{"id":13326,"date":"2018-11-07T19:12:03","date_gmt":"2018-11-07T21:12:03","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/taxa-de-sindicalizacao-dos-trabalhadores-brasileiros-cai-para-144-a-menor-desde-2012\/"},"modified":"2018-11-07T19:12:03","modified_gmt":"2018-11-07T21:12:03","slug":"taxa-de-sindicalizacao-dos-trabalhadores-brasileiros-cai-para-144-a-menor-desde-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/taxa-de-sindicalizacao-dos-trabalhadores-brasileiros-cai-para-144-a-menor-desde-2012\/","title":{"rendered":"Taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores brasileiros cai para 14,4%, a menor desde 2012"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/PNADC-caractAdcMercTrab_Release.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2017, das 91.449 mil pessoas ocupadas, 14,4% (13.137 mil pessoas) estavam associadas a sindicato, uma queda de 3,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2016 e a menor taxa desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2012. A maior taxa em 2017 ocorreu entre empregados no setor p\u00fablico (27,3%), seguida por empregados no setor privado com carteira assinada (19,2%). Os trabalhadores por conta pr\u00f3pria tiveram uma das maiores quedas de taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o na s\u00e9rie hist\u00f3rica, de 11,3% em 2012 para 8,6% em 2017.<\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Das 27.338 mil pessoas ocupadas como empregadores ou trabalhadores por conta pr\u00f3pria em 2017, 5,8% (1.589 mil) eram associados a cooperativa de trabalho ou produ\u00e7\u00e3o e a maior taxa de associa\u00e7\u00e3o era na atividade de Agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura (46,1%). <\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2017, 28,0% dos ocupados como empregador ou trabalhador por conta pr\u00f3pria estavam em empreendimentos registrados no CNPJ, taxa inferior \u00e0 de 2016 (28,9%). De 2016 para 2017, as maiores quedas ocorreram nas atividades de Servi\u00e7os (de 36,9% para 34,2%), Ind\u00fastria geral (de 29,6% para 27,1%) e Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (de 43,8% para 42,5%). <\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Entre os ocupados por conta pr\u00f3pria em 2017, 18,5% possu\u00edam CNPJ, enquanto entre os empregadores, essa cobertura era de 80,0%. A atividade de Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas alcan\u00e7ou o maior percentual de cobertura: 27,1% para os trabalhadores por conta pr\u00f3pria e 90,3% para empregadores. <\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2017, 51,5% das pessoas ocupadas no setor privado (exceto trabalhadores dom\u00e9sticos) estavam em empreendimentos de pequeno porte (1 a 5 pessoas), e 26,1% estavam em empreendimentos com 51 ou mais pessoas. <\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A popula\u00e7\u00e3o ocupada no setor privado no Brasil trabalhava principalmente em estabelecimento do pr\u00f3prio empreendimento (63,0% ou 46,5 milh\u00f5es de pessoas), em local designado pelo empregador, patr\u00e3o ou fregu\u00eas (12,5%) e em fazenda, s\u00edtio, granja, ch\u00e1cara etc. (11,1%). A pesquisa completa e o material de apoio da PNAD-C: Caracter\u00edsticas Adicionais do Mercado de Trabalho est\u00e3o \u00e0 direita desta p\u00e1gina.<\/big><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o de 14,4% \u00e9 a menor desde 2012<\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em 2017, das 91.449 mil pessoas que estavam ocupadas na semana de refer\u00eancia da pesquisa, 14,4% (13.137 mil pessoas) estavam associadas a sindicato. Esta \u00e9 a menor taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2012 (16,2%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>De 2015 para 2016, a queda da popula\u00e7\u00e3o ocupada foi de 1,5% (-1.435 mil pessoas), enquanto a dos ocupados sindicalizados foi de 7,4% (-1.082 mil pessoas). Praticamente, metade da redu\u00e7\u00e3o do contingente de sindicalizados foi proveniente da <em>Ind\u00fastria geral<\/em> (-506 mil pessoas). Em 2017, apesar da discreta recupera\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00e3o ocupada, isto n\u00e3o interrompeu a redu\u00e7\u00e3o do contingente de associados a sindicato (queda de 3,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2016).