{"id":14218,"date":"2018-12-13T15:43:16","date_gmt":"2018-12-13T17:43:16","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pib-dos-municipios-2016-semiarido-responde-por-51-do-pib-do-pais\/"},"modified":"2018-12-13T15:43:16","modified_gmt":"2018-12-13T17:43:16","slug":"pib-dos-municipios-2016-semiarido-responde-por-51-do-pib-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/pib-dos-municipios-2016-semiarido-responde-por-51-do-pib-do-pais\/","title":{"rendered":"PIB dos Munic\u00edpios 2016: Semi\u00e1rido responde por 5,1% do PIB do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/4.agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/releases_2017\/PIBdosMunicipios.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Entre 2002 e 2016, a participa\u00e7\u00e3o conjunta dos munic\u00edpios do Semi\u00e1rido no PIB nacional passou de 4,5% para 5,1%, e a dos munic\u00edpios que formam a Amaz\u00f4nia Legal foi de 6,9% para 8,6%. Esta \u00e9 a primeira vez que o IBGE agrega an\u00e1lise geogr\u00e1fica ao PIB dos Munic\u00edpios, permitindo a an\u00e1lise de diferentes recortes e de suas intera\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas. Os diversos mapas desse estudo est\u00e3o dispon\u00edveis na <a title=\"Plataforma Geogr\u00e1fica Interativa\" href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/apps\/pibmunic\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Plataforma Geogr\u00e1fica Interativa<\/a> de IBGE.<\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2016, entre os 5.570 munic\u00edpios do pa\u00eds, os 1.456 que eram predominantemente urbanos responderam por 87,5% do PIB brasileiro. No Sudeste, os 625 munic\u00edpios com esta carater\u00edstica responderam por metade do PIB nacional.<\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Seis munic\u00edpios concentravam cerca de 25% do PIB do pa\u00eds: S\u00e3o Paulo (SP), com 11,0%, Rio de Janeiro (RJ), com 5,3%, Bras\u00edlia (DF), com 3,8%, Belo Horizonte (MG), com 1,4%, Curitiba (PR), com 1,3% e Osasco (SP), com 1,2%.<\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Osasco, \u00fanico munic\u00edpio que n\u00e3o \u00e9 capital entre os seis com maiores participa\u00e7\u00f5es no PIB brasileiro, foi da 16\u00aa para a sexta posi\u00e7\u00e3o entre 2002 e 2016, principalmente devido \u00e0s atividades de com\u00e9rcio, servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o e atividades financeiras.<\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Os 1.318 munic\u00edpios com os menores PIBs responderam por cerca de 1,0% do PIB e por 3,1% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. J\u00e1 os cem maiores PIBs municipais representavam 56,0% do PIB ante uma participa\u00e7\u00e3o de 60,0% em 2002. Apenas as capitais de tr\u00eas estados da Regi\u00e3o Norte n\u00e3o pertenciam a este grupo: Rio Branco (AC), Boa Vista (RR) e Palmas (TO).<\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Os maiores ganhos de participa\u00e7\u00e3o no PIB entre 2015 e 2016 foram de Gentio do Ouro e Tabocas do Brejo Velho, ambos na Bahia. O primeiro estava construindo um complexo e\u00f3lico e o segundo, instala\u00e7\u00f5es de gera\u00e7\u00e3o solar.<\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica era a principal atividade econ\u00f4mica em 3.062 munic\u00edpios, ou 55,0% do total, em 2016.<\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Cinco dos dez maiores PIBs per capita em 2016 eram de munic\u00edpios paulistas.<\/big> <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A publica\u00e7\u00e3o completa e o material de apoio do PIB dos Munic\u00edpios 2016 est\u00e3o \u00e0 direita.<\/big><\/p>\n<p><strong>Osasco passa da 16\u00aa para a sexta maior economia municipal entre 2002 e 2016<\/strong><\/p>\n<p>Entre os seis munic\u00edpios com maior participa\u00e7\u00e3o no PIB nacional \u2014 S\u00e3o Paulo (SP), com 11,0%, Rio de Janeiro (RJ) com 5,3%, Bras\u00edlia (DF) com 3,8%, Belo Horizonte (MG) com 1,4%, Curitiba (PR) com 1,3% e Osasco (SP) com 1,2% \u2014 apenas Osasco mudou sua posi\u00e7\u00e3o ao longo da s\u00e9rie hist\u00f3rica, saindo da 16\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2002 para a sexta em 2016. As atividades que mais contribu\u00edram para esse ganho foram com\u00e9rcio, servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o e atividades financeiras. Com isso, o munic\u00edpio ultrapassou Porto Alegre e Manaus, que ocupavam a sexta e a s\u00e9tima posi\u00e7\u00f5es, respectivamente, em 2015.