{"id":14434,"date":"2018-12-19T16:12:54","date_gmt":"2018-12-19T18:12:54","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-tic-2017-internet-chega-a-tres-em-cada-quatro-domicilios-do-pais\/"},"modified":"2018-12-19T16:12:54","modified_gmt":"2018-12-19T18:12:54","slug":"pnad-continua-tic-2017-internet-chega-a-tres-em-cada-quatro-domicilios-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pnad-continua-tic-2017-internet-chega-a-tres-em-cada-quatro-domicilios-do-pais\/","title":{"rendered":"PNAD Cont\u00ednua TIC 2017: Internet chega  a tr\u00eas em cada quatro domic\u00edlios do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/4.agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/releases_2017\/PNADC-TIC.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O percentual de domic\u00edlios que utilizavam a Internet subiu de 69,3% para 74,9%, de 2016 para 2017, representando uma alta de 5,6 pontos percentuais. Nesse per\u00edodo, a propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios com telefone fixo caiu de 33,6% para 31,5%, enquanto a presen\u00e7a do celular aumentou, passando de 92,6% para 93,2% dos domic\u00edlios. Essas s\u00e3o algumas informa\u00e7\u00f5es da PNAD Cont\u00ednua TIC 2017, pesquisa domiciliar do IBGE que investiga o acesso \u00e0 Internet e \u00e0 televis\u00e3o, al\u00e9m da posse de telefone celular para uso pessoal.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Entre as 181,1 milh\u00f5es de pessoas com 10 anos ou mais de idade no pa\u00eds, 69,8% acessaram \u00e0 Internet pelo menos uma vez nos tr\u00eas meses anteriores \u00e0 pesquisa. Em n\u00fameros absolutos, esse contingente passou de 116,1 milh\u00f5es para 126,3 milh\u00f5es, no per\u00edodo. O maior percentual foi no grupo et\u00e1rio de 20 a 24 anos (88,4%). J\u00e1 a propor\u00e7\u00e3o dos idosos (60 anos ou mais) que acessaram a Internet subiu de 24,7% (2016) para 31,1% (2017) e mostrou o maior aumento proporcional (25,9%) entre os grupos et\u00e1rios analisados pela pesquisa. \u00a0\u00a0\u00a0<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>De 2016 para 2017, o percentual de pessoas que acessaram \u00e0 Internet atrav\u00e9s do celular aumentou de 94,6% para 97,0% e a parcela que usou a televis\u00e3o para esse fim subiu de 11,3% para 16,3%. J\u00e1 a taxa dos que utilizaram <br \/> microcomputador para acessar \u00e0 Internet caiu de 63,7% para 56,6%.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>\u201cEnviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos\u00a0<br \/> diferentes de e-mail\u201d foi a finalidade de acesso \u00e0 rede indicada por 95,5% dos usu\u00e1rios da Internet. \u201cConversar por chamada de voz ou v\u00eddeo\u201d foi a finalidade que apresentou o maior aumento de 2016 (73,3%) para 2017 (83,8%).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A parcela da popula\u00e7\u00e3o de 10 anos ou mais que tinha celular para uso pessoal passou de 77,1% (2016) para 78,2% (2017). Na \u00e1rea urbana, esse percentual era de 81,9%, e, em \u00e1rea rural, 55,8%, em 2017.<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 96,7% dos 70,4 milh\u00f5es de domic\u00edlios do pa\u00eds havia aparelho de televis\u00e3o, dos quais 79,8% tinham conversor (integrado ou adaptado) para receber o sinal digital de televis\u00e3o aberta. O percentual de domic\u00edlios que j\u00e1 recebiam esse sinal cresceu <br \/> de 57,3% (2016) para 66,6% (2017) e a parcela dos que n\u00e3o tinham nenhuma das tr\u00eas condi\u00e7\u00f5es de acesso ao sinal digital (conversor, antena parab\u00f3lica ou televis\u00e3o por assinatura) caiu de 10,3% (2016) para 6,2% (2017).