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Regionalmente, a Regi\u00e3o Norte apresentava a estimativa mais baixa (12,6%) e a Sul, a mais alta (16,2%). Todas as Grandes Regi\u00f5es tiveram redu\u00e7\u00e3o de 2015 para 2016. Isso se repetiu de 2016 para 2017, com exce\u00e7\u00e3o do Centro-Oeste que mostrou recupera\u00e7\u00e3o do indicador. A Regi\u00e3o Sul teve os maiores percentuais em todos os anos, mas tamb\u00e9m foi a que mostrou a principal redu\u00e7\u00e3o desse indicador entre 2012 (20,3%) e 2017 (16,2%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Setor p\u00fablico tem a maior propor\u00e7\u00e3o de sindicalizados <\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A maior taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o em 2017 ocorreu entre <em>empregados no setor p\u00fablico<\/em> (27,3%). Esse grupo representava 12,4% da popula\u00e7\u00e3o ocupada total (11.339 mil pessoas). Em seguida, estavam os <em>empregados no setor privado com carteira assinada, <\/em>com taxa de 19,2%. Eles tinham a maior participa\u00e7\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o ocupada em 2017 (36,3% ou 33.195 mil pessoas).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Os <em>trabalhadores<\/em> <em>por <\/em>c<em>onta pr\u00f3pria<\/em> tiveram uma das maiores quedas de taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o na s\u00e9rie hist\u00f3rica, de 11,3% em 2012 para 8,6% em 2017. Esse grupo representa a segunda maior participa\u00e7\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o ocupada (25,3% ou 23.105 mil pessoas).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>De 2016 para 2017, a maior queda na taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o ocorreu entre <em>Trabalhadores familiares auxiliares<\/em> (de 14,7% para 11,5%), seguido por <em>Empregadores<\/em> (de 17,4% para 15,6%) e pelos trabalhadores por <em>Conta pr\u00f3pria<\/em> (de 9,7% para 8,6%). Os<em> trabalhadores dom\u00e9sticos <\/em>tinham a menor taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o (3,1%), seguidos por <em>empregados no setor privado sem carteira assinada<\/em> (5,1%); esses dois grupos representavam, respectivamente, 6,8% e 12,2% da popula\u00e7\u00e3o ocupada.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<table style=\"width: 776px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 774.545px\" colspan=\"7\">Taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o das pessoas ocupadas na semana de refer\u00eancia, por posi\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o e categoria do emprego no trabalho principal\u00a0 Brasil \u2013 2012\/2017<\/th>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 367.273px\" rowspan=\"2\">Posi\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o e categoria do emprego no trabalho principal<\/th>\n<p>&#013;<\/p>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 407.273px\" colspan=\"6\">Taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o das pessoas ocupadas na semana de refer\u00eancia (%)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/th>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">2012<\/th>\n<p>&#013;<\/p>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">2013<\/th>\n<p>&#013;<\/p>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">2014<\/th>\n<p>&#013;<\/p>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">2015<\/th>\n<p>&#013;<\/p>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 68.1818px\">2016<\/th>\n<p>&#013;<\/p>\n<th style=\"text-align: center;vertical-align: middle;width: 70px\">2017<\/th>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"vertical-align: middle;width: 367.273px\"><strong>Total<\/strong><\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\"><strong>16,2<\/strong><\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\"><strong>16,1<\/strong><\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\"><strong>15,9<\/strong><\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\"><strong>15,8<\/strong><\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 68.1818px\"><strong>14,9<\/strong><\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 70px\"><strong>14,4<\/strong><\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"vertical-align: middle;width: 367.273px\">Empregado no setor privado com carteira de trabalho assinada<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">\u00a0 20,9<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">20,5<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">20,0<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">20,4<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 68.1818px\">18,7<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 70px\">19,2<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"vertical-align: middle;width: 367.273px\">Empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">\u00a05,4<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">5,4<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">5,4<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">5,1<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 68.1818px\">5,7<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 70px\">5,1<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"vertical-align: middle;width: 367.273px\">Trabalhador