{"id":13194,"date":"2018-10-30T19:18:20","date_gmt":"2018-10-30T21:18:20","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/registro-civil-2017-homens-de-20-a-24-anos-tem-11-vezes-mais-chances-de-morrer-por-causas-externas-do-que-as-mulheres\/"},"modified":"2018-10-30T19:18:20","modified_gmt":"2018-10-30T21:18:20","slug":"registro-civil-2017-homens-de-20-a-24-anos-tem-11-vezes-mais-chances-de-morrer-por-causas-externas-do-que-as-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/registro-civil-2017-homens-de-20-a-24-anos-tem-11-vezes-mais-chances-de-morrer-por-causas-externas-do-que-as-mulheres\/","title":{"rendered":"Registro Civil 2017: homens de 20 a 24 anos t\u00eam 11 vezes mais chances de morrer por causas externas do que as mulheres"},"content":{"rendered":"<p><html><body><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Estat_Reg_Civil.png\"\/><\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2017, ocorreram e foram registrados 2,87 milh\u00f5es de nascimentos no pa\u00eds, crescimento de 2,6% frente a 2016. Os registros efetuados em anos posteriores ao do nascimento eram 2,7% do total, em 2017, contra 3,5% em 2016. Cresceu o percentual de filhos de m\u00e3es com mais de 30 anos de idade: na faixa de 30 a 39 anos, a taxa foi de 23,4% para 32,2% e na faixa dos 40 anos ou mais de idade, de 2,2% para 2,9%.<\/big>&#13; <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>O n\u00famero de casamentos registrados caiu 2,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, apesar do aumento de 10% nas uni\u00f5es homoafetivas, que representam 0,5% do total de registros. <\/big>&#13; <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>J\u00e1 os div\u00f3rcios aumentaram 8,3% frente a 2016, com uma taxa geral de 2,48 div\u00f3rcios para cada mil pessoas com 20 anos ou mais de idade no pa\u00eds. A maior propor\u00e7\u00e3o dos div\u00f3rcios se deu entre fam\u00edlias constitu\u00eddas somente com filhos menores de idade (45,8%). O percentual de div\u00f3rcios com guarda compartilhada dos filhos teve aumento significativo, passando de 16,9%, em 2016, para 20,9% em 2017.<\/big>&#13; <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>Em 2017, 1,27 milh\u00f5es de \u00f3bitos foram registrados, aumento de 0,23% frente a 2016. A maioria dos registros (59,3%) foi de pessoas de 65 anos ou mais de idade. Na faixa de 20 a 24 anos, as mortes por causas externas (homic\u00eddios, suic\u00eddios, acidentes de tr\u00e2nsito etc.) atingiram 11 vezes mais homens do que mulheres. De 2007 para 2017, a mortalidade por causas externas aumentou em 17 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. As maiores altas foram em estados do Norte e do Nordeste: Cear\u00e1 (144,1%), Sergipe (134,7%), Bahia (128,5%), Acre (121,8%), Tocantins (114,7%), Rio Grande do Norte (113,1%) e Piau\u00ed (111,8%). <\/big>&#13; <\/p>\n<p style=\"line-height: 1.5\"><big>A pesquisa completa e o material de apoio das Estat\u00edsticas do Registro Civil 2017 est\u00e3o \u00e0 direita desta p\u00e1gina.<\/big>&#13;<\/p>\n<p><strong>Nascimentos registrados aumentam, mas n\u00e3o recuperam perdas anteriores<\/strong>&#13;<\/p>\n<p>Em 2017, 2.867.701 nascimentos ocorreram e foram registrados nos cart\u00f3rios do Brasil. Em compara\u00e7\u00e3o com 2016, houve aumento de 2,6%, recuperando parte da queda de 5,1% ocorrida em 2016 frente a 2015. Ainda assim, o total de nascimentos registrados em 2017 foi menor que os totais registrados em 2014 e em 2015.&#13;<\/p>\n<p>Entre as Unidades da Federa\u00e7\u00e3o, somente o Rio Grande do Sul apresentou redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de nascimentos registrados em 2017 em rela\u00e7\u00e3o a 2016 (-0,4%). Entre os demais estados, os que apresentaram os menores crescimentos foram: Par\u00e1 (0,4%), Cear\u00e1 (0,5%), Amap\u00e1 (0,6%) e Mato Grosso (0,8%). J\u00e1 os maiores crescimentos foram observados em: Sergipe (5,1%), Rond\u00f4nia e Rio de Janeiro (5,8%), Esp\u00edrito Santo (5,9%), Acre e Mato Grosso do Sul (6,3%) e Tocantins (9%).&#13;<\/p>\n<p><strong>Cresce o percentual de filhos de m\u00e3es com mais de 30 anos de idade<\/strong>&#13;<\/p>\n<p>Entre 2007 e 2017, o n\u00famero de filhos com m\u00e3es que tinham at\u00e9 19 anos de idade na ocasi\u00e3o do parto passou de 20,22%, em 2007, para 15,95%, em 2017. Na mesma compara\u00e7\u00e3o, os filhos de m\u00e3es do grupo de 20 a 29 anos de idade passaram de 54,1% para 48,98%; o de 30 a 39 anos passou de 23,4% para 32,2%; e o percentual de filhos de m\u00e3es com 40 anos ou mais de idade passou de 2,2% para 2,9%.