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	<title>empreendedorismo &#8211; Info Econômico</title>
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		<title>Esquenta Black Friday: 50% pretendem comprar e marketing de afiliados se prepara para impulsionar as vendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em 2021, 87% das campanhas feitas pela Afilio, empresa de marketing de performance com mais de cem mil afiliados, se mantiveram ativas após o evento promocional A Black Friday acontece no dia 25 de novembro e os preparativos no varejo já foram iniciados, inclusive as ações que envolvem o marketing de afiliados, estratégia de publicidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2021, 87% das campanhas feitas pela Afilio, empresa de marketing de performance com mais de cem mil afiliados, se mantiveram ativas após o evento promocional</p>
<p>A Black Friday acontece no dia 25 de novembro e os preparativos no varejo já foram iniciados, inclusive as ações que envolvem o marketing de afiliados, estratégia de publicidade online realizada por meio de plataformas especializadas, em que parceiros promovem seus produtos e serviços para potencializar a divulgação em troca de comissão. De acordo com pesquisa da Rede Globo, disponibilizada pela Plataforma Gente, que mapeou as tendências de consumo, 50% dos clientes planejam comprar na Black Friday. A Afilio, empresa de marketing de performance que conecta anunciantes a uma rede própria com mais de cem mil afiliados, está se preparando para a data desde o início do segundo semestre. Em 2021, seu resultado na data foi muito positivo, fechando pacotes 80% maiores, na comparação com 2020.</p>
<p>“Não temos dúvidas de que a Black Friday é a data mais importante e esperada do varejo. Nossos afiliados e anunciantes começam os preparativos e as análises com antecedência e essa preparação vai além do adiantamento das ofertas. Estudamos as melhores oportunidades e oferecemos uma experiência completa através de diferentes canais para impulsionar as vendas antes, durante e depois do evento&#8221;, comenta Fernanda Hermanny, CEO da Afilio.</p>
<p>Em uma ação intitulada “Seja Um Campeão de Vendas”, a Afilio organiza o seu time em squads em São Paulo e no Rio de Janeiro para realizar um atendimento personalizado por 24h durante o evento (de quinta para sexta-feira), monitorando as ações, enviando ofertas e relatórios automatizados para os clientes e afiliados. As estratégias são planejadas de acordo com o objetivo de cada cliente e a categoria de mercado. Os afiliados e parceiros que atuam como “vendedores online” estão presentes em sites de cashbacks e cupons de descontos, nas mídias programáticas e e-mails marketing, nos cinemas, redes sociais, como influenciadores ou em conteúdos pagos, como blogs.</p>
<p>“Além de aumentar em grande proporção o faturamento das empresas na sexta-feira, a Black Friday abre portas para o aumento das vendas após o evento. Muitas campanhas realizadas por meio da nossa plataforma, especialmente para a data, continuam ativas e gerando ótimos resultados depois dela. Após a Black Friday do ano passado, 87% das campanhas gerenciadas pela Afilio se mantiveram ativas”, comemora Fernanda.  </p>
<p>Em 2021, os segmentos que obtiveram mais lucro nas campanhas feitas pela Afilio foram: moda e esporte, viagens, alimentos e bebidas, beleza e saúde. Dentro da plataforma, estão os maiores varejistas do país, como Tok &amp; Stok, Decathlon, Carrefour, Gol e Leroy Merlin.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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		<title>Motoristas insatisfeitos criam apps de transportes em suas cidades</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/motoristas-insatisfeitos-criam-apps-de-transportes-em-suas-cidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Incomodados com as altas taxas cobradas pelos grandes apps e com o preço da gasolina, motoristas recorrem à tecnologia, montam seus próprios negócios e aumentam seus ganhos O momento de debate sobre melhorias, inovações e soluções necessárias ganha ainda mais atenção com a crise enfrentada pelos motoristas que trabalham com as grandes plataformas de mobilidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Incomodados com as altas taxas cobradas pelos grandes apps e com o preço da gasolina, motoristas recorrem à tecnologia, montam seus próprios negócios e aumentam seus ganhos</p>