<\/big><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O material de apoio da PNAD Cont\u00ednua TIC est\u00e1 \u00e0 direita desta p\u00e1gina.<\/big><\/p>\n<p><strong>Internet chega a 74,9% dos domic\u00edlios do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>De 2016 para 2017, o percentual de utiliza\u00e7\u00e3o da Internet nos domic\u00edlios subiu de 69,3% para 74,9%, ou tr\u00eas em cada quatro domic\u00edlios brasileiros. Foi um salto de 5,6 pontos percentuais, em um ano. Na \u00e1rea urbana, esse percentual de utiliza\u00e7\u00e3o cresceu de 75,0% para 80,1% e na \u00e1rea rural, de 33,6% para 41,0%.<\/p>\n<p>Nos 17,7 milh\u00f5es domic\u00edlios onde n\u00e3o houve utiliza\u00e7\u00e3o da Internet no per\u00edodo de refer\u00eancia da pesquisa, os motivos indicados pelos entrevistados foram: falta de interesse em acessar a Internet (34,9%), servi\u00e7o de acesso \u00e0 Internet era caro (28,7%), nenhum morador sabia usar a Internet (22,0%), servi\u00e7o de acesso \u00e0 Internet n\u00e3o estar dispon\u00edvel na \u00e1rea do domic\u00edlio (7,5%) e equipamento eletr\u00f4nico para acessar a Internet ser caro (3,7%).<\/p>\n<p>A indisponibilidade do servi\u00e7o de acesso \u00e0 Internet foi o motivo indicado em somente 1,2% dos domic\u00edlios da \u00e1rea urbana, contra 21,3% daqueles em \u00e1rea rural.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/4.agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2018_12\/PNADC_TIC_Grafico1_release.png\" alt=\"#PraCegoVer Gr\u00e1fico exibindo a Distribui\u00e7\u00e3o dos domic\u00edlios particulares permanentes em que n\u00e3o havia utiliza\u00e7\u00e3o da Internet, por situa\u00e7\u00e3o do domic\u00edlio, segundo o motivo de n\u00e3o haver utiliza\u00e7\u00e3o da Internet - Brasil - 2017\" \/><\/p>\n<p>Das 181,1 milh\u00f5es de pessoas de 10 anos ou mais, 69,8% (126,3 milh\u00f5es) acessaram \u00e0 Internet nos tr\u00eas meses anteriores \u00e0 entrevista. Essa parcela era de 64,7% (116,1 milh\u00f5es) em 2016. Na \u00e1rea urbana, esse percentual cresceu de 70,0% para 74,8%, e foi de 32,6% para 39,0% na \u00e1rea rural.<\/p>\n<p>O grupo et\u00e1rio de 20 a 24 anos tinha o maior percentual de pessoas que acessaram \u00e0 internet (88,4%) no per\u00edodo de refer\u00eancia e os idosos (60 anos ou mais), o menor (31,1%).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/4.agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2018_12\/PNADC_TIC_Grafico2_release.png\" alt=\"#PraCegoVer Gr\u00e1fico exibindo o Percentual de pessoas que utilizaram a Internet, no per\u00edodo de refer\u00eancia dos \u00faltimos tr\u00eas meses, na popula\u00e7\u00e3o de 10 anos ou mais de idade,  segundo os grupos de idade - Brasil - 2016 e 2017\" \/><\/p>\n<p>Na popula\u00e7\u00e3o idosa, a parcela que acessou a Internet subiu de 24,7% (2016) para 31,1% (2017), mostrando o maior aumento proporcional (25,9%) entre os grupos et\u00e1rios.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea rural, o percentual de mulheres que acessaram \u00e0 Internet (41,9%) continuou maior que o de homens (36,3%). Entre as regi\u00f5es, a diferen\u00e7a nos percentuais de acesso \u00e0 internet nas \u00e1reas urbana e rural era grande, e a maior desigualdade (69,6% na urbana e 27,0% na rural) estava na regi\u00e3o Norte.