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	<title>Mercado Financeiro &#8211; Info Econômico</title>
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		<title>Casas Bahia (BHIA3)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 20:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
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		<category><![CDATA[BHIA3]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-18-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="bahia" decoding="async" />Casas Bahia (BHIA3) proporá a acionistas aumento de capital em até R$ 13,25 bi e reperfilamento de debêntures. A medida permite que o capital social possa ser elevado em até R$ 13,25 bilhões, sem a necessidade de alteração estatutária.  A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para a aprovação desse aumento ocorrerá no dia 17 de dezembro de 2025. Segundo fontes ouvidas pela Reuters, uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-18-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="bahia" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph"><em>Casas Bahia</em> (<em>BHIA3</em>) proporá a acionistas <em>aumento de capital em até R</em>$ 13,25 <em>bi e reperfilamento de debêntures</em>. A medida permite que o <em>capital</em> social possa ser elevado <em>em até R</em>$ 13,25 bilhões, sem a necessidade de alteração estatutária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para a aprovação desse <em>aumento</em> ocorrerá no dia 17 de dezembro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo fontes ouvidas pela <a href="https://reuters.com/">Reuters</a>, uma das alternativas em análise seria a conversão de debêntures em ações, estratégia que poderia aliviar a estrutura de capital da companhia sem necessidade de desembolso imediato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, se avançar, dependerá do aval dos detentores dos títulos e de uma eventual aprovação em assembleia de acionistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto, a <a href="https://mapacapital.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mapa Capital</a> se tornou a maior acionista da companhia após converter 1,4 bilhão de debêntures da 10ª emissão, em um movimento articulado com Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3), que antes detinham os papéis.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="784" height="496" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-18.png" alt="" class="wp-image-225783" srcset="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-18.png 784w, https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-18-300x190.png 300w, https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-18-768x486.png 768w" sizes="(max-width: 784px) 100vw, 784px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo Casas Bahia é uma empresa de varejo brasileira, que mudou de nome de Via Varejo para Via e, em setembro de 2023, para Grupo Casas Bahia. A empresa é dona das bandeiras Casas Bahia e Ponto, além de outras marcas como banQi e Bartira. Recentemente, em 2025, a Mapa Capital adquiriu 85,5% do grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Dólar oscila perto da estabilidade após divulgação do IPCA-15</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/dolar-oscila-perto-da-estabilidade-apos-divulgacao-do-ipca-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 19:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/dolar_moeda_0803221207-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="dolár" decoding="async" loading="lazy" />26 de nov., 19:11 UTC · De Morningstar · Fontes Outras Informações Financeiras Casas Bahia (BHIA3) proporá a acionistas aumento de capital em até R$ 13,25 bi e reperfilamento de debêntures. A medida permite que o capital social possa ser elevado em até R$ 13,25 bilhões, sem a necessidade de alteração estatutária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/dolar_moeda_0803221207-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="dolár" decoding="async" loading="lazy" />
<p class="wp-block-paragraph">26 de nov., 19:11 UTC · De <a href="https://www.morningstar.com/">Morningstar</a> · <a href="https://www.google.com/intl/pt-BR/googlefinance/disclaimer/">Fontes</a></p>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras Informações Financeiras</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Casas Bahia</em> (<em>BHIA3</em>) proporá a acionistas <em>aumento de capital em até R</em>$ 13,25 <em>bi e reperfilamento de debêntures</em>. A medida permite que o <em>capital</em> social possa ser elevado <em>em até R</em>$ 13,25 bilhões, sem a necessidade de alteração estatutária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Como usar títulos de curto prazo em sua carteira de investimentos</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/como-usar-titulos-de-curto-prazo-em-sua-carteira-de-investimentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 19:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Central Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" />Você deveria ter títulos de curto prazo em sua carteira? Sim. Eu diria que os títulos de curto prazo são uma das principais classes de ativos que a maioria dos investidores deveria possuir, além de dinheiro em espécie e ações de grandes empresas . Nesta série sobre os fundamentos de portfólio , explicarei alguns dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" />