<p>O momento de debate sobre melhorias, inovações e soluções necessárias ganha ainda mais atenção com a crise enfrentada pelos motoristas que trabalham com as grandes plataformas de mobilidade urbana, seja pelas altas taxas cobradas nas corridas ou pelos contínuos aumentos no preço dos combustíveis. O presidente da Associação de Motoristas de Aplicativos de São Paulo &#8211; AMASP revela que, do começo da pandemia até agora, mais de 25% dos motoristas que percorrem a capital abandonaram as plataformas.</p>
<p>Em contrapartida, a inovação continua crescendo em busca de soluções que beneficiem ambos os lados: os profissionais que precisam de condições melhores de trabalho e renda e a sociedade que precisa de mobilidade e de serviços prestados com mais qualidade. É nesse cenário que se destaca a Machine, plataforma de tecnologia que permite que os próprios motoristas e empreendedores criem seus aplicativos de transporte regionais. Desde o seu lançamento, em meados de 2013, os aplicativos gerados com a tecnologia da Machine já tiveram mais de 130 milhões de solicitações.</p>
<p>&#8220;A mobilidade urbana tem ligação direta com o desenvolvimento social. Esse é o momento ideal para analisarmos inovações tecnológicas que estão melhorando o setor. É hora de trazer soluções e de se reinventar, como estamos fazendo com a ajuda daqueles que melhor entendem as dores dos motoristas: eles mesmos&#8221;, comenta Bruno Muniz, sócio-executivo da Machine.</p>
<p>Conheça três histórias de sucesso de motoristas que abraçaram essa tecnologia:</p>
<p>Bora 94<br />
Ao encerrar o estágio em um escritório de advocacia, Fábio Lucas encontrou nos aplicativos de transporte uma nova oportunidade. Com a rotina das corridas, percebeu a necessidade de reinventar a mobilidade urbana de Marabá, no Pará, e lançou a Bora 94, plataforma que iniciou as operações em novembro de 2020 com 150 motoristas e que tem como grande diferencial o preço das corridas. Com taxa fixa de R$ 1 real por corrida realizada pelo motorista.</p>
<p>Fábio investiu menos de R$ 10 mil na criação da plataforma &#8211; fez um empréstimo de R$ 7 mil e vendeu seu iPhone para completar o valor. Hoje a Bora 94 conta com mais de mil motoristas cadastrados e planeja expandir a operação para outras cidades da região.</p>
<p>Moovecar<br />
Jonathan Daniel tinha acabado de se casar e ter um filho quando o sogro o apresentou ao serviço de táxi na cidade de Porto Velho, em Rondônia. Como taxista, Daniel chegou a trabalhar até 16 horas diárias para sustentar a família. Em 2017, a chegada da gigante Uber varreu o mercado de táxi da cidade. Para não ficar parado, resolveu empreender com a reserva financeira que tinha.</p>
<p>Com a tecnologia Machine, viu a oportunidade de voltar ao transporte particular e criou a Moovecar, inicialmente com um grupo de 60 motoristas, em 2017. Logo ganhou destaque no transporte particular de Porto Velho, principalmente pelas baixas taxas que cobrava dos motoristas. Em pouco tempo, tornou-se franquia e expandiu as operações para cidades como Ji-Paraná. Hoje, a MooveCar possui cerca de 900 motoristas e está presente em cidades como Cuiabá (MT), Umuarama (PR), Ponta Porã (MS) e Tietê (SP).</p>
<p>A empresa também já está chegando em mais 9 cidades nos próximos meses.</p>
<p>Chofer 46<br />
Cansados das plataformas de mobilidade urbana de Francisco Beltrão, no Paraná, dos valores taxados pelos grandes aplicativos e da insegurança em não saber o valor que conseguiriam no final do mês de serviço, um grupo de 10 motoristas fundou a Chofer 46 em 2019.</p>
<p>Após um mês, a operação já tinha dobrado de tamanho. Angelo Toniazzo, CEO e ex-motorista, viu a oportunidade de expandir o negócio para cidades próximas com mais de 50 mil habitantes por meio do modelo de franquias e investiu em melhorias na plataforma.</p>
<p>Hoje, a Chofer 46 conta com mais de 550 motoristas e está presente em mais 15 cidades de Santa Catarina e Paraná. O ponto forte dessa franquia é que a taxa do motorista varia de acordo com o trajeto, iniciando com R$ 0,80 centavos, mas nunca ultrapassando o valor máximo de R$ 3,50. Com isso, o motorista consegue ter real noção de quanto ganhou pela corrida realizada.</p>
<p>Source: <a href='https://www.gaudium.global/'>https://www.gaudium.global/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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		<title>Motoristas insatisfeitos criam apps de transportes em suas cidades</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/motoristas-insatisfeitos-criam-apps-de-transportes-em-suas-cidades-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:17 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Incomodados com as altas taxas cobradas pelos grandes apps e com o preço da gasolina, motoristas recorrem à tecnologia, montam seus próprios negócios e aumentam seus ganhos</p>
