<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>investimentos &#8211; Info Econômico</title>
	<atom:link href="https://infoeconomico.com.br/portal/tag/investimentos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://infoeconomico.com.br/portal</link>
	<description>Notícias Ao Vivo</description>
	<lastBuildDate>Tue, 18 Nov 2025 19:16:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Como usar títulos de curto prazo em sua carteira de investimentos</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/como-usar-titulos-de-curto-prazo-em-sua-carteira-de-investimentos/</link>
					<comments>https://infoeconomico.com.br/portal/como-usar-titulos-de-curto-prazo-em-sua-carteira-de-investimentos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 19:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Central Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[curto prazo]]></category>
		<category><![CDATA[fundos]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[rendafixa]]></category>
		<category><![CDATA[titulos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://infoeconomico.com.br/portal/?p=225726</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Você deveria ter títulos de curto prazo em sua carteira? Sim. Eu diria que os títulos de curto prazo são uma das principais classes de ativos que a maioria dos investidores deveria possuir, além de dinheiro em espécie e ações de grandes empresas . Nesta série sobre os fundamentos de portfólio , explicarei alguns dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">Você deveria ter títulos de curto prazo em sua carteira? Sim. Eu diria que os títulos de curto prazo são uma das principais classes de ativos que a maioria dos investidores deveria possuir, além de dinheiro em espécie e ações de grandes empresas .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta série sobre os fundamentos de portfólio , explicarei alguns dos princípios básicos para montar portfólios sólidos. Começarei com alguns dos tipos de investimento mais utilizados e abordarei o que você precisa saber para usá-los de forma eficaz em um portfólio.</p>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-100 is-style-fill"><a class="wp-block-button__link has-black-color has-luminous-vivid-amber-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.morningstar.com/portfolios/portfolio-basics-how-build-an-investment-portfolio" style="border-width:8px;border-radius:0px;padding-right:var(--wp--preset--spacing--20);padding-left:var(--wp--preset--spacing--20)">Noções básicas de portfólio: como construir um portfólio de investimentos</a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph">O que são títulos de curto prazo?<br>Títulos de curto prazo são títulos de renda fixa com vencimentos relativamente curtos, geralmente definidos como de um a três anos. Esses títulos são menos sensíveis a mudanças nas taxas de juros do que títulos com prazos de vencimento mais longos. Assim como outros tipos de títulos, os títulos de curto prazo são inerentemente mais seguros do que outros tipos de títulos, como ações. Os títulos também têm uma posição superior na estrutura de capital em relação às ações, o que significa que seus detentores estão entre os primeiros a receber o pagamento em caso de falência do emissor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os títulos de curto prazo podem ser tributáveis ​​ou isentos de impostos. Neste artigo, focarei nos primeiros; abordei os títulos municipais em um artigo separado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quais são as vantagens e os riscos de investir em títulos de curto prazo?<br>A principal vantagem dos títulos de curto prazo é a sua capacidade de gerar renda corrente com risco relativamente baixo. Por esse motivo, os títulos de curto prazo podem ser uma boa opção para a carteira de muitos investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como outros títulos, os títulos de curto prazo estão sujeitos a dois tipos principais de risco: risco de taxa de juros e risco de crédito. Como os preços dos títulos e as taxas de juros de mercado se movem em direções opostas, os títulos de curto prazo perdem valor quando as taxas de juros sobem. Graças aos seus prazos de vencimento curtos, porém, suas perdas são mais moderadas do que as de instrumentos