<\/p>\n<p>O percentual de utiliza\u00e7\u00e3o da internet pela popula\u00e7\u00e3o com 10 anos ou mais de idade cresce de acordo com a escolaridade: o menor percentual de utiliza\u00e7\u00e3o estava entre as pessoas sem instru\u00e7\u00e3o (11,2%) e os maiores, entre aquelas com n\u00edvel superior incompleto (97,7%) e com superior completo (96,4%).<\/p>\n<p>De 2016 para 2017, o percentual de pessoas que utilizaram a Internet subiu de 75,0% para 80,4% na popula\u00e7\u00e3o ocupada e de 52,4% para 56,8% na n\u00e3o ocupada.<\/p>\n<p><strong>Celular \u00e9 um meio de acesso \u00e0 Internet para 97,0% dos usu\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>O percentual de pessoas de 10 anos ou mais que acessou \u00e0 Internet atrav\u00e9s do celular aumentou de 94,6% (2016) para 97,0% (2017) e a parcela que usou a televis\u00e3o para esse fim subiu de 11,3% (2016) para 16,3% (2017).<\/p>\n<p>Por outro lado, o percentual de pessoas que utilizaram microcomputador como via de acesso \u00e0 Internet caiu de 63,7% para 56,6%, comportamento similar ao uso do <em>tablet<\/em>, cuja taxa de uso para esse fim caiu de 16,4% para 14,3%, no per\u00edodo.<\/p>\n<p><strong>95,5% dos usu\u00e1rios entram na Internet para trocar mensagens por aplicativos<\/strong><\/p>\n<p>\u201cEnviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de <em>e-mail<\/em>\u201d foi indicado por 95,5% dos usu\u00e1rios como a finalidade de acesso \u00e0 esta rede. Em 2016, esse percentual era de 94,2%. A finalidade \u201cconversar por chamada de voz ou v\u00eddeo\u201d foi a que apresentou o maior aumento de 2016 (73,3%) para 2017 (83,8%).<\/p>\n<p>O percentual das pessoas que usaram a Internet para \u201cassistir a v\u00eddeos, inclusive programas, s\u00e9ries e filmes\u201d passou de 76,4% para 81,8% nesse per\u00edodo.<\/p>\n<p>Entre as finalidades analisadas pela pesquisa, o percentual dos que entraram na rede para \u201cenviar e receber <em>e-mail<\/em>\u201c foi o \u00fanico a recuar, de 2016 (69,3%) para 2017 (66,1%).<\/p>\n<p>A parcela da popula\u00e7\u00e3o que utilizou a conex\u00e3o discada j\u00e1 era insignificante em 2016 (0,9%) e tornou-se ainda menor em 2017 (0,6%). J\u00e1 o percentual da banda larga fixa subiu de 81,0% (2016) para 82,9% (2017) e continuou acima da banda larga m\u00f3vel, que cresceu de 76,9% para 78,3% nesse per\u00edodo.<\/p>\n<p>O percentual que utilizou os dois tipos de banda larga subiu de forma mais acentuada, de 2016 (58,3%) para 2017 (61,4%).<\/p>\n<p><strong>13,7% dos que n\u00e3o acessam \u00e0 Internet acham esse servi\u00e7o caro<\/strong><\/p>\n<p>Os motivos mais apontados pelas 54,8 milh\u00f5es de pessoas de 10 anos ou mais que n\u00e3o utilizaram a Internet nos tr\u00eas \u00faltimos meses foram: n\u00e3o saber usar a Internet (38,5%), n\u00e3o ter interesse em acessar (36,7%) e achar que servi\u00e7o de acesso \u00e0 Internet era caro (13,7%).<\/p>\n<p>O percentual de pessoas sem interesse em acessar a Internet tinha diferen\u00e7a acentuada entre a \u00e1rea urbana (39,7%) e rural (29,3%). O servi\u00e7o de acesso \u00e0 Internet n\u00e3o estava dispon\u00edvel nos locais que costumavam frequentar foi o motivo indicado por 12,9% das pessoas que n\u00e3o utilizaram esta rede na \u00e1rea rural, enquanto na \u00e1rea urbana foi de 1,7%.