<p class="wp-block-paragraph">Você deveria ter títulos de curto prazo em sua carteira? Sim. Eu diria que os títulos de curto prazo são uma das principais classes de ativos que a maioria dos investidores deveria possuir, além de dinheiro em espécie e ações de grandes empresas .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta série sobre os fundamentos de portfólio , explicarei alguns dos princípios básicos para montar portfólios sólidos. Começarei com alguns dos tipos de investimento mais utilizados e abordarei o que você precisa saber para usá-los de forma eficaz em um portfólio.</p>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-100 is-style-fill"><a class="wp-block-button__link has-black-color has-luminous-vivid-amber-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.morningstar.com/portfolios/portfolio-basics-how-build-an-investment-portfolio" style="border-width:8px;border-radius:0px;padding-right:var(--wp--preset--spacing--20);padding-left:var(--wp--preset--spacing--20)">Noções básicas de portfólio: como construir um portfólio de investimentos</a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph">O que são títulos de curto prazo?<br>Títulos de curto prazo são títulos de renda fixa com vencimentos relativamente curtos, geralmente definidos como de um a três anos. Esses títulos são menos sensíveis a mudanças nas taxas de juros do que títulos com prazos de vencimento mais longos. Assim como outros tipos de títulos, os títulos de curto prazo são inerentemente mais seguros do que outros tipos de títulos, como ações. Os títulos também têm uma posição superior na estrutura de capital em relação às ações, o que significa que seus detentores estão entre os primeiros a receber o pagamento em caso de falência do emissor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os títulos de curto prazo podem ser tributáveis ​​ou isentos de impostos. Neste artigo, focarei nos primeiros; abordei os títulos municipais em um artigo separado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quais são as vantagens e os riscos de investir em títulos de curto prazo?<br>A principal vantagem dos títulos de curto prazo é a sua capacidade de gerar renda corrente com risco relativamente baixo. Por esse motivo, os títulos de curto prazo podem ser uma boa opção para a carteira de muitos investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como outros títulos, os títulos de curto prazo estão sujeitos a dois tipos principais de risco: risco de taxa de juros e risco de crédito. Como os preços dos títulos e as taxas de juros de mercado se movem em direções opostas, os títulos de curto prazo perdem valor quando as taxas de juros sobem. Graças aos seus prazos de vencimento curtos, porém, suas perdas são mais moderadas do que as de instrumentos de longo prazo. O risco de crédito — ou seja, o risco de uma empresa não conseguir pagar sua dívida — também pode ser um problema para os títulos corporativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que os títulos de curto prazo geraram retornos relativamente baixos, mas também apresentam menor volatilidade do que qualquer outra classe de ativos, com exceção do dinheiro em espécie. O gráfico abaixo mostra os retornos anualizados (eixo y) e os desvios padrão (eixo x) para títulos de curto prazo, bem como para outras classes de ativos importantes, nos últimos 20 anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="528" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4.png" alt="" class="wp-image-225727" srcset="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4.png 800w, https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4-300x198.png 300w, https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/image-4-768x507.png 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Morningstar Direct. Dados referentes a 31 de outubro de 2025. <a href="https://cosmos-cdn.morningstar.com/playfair/01K9Z5P17NXM532ABP4RBXJJ1B/data.csv">Baixar CSV</a> .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente, os títulos de curto prazo perderam até 7% durante períodos de aumento das taxas de juros. Com o início da forte alta da inflação em 2021, os fundos de títulos do governo de curto prazo, os fundos de títulos de curto prazo e os fundos de títulos de curtíssimo prazo começaram a perder valor, e as perdas continuaram ao longo de 2022, à medida que o Federal Reserve aumentava repetidamente <br><a href="https://www.morningstar.com/markets/when-will-fed-start-cutting-interest-rates">as taxas de juros</a> na tentativa de conter a inflação persistentemente alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme demonstrado na tabela abaixo, a categoria de títulos de curto prazo da Morningstar apresentou um risco de queda ligeiramente maior em comparação com as outras duas categorias de curto prazo. Os fundos de títulos de curtíssimo prazo não ficaram imunes ao risco, embora suas perdas tenham sido mais limitadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="how-to-invest-in-short-term-bonds">Como investir em títulos de curto prazo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem duas maneiras principais de investir em títulos de curto prazo: comprando títulos individuais ou comprando um fundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A compra de títulos individuais pode ser uma opção atraente, pois você simplesmente recebe os juros semestrais (conhecidos como cupom) até a data de vencimento do título, quando receberá de volta o valor principal. Essa abordagem é fácil de implementar para títulos e letras do Tesouro de curto prazo, que estão amplamente disponíveis na maioria das principais corretoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você estiver comprando outros tipos de títulos, no entanto, existem algumas desvantagens, incluindo custos de negociação mais altos na forma de spreads de compra e venda. Os investidores podem evitar essas armadilhas obtendo exposição a títulos de curto prazo com um fundo mútuo ou um fundo negociado em bolsa (ETF). As vantagens incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Custos de transação mais baixos.</li>



<li>Gestão profissional.</li>



<li>Diversificação mais ampla em diversos títulos e setores de títulos.</li>