de longo prazo. O risco de crédito — ou seja, o risco de uma empresa não conseguir pagar sua dívida — também pode ser um problema para os títulos corporativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que os títulos de curto prazo geraram retornos relativamente baixos, mas também apresentam menor volatilidade do que qualquer outra classe de ativos, com exceção do dinheiro em espécie. O gráfico abaixo mostra os retornos anualizados (eixo y) e os desvios padrão (eixo x) para títulos de curto prazo, bem como para outras classes de ativos importantes, nos últimos 20 anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="528" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4.png" alt="" class="wp-image-225727" srcset="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4.png 800w, https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4-300x198.png 300w, https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4-768x507.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Morningstar Direct. Dados referentes a 31 de outubro de 2025. <a href="https://cosmos-cdn.morningstar.com/playfair/01K9Z5P17NXM532ABP4RBXJJ1B/data.csv">Baixar CSV</a> .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente, os títulos de curto prazo perderam até 7% durante períodos de aumento das taxas de juros. Com o início da forte alta da inflação em 2021, os fundos de títulos do governo de curto prazo, os fundos de títulos de curto prazo e os fundos de títulos de curtíssimo prazo começaram a perder valor, e as perdas continuaram ao longo de 2022, à medida que o Federal Reserve aumentava repetidamente <br><a href="https://www.morningstar.com/markets/when-will-fed-start-cutting-interest-rates">as taxas de juros</a> na tentativa de conter a inflação persistentemente alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme demonstrado na tabela abaixo, a categoria de títulos de curto prazo da Morningstar apresentou um risco de queda ligeiramente maior em comparação com as outras duas categorias de curto prazo. Os fundos de títulos de curtíssimo prazo não ficaram imunes ao risco, embora suas perdas tenham sido mais limitadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="how-to-invest-in-short-term-bonds">Como investir em títulos de curto prazo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem duas maneiras principais de investir em títulos de curto prazo: comprando títulos individuais ou comprando um fundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A compra de títulos individuais pode ser uma opção atraente, pois você simplesmente recebe os juros semestrais (conhecidos como cupom) até a data de vencimento do título, quando receberá de volta o valor principal. Essa abordagem é fácil de implementar para títulos e letras do Tesouro de curto prazo, que estão amplamente disponíveis na maioria das principais corretoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você estiver comprando outros tipos de títulos, no entanto, existem algumas desvantagens, incluindo custos de negociação mais altos na forma de spreads de compra e venda. Os investidores podem evitar essas armadilhas obtendo exposição a títulos de curto prazo com um fundo mútuo ou um fundo negociado em bolsa (ETF). As vantagens incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Custos de transação mais baixos.</li>



<li>Gestão profissional.</li>



<li>Diversificação mais ampla em diversos títulos e setores de títulos.</li>



<li>A flexibilidade de reinvestir os rendimentos a taxas de juros mais altas, caso as taxas de juros estejam em tendência de alta.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para a maioria dos investidores, os fundos de índice amplamente diversificados são a maneira mais fácil e menos dispendiosa de investir em títulos de curto prazo. Os investidores em fundos de títulos de curto prazo com gestão ativa pagam, em média, despesas anuais de cerca de 60 pontos base, enquanto um fundo típico com gestão passiva cobra menos de um quinto desse valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem três categorias principais de títulos de curto prazo: títulos de curtíssimo prazo, títulos de curto prazo e títulos do governo de curto prazo. Todos os três são relativamente seguros, mas a categoria de curtíssimo prazo é a mais conservadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="when-do-short-term-bonds-perform-best">Quando os títulos de curto prazo apresentam melhor desempenho?