<\/p>\n<p><strong>78,2% das pessoas de 10 anos ou mais de idade tinham celular para uso pessoal<\/strong><\/p>\n<p>Na popula\u00e7\u00e3o de 10 anos ou mais, a parcela que tinha celular para uso pessoal passou de 77,1% (2016) para 78,2% (2017). Em 2017, na \u00e1rea urbana, esse percentual era de 81,9%, e, em \u00e1rea rural, 55,8%.<\/p>\n<p>O percentual de pessoas com celular era menor entre as pessoas do grupo com 10 a 13 anos de idade (41,8%) e alcan\u00e7ou as maiores participa\u00e7\u00f5es nos grupos et\u00e1rios de 25 a 29 anos (88,8%) e de 30 a 34 anos (88,9%), passando a cair gradualmente at\u00e9 os 63,5% entre os idosos (60 anos ou mais).<\/p>\n<p>Esse indicador foi de 41,8% entre as pessoas sem instru\u00e7\u00e3o e de 97,5% entre os que tinham superior completo.<\/p>\n<p>Entre as 39,4 milh\u00f5es de pessoas que n\u00e3o tinham celular, 25,7% alegaram n\u00e3o ter o aparelho porque era caro; 23,2%, que costumavam usar o celular de outra pessoa; 21,3%; que tinham falta de interesse em ter um e 19,4%, alegaram que n\u00e3o sabiam usar o celular. O percentual de pessoas que indicaram que o servi\u00e7o de telefonia m\u00f3vel celular n\u00e3o estava dispon\u00edvel nos locais que costumavam frequentar foi de 8,2%, em \u00e1rea rural e somente de 0,4%, em \u00e1rea urbana.<\/p>\n<p><strong>O celular estava presente em 93,2% dos domic\u00edlios <\/strong><\/p>\n<p>De 2016 para 2017, diminuiu o percentual de domic\u00edlios com microcomputador (de 45,3% para 43,4%) e com <em>tablet <\/em>(de 15,1% para 13,7%).<\/p>\n<p>Em 2017, em 5,1% dos domic\u00edlios n\u00e3o havia telefone e, em 2016, esse percentual era de 5,4%. O percentual de domic\u00edlios com telefone fixo caiu de 33,6% para 31,5% e os com celular subiu de 92,6% para 93,2%. A parcela dos domic\u00edlios em que existia somente telefone fixo passou de 2,0% (2016) para 1,7% (2017).<\/p>\n<p><strong>Nos domic\u00edlios com Internet, predomina o acesso atrav\u00e9s de celular<\/strong><\/p>\n<p>O celular foi o equipamento mais utilizado para acessar a Internet no domic\u00edlio (98,7% dos domic\u00edlios em que havia utiliza\u00e7\u00e3o da Internet). Em 2016, este percentual estava em 97,2%. O percentual dos domic\u00edlios que utilizaram somente telefone m\u00f3vel celular para acessar esta rede tamb\u00e9m aumentou, passando de 38,6% (2016) para 43,3% (2017).<\/p>\n<p>O percentual de domic\u00edlios com acesso \u00e0 Internet atrav\u00e9s de microcomputador caiu de 57,8% em 2016 para 52,3% em 2017. Tamb\u00e9m diminuiu o percentual dos domic\u00edlios em que o microcomputador era o \u00fanico meio de acesso \u00e0 Internet: de 2,3% (2016) para 0,9% (2017).<\/p>\n<p>O percentual de domic\u00edlios que utilizavam a internet e acessavam atrav\u00e9s da televis\u00e3o subiu de 11,7% para 16,1%. J\u00e1 o acesso via <em>tablet<\/em> estava presente em 15,5% dos domic\u00edlios em onde havia utiliza\u00e7\u00e3o desta rede em 2017 e, no ano anterior, em 17,8%.<\/p>\n<p><strong>Banda larga m\u00f3vel estava em 78,5% dos domic\u00edlios com Internet <\/strong><\/p>\n<p>Nos 52,7 milh\u00f5es de domic\u00edlios do pa\u00eds que acessavam \u00e0 Internet, a parcela que utilizava conex\u00e3o discada foi irrelevante, passando de 0,6% (2016) para 0,4% (2017).<\/p>\n<p>O percentual dos que usavam banda larga m\u00f3vel (3G ou 4G) passou de 77,3% para 78,5%, e dos que utilizavam a banda larga fixa, de 71,4% para 73,5%.<\/p>\n<p>O uso dos dois tipos de banda larga cresceu de 49,1% (2016) para 52,2% (2017). Por outro lado, teve uma pequena queda no percentual de domic\u00edlios em que havia somente uso da banda larga m\u00f3vel (de 26,7% para 25,2%) e no de domic\u00edlios em que havia somente uso de banda larga fixa (de 21,2% para 20,3%).