<li>A flexibilidade de reinvestir os rendimentos a taxas de juros mais altas, caso as taxas de juros estejam em tendência de alta.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para a maioria dos investidores, os fundos de índice amplamente diversificados são a maneira mais fácil e menos dispendiosa de investir em títulos de curto prazo. Os investidores em fundos de títulos de curto prazo com gestão ativa pagam, em média, despesas anuais de cerca de 60 pontos base, enquanto um fundo típico com gestão passiva cobra menos de um quinto desse valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem três categorias principais de títulos de curto prazo: títulos de curtíssimo prazo, títulos de curto prazo e títulos do governo de curto prazo. Todos os três são relativamente seguros, mas a categoria de curtíssimo prazo é a mais conservadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="when-do-short-term-bonds-perform-best">Quando os títulos de curto prazo apresentam melhor desempenho?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como outros títulos, os títulos de curto prazo têm melhor desempenho em períodos de queda nas taxas de juros e inflação baixa ou em declínio. Devido aos seus prazos de vencimento limitados, porém, eles não se beneficiam tanto das tendências de queda nas taxas de juros. Como resultado, a maioria das categorias de títulos de curto prazo apresentou retornos relativamente fracos ao longo dos 10 anos até 2021, mas se saiu melhor do que as categorias de longo prazo em meio à turbulência no mercado de títulos em 2022.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="how-long-should-i-hold-my-investments-in-short-term-bonds">Por quanto tempo devo manter meus investimentos em títulos de curto prazo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você estiver comprando um título individual, faz sentido que a data de vencimento do título coincida com o momento em que você precisará acessar os ativos. Isso porque os detentores de títulos normalmente recebem o valor nominal integral do título no vencimento. (Títulos resgatáveis ​​são uma exceção.)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.morningstar.com/portfolios/2-ways-avoid-big-portfolio-mistakes">A estrutura &#8220;Role in Portfolio&#8221;</a>&nbsp;da Morningstar&nbsp;recomenda manter fundos de títulos de curtíssimo prazo por pelo menos um a dois anos. Fundos de títulos de curto prazo e títulos do governo de curto prazo geralmente são mais adequados para períodos de investimento de pelo menos dois anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="how-much-of-my-portfolio-should-be-in-short-term-bonds">Que percentagem da minha carteira deve ser composta por títulos de curto prazo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta a essa pergunta depende em grande parte da composição geral dos ativos da sua carteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está investindo para um objetivo de longo prazo, provavelmente desejará direcionar sua carteira mais para ações. As alocações&nbsp;<a href="https://www.morningstar.com/target-date-funds">de fundos de data-alvo</a>&nbsp;também podem ser uma diretriz útil para o nível apropriado de exposição a títulos: o fundo de data-alvo típico começa com uma alocação em títulos de cerca de 8% para um investidor com 40 anos até a aposentadoria, aumentando gradualmente a alocação em títulos para 55% dos ativos na aposentadoria e 66% dos ativos 30 anos após a aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está economizando para um objetivo de curto prazo, pode ser interessante manter uma parcela maior de seus ativos em títulos de curto prazo. As três categorias de títulos abordadas neste artigo são adequadas como investimentos principais que podem representar uma parte significativa da sua carteira. Se você busca simplesmente uma exposição ampla ao mercado de títulos e tem um horizonte de investimento de pelo menos dois a seis anos, talvez não precise de um fundo específico para títulos de curto prazo; uma exposição mais diversificada, como um fundo de títulos de médio e longo prazo, pode ser suficiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="what-are-the-best-short-term-bond-funds">Quais são os melhores fundos de renda fixa de curto prazo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A tabela abaixo mostra um subconjunto de fundos de índice com alta classificação que se concentram em títulos de curto prazo. Selecionei fundos que estão amplamente disponíveis nas principais plataformas de corretagem, que possuem valores mínimos de investimento acessíveis e baixas taxas de administração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia mais em <a href="https://www.morningstar.com/portfolios/how-use-short-term-bonds-portfolio">https://www.morningstar.com/portfolios/how-use-short-term-bonds-portfolio</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Dólar fecha abaixo de R$ 5,30 pela primeira vez desde junho de 2024</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/dolar-fecha-abaixo-de-r-530-pela-primeira-vez-desde-junho-de-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 19:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/dolar_moeda_0803221207-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="dolár" decoding="async" loading="lazy" />Bolsa sobe pela 15ª vez seguida e encosta nos 158 mil pontos Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, o dólar teve forte queda e fechou abaixo de R$ 5,30 pela primeira vez desde junho de 2024.&#160;A bolsa de valores subiu pela 15ª vez seguida e voltou a bater recorde, encostando nos 158 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://infoeconomico.com.br/portal/wp-content/uploads/2025/11/dolar_moeda_0803221207-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="dolár" decoding="async" loading="lazy" />
<p class="wp-block-paragraph">Bolsa sobe pela 15ª vez seguida e encosta nos 158 mil pontos</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, o dólar teve forte queda e fechou abaixo de R$ 5,30 pela primeira vez desde junho de 2024.</strong>&nbsp;<strong>A bolsa de valores subiu pela 15ª vez seguida e voltou a bater recorde, encostando nos 158 mil pontos.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1667276&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1667276&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O dólar comercial encerrou esta terça-feira (11) vendido a R$ 5,273, com recuo de R$ 0,034 (-0,64%). Em queda durante todo o dia, a cotação chegou a operar próxima da estabilidade na primeira hora de negociação, mas despencou após a divulgação da inflação oficial em outubro.&nbsp;<strong>Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a R$ 5,26.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A moeda estadunidense está no menor valor desde 6 de junho do ano passado, quando valia R$ 5,24.</strong>&nbsp;A divisa acumula queda de 1,99% em novembro e de 14,68% em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O euro comercial caiu 0,44% nesta terça, encerrando em R$ 6,108. A moeda está no patamar mais baixo desde 27 de fevereiro deste ano.