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como outros títulos, os títulos de curto prazo têm melhor desempenho em períodos de queda nas taxas de juros e inflação baixa ou em declínio. Devido aos seus prazos de vencimento limitados, porém, eles não se beneficiam tanto das tendências de queda nas taxas de juros. Como resultado, a maioria das categorias de títulos de curto prazo apresentou retornos relativamente fracos ao longo dos 10 anos até 2021, mas se saiu melhor do que as categorias de longo prazo em meio à turbulência no mercado de títulos em 2022.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="how-long-should-i-hold-my-investments-in-short-term-bonds">Por quanto tempo devo manter meus investimentos em títulos de curto prazo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você estiver comprando um título individual, faz sentido que a data de vencimento do título coincida com o momento em que você precisará acessar os ativos. Isso porque os detentores de títulos normalmente recebem o valor nominal integral do título no vencimento. (Títulos resgatáveis ​​são uma exceção.)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.morningstar.com/portfolios/2-ways-avoid-big-portfolio-mistakes">A estrutura &#8220;Role in Portfolio&#8221;</a>&nbsp;da Morningstar&nbsp;recomenda manter fundos de títulos de curtíssimo prazo por pelo menos um a dois anos. Fundos de títulos de curto prazo e títulos do governo de curto prazo geralmente são mais adequados para períodos de investimento de pelo menos dois anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="how-much-of-my-portfolio-should-be-in-short-term-bonds">Que percentagem da minha carteira deve ser composta por títulos de curto prazo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta a essa pergunta depende em grande parte da composição geral dos ativos da sua carteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está investindo para um objetivo de longo prazo, provavelmente desejará direcionar sua carteira mais para ações. As alocações&nbsp;<a href="https://www.morningstar.com/target-date-funds">de fundos de data-alvo</a>&nbsp;também podem ser uma diretriz útil para o nível apropriado de exposição a títulos: o fundo de data-alvo típico começa com uma alocação em títulos de cerca de 8% para um investidor com 40 anos até a aposentadoria, aumentando gradualmente a alocação em títulos para 55% dos ativos na aposentadoria e 66% dos ativos 30 anos após a aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está economizando para um objetivo de curto prazo, pode ser interessante manter uma parcela maior de seus ativos em títulos de curto prazo. As três categorias de títulos abordadas neste artigo são adequadas como investimentos principais que podem representar uma parte significativa da sua carteira. Se você busca simplesmente uma exposição ampla ao mercado de títulos e tem um horizonte de investimento de pelo menos dois a seis anos, talvez não precise de um fundo específico para títulos de curto prazo; uma exposição mais diversificada, como um fundo de títulos de médio e longo prazo, pode ser suficiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="what-are-the-best-short-term-bond-funds">Quais são os melhores fundos de renda fixa de curto prazo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A tabela abaixo mostra um subconjunto de fundos de índice com alta classificação que se concentram em títulos de curto prazo. Selecionei fundos que estão amplamente disponíveis nas principais plataformas de corretagem, que possuem valores mínimos de investimento acessíveis e baixas taxas de administração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia mais em <a href="https://www.morningstar.com/portfolios/how-use-short-term-bonds-portfolio">https://www.morningstar.com/portfolios/how-use-short-term-bonds-portfolio</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://infoeconomico.com.br/portal/como-usar-titulos-de-curto-prazo-em-sua-carteira-de-investimentos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cinco dicas para perder o medo de investir</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/cinco-dicas-para-perder-o-medo-de-investir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[post_tag]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://infoeconomico.com.br/portal/cinco-dicas-para-perder-o-medo-de-investir/</guid>