dom\u00e9stico<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">\u00a0 2,7<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">2,8<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">3,3<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">3,0<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 68.1818px\">3,6<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 70px\">3,1<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"vertical-align: middle;width: 367.273px\">Empregado no setor p\u00fablico (inclusive servidor estatut\u00e1rio e militar)\u00a0\u00a0<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">28,4<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">29,0<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">29,4<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">28,9<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 68.1818px\">27,5<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 70px\">27,3<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"vertical-align: middle;width: 367.273px\">Empregador\u00a0<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">18,6<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">16,7<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">16,0<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">16,5<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 68.1818px\">17,4<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 70px\">15,6<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"vertical-align: middle;width: 367.273px\">Conta pr\u00f3pria\u00a0<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">11,3<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">11,2<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">10,5<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">10,3<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 68.1818px\">9,7<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 70px\">8,6<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"vertical-align: middle;width: 367.273px\">Trabalhador familiar auxiliar<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">14,7<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">16,2<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">14,8<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 67.2727px\">14,9<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 68.1818px\">14,7<\/td>\n<p>&#013;<\/p>\n<td style=\"text-align: right;vertical-align: middle;width: 70px\">11,5<\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 774.545px\" colspan=\"7\"><small>Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordena\u00e7\u00e3o de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua 2012\/2017.\u00a0<\/small><\/td>\n<p>&#013;<br \/>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>\u00a0Em 2017, por grupamentos de atividade, <em>Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa e seguridade social, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais<\/em> tinha a maior taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o (23,6%) em 2017, seguido por <em>Agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura<\/em> (21,1%). <em>Alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o<\/em> teve o maior crescimento de ocupados (10,6%), com acr\u00e9scimo de 499 mil pessoas, mas reduziu ainda mais sua taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o, de 7,6% em 2016 para 6,8% em 2017. A <em>Ind\u00fastria geral<\/em>, apesar da expans\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2016 (de 12,6% para 13,0% da popula\u00e7\u00e3o ocupada total), n\u00e3o recuperou a taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o dos anos anteriores, ficando em 17,1%.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Frente a 2012, os grupamentos de atividade da <em>Ind\u00fastria geral<\/em> (-4,0 pontos percentuais) e de <em>Transporte, armazenagem e correios<\/em> (-3,3 pontos percentuais) tiveram as principais quedas da taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o. Os <em>Outros servi\u00e7os<\/em> e os <em>Servi\u00e7os dom\u00e9sticos<\/em> foram os \u00fanicos a n\u00e3o apresentarem retra\u00e7\u00e3o do indicador nessa compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Piau\u00ed e Maranh\u00e3o lideram as taxas de sindicaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Com taxas de, respectivamente, 22,9% e 20,0%, Piau\u00ed e Maranh\u00e3o s\u00e3o as Unidades da Federa\u00e7\u00e3o com maior propor\u00e7\u00e3o de associados a sindicato, seguidos por Esp\u00edrito Santo (18,5%), Rio Grande do Sul (18,2%), Santa Catarina (18,2%) e Distrito Federal (18,1%). Os menores \u00edndices estavam em Roraima (9,6%), Tocantins (9,5%), Rio de Janeiro (9,3%) e Alagoas (8,2%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>N\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o: 