&#13;<\/p>\n<p><strong>Em dez anos, o n\u00famero de \u00f3bitos por causas externas aumentou em 17 estados<\/strong>&#13;<\/p>\n<p>Entre 2007 e 2017, analisando-se os registros de \u00f3bitos violentos em homens de 15 a 24 anos de idade por Unidade da Federa\u00e7\u00e3o, houve aumentos em 17 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o. Os estados do Norte e Nordeste mostraram os maiores aumentos, com destaque para Cear\u00e1 (144,1%), Sergipe (134,7%), Bahia (128,5%), Acre (121,8%), Tocantins (114,7%), Rio Grande do Norte (113,1%) e Piau\u00ed (111,8%). Por outro lado, houve quedas significativas no Paran\u00e1 (-43,2%), Distrito Federal (-35%), S\u00e3o Paulo (-30,9%), Esp\u00edrito Santo (-25,9%), Mato Grosso do Sul (-23,5%), Rio de Janeiro (-20,9%) e Rond\u00f4nia (-19,3%).&#13; <\/p>\n<table style=\"width: 461px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 458px;vertical-align: middle;text-align: center\" colspan=\"2\">\u00a0Varia\u00e7\u00e3o relativa do volume de \u00f3bitos registrados por causas externas (n\u00e3o naturais) no grupo de homens na faixa et\u00e1ria <br \/>de 15 a 24 anos, segundo Unidades da Federa\u00e7\u00e3o &#8211; <br \/>Brasil &#8211; 2007\/2017<\/th>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Paran\u00e1<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-43,2<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Distrito Federal<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-35,0<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">S\u00e3o Paulo<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-30,9<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Esp\u00edrito Santo<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-25,9<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Mato Grosso do Sul<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-23,5<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Rio de Janeiro<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-20,9<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Rond\u00f4nia<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-19,3<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Minas Gerais<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-9,9<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Santa Catarina<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-4,4<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Mato Grosso<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">-3,3<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Pernambuco<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">16,6<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Goi\u00e1s<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">20,1<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Rio Grande do Sul<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">22,8<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Para\u00edba<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">24,4<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Amap\u00e1<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">53,2<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Maranh\u00e3o<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">71,7<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Par\u00e1<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">73,4<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Alagoas<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">73,5<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Roraima<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">80,0<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Amazonas<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">80,7<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Piau\u00ed<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">111,8<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Rio Grande do Norte<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">113,1<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Tocantins<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">114,7<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Acre<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">121,8<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Bahia<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">128,5<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Sergipe<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">134,7<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 250.5px\">Cear\u00e1<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 207.5px;text-align: right\">144,1<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<p><strong>20 a 24 anos: mortes n\u00e3o naturais atingem 11 vezes mais homens que mulheres<\/strong>&#13;<\/p>\n<p>A sobremortalidade masculina por causas n\u00e3o naturais (homic\u00eddios, suic\u00eddios, acidentes de tr\u00e2nsito, afogamentos, quedas acidentais etc.) no grupo de 20 a 24 anos foi, em 2017, de 11 vezes. Isto significa que a chance de um homem com idade entre 20 e 24 anos falecer por causas n\u00e3o naturais era 11 vezes maior que a de uma mulher no mesmo grupo et\u00e1rio. Se considerarmos somente os registros por causas naturais no grupo de 20 a 24 anos, um homem teria 2,3 vezes mais chance de morrer do que uma mulher na mesma idade.