					<description><![CDATA[Apesar da vontade de investir e ganhar uma renda extra, muitos brasileiros acabam ficando com o pé atrás e têm medo de investirem o seu dinheiro. No último levantamento feito pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), com o apoio do Datafolha, em 2019, menos da metade dos brasileiros (44%) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da vontade de investir e ganhar uma renda extra, muitos brasileiros acabam ficando com o pé atrás e têm medo de investirem o seu dinheiro. No último levantamento feito pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), com o apoio do Datafolha, em 2019, menos da metade dos brasileiros (44%) tinha algum saldo aplicado em produtos de investimento, ou seja, cerca de 42 milhões de pessoas tinham aplicações naquele ano, enquanto a poupança se manteve como o produto preferido dos investidores, representando 84% dos brasileiros. Isso acontece porque muitas pessoas têm o receio em começar algo novo e investir no que ainda é desconhecido para elas, sendo que outras opções de investimento, como, por exemplo, bolsa de valores, tesouro direto ou fundos imobiliários, trazem uma maior rentabilidade ao investidor. </p>
<p>Pensando em ajudar aqueles que querem começar a aplicar o seu dinheiro no Mercado de Investimentos, mas que ainda tem medo, Rodrigo Cohen, investidor profissional (CNPI-T) e co-fundador da Escola de Investimentos &#8211; instituição online lançada com o objetivo de democratizar o conhecimento do assunto e torná-lo acessível para todos -, aponta, a seguir, algumas dicas que vão encorajar os brasileiros a investirem em busca de bons resultados. Confira: </p>
<p>1. Saia da zona de conforto e descubra o que te bloqueia a dar o primeiro passo<br />
A primeira dica é observar o que está te bloqueando, seja no investimento ou na vida em geral. Identificar o que impede de ir além e quais são as coisas que fazem você se sentir desconfortável, são passos essenciais para deixar o medo para trás.  “Analise as coisas que te prendem e fazem a sua vida ser a mesma a tanto tempo. Cabe a você se perguntar se deve continuar como está ou se merece evoluir, mudar de vida e, realmente, começar a aproveitar coisas que talvez nunca tenha aproveitado. Se você se perguntar isso, vai perceber quanto tempo perdeu com essas crenças limitantes e com esse medo”, explica Rodrigo. </p>
<p>2. Pesquise sobre as diferentes formas de investir<br />
O medo está ligado, principalmente, à falta de conhecimento. Então, saiba o que você está fazendo e os riscos que podem aparecer. Estude, aprenda, veja pessoas que já investiram, qual foi o resultado que elas tiveram e se atente também ao histórico de aplicações de investimento. “A Educação Financeira deve caminhar com você, pois ela mostra a realidade e te auxilia a fazer o bom uso do dinheiro, ou seja, a sempre pensar investimentos para curto, para médio e principalmente para longo prazo”, afirma o especialista. </p>
<p>3. Avalie seu perfil de investidor<br />
O tipo de investimento varia para cada perfil de investidor. Por isso, é importante identificar qual é o seu. &#8220;A primeira coisa é você se autoconhecer. Por exemplo, se você é uma pessoa conservadora, não vai poder colocar o dinheiro em um investimento mais ousado. Esse autoconhecimento faz com que você invista em coisas que não vão deixar você com medo. O medo está muito ligado à incerteza, ao que vai e ao que pode acontecer. É importante você ter uma visão mínima pois, assim, você fica muito mais preparado e, consequentemente, muito mais tranquilo”, afirma o co-fundador da Escola de Investimentos.</p>
<p>4. Comece investindo pouco dinheiro<br />
Para não correr risco, quando for começar, invista pouco dinheiro. “É melhor começar com pouco, porque, se acontecer alguma adversidade, você não investiu muito, não colocou uma quantidade grande de dinheiro e o risco acaba sendo diluído, dando oportunidade para você se organizar e tentar de novo”, aconselha Rodrigo.</p>
<p>5. Diversifique os investimentos<br />