31,3% dos sindicalizados t\u00eam superior completo<\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em 2017, 27,6% da popula\u00e7\u00e3o ocupada era formada por pessoas <em>Sem instru\u00e7\u00e3o e fundamental incompleto<\/em>. Entre os ocupados sindicalizados esse n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o foi de 22,3%. O <em>Ensino m\u00e9dio completo e superior incompleto<\/em> apresentou a maior propor\u00e7\u00e3o, tanto entre os ocupados em geral (38,3%), como tamb\u00e9m entre os ocupados que eram sindicalizados (36,3%). O <em>Superior completo<\/em> respondia por 18,5% dos ocupados; contudo, dentre os ocupados que eram sindicalizados, 31,3% possu\u00edam esse n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Homens s\u00e3o maioria no trabalho noturno<\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em 2017, das 91.449 mil pessoas ocupadas no pa\u00eds, 92,5% trabalhavam somente no turno diurno (entre as 5:00 e 22:00 horas do mesmo dia). Em 2017, 94,6% das mulheres ocupadas trabalhavam nesse turno, ao passo que entre os homens essa propor\u00e7\u00e3o era de 90,9%.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Cooperativados s\u00e3o 5,8% entre empregadores e trabalhadores por conta pr\u00f3pria<\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em 2017, das 27.338 mil pessoas ocupadas como empregadores ou trabalhadores por conta pr\u00f3pria, 5,8% (1.589 mil) eram associados a cooperativa de trabalho ou produ\u00e7\u00e3o. A Regi\u00e3o Sul teve o maior percentual de trabalhadores cooperativados (10,3%), seguida pela Regi\u00e3o Norte (6,3%). Em Santa Catarina, esse percentual chegou a 13,5%, seguido por Rio Grande do Sul, com 9,9%, e Rond\u00f4nia, com 8,7%. As menores taxas foram encontradas em Pernambuco (3,2%), Goi\u00e1s (3,1%) e Rio Grande do Norte (2,5%). As Regi\u00f5es Nordeste (4,8%) e Sudeste (4,8%) foram as \u00fanicas que n\u00e3o registraram varia\u00e7\u00e3o negativa nessa estimativa, ao passo que na Centro-Oeste ocorreu a maior redu\u00e7\u00e3o, de 5,7% para 4,9%.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Entre os grupamentos de atividades, <em>Agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura <\/em>teve a maior estimativa (46,1%). Em seguida, com propor\u00e7\u00f5es parecidas, estavam <em>Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas<\/em> (12,0%), <em>Informa\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e atividades financeiras, imobili\u00e1rias, profissionais e administrativas<\/em> (11,0%) e <em>Transporte, armazenagem e correios<\/em> (10,9%). A menor estimativa ficou no grupo de <em>Constru\u00e7\u00e3o<\/em> (2,5%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Por sexo, o percentual de associados a cooperativa de trabalho ou produ\u00e7\u00e3o era maior entre homens (6,7%) do que entre mulheres (4,1%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Com taxa de cobertura de 28%, registro no CNPJ interrompe crescimento <\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em 2012, 23,9% dos ocupados como empregador ou trabalhador por conta pr\u00f3pria estavam em empreendimentos registrados no CNPJ. Esse percentual aumentou ano a ano, alcan\u00e7ando 28,9% em 2016, mas caiu para 28,0% em 2017.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Ao longo da s\u00e9rie, o registro no CNPJ era maior entre as mulheres, principalmente em 2013, com diferen\u00e7a de 2,8 pontos percentuais. Em 2017, a diferen\u00e7a passou a 1,0 ponto percentual para as mulheres (28,7%) em rela\u00e7\u00e3o aos homens (27,7%), devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o mais acentuada do registro entre as mulheres (-1,3 ponto percentual) do que entre os homens (-0,7 ponto percentual).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Norte apresentou percentual de registro no CNPJ em torno de 12,0% ao longo de toda a s\u00e9rie. A Nordeste mostrou tend\u00eancia de crescimento, alcan\u00e7ando 15,9% em 2017. As Regi\u00f5es Sudeste e Sul, com os maiores valores do indicador, tiveram trajet\u00f3ria de crescimento at\u00e9 2016, mas recuaram para 34,6% e 38,1%, respectivamente, em 2017.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>De 2016 para 2017, as maiores quedas na taxa de cobertura de CNPJ ocorreram nas atividades que concentram a maior parte da popula\u00e7\u00e3o ocupada: <em>Servi\u00e7os<\/em>, com queda de 36,9% para 34,2%; <em>Ind\u00fastria geral,<\/em> de 29,6% para 27,1% e <em>Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas, <\/em>de 43,8% para 42,5%.