<\/p>\n<p><strong>Os cem maiores PIBs municipais somam 56,0% do PIB nacional em 2016<\/strong><\/p>\n<p>Em 2002, 1.383 munic\u00edpios correspondiam a 1,0% do PIB e somavam 3,7% da popula\u00e7\u00e3o. J\u00e1 em 2016, os 1.318 munic\u00edpios de menores PIBs respondiam por cerca de 1,0% do PIB e por 3,1% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Entre estes munic\u00edpios, os que est\u00e3o no Piau\u00ed (161), Para\u00edba (132), Tocantins (72) e Rio Grande do Norte (82), representam cerca de 50% dos munic\u00edpios do respectivo estado.<\/p>\n<p>Por outro lado, os cem maiores PIBs municipais brasileiros representavam, em 2016, 56,0% do PIB nacional ante uma participa\u00e7\u00e3o de 60,0% em 2002. Apenas as capitais de tr\u00eas estados da Regi\u00e3o Norte n\u00e3o pertenciam a este grupo: Rio Branco (AC), Boa Vista (RR) e Palmas (TO).<\/p>\n<p>Entre 2002 e 2016, na distribui\u00e7\u00e3o por Grande Regi\u00e3o, estes cem munic\u00edpios tamb\u00e9m perderam participa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao PIB de suas regi\u00f5es. E, em termos de n\u00famero de munic\u00edpios, apenas o Sudeste e Sul apresentaram queda entre 2002 e 2016.<\/p>\n<p>Excluindo-se os munic\u00edpios das capitais, os cem maiores PIBs tamb\u00e9m perderam participa\u00e7\u00e3o no PIB do Brasil no per\u00edodo estudado, de 27,1% para 26,4%. Por\u00e9m, apenas no Sudeste e no Sul estes munic\u00edpios perderam participa\u00e7\u00e3o no total da respectiva regi\u00e3o, enquanto nas demais regi\u00f5es houve ganho de participa\u00e7\u00e3o. O Norte, que em 2002, n\u00e3o tinha nenhum representante entre os cem maiores PIBs, passou a contar com um munic\u00edpio em 2016: Parauapebas (PA), com 0,2% do PIB brasileiro.<!--nextpage--><\/p>\n<p>Os munic\u00edpios das capitais representavam, em 2016, cerca de 1\/3 do PIB nacional. Enquanto S\u00e3o Paulo (SP), com 11,0%, ocupava a primeira posi\u00e7\u00e3o em termos de contribui\u00e7\u00e3o ao PIB do Pa\u00eds, Palmas (TO) ocupava a \u00faltima posi\u00e7\u00e3o e representava 0,1%.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o entre 2002 e 2016, em todas as regi\u00f5es o n\u00famero de munic\u00edpios que somavam at\u00e9 \u00bc da economia foi ampliado, com exce\u00e7\u00e3o do Sudeste, onde s\u00f3 o munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo (SP) estava nessa faixa, apesar de ter reduzido sua participa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o de 22,1%, em 2002, para 20,6%, em 2016.<\/p>\n<p><strong>Energia sustent\u00e1vel e silvicultura favorecem quatro munic\u00edpios entre 2015 e 2016<\/strong><\/p>\n<p>Os maiores e menores avan\u00e7os de posi\u00e7\u00e3o relativa na participa\u00e7\u00e3o do PIB nacional s\u00e3o de munic\u00edpios com pequena participa\u00e7\u00e3o no PIB do Pa\u00eds, geralmente 0,0%, e estavam acima da 2.200\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2015.<\/p>\n<p>O munic\u00edpio de Gentio do Ouro (BA) apresentou o maior avan\u00e7o (da 4.496\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2015 para a 2.491\u00aa em 2016), por conta da ind\u00fastria de m\u00e1quinas e equipamentos para a constru\u00e7\u00e3o de complexo e\u00f3lico. Tabocas do Brejo Velho (BA), segundo colocado no mesmo quesito, avan\u00e7ou da 3.986\u00aa para a 2.432\u00aa posi\u00e7\u00e3o, principalmente, devido ao aumento da arrecada\u00e7\u00e3o de imposto de importa\u00e7\u00e3o de equipamentos para gera\u00e7\u00e3o solar. Na terceira e na quarta posi\u00e7\u00e3o, os munic\u00edpios mineiros de Olhos d\u2019\u00c1gua e Estrela do Sul tiveram ganhos relacionados \u00e0 silvicultura.<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro perdem participa\u00e7\u00e3o no PIB entre 2002 e 2016<\/strong><\/p>\n<p>Em 2002, os munic\u00edpios de S\u00e3o Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ) somavam 19,0% do PIB do Brasil e, em 2016, 16,2%. A queda de participa\u00e7\u00e3o distribuiu-se entre atividades da ind\u00fastria e dos servi\u00e7os. A seguir, as maiores perdas de participa\u00e7\u00e3o foram de 0,5 ponto percentual em Campos dos Goytacazes (RJ) e de -0,3 p.p. em S\u00e3o Bernardo do Campo (SP) e S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP).<\/p>\n<p>J\u00e1 o maior ganho foi de Osasco (SP), com 0,4 p.p., gra\u00e7as \u00e0s atividades de com\u00e9rcio, servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o e atividades financeiras. Em segundo lugar, Itaja\u00ed (SC) ganhou 0,2 p.p. e passou a participar com 0,3% do PIB do Brasil em 2016, em raz\u00e3o do ganho relativo nos Servi\u00e7os e na ind\u00fastria de autom\u00f3veis. Em seguida, Uberl\u00e2ndia (MG) e Jundia\u00ed (SP) avan\u00e7aram 0,1 p.p. cada, devido aos ganhos da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o e do com\u00e9rcio, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica predomina na economia de 55,0% dos munic\u00edpios<\/strong><\/p>\n<p>A principal atividade econ\u00f4mica em 55,0% dos munic\u00edpios brasileiros, ou 3.062 munic\u00edpios, era a Administra\u00e7\u00e3o, defesa, educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade p\u00fablicas e seguridade social. Mais de 90,0% dos munic\u00edpios de Roraima, Para\u00edba, Piau\u00ed, Sergipe, Amap\u00e1 e Rio Grande do Norte tinham esse perfil. No outro extremo, os estados da Regi\u00e3o Sul tinham cerca de 11,0% com essa caracter\u00edstica.<\/p>\n<p>Excluindo-se a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, a Agropecu\u00e1ria era a atividade predominante em 57,6% dos munic\u00edpios (3.209). J\u00e1 em 25,4% (1.416), a atividade com maior peso era Com\u00e9rcio e repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas ou os Demais Servi\u00e7os. em 945 munic\u00edpios, 17,0% do total, alguma atividade industrial era a mais expressiva. Comparando-se com 2002, 71,8% dos munic\u00edpios mantiveram o perfil econ\u00f4mico.<\/p>\n<p><strong>Cinco dos dez munic\u00edpios com maior PIB <em>per capita<\/em> est\u00e3o em S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>Os dez munic\u00edpios com o maior PIB per capita no pa\u00eds em 2016 se caracterizavam pela baixa densidade demogr\u00e1fica, somando 1,2% do PIB e 0,1% da popula\u00e7\u00e3o. Paul\u00ednia (SP) foi o munic\u00edpio com o maior PIB per capita em 2016, com R$ 314.638,69, gra\u00e7as \u00e0 sua atividade de refino de petr\u00f3leo. Em segundo lugar, ficou Selv\u00edria (MS), com R$\u00a0306.139,63 devido \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de energia hidrel\u00e9trica. <\/p>\n<table style=\"height: 403px\" width=\"693\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 691.818px\" colspan=\"4\">Munic\u00edpios com os maiores PIB per capita e principal atividade econ\u00f4mica &#8211; 2016<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 190.909px\">Munic\u00edpio<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 160.909px\">Unidade da Federa\u00e7\u00e3o<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 122.727px\">PIB <em>per capita<\/em> (R$)<\/th>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 217.273px\">Principal atividade econ\u00f4mica<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Paul\u00ednia<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 314.637,69<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">refino de petr\u00f3leo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Selv\u00edria<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">Mato Grosso do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 306.138,63<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">energia hidrel\u00e9trica<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">S\u00e3o Francisco do Conde<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">Bahia<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 296.459,35<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">refino de petr\u00f3leo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Triunfo<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">Rio Grande do Sul<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 289.932,05<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">ind\u00fastria petroqu\u00edmica<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Brejo Alegre<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 274.572,12<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">ind\u00fastria