Não coloque todo o dinheiro que você tem para investir em um único lugar. “A diversificação promove a você uma redução de risco, porque, se algum investimento feito por você, por acaso, não for bem, você também estará investindo em outros”, explica Rodrigo. “E, automaticamente, quando os investimentos vão bem, você consegue ganhar dinheiro, porque você tem, pelo menos, algum investimento que deu certo”, completa.</p>
<p>Além das dicas, Rodrigo ressalta que o momento atual de pandemia se tornou um ótimo período para começar a investir. “Você irá investir quando poucos querem e é nesse momento que se encontram as melhores oportunidades no Mercado Financeiro”, explica. “Só fique atento e não faça escolhas agressivas, porque você precisa do saldo no curto prazo”, finaliza. </p>
<p>Para mais informações sobre educação financeira ou inscrições nos cursos da Escola de Investimentos, basta entrar no site da instituição ou seguir o perfil de Rodrigo (@rodrigocohenoficial) e da escola no Instagram (@escoladeinvestimentosoficial).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cinco dicas para perder o medo de investir</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/cinco-dicas-para-perder-o-medo-de-investir-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[post_tag]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://infoeconomico.com.br/portal/cinco-dicas-para-perder-o-medo-de-investir-2/</guid>

					<description><![CDATA[Apesar da vontade de investir e ganhar uma renda extra, muitos brasileiros acabam ficando com o pé atrás e têm medo de investirem o seu dinheiro. No último levantamento feito pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), com o apoio do Datafolha, em 2019, menos da metade dos brasileiros (44%) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da vontade de investir e ganhar uma renda extra, muitos brasileiros acabam ficando com o pé atrás e têm medo de investirem o seu dinheiro. No último levantamento feito pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), com o apoio do Datafolha, em 2019, menos da metade dos brasileiros (44%) tinha algum saldo aplicado em produtos de investimento, ou seja, cerca de 42 milhões de pessoas tinham aplicações naquele ano, enquanto a poupança se manteve como o produto preferido dos investidores, representando 84% dos brasileiros. Isso acontece porque muitas pessoas têm o receio em começar algo novo e investir no que ainda é desconhecido para elas, sendo que outras opções de investimento, como, por exemplo, bolsa de valores, tesouro direto ou fundos imobiliários, trazem uma maior rentabilidade ao investidor. </p>
<p>Pensando em ajudar aqueles que querem começar a aplicar o seu dinheiro no Mercado de Investimentos, mas que ainda tem medo, Rodrigo Cohen, investidor profissional (CNPI-T) e co-fundador da Escola de Investimentos &#8211; instituição online lançada com o objetivo de democratizar o conhecimento do assunto e torná-lo acessível para todos -, aponta, a seguir, algumas dicas que vão encorajar os brasileiros a investirem em busca de bons resultados. Confira: </p>
<p>1. Saia da zona de conforto e descubra o que te bloqueia a dar o primeiro passo<br />
A primeira dica é observar o que está te bloqueando, seja no investimento ou na vida em geral. Identificar o que impede de ir além e quais são as coisas que fazem você se sentir desconfortável, são passos essenciais para deixar o medo para trás.  “Analise as coisas que te prendem e fazem a sua vida ser a mesma a tanto tempo. Cabe a você se perguntar se deve continuar como está ou se merece evoluir, mudar de vida e, realmente, começar a aproveitar coisas que talvez nunca tenha aproveitado. Se você se perguntar isso, vai perceber quanto tempo perdeu com essas crenças limitantes e com esse medo”, explica Rodrigo. </p>
<p>2. Pesquise sobre as diferentes formas de investir<br />
O medo está ligado, principalmente, à falta de conhecimento. Então, saiba o que você está fazendo e os riscos que podem aparecer. Estude, aprenda, veja pessoas que já investiram, qual foi o resultado que elas tiveram e se atente também ao histórico de aplicações de investimento. “A Educação Financeira deve caminhar com você, pois ela mostra a realidade e te auxilia a fazer o bom uso do dinheiro, ou seja, a sempre pensar investimentos para curto, para médio e principalmente para longo prazo”, afirma o especialista. </p>