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O mercado de ações também teve um dia de forte otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 158.749 pontos, com alta de 1,6%.</strong>&nbsp;No 12º recorde seguido, o indicador acumulou a 15ª alta seguida, a maior sequência diária desde dezembro de 1993 e janeiro de 1994.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto fatores internos como externos contribuíram para o desempenho do mercado financeiro. No cenário internacional, o avanço das votações para acabar com o&nbsp;<em>shutdown&nbsp;</em>(paralisação do governo) nos Estados Unidos continuou a empurrar para baixo o dólar em todo o planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a divulgação de que a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/inflacao-oficial-de-outubro-fica-em-009-menor-para-o-mes-desde-1998" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflação oficial ficou em apenas 0,09% em outubro</a>, foi bem recebida pelos investidores.&nbsp;<strong>No menor nível para o mês desde 1998, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais baixo que o esperado aumentou as chances de o Comitê de Política Monetária (Copom) antecipar a queda da Taxa Selic (juros básicos da economia) para o início do próximo ano.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Juros mais baixos estimulam a migração de investimentos em renda fixa para a bolsa de valores. Nesta terça, o Copom divulgou a ata da reunião da semana passada.&nbsp;<strong>O documento mostrou confiança em que a inflação convergirá para a meta com a manutenção da Selic em 15% ao ano por período bastante prolongado, apesar da aprovação da reforma do Imposto de Renda.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Com informações da Reuters</em><br>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado em 11/11/2025 &#8211; 20:14</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brasília</p>
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		<title>Dia do Consumidor: 3 dicas para ter sucesso nas vendas e fidelizar seus clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economiabrasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 40% dos brasileiros pretendem fazer compras na data, segundo pesquisa. Especialista orienta como ter bons resultados no período Pesquisa da AlliN, em parceria com a Opinion Box e Bornlogic, aponta que 42% dos brasileiros pretendem ir às compras no Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março. “A data ganhou relevância no calendário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 40% dos brasileiros pretendem fazer compras na data, segundo pesquisa. Especialista orienta como ter bons resultados no período</p>
<p>Pesquisa da AlliN, em parceria com a Opinion Box e Bornlogic, aponta que 42% dos brasileiros pretendem ir às compras no Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março. “A data ganhou relevância no calendário comercial do Brasil, sendo uma das mais importantes para o varejo no primeiro semestre. Assim como a Black Friday, tornou-se um evento obrigatório e estratégico para as lojas, independente do segmento em que atuam”, comenta Anderson Locatelli, CEO da Sled, fintech que conecta de forma pioneira o mercado varejista com serviços financeiros.</p>
<p>Além de ser um momento de grandes oportunidades de venda, o Dia do Consumidor também deve ser aproveitado para boas práticas de relacionamento com os clientes, como campanhas de engajamento e ações de fidelização.</p>
<p>Para ajudar varejistas, Locatelli aponta dicas de como se preparar para ter sucesso na data. Confira:</p>
<p>Ofereça promoções atrativas: pode ser uma dica óbvia, mas é essencial para que o comércio tenha sucesso no Dia do Consumidor. “Escolha produtos que tenham giro no estoque ou que sejam tendência. E antes de precificá-los, veja como estão os preços da concorrência, para garantir promoções competitivas”, orienta o executivo.</p>
<p>Ofereça conveniência digital:  a pesquisa da AllinN aponta que somente 3% das pessoas que compraram durante o Dia do Consumidor em 2021 haviam comprado na mesma loja na edição anterior, ou seja, a retenção de clientes ainda é um desafio para os varejistas. Bons preços são atrativos, porém invista também em diversidade na forma de pagamento, entregas ágeis (no caso de e-commerce e delivery) e menor tempo de fila nos caixas.</p>
<p>“As filas desgastam a relação do varejo físico com o público e um dos motivos que provocam essa situação é a ausência de troco nos caixas. Pensando nisso, a Sled traz ao mercado uma solução pioneira de troco digital, em que o consumidor recebe o valor diretamente em seu CPF, sem precisar ter conta bancária, podendo usar a quantia por meio da carteira digital, disponível no app Troco Simples ou na Wallet do varejista”, comenta Locatelli.</p>
<p>Diversidade no meio de pagamento: os meios de pagamentos são tão importantes quanto os produtos e serviços oferecidos. Segundo estudo divulgado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), nas lojas físicas, os cartões de débito (32%) e crédito (30%) ainda são os meios mais utilizados. “Contudo, os usuários esperam que as empresas acompanhem a evolução dos meios de pagamento e ofereçam diferentes formas de pagar, atendendo diferentes necessidades, o que facilita a tomada de decisão na hora das compras”, finaliza o CEO.</p>
<p>Sobre a Sled </p>
<p>A Sled é uma plataforma que veio para revolucionar o mundo do varejo físico com produtos financeiros inovadores, conectando consumidores, bancos e varejo por meio de experiências intuitivas, integradas e ágeis. A fintech já realizou quase 3 milhões de transações e cerca de 350 mil brasileiros já optaram por receber o troco digital da Sled por meio dos mais de 10 mil PDVs cadastrados em todo o Brasil. Além disso, clientes dos bancos Original, BMG e PicPay &#8211; com cartões Mastercard, conseguem fazer saques de maneira ágil em redes varejistas e aderentes à solução Sled Saque. Seu propósito é repensar o caminho das transações financeiras para resolver as dores reais do varejo e levar conveniência, eficiência e resultado para o setor. Em 2021, a Sled recebeu aporte de R$7 milhões da gestora brasileira Astella Investimentos &#8211; segunda rodada de captação realizada pela empresa com o fundo.</p>