<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o Norte, o percentual de domic\u00edlios com acesso \u00e0 Internet atrav\u00e9s da banda larga fixa ficou em 48,8%, n\u00edvel muito abaixo dos resultados encontrados nas demais regi\u00f5es, que foi de 74,2% (Nordeste) a 77,2% (Sul). Em rela\u00e7\u00e3o aos domic\u00edlios em que havia uso da banda larga m\u00f3vel, o menor percentual foi o da regi\u00e3o Nordeste (63,8%) e os demais ficaram entre 78,6% (Sul) a 88,7% (Norte).<\/p>\n<p><strong>66,6% dos domic\u00edlios com TV recebiam o sinal digital via conversor<\/strong><\/p>\n<p>Entre os 70,4 milh\u00f5es domic\u00edlios particulares permanentes do pa\u00eds, 3,3% n\u00e3o havia televis\u00e3o. Esse percentual era de 2,8% em 2016. A parcela de domic\u00edlios que tinha televis\u00e3o de tela fina subiu de 65,0% para 69,7% e a que tinha televis\u00e3o de tubo caiu de 44,9% para 38,9%. Em 57,8% dos domic\u00edlios havia somente televis\u00e3o de tela fina e em 27,0%, somente televis\u00e3o de tubo.<\/p>\n<p>Dos 68,1 milh\u00f5es de domic\u00edlios com televis\u00e3o, 79,8% tinham conversor (integrado ou adaptado) para receber o sinal digital de televis\u00e3o aberta, ainda que n\u00e3o o estivesse captando. Em 2016, essa taxa era de 71,5%. Nos domic\u00edlios com televis\u00e3o, o percentual dos que tinham este aparelho com conversor que j\u00e1 recebia sinal digital de televis\u00e3o aberta cresceu de 57,3% (2016) para 66,6% (2017).<\/p>\n<p>De 2016 para 2017, caiu de 10,3% (6,9 milh\u00f5es) para 6,2% (4,2 milh\u00f5es) a parcela dos domic\u00edlios que n\u00e3o tinham nenhuma das tr\u00eas condi\u00e7\u00f5es de acesso ao sinal digital de televis\u00e3o aberta (conversor, antena parab\u00f3lica ou servi\u00e7o de televis\u00e3o por assinatura). Em \u00e1rea urbana, a queda foi de 10,5% (6,1 milh\u00f5es) para 6,1% (3,6 milh\u00f5es), e em \u00e1rea rural, de 9,0% (794 mil) para 6,8% (598 mil). Entre as grandes regi\u00f5es, os maiores percentuais foram no Norte (11,3%) e no Nordeste (8,1%), tanto em \u00e1rea urbana como rural.<\/p>\n<p>O percentual de domic\u00edlios com televis\u00e3o que tinham recep\u00e7\u00e3o por antena parab\u00f3lica passou de 34,8% para 32,5%, na \u00e1rea rural caiu de 73,1% para 70,5% e na urbana, de 29,0% para 26,9%.<\/p>\n<p>J\u00e1 o servi\u00e7o de televis\u00e3o por assinatura era utilizado em 32,8% dos domic\u00edlios com televis\u00e3o em 2017 e em 33,7% em 2016. Em \u00e1rea urbana, esse percentual variou de 36,9% (2016) para 35,6% (2017) e, em \u00e1rea rural, subiu de 11,7% (2016) para 14,1% (2017).<\/p>\n<p>Entre os domic\u00edlios sem televis\u00e3o por assinatura, 55,3% n\u00e3o o adquiriam por consider\u00e1-lo caro e 39,8%, por n\u00e3o haver interesse pelo servi\u00e7o, enquanto somente 1,6% n\u00e3o adquiriu por n\u00e3o estar dispon\u00edvel na \u00e1rea em que se localizava.<\/p>\n<p>Source: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O percentual de domic\u00edlios que utilizavam a Internet subiu de 69,3% para 74,9%, de 2016 para 2017, representando uma alta de 5,6 pontos percentuais. Nesse per\u00edodo, a propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios com telefone fixo caiu de 33,6% para 31,5%, enquanto a presen\u00e7a do celular aumentou, passando de 92,6% para 93,2% dos domic\u00edlios. 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