<p>3. Avalie seu perfil de investidor<br />
O tipo de investimento varia para cada perfil de investidor. Por isso, é importante identificar qual é o seu. &#8220;A primeira coisa é você se autoconhecer. Por exemplo, se você é uma pessoa conservadora, não vai poder colocar o dinheiro em um investimento mais ousado. Esse autoconhecimento faz com que você invista em coisas que não vão deixar você com medo. O medo está muito ligado à incerteza, ao que vai e ao que pode acontecer. É importante você ter uma visão mínima pois, assim, você fica muito mais preparado e, consequentemente, muito mais tranquilo”, afirma o co-fundador da Escola de Investimentos.</p>
<p>4. Comece investindo pouco dinheiro<br />
Para não correr risco, quando for começar, invista pouco dinheiro. “É melhor começar com pouco, porque, se acontecer alguma adversidade, você não investiu muito, não colocou uma quantidade grande de dinheiro e o risco acaba sendo diluído, dando oportunidade para você se organizar e tentar de novo”, aconselha Rodrigo.</p>
<p>5. Diversifique os investimentos<br />
Não coloque todo o dinheiro que você tem para investir em um único lugar. “A diversificação promove a você uma redução de risco, porque, se algum investimento feito por você, por acaso, não for bem, você também estará investindo em outros”, explica Rodrigo. “E, automaticamente, quando os investimentos vão bem, você consegue ganhar dinheiro, porque você tem, pelo menos, algum investimento que deu certo”, completa.</p>
<p>Além das dicas, Rodrigo ressalta que o momento atual de pandemia se tornou um ótimo período para começar a investir. “Você irá investir quando poucos querem e é nesse momento que se encontram as melhores oportunidades no Mercado Financeiro”, explica. “Só fique atento e não faça escolhas agressivas, porque você precisa do saldo no curto prazo”, finaliza. </p>
<p>Para mais informações sobre educação financeira ou inscrições nos cursos da Escola de Investimentos, basta entrar no site da instituição ou seguir o perfil de Rodrigo (@rodrigocohenoficial) e da escola no Instagram (@escoladeinvestimentosoficial).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Futuro sem aposentadoria – qual a saída?</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/futuro-sem-aposentadoria-qual-a-saida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[economiabrasil]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Macedo]]></category>
		<category><![CDATA[post_tag]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://infoeconomico.com.br/portal/futuro-sem-aposentadoria-qual-a-saida/</guid>

					<description><![CDATA[Por Luiz Macedo* O futuro financeiro nunca foi tão incerto. A aposentadoria “oficial”, pelo INSS, fica cada vez mais distante para muitas pessoas, especialmente porque o mundo do trabalho mudou. Uma alternativa para uma parcela significativa da população que não tem carteira assinada são os fundos de previdência. O problema, no entanto, é a infinidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Luiz Macedo*</p>
<p>O futuro financeiro nunca foi tão incerto. A aposentadoria “oficial”, pelo INSS, fica cada vez mais distante para muitas pessoas, especialmente porque o mundo do trabalho mudou. Uma alternativa para uma parcela significativa da população que não tem carteira assinada são os fundos de previdência. O problema, no entanto, é a infinidade de fundos que existem. Para se ter uma ideia, segundo a Anbima &#8211; Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais &#8211; existiam 20.995 mil fundos de investimento em agosto, sendo 2.326 só de Previdência. </p>
<p>Para pessoas comuns fica difícil conhecer e entender como eles funcionam; saber se cobram taxas de carregamento; rendimento; ou conseguir comparar as taxas de administração cobradas pelas administradoras. E, desta forma, a maioria não tem conhecimento suficiente para optar pelo investimento mais adequado à sua realidade e perfil. Também não dá para exigir que todo mundo adquira conhecimento e educação financeira de qualidade, pois, cada um tem seu grau de aptidão e afinidade com conceitos matemáticos e estatísticos. Vale mencionar que as consultorias especializadas e de alta qualidade são caras e só estão disponíveis para grandes fortunas.</p>