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<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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		<title>A Inswitch completa com sucesso seu “full stack fintech” no Brasil</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/a-inswitch-completa-com-sucesso-seu-full-stack-fintech-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economiabrasil]]></category>
		<category><![CDATA[métodos de pagamento inswitch]]></category>
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					<description><![CDATA[Compartilho estas informações sobre a Inswitch, uma fintech que está se expandindo e crescendo forte no Brasil. Contamos com as fontes caso queiram fazer entrevistas ou ter mais informações. Source: www.partner-press.com &#160; Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilho estas informações sobre a Inswitch, uma fintech que está se expandindo e crescendo forte no Brasil. Contamos com as fontes caso queiram fazer entrevistas ou ter mais informações. </p>
<p>Source: <a href='www.partner-press.com '>www.partner-press.com </a></p>
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<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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		<title>Como o Open Banking pode ajudar pequenos e médios empreendedores em todo o país</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/como-o-open-banking-pode-ajudar-pequenos-e-medios-empreendedores-em-todo-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economiabrasil]]></category>
		<category><![CDATA[Open Banking]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A implementação do Open Banking no Brasil caminha para a sua terceira fase e a expectativa é que, em pouco tempo, impactos significativos já possam ser sentidos, não só pelos consumidores, mas também por empresas de médio e pequeno porte. “Muitos dos benefícios revertidos pelo novo sistema para pessoas físicas também estarão à disposição de quem deseja empreender ou aguarda condições econômicas mais favoráveis para ampliar ou mesmo seguir em frente com o próprio negócio”, explica Bruno Loiola, cofundador e Chief Growth Officer da Pluggy, fintech que busca democratizar o acesso aos dados financeiros, empoderando o usuário final e possibilitando que instituições participem do ecossistema de Open Finance por meio de uma plataforma gratuita.   </p>
<p>Outro ponto positivo destacado por Loiola é que a consulta de informações financeiras após o Open Banking deixará de ser fragmentada, já que o sistema integra em uma única interface toda a movimentação realizada por cidadãos e empresas em diferentes bancos e estabelecimentos. “Isso fará com que os dados referentes aos mais diversos tipos de transação deixem de ser restritos às instituições financeiras aos quais estão atrelados e passem a ser disponibilizados, em sua totalidade, por quem os gerou, a partir de uma simples permissão para consulta. A exemplo do que deve ocorrer entre os consumidores, essa nova realidade permitirá que pequenos e médios empreendedores tenham acesso a inovações capazes de ajudá-los com inúmeras dificuldades relacionadas ao pagamento de taxas e juros, negociação de dívidas e obtenção de empréstimos ou parcelamentos”.<br />
Entre as novas possibilidades trazidas pelo Open Banking, uma deve fazer toda a diferença para as pequenas e médias empresas. Trata-se da execução de análises financeiras ainda mais coerentes com o cenário econômico dos clientes. Ao proporcionar uma visão holística e detalhada das finanças individuais, o novo sistema fornecerá a bancos, varejistas e financeiras melhorias bastante significativas no que diz respeito à avaliação de perfis. “Consequentemente, o número de aprovações de crédito deve aumentar e a realização de operações como compras parceladas ou mesmo renegociação de débitos deve se tornar cada vez mais personalizada e flexível, conforme as necessidades apresentadas caso a caso. Todas essas vantagens, sem dúvida, devem ajudar bastante aqueles que empreendem ou pretendem empreender em todo o país”, revela o executivo da Pluggy.<br />
Tal cenário também deve estimular tanto a concorrência, quanto novas parcerias no segmento de serviços financeiros. Afinal, quanto maior for o controle das pessoas a respeito de seu próprio histórico financeiro, mais autonomia elas terão para contratar as opções que melhor se adequarem aos seus objetivos. “Além de reduzir taxas, juros e demais encargos, esse novo cenário deve fazer com que a burocracia hoje imposta pelo sistema bancário, por exemplo, diminua bastante. Com o aumento do número de players no setor, a tendência é que toda esta área se modernize, o que deve conferir ainda mais dinamismo e agilidade às operações. Nesse contexto, um grande número de novas soluções voltadas para pequenas e médias empresas certamente surgirá. Isso deve estimular ainda mais o empreendedorismo no Brasil e impactar a nossa economia de maneira muito positiva”, finaliza Loiola.</p>
<p>Source: <a href='www.pluggy.ai'>www.pluggy.ai</a></p>
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<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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		<title>Cinco dicas para perder o medo de investir</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/cinco-dicas-para-perder-o-medo-de-investir-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economiabrasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da vontade de investir e ganhar uma renda extra, muitos brasileiros acabam ficando com o pé atrás e têm medo de investirem o seu dinheiro. No último levantamento feito pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), com o apoio do Datafolha, em 2019, menos da metade dos brasileiros (44%) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da vontade de investir e ganhar uma renda extra, muitos brasileiros acabam ficando com o pé atrás e têm medo de investirem o seu dinheiro. No último levantamento feito pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), com o apoio do Datafolha, em 2019, menos da metade dos brasileiros (44%) tinha algum saldo aplicado em produtos de investimento, ou seja, cerca de 42 milhões de pessoas tinham aplicações naquele ano, enquanto a poupança se manteve como o produto preferido dos investidores, representando 84% dos brasileiros. Isso acontece porque muitas pessoas têm o receio em começar algo novo e investir no que ainda é desconhecido para elas, sendo que outras opções de investimento, como, por exemplo, bolsa de valores, tesouro direto ou fundos imobiliários, trazem uma maior rentabilidade ao investidor. </p>