de biocombust\u00edveis<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Sebastian\u00f3polis do Sul<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 253.147,24<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">ind\u00fastria de biocombust\u00edveis<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Louveira<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 250.827,01<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">com\u00e9rcio atacadista<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Campos de J\u00falio<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">Mato Grosso<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 202.309,42<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">agropecu\u00e1ria<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Meridiano<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 184.602,58<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">ind\u00fastria de biocombust\u00edveis<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 190.909px\">Extrema<\/td>\n<td style=\"width: 160.909px\">Minas Gerais<\/td>\n<td style=\"text-align: right;width: 122.727px\">\u00a0\u00a0\u00a0 183.218,05<\/td>\n<td style=\"width: 217.273px\">ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 691.818px\" colspan=\"4\"><small>Fonte: IBGE, em parceria com os \u00d3rg\u00e3os Estaduais de Estat\u00edstica, Secretarias estaduais de Governo e\u00a0Superintendencia da Zona Franca de Manaus &#8211; SUFRAMA<\/small><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Entre os Munic\u00edpios das Capitais, Bras\u00edlia (DF), com R$ 79.099,77, ocupou a primeira posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao PIB per capita em 2016, enquanto Macap\u00e1 (AP) foi a capital que ocupou a menor posi\u00e7\u00e3o (R$ 19.935,32).<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise geogr\u00e1fica mostra din\u00e2mica na concentra\u00e7\u00e3o do PIB dos munic\u00edpios<\/strong><\/p>\n<p>A an\u00e1lise geogr\u00e1fica do PIB em 2016 mostrou que, nas regi\u00f5es geogr\u00e1ficas imediatas (conjuntos de munic\u00edpios pr\u00f3ximos em que um ou mais servem como polo e os demais como entorno), os munic\u00edpios polo (que atraem para si os moradores dos munic\u00edpios \u00e0 sua volta, para a realiza\u00e7\u00e3o das mais diversas atividades econ\u00f4micas e sociais) concentravam 58,9% do PIB nacional.<\/p>\n<p>Entre 2002 e 2016, nas \u00e1reas de maior PIB e popula\u00e7\u00e3o \u2013 como S\u00e3o Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro \u2013 os munic\u00edpios polo perderam participa\u00e7\u00e3o se comparados aos do entorno, enquanto nas \u00e1reas de menor PIB \u2013 como a Regi\u00e3o do Semi\u00e1rido \u2013 ocorreu o inverso, os munic\u00edpios polo ganharam participa\u00e7\u00e3o em detrimento dos do entorno.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o entre as \u00e1reas urbanas e rurais, os 1.456 munic\u00edpios predominantemente urbanos (26,1% do total) respondiam por 87,5% do PIB brasileiro. Apenas os 625 munic\u00edpios predominantemente urbanos da Regi\u00e3o Sudeste (11,2% do total) respondiam por metade do PIB nacional.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/4.agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_economicas\/2018_12\/Mapa1---Densidade-Economica_PIB.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><strong>Na Cidade-Regi\u00e3o de S\u00e3o Paulo 140 munic\u00edpios respondem por 26,0% do PIB<\/strong><\/p>\n<p>A chamada Cidade-Regi\u00e3o de S\u00e3o Paulo \u2013 a regi\u00e3o de urbaniza\u00e7\u00e3o quase cont\u00ednua que se estende desde Santos at\u00e9 Piracicaba, e desde Sorocaba at\u00e9 Pindamonhangaba, reunindo 140 munic\u00edpios fortemente interligados e polarizados pelo munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo \u2013 concentrava, em 2016, 26,0% do PIB do pa\u00eds, contra 28,2% em 2002. Em m\u00e9dia, um quil\u00f4metro quadrado de territ\u00f3rio na Cidade-Regi\u00e3o de S\u00e3o Paulo produzia 68 vezes mais do que um quil\u00f4metro quadrado no restante do Brasil.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/4.agenciadenoticias.ibge.gov.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_economicas\/2018_12\/Mapa2---So_Paulo.