<p>O momento de debate sobre melhorias, inovações e soluções necessárias ganha ainda mais atenção com a crise enfrentada pelos motoristas que trabalham com as grandes plataformas de mobilidade urbana, seja pelas altas taxas cobradas nas corridas ou pelos contínuos aumentos no preço dos combustíveis. O presidente da Associação de Motoristas de Aplicativos de São Paulo &#8211; AMASP revela que, do começo da pandemia até agora, mais de 25% dos motoristas que percorrem a capital abandonaram as plataformas.</p>
<p>Em contrapartida, a inovação continua crescendo em busca de soluções que beneficiem ambos os lados: os profissionais que precisam de condições melhores de trabalho e renda e a sociedade que precisa de mobilidade e de serviços prestados com mais qualidade. É nesse cenário que se destaca a Machine, plataforma de tecnologia que permite que os próprios motoristas e empreendedores criem seus aplicativos de transporte regionais. Desde o seu lançamento, em meados de 2013, os aplicativos gerados com a tecnologia da Machine já tiveram mais de 130 milhões de solicitações.</p>
<p>&#8220;A mobilidade urbana tem ligação direta com o desenvolvimento social. Esse é o momento ideal para analisarmos inovações tecnológicas que estão melhorando o setor. É hora de trazer soluções e de se reinventar, como estamos fazendo com a ajuda daqueles que melhor entendem as dores dos motoristas: eles mesmos&#8221;, comenta Bruno Muniz, sócio-executivo da Machine.</p>
<p>Conheça três histórias de sucesso de motoristas que abraçaram essa tecnologia:</p>
<p>Bora 94<br />
Ao encerrar o estágio em um escritório de advocacia, Fábio Lucas encontrou nos aplicativos de transporte uma nova oportunidade. Com a rotina das corridas, percebeu a necessidade de reinventar a mobilidade urbana de Marabá, no Pará, e lançou a Bora 94, plataforma que iniciou as operações em novembro de 2020 com 150 motoristas e que tem como grande diferencial o preço das corridas. Com taxa fixa de R$ 1 real por corrida realizada pelo motorista.</p>
<p>Fábio investiu menos de R$ 10 mil na criação da plataforma &#8211; fez um empréstimo de R$ 7 mil e vendeu seu iPhone para completar o valor. Hoje a Bora 94 conta com mais de mil motoristas cadastrados e planeja expandir a operação para outras cidades da região.</p>
<p>Moovecar<br />
Jonathan Daniel tinha acabado de se casar e ter um filho quando o sogro o apresentou ao serviço de táxi na cidade de Porto Velho, em Rondônia. Como taxista, Daniel chegou a trabalhar até 16 horas diárias para sustentar a família. Em 2017, a chegada da gigante Uber varreu o mercado de táxi da cidade. Para não ficar parado, resolveu empreender com a reserva financeira que tinha.</p>
<p>Com a tecnologia Machine, viu a oportunidade de voltar ao transporte particular e criou a Moovecar, inicialmente com um grupo de 60 motoristas, em 2017. Logo ganhou destaque no transporte particular de Porto Velho, principalmente pelas baixas taxas que cobrava dos motoristas. Em pouco tempo, tornou-se franquia e expandiu as operações para cidades como Ji-Paraná. Hoje, a MooveCar possui cerca de 900 motoristas e está presente em cidades como Cuiabá (MT), Umuarama (PR), Ponta Porã (MS) e Tietê (SP).</p>
<p>A empresa também já está chegando em mais 9 cidades nos próximos meses.</p>
<p>Chofer 46<br />
Cansados das plataformas de mobilidade urbana de Francisco Beltrão, no Paraná, dos valores taxados pelos grandes aplicativos e da insegurança em não saber o valor que conseguiriam no final do mês de serviço, um grupo de 10 motoristas fundou a Chofer 46 em 2019.</p>
<p>Após um mês, a operação já tinha dobrado de tamanho. Angelo Toniazzo, CEO e ex-motorista, viu a oportunidade de expandir o negócio para cidades próximas com mais de 50 mil habitantes por meio do modelo de franquias e investiu em melhorias na plataforma.</p>
<p>Hoje, a Chofer 46 conta com mais de 550 motoristas e está presente em mais 15 cidades de Santa Catarina e Paraná. O ponto forte dessa franquia é que a taxa do motorista varia de acordo com o trajeto, iniciando com R$ 0,80 centavos, mas nunca ultrapassando o valor máximo de R$ 3,50. Com isso, o motorista consegue ter real noção de quanto ganhou pela corrida realizada.</p>
<p>Source: <a href='https://www.gaudium.global/'>https://www.gaudium.global/</a></p>