<p>Pensando em ajudar aqueles que querem começar a aplicar o seu dinheiro no Mercado de Investimentos, mas que ainda tem medo, Rodrigo Cohen, investidor profissional (CNPI-T) e co-fundador da Escola de Investimentos &#8211; instituição online lançada com o objetivo de democratizar o conhecimento do assunto e torná-lo acessível para todos -, aponta, a seguir, algumas dicas que vão encorajar os brasileiros a investirem em busca de bons resultados. Confira: </p>
<p>1. Saia da zona de conforto e descubra o que te bloqueia a dar o primeiro passo<br />
A primeira dica é observar o que está te bloqueando, seja no investimento ou na vida em geral. Identificar o que impede de ir além e quais são as coisas que fazem você se sentir desconfortável, são passos essenciais para deixar o medo para trás.  “Analise as coisas que te prendem e fazem a sua vida ser a mesma a tanto tempo. Cabe a você se perguntar se deve continuar como está ou se merece evoluir, mudar de vida e, realmente, começar a aproveitar coisas que talvez nunca tenha aproveitado. Se você se perguntar isso, vai perceber quanto tempo perdeu com essas crenças limitantes e com esse medo”, explica Rodrigo. </p>
<p>2. Pesquise sobre as diferentes formas de investir<br />
O medo está ligado, principalmente, à falta de conhecimento. Então, saiba o que você está fazendo e os riscos que podem aparecer. Estude, aprenda, veja pessoas que já investiram, qual foi o resultado que elas tiveram e se atente também ao histórico de aplicações de investimento. “A Educação Financeira deve caminhar com você, pois ela mostra a realidade e te auxilia a fazer o bom uso do dinheiro, ou seja, a sempre pensar investimentos para curto, para médio e principalmente para longo prazo”, afirma o especialista. </p>
<p>3. Avalie seu perfil de investidor<br />
O tipo de investimento varia para cada perfil de investidor. Por isso, é importante identificar qual é o seu. &#8220;A primeira coisa é você se autoconhecer. Por exemplo, se você é uma pessoa conservadora, não vai poder colocar o dinheiro em um investimento mais ousado. Esse autoconhecimento faz com que você invista em coisas que não vão deixar você com medo. O medo está muito ligado à incerteza, ao que vai e ao que pode acontecer. É importante você ter uma visão mínima pois, assim, você fica muito mais preparado e, consequentemente, muito mais tranquilo”, afirma o co-fundador da Escola de Investimentos.</p>
<p>4. Comece investindo pouco dinheiro<br />
Para não correr risco, quando for começar, invista pouco dinheiro. “É melhor começar com pouco, porque, se acontecer alguma adversidade, você não investiu muito, não colocou uma quantidade grande de dinheiro e o risco acaba sendo diluído, dando oportunidade para você se organizar e tentar de novo”, aconselha Rodrigo.</p>
<p>5. Diversifique os investimentos<br />
Não coloque todo o dinheiro que você tem para investir em um único lugar. “A diversificação promove a você uma redução de risco, porque, se algum investimento feito por você, por acaso, não for bem, você também estará investindo em outros”, explica Rodrigo. “E, automaticamente, quando os investimentos vão bem, você consegue ganhar dinheiro, porque você tem, pelo menos, algum investimento que deu certo”, completa.</p>
<p>Além das dicas, Rodrigo ressalta que o momento atual de pandemia se tornou um ótimo período para começar a investir. “Você irá investir quando poucos querem e é nesse momento que se encontram as melhores oportunidades no Mercado Financeiro”, explica. “Só fique atento e não faça escolhas agressivas, porque você precisa do saldo no curto prazo”, finaliza. </p>
<p>Para mais informações sobre educação financeira ou inscrições nos cursos da Escola de Investimentos, basta entrar no site da instituição ou seguir o perfil de Rodrigo (@rodrigocohenoficial) e da escola no Instagram (@escoladeinvestimentosoficial).</p>
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<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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		<title>11999286028</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/11999286028-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economiabrasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Empreendedores seriais co-fundam startups de tecnologia de fronteira e de grande impacto no mercado Venture Builder Caos Focado investe em deep techs e oferece inovações disruptivas para setores como o agro e life sciences O Brasil é um país promissor, recheado de empreendedores e, de acordo com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), atualmente conta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empreendedores seriais co-fundam startups de tecnologia de fronteira e de grande impacto no mercado<br />
Venture Builder Caos Focado investe em deep techs e oferece inovações disruptivas para setores como o agro e life sciences<br />
O Brasil é um país promissor, recheado de empreendedores e, de acordo com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), atualmente conta com mais de 12.700 startups ativas &#8211; crescimento de 27% em relação a 2018, quando eram 10 mil empresas. E as brasileiras estão cada vez mais na mira dos investidores, pelas soluções inovadoras e pelo cenário econômico. De acordo com mapeamento da consultoria de inovação Distrito, foram 77 fusões e aquisições envolvendo startups de janeiro a abril deste ano. É mais do que o dobro das 36 operações em 2020 e supera os 64 registros do ano de 2019 inteiro.<br />
As startups criadas por aqui captaram US$2,35 bilhões em investimento nos primeiros quatro meses de 2021. Quebrando recorde, o volume representa 66% do que foi investido durante todo o ano de 2020. Ao todo, foram 207 aportes realizados até o fim de abril deste ano. Os dados são do Inside Venture Capital Report, relatório produzido pelo Distrito Dataminer.</p>
