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	<title>bluebenx &#8211; Info Econômico</title>
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		<title>BlueBenx faz levantamento inédito sobre dados e comportamento do Bitcoin</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/bluebenx-faz-levantamento-inedito-sobre-dados-e-comportamento-do-bitcoin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bluebenx]]></category>
		<category><![CDATA[post_tag]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira criptomoeda criada já tem mais de 10 anos de existência. No início de sua negociação, em um mercado ainda desconhecido, o Bitcoin valia menos de um centavo e hoje sua cotação atual chega a quase R$ 50 mil. Aqueles que na época acharam que o investimento poderia ser um mau negócio ou que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira criptomoeda criada  já tem mais de 10 anos de existência. No início de sua negociação, em um mercado ainda desconhecido, o Bitcoin valia menos de um centavo e hoje sua cotação atual chega a quase R$ 50 mil. </p>
<p>Aqueles que na época acharam que o investimento poderia ser um mau negócio ou que até mesmo não daria nenhum retorno, podem ter se arrependido da decisão. O mercado de ativos digitais é promissor, e foi por meio do Bitcoin que outras moedas digitais surgiram aumentando a diversidade do mercado. Segundo o Fórum Econômico Mundial, até 2027, o mercado de criptoativos representará 10% do PIB mundial.</p>
<p>A fim de oferecer uma visão geral sobre a criptomoeda e promover uma discussão sobre a sua importância na economia, a BlueBenx &#8211; fintech especializada no mercado de ativos digitais &#8211; realizou um levantamento exclusivo e inédito com os principais indicadores de negociação do Bitcoin no Brasil e no mundo. </p>
<p>Os principais dados extraídos do estudo revelam quais regiões tiveram maior volume de movimentação do Bitcoin, os países que reconhecem o ativo como moeda, os números de buscas na internet, engajamento por idade e gênero, além dos segmentos e comunidades que mais utilizam a criptomoeda. </p>
<p>Entre os países que mais utilizaram o Bitcoin no último ano, os EUA lideram o topo da lista com o volume total de US$ 1 bilhão e 440 milhões. Em segundo lugar vem a Rússia com US$ 1 bilhão e 50 milhões. Na terceira posição do ranking, o Reino Unido acumula US$ 738 milhões. O Brasil ocupa a 22ª posição com US$ 30 milhões movimentados de janeiro a dezembro de 2019.</p>
<p>No que diz respeito a regulamentação do Bitcoin, alguns países já reconhecem o ativo como moeda e outros ainda não finalizaram este processo, entre eles o Brasil. Em todo mundo, ainda são poucos os locais que estão regularizados. Outro ponto é que isso pode depender de governos municipais e estaduais. Entre os países que já é permitido usar a moeda de forma legal, estão Alemanha, México, França, Suíça, Japão, Malta e Estônia. Nos EUA, apenas alguns estados reconhecem a moeda, como Califórnia, Flórida, Illinois, Pensilvânia, Texas, Washington e a cidade de Nova York. </p>
<p>Em relação ao engajamento de investimento em Bitcoins, o gênero masculino lidera o interesse pela moeda com 87,7%, enquanto que o feminino fica com 12,3%. Já a divisão por faixa etária aponta que o entusiasmo foi maior entre pessoas de 25 a 34 anos, com 46,3% do total. Com 26,8% ficaram pessoas de 35 a 44 anos. Os grupos de faixa etária de 18 a 24 anos e 45 a 54 tiveram igual interesse com um índice de 10,3%.</p>
<p>Já na divisão por segmentos, o Mercado de Investimentos fica com a maior parte da fatia com 28,8%, seguido por Desenvolvimento de Softwares com 13,2% e Serviços Bancários com 11,7%.</p>
<p>O relatório completo com mais dados está disponível no site da BlueBenx.</p>
<p>Para o CEO da fintech, Roberto Cardassi, é preciso saber o quão dependente estamos do dinheiro físico hoje em dia para entender qual a função e importância da existência do Bitcoin. &#8220;Para entender a invenção do Bitcoin não basta olhar para o que fazemos com o dinheiro físico hoje, mas para o que ainda não conseguimos fazer sem ele&#8221;, afirma Roberto Cardassi, CEO da BlueBenx.</p>
