ele disse que sua atua\u00e7\u00e3o ser\u00e1 voltada para a gera\u00e7\u00e3o de emprego, com foco nas micro e pequenas empresas. Os suplentes s\u00e3o Davidson Magalh\u00e3es (PCdoB) e Dra. Silvia (PRP).<\/p>\n<p><strong>Davi Alcolumbre (DEM-AP): <\/strong>nasceu em 1977, em Macap\u00e1, e \u00e9 empres\u00e1rio. Come\u00e7ou na pol\u00edtica no PDT, partido pelo qual se elegeu vereador de Macap\u00e1 em 2000. Tamb\u00e9m foi secret\u00e1rio de Obras do munic\u00edpio. Em 2002 foi eleito deputado federal, sendo reeleito em 2006 e em 2010. Desde 2006 \u00e9 filiado ao DEM e faz parte do diret\u00f3rio nacional e tamb\u00e9m do conselho pol\u00edtico do movimento jovem da legenda. \u00c9 o 2\u00ba vice-l\u00edder do Bloco Social Democrata.<\/p>\n<p>Em 2014 foi eleito senador, com 36,26% dos votos v\u00e1lidos. No Senado, presidiu a Comiss\u00e3o de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e participou de colegiados como a Comiss\u00e3o Tempor\u00e1ria para Reforma do C\u00f3digo Comercial e da Representa\u00e7\u00e3o Brasileira no Parlamento do Mercosul. Em 2018, foi candidato ao governo do Amap\u00e1, mas n\u00e3o se elegeu. Os suplentes s\u00e3o Jos\u00e9 Samuel Alcolumbre Tobelem (DEM) e Marco Jeovano Soares Ribas (DEM).<\/p>\n<p><strong>Esperidi\u00e3o Amin (PP-SC): <\/strong>natural de Florian\u00f3polis, tem 70 anos. \u00c9 formado em administra\u00e7\u00e3o e direito. Na d\u00e9cada de 1970, foi prefeito de Florian\u00f3polis nomeado pelo governo militar. Em 1982, foi eleito governador de Santa Catarina e, em 1988, tamb\u00e9m pelo voto direto, voltou ao comando da Prefeitura da capital. Foi senador de 1991 a 1998, ano em que se elegeu novamente governador de Santa Catarina. Foi eleito deputado federal em 2010 e em 2014. Em 1994, candidatou-se \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica pelo PPR, ficando na sexta coloca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esperidi\u00e3o Amin ficou em primeiro lugar na disputa para o Senado em 2018, com 18,77% dos votos. Em seu discurso de diploma\u00e7\u00e3o, defendeu a meritocracia no servi\u00e7o p\u00fablico e a busca por resultados objetivos na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Os suplentes s\u00e3o Geraldo Althoff (PSD) e Denise dos Santos (PSD).<\/p>\n<p><strong>Renan Calheiros (MDB-AL): <\/strong>nasceu em Murici (AL) h\u00e1 63 anos. Participou do movimento estudantil nos anos 70, na Universidade Federal de Alagoas, e em 1978 elegeu-se deputado estadual pelo MDB. Na d\u00e9cada de 1980, elegeu-se deputado federal por duas vezes e participou da Assembleia Nacional Constituinte. Em 1989, filiou-se ao PRN, em apoio \u00e0 candidatura presidencial de Fernando Collor, e em 1990 tornou-se l\u00edder do governo no Congresso. Foi eleito senador pela primeira vez em 1994 e, desde ent\u00e3o, foi escolhido quatro vezes como presidente da Casa. Tamb\u00e9m atuou como vice-presidente da Petrobras Qu\u00edmica (Petroquisa) e de 1998 a 1999 foi ministro da Justi\u00e7a no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003).<\/p>\n<p>Reeleito em Alagoas com 23,8% dos votos, o senador Renan Calheiros (MDB) vai para o seu quarto mandato no Senado. Os suplentes s\u00e3o Rafael Ten\u00f3rio (MDB) e Silvana Barbosa (PRTB).<\/p>\n<p>Fonte: Senado Noticias Gerais<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O senador Major Olimpio (PSL-SP) e a senadora Simone Tebet retiraram suas candidaturas \u00e0 Presid\u00eancia do Senado. Como o senador Alvaro Dias (Pode-PR) tamb\u00e9m havia renunciado, agora s\u00e3o seis os candidatos\u00a0 \u00e0 elei\u00e7\u00e3o deste s\u00e1bado (2) para a presid\u00eancia do Senado, uma das mais disputadas nos \u00faltimos anos. 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