<p>Venture Builders fabricando startups no Brasil<br />
As venture builders, conhecidas como fábricas de startups, são responsáveis pelo nascimento de muitas startups &#8211; do zero à maturidade &#8211; auxiliando os founders a desenvolverem suas tecnologias e lançarem seus produtos, bem como a administrar a startup, no que diz respeito a investimentos e parcerias do mercado. A Caos Focado surgiu como consultoria de inovação em 2011, tornando-se uma Venture Builder em 2015. Já fundou e empreendeu cinco startups de base tecnológica no Brasil, incluindo um exit de sucesso. O foco da empresa são as Deep Tech, que nascem de descobertas de pesquisa científica das universidades nas áreas de matemática, física, medicina e engenharia.<br />
Os fundadores são mestres, doutores e pós-doutores e as startups de tecnologia profunda têm um tempo maior de maturação mais longo, incluindo muitas vezes etapas regulatórias para lançamento de produtos no mercado. Em contrapartida, proporcionam soluções disruptivas para grandes problemas da sociedade e maior potencial de retorno aos investidores.<br />
“No CAOS Focado, não selecionamos startups já com ideia ou produto. Selecionamos um founder de excelência em alguma tecnologia, capaz de construir um diferencial tecnológico consistente e, junto a ele, vamos explorar possibilidades de produto e proposta de valor em diferentes mercados, em um tipo de residência”, afirma Diogo Dutra, Co-fundador da Caos Focado.<br />
Metodologia Caos Focado<br />
O processo de desenvolvimento do projeto consiste em três etapas:<br />
Gênesis &#8211; um dos sócios seniores do CAOS Focado atua como Business Developer (BizDev), guiando as principais decisões estratégicas de produto e comercial, até a equipe conseguir emitir uma primeira nota fiscal e validar um conceito de negócio.<br />
Descoberta &#8211; esta é a fase de intenso desenvolvimento de produto, início de operação com primeiros clientes e processo comercial, com a empresa usando também os serviços compartilhados de financeiro e gestão de pessoas do CAOS Focado. Nesta fase, o BizDev tem o papel de guiar as principais decisões de estratégia, garantir o alinhamento entre as primeiras áreas da empresa e processar as descobertas do comercial e operação com a equipe de produto, para validar o product-market fit da empresa, chegando próximo ao faturamento de R$ 2M. Após esse período, o BizDEv elege uma liderança &#8211; de dentro ou de fora &#8211; para assumir seu papel como principal referência de negócio.<br />
Tração e escala &#8211; com uma equipe independente e duas lideranças sêniores – o founder técnico e a principal referência de negócio &#8211; a empresa “roda” sozinha e o Caos Focado contribui no board de administração com inteligência de negócio e projetos pontuais.</p>
<p>Startups da Venture Builder Caos Focado: inovação, reconhecimento  e presença em diferentes setores<br />
As empresas lançadas pela Caos Focado utilizam tecnologias como IoT, Open Health e biotecnologia e atuam nos setores: agro, educação, saúde corporativa, esportes/fitness, fisioterapia e farmacêutico/cosméticos recebendo prêmios e investimentos.<br />
Nave à Vela &#8211; em parceria com 120 escolas, oferece currículo de inovação para ensino fundamental e médio baseado em cultura maker, promovendo um ensino cada vez mais inovador e impactando 50.000 alunos em todo o Brasil. Negócio vendido para o grupo Arco Educação listado na Nasdaq;<br />
Cromai &#8211; agtech posicionada entre as cinco startups mais promissoras do mundo de acordo com ranking da Startup Insights e uma das 100 startups para ficar de olho. A empresa, pioneira na aplicação da tecnologia de fronteira, visão computacional no campo para oferecer diagnósticos sobre as plantações, acaba de receber um aporte de R$5 milhões da gigante do Agro, Stoller;<br />
E-Lastic &#8211; startup de Internet das Coisas (IoT) que auxilia o processo de reabilitação física de pacientes através de dinamômetro conectado e aplicativo proprietários com mais de 1.000 clientes, 250 mil avaliações realizadas em 8 países (Brasil, Alemanha, Portugal, Espanha, Irlanda, Argentina, Paraguai e Peru) e clientes como Hospital Sírio Libanês, além dos clubes esportivos Boca Juniors, Corinthians, Grêmio, Internacional e Vasco, entre outros;<br />
Onyma &#8211; focada na transformação da experiência na saúde ocupacional e trazer insights baseado em dados para a saúde corporativa por meio da tecnologia, conta com investidores anjo Gustavo Vitti e Raphael Bozza (Chief People Officer e Diretor de Pessoas do iFood, respectivamente) e Ricardo di Lazzaro, Founder da startup Genera, vendida para o grupo DASA. A Onyma está entre as 50 startups selecionadas para a fase launch do programa Female Scale da Distrito, Endeavor Brasil e B2 Mamy;<br />
Quantis &#8211; startup de bioimpressão de proteínas humanas de alto desempenho, como colágeno ultra puro bio idêntico ao humano que pode ser aplicado em preenchedores dérmicos anti-envelhecimento. Recebeu quase R$1M de investimento do hub de inovação Biotech Town, fundo Next da Alvarez &amp; Marsal e investidor anjo.</p>
<p>Source: <a href='https://caosfocado.com.br/caos-focado-ventures/'>https://caosfocado.com.br/caos-focado-ventures/</a></p>
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<p>Infoeconomico.com.br &#8211; Seu Portal de Notícias</p>
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		<title>Conheça cinco tecnologias de automação para o mercado financeiro</title>
		<link>https://infoeconomico.com.br/portal/conheca-cinco-tecnologias-de-automacao-para-o-mercado-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economiabrasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A pandemia acelerou a transformação digital de diversos setores da economia e muitos processos que antes eram feitos de forma manual e presencial passaram a ser digitalizados e automatizados dentro das companhias. A pesquisa global Automation with Intelligence, realizada pela Deloitte, mostra que 73% das organizações investiram em automação inteligente em 2020, o que representa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia acelerou a transformação digital de diversos setores da economia e muitos processos que antes eram feitos de forma manual e presencial passaram a ser digitalizados e automatizados dentro das companhias. A pesquisa global Automation with Intelligence, realizada pela Deloitte, mostra que 73% das organizações investiram em automação inteligente em 2020, o que representa um aumento de 58% se comparado com 2019. </p>