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><strong>Amaz\u00f4nia Legal e Semi\u00e1rido ganharam participa\u00e7\u00e3o de 2002 a 2016<\/strong><\/p>\n<p>A Amaz\u00f4nia Legal (que abrange totalmente os estados do Acre, Amap\u00e1, Amazonas, Mato Grosso, Par\u00e1, Rond\u00f4nia, Roraima e Tocantins, e ainda parte do Maranh\u00e3o) e o Semi\u00e1rido (composto por 1.262 munic\u00edpios dos estados do Maranh\u00e3o, Piau\u00ed, Cear\u00e1, Rio Grande do Norte, Para\u00edba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Minas Gerais) aumentaram sua participa\u00e7\u00e3o no PIB nacional. Entre 2002 e 2016, o Semi\u00e1rido foi de 4,5% para 5,1% e a Amaz\u00f4nia Legal passou de 6,9% em 2002 para 8,6%. Cabe ressaltar que os n\u00fameros da Amaz\u00f4nia Legal se referem a atividade econ\u00f4micas diversificadas como o agroneg\u00f3cio no Mato Grosso, a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o na Zona Franca de Manaus, a ind\u00fastria extrativa mineral e pecu\u00e1ria no Par\u00e1.<\/p>\n<p>Em 2002, a Amaz\u00f4nia Legal respondia por 14,8% da Agropecu\u00e1ria nacional, passando a 21,0% em 2016. No setor de servi\u00e7os (exceto a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica), a participa\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o cresceu de 5,5% para 6,6% no per\u00edodo. Nessa \u00faltima atividade, o Semi\u00e1rido tamb\u00e9m ganhou participa\u00e7\u00e3o, de 3,2% para 4,1%.<\/p>\n<p><strong>Metr\u00f3poles concentraram riqueza, mas perderam participa\u00e7\u00e3o no PIB entre 2002 e 2016<\/strong><\/p>\n<p>Quando o PIB municipal \u00e9 analisado pela \u00f3tica da hierarquia urbana, constata-se que quanto maior a hierarquia, maior a riqueza. No conjunto das 12 metr\u00f3poles brasileiras (177 munic\u00edpios) o PIB per capita foi em, 2002, 2,6 vezes maior do que no conjunto dos centros locais (4.479 pequenos munic\u00edpios). Esta diferen\u00e7a caiu para 2,2 vezes em 2016. A participa\u00e7\u00e3o do PIB brasileira das metr\u00f3poles caiu de 47,3% em 2002 para 44,6% em 2016, enquanto nos centros locais os n\u00fameros subiram de 15,8% para 17,1%.<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo foi a concentra\u00e7\u00e3o urbana que mais perdeu participa\u00e7\u00e3o no PIB de 2002 a 2016<\/strong><\/p>\n<p>Considerando as grandes concentra\u00e7\u00f5es urbanas (espa\u00e7os urbanos quase cont\u00ednuos que podem ser formados por um ou v\u00e1rios munic\u00edpios, com mais de 750 mil habitantes), as maiores perdas de participa\u00e7\u00e3o no PIB brasileiro entre 2002 e 2016 foram de S\u00e3o Paulo (-2 p.p.) e Rio de Janeiro (- 1 p.p.) e S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (- 0,44 p.p.). Os maiores ganhos de participa\u00e7\u00e3o ocorreram em Jundia\u00ed (+ 0,34 p.p.), Bras\u00edlia (+0,18 p.p.), Fortaleza (+0,15 p.p.) e Goi\u00e2nia (+0,13 p.p.).<\/p>\n<p>Nas Concentra\u00e7\u00f5es urbanas entre 100 mil e 750 mil habitantes as maiores perdas de participa\u00e7\u00e3o no PIB entre 2002 e 2016\u00a0 foram de Campos dos Goitacazes (-0,52 p.p.), Maca\u00e9-Rio das Ostras (-0,28 p.p.), Volta Redonda-Barra Mansa (-0,16 p.p.) e Ipatinga (- 0,12 p.p.) Os maiores ganhos de participa\u00e7\u00e3o foram de Itaja\u00ed \u2013 Balne\u00e1rio de Cambori\u00fa (+0,25 p.p.), Uberl\u00e2ndia (+0,16 p.p.), Paraopebas (+0,11 p.p.) e Maring\u00e1 (+0,09 p.p.).<br \/>\nSource: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre 2002 e 2016, a participa\u00e7\u00e3o conjunta dos munic\u00edpios do Semi\u00e1rido no PIB nacional passou de 4,5% para 5,1%, e a dos munic\u00edpios que formam a Amaz\u00f4nia Legal foi de 6,9% para 8,6%. Esta \u00e9 a primeira vez que o IBGE agrega an\u00e1lise geogr\u00e1fica ao PIB dos Munic\u00edpios, permitindo a an\u00e1lise de diferentes recortes e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[43],"class_list":["post-14218","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-infoeconomico-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14218","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14218"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14218\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14218"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14218"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14218"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}