<p>Source: <a href='https://bluebenx.com/'>https://bluebenx.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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		<title>BlueBenx faz levantamento inédito sobre dados e comportamento do Bitcoin</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/bluebenx-faz-levantamento-inedito-sobre-dados-e-comportamento-do-bitcoin-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira criptomoeda criada  já tem mais de 10 anos de existência. No início de sua negociação, em um mercado ainda desconhecido, o Bitcoin valia menos de um centavo e hoje sua cotação atual chega a quase R$ 50 mil. </p>
<p>Aqueles que na época acharam que o investimento poderia ser um mau negócio ou que até mesmo não daria nenhum retorno, podem ter se arrependido da decisão. O mercado de ativos digitais é promissor, e foi por meio do Bitcoin que outras moedas digitais surgiram aumentando a diversidade do mercado. Segundo o Fórum Econômico Mundial, até 2027, o mercado de criptoativos representará 10% do PIB mundial.</p>
<p>A fim de oferecer uma visão geral sobre a criptomoeda e promover uma discussão sobre a sua importância na economia, a BlueBenx &#8211; fintech especializada no mercado de ativos digitais &#8211; realizou um levantamento exclusivo e inédito com os principais indicadores de negociação do Bitcoin no Brasil e no mundo. </p>
<p>Os principais dados extraídos do estudo revelam quais regiões tiveram maior volume de movimentação do Bitcoin, os países que reconhecem o ativo como moeda, os números de buscas na internet, engajamento por idade e gênero, além dos segmentos e comunidades que mais utilizam a criptomoeda. </p>
<p>Entre os países que mais utilizaram o Bitcoin no último ano, os EUA lideram o topo da lista com o volume total de US$ 1 bilhão e 440 milhões. Em segundo lugar vem a Rússia com US$ 1 bilhão e 50 milhões. Na terceira posição do ranking, o Reino Unido acumula US$ 738 milhões. O Brasil ocupa a 22ª posição com US$ 30 milhões movimentados de janeiro a dezembro de 2019.</p>
<p>No que diz respeito a regulamentação do Bitcoin, alguns países já reconhecem o ativo como moeda e outros ainda não finalizaram este processo, entre eles o Brasil. Em todo mundo, ainda são poucos os locais que estão regularizados. Outro ponto é que isso pode depender de governos municipais e estaduais. Entre os países que já é permitido usar a moeda de forma legal, estão Alemanha, México, França, Suíça, Japão, Malta e Estônia. Nos EUA, apenas alguns estados reconhecem a moeda, como Califórnia, Flórida, Illinois, Pensilvânia, Texas, Washington e a cidade de Nova York. </p>
<p>Em relação ao engajamento de investimento em Bitcoins, o gênero masculino lidera o interesse pela moeda com 87,7%, enquanto que o feminino fica com 12,3%. Já a divisão por faixa etária aponta que o entusiasmo foi maior entre pessoas de 25 a 34 anos, com 46,3% do total. Com 26,8% ficaram pessoas de 35 a 44 anos. Os grupos de faixa etária de 18 a 24 anos e 45 a 54 tiveram igual interesse com um índice de 10,3%.</p>
<p>Já na divisão por segmentos, o Mercado de Investimentos fica com a maior parte da fatia com 28,8%, seguido por Desenvolvimento de Softwares com 13,2% e Serviços Bancários com 11,7%.</p>
<p>O relatório completo com mais dados está disponível no site da BlueBenx.</p>
<p>Para o CEO da fintech, Roberto Cardassi, é preciso saber o quão dependente estamos do dinheiro físico hoje em dia para entender qual a função e importância da existência do Bitcoin. &#8220;Para entender a invenção do Bitcoin não basta olhar para o que fazemos com o dinheiro físico hoje, mas para o que ainda não conseguimos fazer sem ele&#8221;, afirma Roberto Cardassi, CEO da BlueBenx.</p>
<p>Source: <a href='https://bluebenx.com/'>https://bluebenx.com/</a></p>
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<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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