&#13;<\/p>\n<p>Entre 2007 e 2017, houve queda no total de \u00f3bitos por causas externas (homic\u00eddios, suic\u00eddios, decorrentes de acidentes de tr\u00e2nsito, afogamentos, etc.) para ambos os sexos na faixa et\u00e1ria at\u00e9 14 anos de idade. Entre os homens, com exce\u00e7\u00e3o do grupo de 25 a 29 anos, que apresentou um leve decr\u00e9scimo (-1,8%), houve aumento nos registros de \u00f3bitos em todas as faixas de idade superior a 15 anos, nesse per\u00edodo. Os maiores aumentos relativos, para ambos os sexos, foram observados no grupo de 80 anos ou mais: 31,2% para homens 39,1% para mulheres. Parte consider\u00e1vel destas causas pode ser atribu\u00edda \u00e0s quedas acidentais, tamb\u00e9m consideradas causas externas.&#13;<\/p>\n<p><strong>Maioria dos registros de \u00f3bitos \u00e9 de pessoas de 65 anos ou mais de idade<\/strong>&#13;<\/p>\n<p>O n\u00famero de \u00f3bitos registrados no Brasil nos \u00faltimos 10 anos aumentou 23,5%, passando de 1.031.864 registros em 2007 para 1.273.840 em 2017. Frente a 2016, houve um aumento de 0,23%. A maioria dos \u00f3bitos registrados (59,3%) foi de pessoas de 65 anos ou mais de idade. Em 2007, os \u00f3bitos desse grupo et\u00e1rio representaram 53,5% do total.&#13;<\/p>\n<p>J\u00e1 o registro de \u00f3bitos de menores de 5 anos caiu de 4,1%, em 2007, para 2,8%, em 2017. Em 1977, por exemplo, 33,4% dos \u00f3bitos registrados eram de menores de 5 anos de idade, enquanto que apenas 29,4% eram de pessoas de 65 anos ou mais de idade.&#13;<\/p>\n<p><strong>Registros tardios de nascimentos seguem em queda e taxa fica em 2,7%<\/strong>&#13;<\/p>\n<p>Os registros efetuados em 2017 referentes a nascimentos ocorridos nos anos anteriores seguiram em ritmo de queda: de 10,2%, em 2007, ca\u00edram para 3,5% em 2016 e ficaram em 2,7% em 2017. Apesar dessa redu\u00e7\u00e3o, observam-se discrep\u00e2ncias regionais: Norte (9,9%), Nordeste (3,5%), Centro-Oeste (1,8%) e Sudeste e Sul (0,9%).&#13;<\/p>\n<p>Os registros tamb\u00e9m mostraram que 98,9% das crian\u00e7as nascem em hospitais ou estabelecimentos de sa\u00fade sem interna\u00e7\u00e3o (considerando-se apenas os nascidos vivos). Alguns estados, no entanto, mostram incid\u00eancia acima de 1% em nascimentos nos domic\u00edlios: Amazonas (4,8%), Acre (3,9%), Amap\u00e1 (2,5%), Par\u00e1 (2,4%), Roraima (2,0%) e Maranh\u00e3o (1,6%).&#13;<\/p>\n<p><strong>Casamentos homoafetivos aumentam 10% em 2017<\/strong>&#13;<\/p>\n<p>Em 2017, o Brasil registrou 1.070.376 casamentos civis, com redu\u00e7\u00e3o de 2,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2016. Os casamentos homoafetivos, no entanto, tiveram aumento de 10,0% entre 2016 e 2017, passando de 5.354 para 5.887 e representando 0,5% do total de casamentos registrados em 2017.&#13;<\/p>\n<p>Ainda em rela\u00e7\u00e3o a 2016, o n\u00famero de registros de casamentos apresentou redu\u00e7\u00e3o em todas as Grandes Regi\u00f5es, variando de 3,1% no Sudeste a 0,1% no Sul. Entre as Unidades da Federa\u00e7\u00e3o, 18 apresentaram queda, a maior delas no Cear\u00e1, com redu\u00e7\u00e3o de 12,0%. Por outro lado, o Amap\u00e1 teve aumento de 11,1% no n\u00famero de casamentos registrados.&#13; <\/p>\n<table style=\"width: 619px\">\n<tbody>\n<tr>\n<th style=\"width: 615px;vertical-align: middle;text-align: center\" colspan=\"4\">Casamentos registrados entre c\u00f4njuges de sexo oposto e c\u00f4njuges do mesmo sexo, segundo o lugar de registro <br \/> Brasil e Grandes Regi\u00f5es &#8211; 2017\u00a0<\/th>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<th style=\"width: 194px;vertical-align: middle;text-align: center\">Lugar de registro<\/th>\n<p>&#13; <\/p>\n<th style=\"width: 134px;vertical-align: middle;text-align: center\">Total de registros<\/th>\n<p>&#13; <\/p>\n<th style=\"width: 121.5px;vertical-align: middle;text-align: center\">C\u00f4njuges de sexo oposto<\/th>\n<p>&#13; <\/p>\n<th style=\"width: 165.5px;vertical-align: middle;text-align: center\">C\u00f4njuges de mesmo sexo\u00a0<\/th>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 194px\">Brasil<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">1 070 376<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 121.5px;text-align: right\">1 064 489<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 165.5px;text-align: right\">5 887<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 194px\">Regi\u00e3o Norte<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">81 165<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 121.5px;text-align: right\">80 956<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 165.5px;text-align: right\">209<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 194px\">Regi\u00e3o