<p>Some-se a isso duas principais realidades que se opõem diametralmente para que as pessoas tenham boas condições de sobrevivência no futuro e são fator de grande incerteza quanto à aposentadoria. De um lado, há uma tendência de envelhecimento da população, o que sobrecarrega o já exaurido sistema de aposentadoria do governo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa média de vida dos brasileiros, em 2018, alcançou 76,3 anos. Além disso, a parcela da população com mais de 65 anos era de 10,5% em 2018, e pelas projeções do instituto, esse percentual vai atingir 15% em 2034 e chegar a 25,5% em 2060.</p>
<p>E este é um fenômeno mundial. Segundo  artigo da PLOS ONE, a expectativa de vida por regiões no mundo pode ser classificada da seguinte forma: muito alta (América do Norte e Europa, 79,2 anos); alta (América Latina e Caribe, 76,1 anos); média (Sudeste Asiático, 73,3 anos); e baixa (África Subsaariana, 62,1 anos).</p>
<p>No Brasil, temos o agravamento dessa situação em decorrência do rombo da Previdência. A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou em fevereiro deste ano que o déficit previdenciário total atingiu R$ 318 bilhões em 2019, alta de 10% frente ao patamar do ano anterior (R$ 289 bilhões, valor corrigido).</p>
<p>Quadro que piorou com a pandemia. De acordo com relatório de avaliação de receitas e despesas divulgado pelo Ministério da Economia, o rombo da previdência dos trabalhadores da iniciativa privada em 2020 subiu de R$ 241,3 bilhões para R$ 276,5 bilhões, em decorrência da baixa arrecadação. A equipe econômica calcula que esse aumento no déficit, da ordem de R$ 35,2 bilhões, anula toda a redução que a reforma da Previdência geraria em 2020 e 2021: R$ 36 bilhões.</p>
<p>Do outro lado, temos, além da degradação sistemática do emprego formal (com carteira assinada) e sua substituição por modelos que são conhecidos como a pejotização, uma crescente parcela da população em trabalhos informais. A informalidade inclui trabalhadores sem carteira assinada, trabalhadores domésticos sem carteira, empregadores sem CNPJ, por conta própria sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares. Ao todo, 13,7 milhões de pessoas estão desempregadas, segundo o IBGE.</p>
<p>Com o desemprego, muitas pessoas foram trabalhar por conta própria, mantendo alguma renda. A taxa de informalidade no Brasil ficou em 36,9% da população ocupada, em agosto, também de acordo com o IBGE.</p>
<p>Fintechs e wealthtechs podem ser o caminho mais viável para fazer frente a essa conjuntura porque democratizam o acesso à consultoria de alta qualidade para qualquer pessoa. Elas trabalham com algoritmos inteligentes capazes de varrer todas as ofertas de fundos de investimentos, registrados na CVM. Também usam diversos parâmetros para indicar a melhor opção para quem quer se aposentar ou investir, pensando no futuro.</p>
<p>São avaliados parâmetros macroeconômicos de mercado e estratégicos de gestão de risco. Robôs inteligentes são parametrizados pelos gestores com indicações fundamentalistas e fazem análises quantitativas para estudar as características relacionadas a cada indivíduo como disponibilidade e propensão a risco, objetivos e capacidade econômica. Essa inteligência artificial garante que qualquer pessoa conheça particularidades e encontrem a melhor opção.</p>
<p>Além disso, contam com sistema de rede neural artificial que faz a leitura das emoções da linguagem natural escrita, o que permite perceber a real intenção do usuário quanto ao risco que deseja ser exposto.</p>
<p>Todo esse processo, enriquece muito o aprendizado das pessoas em geral, pois, conseguem receber educação financeira de forma tangível no seu caso concreto, com um guia online auxiliando seu passo a passo.</p>
<p>Diante da imprevisibilidade do mercado de trabalho e do consequente aumento do contingente de pessoas que trabalham como autônomos, normalmente na informalidade, as ferramentas inteligentes descomplicam o acesso dessa população a investimentos em fundos de previdência. E, no fim das contas, exercem uma função social de extrema importância.</p>
<p>*Luiz Macedo é fundador e CEO da Allê Invest, especializada em gestão inteligente de investimentos e previdência.</p>
<p>Source: <a href='https://www.alleinvest.com.br/'>https://www.alleinvest.com.br/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