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<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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		<title>Motoristas insatisfeitos criam apps de transportes em suas cidades</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:17 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Incomodados com as altas taxas cobradas pelos grandes apps e com o preço da gasolina, motoristas recorrem à tecnologia, montam seus próprios negócios e aumentam seus ganhos</p>
<p>O momento de debate sobre melhorias, inovações e soluções necessárias ganha ainda mais atenção com a crise enfrentada pelos motoristas que trabalham com as grandes plataformas de mobilidade urbana, seja pelas altas taxas cobradas nas corridas ou pelos contínuos aumentos no preço dos combustíveis. O presidente da Associação de Motoristas de Aplicativos de São Paulo &#8211; AMASP revela que, do começo da pandemia até agora, mais de 25% dos motoristas que percorrem a capital abandonaram as plataformas.</p>
<p>Em contrapartida, a inovação continua crescendo em busca de soluções que beneficiem ambos os lados: os profissionais que precisam de condições melhores de trabalho e renda e a sociedade que precisa de mobilidade e de serviços prestados com mais qualidade. É nesse cenário que se destaca a Machine, plataforma de tecnologia que permite que os próprios motoristas e empreendedores criem seus aplicativos de transporte regionais. Desde o seu lançamento, em meados de 2013, os aplicativos gerados com a tecnologia da Machine já tiveram mais de 130 milhões de solicitações.</p>
<p>&#8220;A mobilidade urbana tem ligação direta com o desenvolvimento social. Esse é o momento ideal para analisarmos inovações tecnológicas que estão melhorando o setor. É hora de trazer soluções e de se reinventar, como estamos fazendo com a ajuda daqueles que melhor entendem as dores dos motoristas: eles mesmos&#8221;, comenta Bruno Muniz, sócio-executivo da Machine.</p>
<p>Conheça três histórias de sucesso de motoristas que abraçaram essa tecnologia:</p>
<p>Bora 94<br />
Ao encerrar o estágio em um escritório de advocacia, Fábio Lucas encontrou nos aplicativos de transporte uma nova oportunidade. Com a rotina das corridas, percebeu a necessidade de reinventar a mobilidade urbana de Marabá, no Pará, e lançou a Bora 94, plataforma que iniciou as operações em novembro de 2020 com 150 motoristas e que tem como grande diferencial o preço das corridas. Com taxa fixa de R$ 1 real por corrida realizada pelo motorista.</p>
<p>Fábio investiu menos de R$ 10 mil na criação da plataforma &#8211; fez um empréstimo de R$ 7 mil e vendeu seu iPhone para completar o valor. Hoje a Bora 94 conta com mais de mil motoristas cadastrados e planeja expandir a operação para outras cidades da região.</p>
<p>Moovecar<br />
Jonathan Daniel tinha acabado de se casar e ter um filho quando o sogro o apresentou ao serviço de táxi na cidade de Porto Velho, em Rondônia. Como taxista, Daniel chegou a trabalhar até 16 horas diárias para sustentar a família. Em 2017, a chegada da gigante Uber varreu o mercado de táxi da cidade. Para não ficar parado, resolveu empreender com a reserva financeira que tinha.</p>
<p>Com a tecnologia Machine, viu a oportunidade de voltar ao transporte particular e criou a Moovecar, inicialmente com um grupo de 60 motoristas, em 2017. Logo ganhou destaque no transporte particular de Porto Velho, principalmente pelas baixas taxas que cobrava dos motoristas. Em pouco tempo, tornou-se franquia e expandiu as operações para cidades como Ji-Paraná. Hoje, a MooveCar possui cerca de 900 motoristas e está presente em cidades como Cuiabá (MT), Umuarama (PR), Ponta Porã (MS) e Tietê (SP).</p>
<p>A empresa também já está chegando em mais 9 cidades nos próximos meses.</p>
<p>Chofer 46<br />
Cansados das plataformas de mobilidade urbana de Francisco Beltrão, no Paraná, dos valores taxados pelos grandes aplicativos e da insegurança em não saber o valor que conseguiriam no final do mês de serviço, um grupo de 10 motoristas fundou a Chofer 46 em 2019.</p>
<p>Após um mês, a operação já tinha dobrado de tamanho. Angelo Toniazzo, CEO e ex-motorista, viu a oportunidade de expandir o negócio para cidades próximas com mais de 50 mil habitantes por meio do modelo de franquias e investiu em melhorias na plataforma.</p>
<p>Hoje, a Chofer 46 conta com mais de 550 motoristas e está presente em mais 15 cidades de Santa Catarina e Paraná. O ponto forte dessa franquia é que a taxa do motorista varia de acordo com o trajeto, iniciando com R$ 0,80 centavos, mas nunca ultrapassando o valor máximo de R$ 3,50. Com isso, o motorista consegue ter real noção de quanto ganhou pela corrida realizada.</p>
