{"id":10583,"date":"2018-08-20T17:31:58","date_gmt":"2018-08-20T20:31:58","guid":{"rendered":"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/linkedin-permitira-que-pesquisadores-economicos-analisem-dados-de-usuarios\/"},"modified":"2018-08-20T17:31:58","modified_gmt":"2018-08-20T20:31:58","slug":"linkedin-permitira-que-pesquisadores-economicos-analisem-dados-de-usuarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/linkedin-permitira-que-pesquisadores-economicos-analisem-dados-de-usuarios\/","title":{"rendered":"LinkedIn permitir\u00e1 que pesquisadores econ\u00f4micos analisem dados de usu\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p><html><body><\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\">&#13; <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"LinkedIn (Foto: Getty Images)\" height=\"430\" id=\"1943\" src=\"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/linkas.jpg\" title=\"LinkedIn (Foto: Getty Images)\" width=\"620\"\/><label class=\"foto-legenda\">LinkedIn (Foto: Getty Images)<\/label><\/div>\n<p>&#13;<\/p>\n<p>&#13; \u00a0&#13;<\/p>\n<p>&#13; Era uma vez uma rede social chamada Facebook que deixou que pesquisadores acad\u00eamicos acessassem seus dados, uma hist\u00f3ria que terminou com o esc\u00e2ndalo da Cambridge Analytica. Agora, o LinkedIn, plataforma de networking profissional que pertence \u00e0 Microsoft, diz que abrir\u00e1 seus vastos bancos de dados para pesquisadores acad\u00eamicos.&#13;<\/p>\n<p>&#13; Mas, desta vez, a empresa disse que est\u00e1 estabelecendo controles para proteger a privacidade dos usu\u00e1rios, conforme o an\u00fancio feito pelo diretor de dados da rede social, Igor Perisic.&#13; <\/p>\n<div class=\"saibamais componente_materia\">&#13; <strong>saiba mais<\/strong>&#13; <\/p>\n<ul>\n<li>&#13; <a href=\"http:\/\/Guia de etiqueta para lidar com o chefe nas redes sociais\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Guia de etiqueta para lidar com o chefe nas redes sociais<\/a><\/li>\n<p>&#13; <\/p>\n<li>&#13; <a href=\"https:\/\/epocanegocios.globo.com\/Carreira\/noticia\/2018\/04\/o-que-os-recrutadores-analisam-em-suas-redes-sociais.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">O que os recrutadores analisam em suas redes sociais<\/a><\/li>\n<p>&#13; <\/ul>\n<\/div>\n<p>&#13;<\/p>\n<p>&#13; Os dados ficar\u00e3o restritos apenas \u00e0queles pesquisadores cujas propostas tenham sido aprovadas. Os acad\u00eamicos s\u00f3 ter\u00e3o acesso a informa\u00e7\u00f5es agregadas e anonimizadas e poder\u00e3o visualiz\u00e1-las apenas dentro de um \u201ccercadinho\u201d seguro, explicou Perisic em seu post. Isso significa que eles n\u00e3o conseguir\u00e3o fazer o download desses dados.&#13;<\/p>\n<p>&#13; De acordo com o LinkedIn, os acad\u00eamicos tamb\u00e9m n\u00e3o poder\u00e3o \u201cobter ou reter dados al\u00e9m do escopo do projeto de pesquisa\u201d.&#13;<\/p>\n<p>&#13; Al\u00e9m disso, a rede social informou que suas equipes legal e de seguran\u00e7a v\u00e3o vetar todas as propostas de acesso aos dados. S\u00f3 propostas de projetos relacionados a \u201coportunidade econ\u00f4mica visando a criar igualdade de condi\u00e7\u00f5es para os resultados econ\u00f4micos\u201d ser\u00e3o aceitas.&#13; <\/p>\n<div class=\"componente_materia\">&#13; <\/p>\n<div class=\"intertitulo\">&#13; Intelig\u00eancia artificial<\/div>\n<p>&#13; <\/p><\/div>\n<p>&#13;<\/p>\n<p>&#13; Perisic disse, em uma entrevista na semana passada, que a empresa tem como objetivo melhorar o conhecimento sobre o mercado de trabalho e a economia.&#13;<\/p>\n<p>&#13; \u201cIsso n\u00e3o \u00e9 sobre ter um impacto direto no produto\u201d, afirmou, embora tenha reconhecido que, no passado, a colabora\u00e7\u00e3o do LinkedIn com acad\u00eamicos tenha, em alguns casos, levados a melhoras no site.&#13;<\/p>\n<p>&#13; A companhia abriu a convoca\u00e7\u00e3o de projetos em tr\u00eas \u00e1reas amplas: anal\u00edtica, econ\u00f4mica e intelig\u00eancia artificial.&#13;<\/p>\n<p>&#13; A sele\u00e7\u00e3o das equipes de pesquisa ser\u00e1 cont\u00ednua, contou Perisic, e, provavelmente, n\u00e3o mais do que uma dezena delas ter\u00e1 acesso aos dados ao mesmo tempo.&#13;<\/p>\n<p>&#13; A iniciativa \u00e9 uma expans\u00e3o de uma colabora\u00e7\u00e3o anterior do LinkedIn com pesquisadores econ\u00f4micos. O esfor\u00e7o, diz a empresa, resultou em v\u00e1rias descobertas importantes.&#13;<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\tPesquisadores do F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial, por exemplo, usaram dados do LinkedIn para explorar a disparidade entre os g\u00eaneros.&#13;<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/infoeconomico.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/linkas-1.jpg\" width=\"620\" height=\"430\">&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\nFonte: Editora Globo &#8211; Not\u00edcias gerais<\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#13; LinkedIn (Foto: Getty Images) &#13; &#13; \u00a0&#13; &#13; Era uma vez uma rede social chamada Facebook que deixou que pesquisadores acad\u00eamicos acessassem seus dados, uma hist\u00f3ria que terminou com o esc\u00e2ndalo da Cambridge Analytica. 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