<p>O setor financeiro é um dos que mais vem investindo em tecnologia nos últimos anos. No Brasil, de acordo com a Febraban, o orçamento dos bancos foi de R$ 24,6 bilhões em 2019, um crescimento de 48% se comparado ao ano anterior. Nesse contexto, empresas de tecnologia e fintechs desenvolvem soluções de automação para simplificar os processos financeiros, melhorar a eficiência operacional com segurança, aumentar a produtividade e reduzir custos. São tecnologias que utilizam inteligência artificial para reconhecimento facial, automação em transações financeiras e de câmbio, certificação digital para garantir autenticidade, entre outras. </p>
<p>&#8220;Com a pandemia, houve uma quebra de paradigmas, regras e adequações de leis para atender esse novo cenário. No entanto, ainda tem muita empresa com pouca maturidade digital no Brasil, por isso, existe um grande espaço para as tecnologias atuarem”, analisa Murilo Taranto, sócio fundador e CTO da Stoque, empresa de soluções tecnológicas focada em automação inteligente e digitalização de processos e documentos. Conheça cinco tecnologias que estão ajudando empresas a automatizar processos no setor financeiro.</p>
<p>Serviços bancários com reconhecimento facial<br />
Levantamento feito pela Everis e Endeavor mostra que o uso de inteligência artificial (IA) passou de 32% em 2018 para 48% em 2020 na América Latina, com o Brasil no topo do ranking, com 42% do total. A Stoque desenvolve projetos de automação e digitalização com o uso de IA, RPA e análise e cruzamento de dados para serviços bancários como abertura de conta, depósito de cheques e análise de crédito imobiliário e consignado. Na abertura de conta digital, por exemplo, a automação com IA aplicada pela Stoque consegue comparar se a selfie enviada pelo cliente por aplicativo é compatível com a foto do documento de identidade, garantindo assim maior precisão técnica e agilidade sem a interferência humana. “O objetivo é otimizar os fluxos de trabalho com a automação, oferecer mais eficiência e segurança aos trâmites documentais e de dados e uma melhor experiência aos usuários”, afirma Thiago de Assis, CEO da companhia.</p>
<p>Pagamentos e validação de dados bancários<br />
A Transfeera é uma fintech open banking que desenvolve uma plataforma completa para gestão e processamento de pagamentos, com o objetivo de baratear as transações TED e DOC feitas por empresas. Na solução de automação, a empresa cliente cria ou importa para a plataforma um lote de pagamentos, depois, em uma única transferência, a empresa envia diretamente do seu banco o valor referente ao montante total do seu lote. No terceiro passo é iniciada automaticamente a realização dos pagamentos, com a validação de dados dos favorecidos. Finalizados os pagamentos, são anexados na área do cliente comprovantes e relatórios das atividades. A fintech também possui o “Conta Certa”, que confere, por meio de algoritmos e inteligência operacional, se os dados bancários do favorecido estão corretos. </p>
<p>PIX e Open Banking<br />
Dois marcos regulatórios importantes do setor avançaram, recentemente, e vêm aumentando a dependência do sistema financeiro das empresas de tecnologia. São eles o sistema de pagamentos instantâneo PIX, para substituir o TED e o DOC; e o conjunto de regras sobre o uso e compartilhamento de dados e informações financeiras entre instituições, o Open Banking. “Cada banco, cooperativa de crédito, trabalha com uma linguagem de programação e necessita de parceiros que as dominem, para que essas implementações ocorram com sucesso e dentro dos prazos determinados pelo Banco Central. Além de tecnologias que garantam a segurança dos dados dos clientes nessas transações e a manutenção desses sistemas”, explica Alessandro Zambiasi, executivo de Contas da Supero Tecnologia, empresa que tem auxiliado instituições financeiras a executarem essas duas novidades. A implementação do Open Banking ocorrerá em quatro fases, até o fim de 2021. A plataforma PIX permite pagamentos via transferência digital, mas outras funcionalidades serão liberadas gradualmente. </p>
<p>Transações de câmbio<br />
Outro serviço tradicional que pode ser automatizado é o de transações de câmbio, ou seja,  entre moedas diferentes. De acordo com Stephano Maciel, CEO da FacilitaPay, fintech para pagamentos e transações cross-borders em massa, a automação de transações de câmbio envolve de 15 a 17 etapas complexas com um mesmo custo operacional, seja para enviar 10 ou 10 mil reais. “Para otimizar burocracias financeiras, nós criamos um sistema que, independentemente do valor transacionado, consegue realizar os processos sem interação humana. Com isso, as milhares de movimentações de pagamento ou recebimento cross-borders são consolidadas em uma única transação internacional. Comparativamente, nossa automação realiza todo o processo em instantes, enquanto instituições tradicionais de câmbio demoram até 72h para identificar um pagamento no exterior”, afirma o CEO.</p>
<p>Certificação digital para automatizar processos e garantir a autenticidade das transações  <br />
A certificação digital é uma ferramenta cada vez mais usada por empresas para melhorar a segurança e agilizar processos. Primeiro banco 100% digital do Brasil, o Banco Inter, por exemplo, usa a tecnologia para compensação de cheques por imagem. A solução é utilizada por uma média de 5 mil clientes por dia — todos usuários da Conta Digital. Como é estável, o sistema não fica indisponível mesmo com o grande volume de imagens processadas diariamente. Para isso, o Banco Inter conta com o apoio da BRy Tecnologia, empresa que desenvolve a assinatura digital e o carimbo do tempo que são usados pela instituição financeira. O CTO da BRy, Cristian Thiago Moecke, explica que “a operação reduz o tempo do processo e os gastos com transporte, uma vez que os documentos passaram a ser assinados com certificado digital ICP-Brasil e encaminhados eletronicamente para as agências”. </p>
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