<p>Source: <a href='https://www.gaudium.global/'>https://www.gaudium.global/</a></p>
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<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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			</item>
		<item>
		<title>4 cursos de até 500 reais que ensinam sobre empreendedorismo</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/4-cursos-de-ate-500-reais-que-ensinam-sobre-empreendedorismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialista em e-commerce indica lista de cursos, alguns gratuitos, que ensinam a abrir o próprio negócio, criar uma loja virtual, gerenciar projetos e pensar estrategicamente A crise econômica, agravada pela pandemia, e o alto índice de desemprego levaram milhões de brasileiros a abrirem o próprio negócio, como uma saída para obter renda para o sustento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista em e-commerce indica lista de cursos, alguns gratuitos, que ensinam a abrir o próprio negócio, criar uma loja virtual, gerenciar projetos e pensar estrategicamente </p>
<p>A crise econômica, agravada pela pandemia, e o alto índice de desemprego levaram milhões de brasileiros a abrirem o próprio negócio, como uma saída para obter renda para o sustento da família. Segundo o levantamento Global Entrepreneurship Monitor 2020, a proporção de empreendedores iniciais, com menos de 3,5 anos de atividade, motivados por necessidade cresceu de 37,5% em 2019 para 50,4% em 2020.</p>
<p>Com tantos negócios surgindo ao mesmo tempo, se destacar em meio à concorrência é um dos requisitos para sobreviver no empreendedorismo. “Os índices de novos negócios que morrem em até cinco anos é alto, principalmente entre micro e pequenas empresas. Os empreendedores precisam se capacitar e se preparar para vencer no mercado”, destaca Babi Tonhela, sócia e diretora de produtos do Ecommerce na Prática, a maior escola de e-commerce do país.<br />
Babi ressalta que existem opções de capacitação para todos os bolsos. Ela lista cinco cursos de até R$ 500,00 que ensinam a empreender, traçar estratégias de sucesso e até criar um negócio rentável do zero. Confira:<br />
1.	Como criar uma loja virtual<br />
Para ajudar empreendedores iniciantes a criar uma loja online, o curso Loja Virtual do Zero conta com 21 vídeo aulas que ensinam a montar o layout e personalizar a loja virtual, cadastrar produtos, entender opções de configurações, além de técnicas de SEO (Search Engine Optimization), que melhoram o posicionamento de um site, blog ou página da internet nos sistemas de busca. O curso é oferecido pelo Ecommerce na Prática. O valor do investimento é de R$ 197.</p>
<p>2.	WhatsApp Business para empreendedores<br />
O uso do WhatsApp como ferramenta de negócios é frequente, no entanto, muitas pessoas desconhecem funcionalidades do aplicativo que podem alavancar os resultados do negócio. O curso Zap Business oferece uma série de aulas, com materiais complementares, para ajudar a descomplicar o uso do WhatsApp Business no dia a dia do empreendedor. A formação é ministrada pela Babi Tonhela, do Ecommerce na Prática. O valor do investimento é de R$ 497.</p>
<p>3.	Empreendedorismo e Inovação<br />
Dar início a um novo negócio exige uma série de habilidades e conhecimentos do empreendedor, como planejamento e estratégias. Uma das formações online e gratuitas disponíveis na internet é o curso Empreendedorismo e Inovação, disponibilizado pela Fundação Bradesco. Processos de inovação e oportunidades para o negócio são alguns dos temas trabalhados no curso.  </p>
<p>4.	Empreendedorismo no e-commerce</p>
<p>Temáticas como vendas online, marketing digital, marketplaces, negócios digitais são abordadas no Enp Prime, maior plataforma de streaming sobre e-commerce do Brasil, que conta com workshops, treinamentos, masterclasses, ebooks, lives e palestras exclusivas sobre empreendedorismo, marketing digital e vendas. O serviço oferece plano anual de R$ 297; e mensal no valor de R$ 47.</p>
<p>Sobre o Ecommerce na Prática<br />
Fundada em 2016 pelo empresário Bruno de Oliveira, o EnP &#8211; Ecommerce na Prática é a maior escola de e-commerce do Brasil. Tem como objetivo capacitar empreendedores para o mercado de e-commerce, por meio de uma metodologia exclusiva que ensina a planejar, construir, validar e alavancar as vendas em qualquer nicho de mercado. A empresa possui mais de 40 mil alunos, que juntos já venderam mais de R$ 2 bilhões pela internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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