Nordeste<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">241 281<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 121.5px;text-align: right\">240 505<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 165.5px;text-align: right\">776<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 194px\">Regi\u00e3o Sudeste<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">522 580<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 121.5px;text-align: right\">519 044<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 165.5px;text-align: right\">3 536<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 194px\">Regi\u00e3o Sul<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">134 076<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 121.5px;text-align: right\">133 204<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 165.5px;text-align: right\">872<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 194px\">Regi\u00e3o Centro-Oeste<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 134px;text-align: right\">91 274<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 121.5px;text-align: right\">90 780<\/td>\n<p>&#13; <\/p>\n<td style=\"width: 165.5px;text-align: right\">494<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 615px\" colspan=\"4\">Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordena\u00e7\u00e3o de Popula\u00e7\u00e3o e Indicadores Sociais, Estat\u00edsticas do Registro Civil 2017.\u00a0\u00a0<\/td>\n<p>&#13; <\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<p>A taxa de nupcialidade legal (n\u00famero de casamentos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de 15 anos ou mais de idade) foi de 6,6 casamentos para cada mil habitantes no Brasil, com as taxas mais altas no Sudeste (7,5\u2030) e Centro-Oeste (7,4\u2030).&#13;<\/p>\n<p>Entre c\u00f4njuges solteiros de sexo diferentes, para o Brasil, os homens se uniram em m\u00e9dia aos 30 anos de idade e, as mulheres, aos 28 anos. Para as uni\u00f5es homoafetivas, a idade m\u00e9dia foi de cerca de 34 anos para os homens, e 33 para as mulheres.&#13;<\/p>\n<p><strong>Div\u00f3rcios aumentam e casamentos duram menos<\/strong>&#13;<\/p>\n<p>Em 2017, o Brasil registrou 373.216 div\u00f3rcios, um aumento de 8,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2016 (344.526 div\u00f3rcios). A taxa geral de div\u00f3rcio (n\u00famero de div\u00f3rcios em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de 20 anos ou mais de idade) aumentou de 2,38 div\u00f3rcios para cada mil pessoas, em 2016, para 2,48\u2030 em 2017. A Regi\u00e3o Sudeste apresentou a maior taxa geral de div\u00f3rcio (2,99\u2030).&#13;<\/p>\n<p>As idades m\u00e9dias na data do div\u00f3rcio eram 43 anos para os homens e 40 anos para as mulheres. Entre 2007 e 2017, o tempo m\u00e9dio entre a data do casamento e a data da senten\u00e7a ou escritura do div\u00f3rcio caiu de 17 para 14 anos. Analisando a varia\u00e7\u00e3o entre as Unidades da Federa\u00e7\u00e3o em 2007, esse tempo m\u00e9dio variou entre 16 e 21 anos. Para 2017, o intervalo observado variou entre 11 e 18 anos de dura\u00e7\u00e3o.&#13;<\/p>\n<p>De acordo com o tipo de arranjo familiar, a maior propor\u00e7\u00e3o dos div\u00f3rcios se deu entre fam\u00edlias somente com filhos menores de idade (45,8%). O percentual de div\u00f3rcios com guarda compartilhada dos filhos teve aumento significativo, passando de 16,9%, em 2016, para 20,9% em 2017, com o maior percentual regi\u00e3o Sul (24,2%). Em 2014, essa propor\u00e7\u00e3o nacional era de 7,5%. As mulheres ainda predominam na responsabilidade da guarda dos filhos menores: em 2017, esse percentual atingiu o valor de 69,4%, apesar de inferior ao de 2016 (74,4%).&#13;<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Estat_Reg_Civil.png\" width=\"1067\" height=\"600\">&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\nFonte: IBGE<\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2017, ocorreram e foram registrados 2,87 milh\u00f5es de nascimentos no pa\u00eds, crescimento de 2,6% frente a 2016. Os registros efetuados em anos posteriores ao do nascimento eram 2,7% do total, em 2017, contra 3,5% em 2016. Cresceu o percentual de filhos de m\u00e3es com mais de 30 anos de idade: na faixa de 30 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":13195,"comment_status":"false","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[43],"class_list":["post-13194","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-infoeconomico-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13194","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13194"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13194\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13194"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13194"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13194"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}