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Propor\u00e7\u00e3o de empregadores com CNPJ \u00e9 quatro vezes maior do que os conta pr\u00f3pria <\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em 2017, 18,5% dos ocupados (4,3 milh\u00f5es de pessoas) como conta pr\u00f3pria possu\u00edam CNPJ; entre os empregadores essa cobertura era de 80,0% (3,4 milh\u00f5es de pessoas). A Regi\u00e3o Norte tinha as menores estimativas para ambas as popula\u00e7\u00f5es (7,4% e 58,0%, respectivamente), enquanto a Sul possu\u00eda as maiores (25,9% e 87,2%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao percentual de trabalhadores com CNPJ, a atividade da <em>Agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura<\/em> apresentou a menor taxa em 2017, tanto entre os trabalhadores por conta pr\u00f3pria (3,9%) quanto entre os empregadores (33,7%). J\u00e1 o <em>Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas<\/em> alcan\u00e7ou o maior percentual (27,1% para conta pr\u00f3pria e 90,3% para empregadores).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>De 2016 para 2017, as principais quedas da cobertura de CNPJ entre os empregadores foram na <em>Ind\u00fastria geral<\/em> (de 89,2% para 86,4%) e nos <em>Servi\u00e7os<\/em> (de 85,8% para 81,8%). Para os ocupados como conta pr\u00f3pria as retra\u00e7\u00f5es foram maiores no <em>Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas<\/em> (de 28,4% para 27,1%) e nos Servi\u00e7os (de 26,9% para 25,3%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A taxa de cobertura de CNPJ crescia com o aumento do n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o. Ainda assim, a maior taxa de cobertura entre os trabalhadores por conta pr\u00f3pria (42,7% daqueles com n\u00edvel superior completo) n\u00e3o alcan\u00e7ou a menor taxa de cobertura entre os empregadores (57,0%, para os sem instru\u00e7\u00e3o e fundamental incompleto).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Maioria dos ocupados no setor privado trabalha em empreendimentos de pequeno porte<\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Na s\u00e9rie hist\u00f3rica, grande parte das pessoas ocupadas (exceto os empregados no setor p\u00fablico e os trabalhadores dom\u00e9sticos) estavam em empreendimentos de pequeno porte (1 a 5 pessoas), com 50,1% em 2016 e alcan\u00e7ando 51,5% (38 milh\u00f5es de pessoas) em 2017. Outro grupo importante estava em empreendimentos com 51 ou mais pessoas, que ficou em 26,1% em 2017 (tendo chegado a 30,5% em 2013 e 2014).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>No per\u00edodo 2012-2017 houve aumento do percentual de ocupados em empreendimentos de pequeno porte em todas as Grandes Regi\u00f5es. Em 2017, esse percentual era de 68,2% na Regi\u00e3o Norte, 62,9% no Nordeste, 51,0% no Centro-Oeste, 47,9% no Sul e 44,5% no Sudeste. De 2016 para 2017, Sudeste e Nordeste apresentaram os maiores crescimentos (2,4 e 1,2 pontos percentuais, respectivamente) dessa propor\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Os empreendimentos com 51 ou mais pessoas tinham o maior percentual na Regi\u00e3o Sudeste (31,9%) e o menor na Norte (14,9%). Frente a 2012, houve redu\u00e7\u00e3o do percentual de ocupados em empreendimento com 51 ou mais pessoas em todas as Grandes Regi\u00f5es, principalmente na Norte (redu\u00e7\u00e3o de 5,9 pontos percentuais).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p><strong>Nordeste concentra as maiores redu\u00e7\u00f5es de trabalhadores em fazendas e s\u00edtios<\/strong><\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o ocupada no setor privado no Brasil, em 2017, trabalhava principalmente em estabelecimento do pr\u00f3prio empreendimento (63,0% ou 46,5 milh\u00f5es de pessoas), em local designado pelo empregador, patr\u00e3o ou fregu\u00eas (12,5%) e em fazenda, s\u00edtio, granja, ch\u00e1cara etc. (11,1% ou 8 milh\u00f5es de pessoas).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a 2016, os estabelecimentos no domic\u00edlio de resid\u00eancia tiveram o maior crescimento de contingente (16,1%), com expans\u00e3o de 443 mil pessoas, o que totalizou 3,2 milh\u00f5es pessoas trabalhando nesse local em 2017 (4,3%).<\/p>\n<p>&#013;<\/p>\n<p>Em 2012, 3,9 milh\u00f5es de pessoas (22,4%) trabalhavam em fazenda, s\u00edtio, granja ou ch\u00e1cara no Nordeste, passando a 2,7 milh\u00f5es (16,2%) em 2017. Essa redu\u00e7\u00e3o de 1,2 milh\u00e3o de pessoas representou 76,0% da queda nacional de 1,5 milh\u00e3o de pessoas ocupadas em fazenda, s\u00edtio, granja ou ch\u00e1cara de 2012 para 2017.\u00a0<\/p>\n<p>&#013;<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/PNADC-caractAdcMercTrab_Release-1.jpg\" width=\"1067\" height=\"600\">&#013;<br \/>\n&#013;<br \/>\nFonte: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2017, das 91.449 mil pessoas ocupadas, 14,4% (13.137 mil pessoas) estavam associadas a sindicato, uma queda de 3,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2016 e a menor taxa desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2012. 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